Últimas horas de Jesus Cristo

E subindo Jesus a Jerusalém, chamou à parte os seus doze discípulos e, no caminho, disse-lhes: Eis que vamos para Jerusalém, e o filho do homem será entregue aos principais dos sacerdotes e escribas, e condená-lo-ão à morte. E o entregarão aos gentios para que dele se escarneçam, e o açoitem, e crucifiquem, e ao terceiro dia ressuscitará. Então se aproximou dele à mãe dos filhos de Zebedeu, com seus filhos, adorando-o e fazendo-lhe um pedido. E Ele diz-lhe: Que queres? Ela respondeu: dize que estes meus dois filhos se assentem um à tua direita e outro à tua esquerda, no teu reino” (Mat.20:17a21) Jesus enfrentava suas últimas horas de vida. Sobre seus ombros pesavam a dor e a angústia que daí a pouco sofreria no Gólgota.

Eram instantes de profunda reflexão e intenso silêncio em sua alma. Subia ele para Jerusalém. Caminhava solenemente para o momento maior que o havia trazido ao mundo. Passos dolosos. De repente se volta, olha para trás, enxerga seus discípulos. Quis compartilhar a sua dor. Pensava que teria a comoção dos seus seguidores. Explica-lhes com detalhes a situação. Conta até mesmo seu triunfo: ressuscitaria. Mas, ao invés de expressão de dor nos rostos, contempla apenas indiferença. Não, aquele momento seria só seu mesmo. Ninguém iria estar com ele. O pastor seria ferido e as ovelhas se dispersariam. De repente uma mulher se aproxima do Senhor. Ele a reconhece. Era a mãe de dois dos seus discípulos: João e Tiago, aliás, dois destacados discípulos que tinham o apreço do Mestre. Ela interrompe a dramática narrativa de Cristo sobre sua paixão, morte e ressurreição e lhe faz um pedido: “...Dize que estes meus dois filhos se assentem um à tua direita e outro à tua esquerda, no teu Reino”.

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