28.12.08

O Código da Vinci

O CódUm Filme: enganoso e perigoso

O livro "O Código Da Vinci", em destaque na lista de best-sellers do New York Times, cativou a atenção de milhões de leitores, motivou um programa especial no horário nobre na ABC News e está para ser lançado como um importante filme de Hollywood em 2005. O livro prende o leitor com uma história excitante de aventura e intriga, fazendo-o acompanhar seus personagens numa louca incursão pela Europa à medida em que procuram indícios da verdadeira identidade de Jesus Cristo.

O problema é que o livro aborda a vida de Jesus de uma maneira completamente antibíblica, ofensiva e estarrecedora para os que nEle crêem. Assim como tantos outros ataques à integridade de Jesus Cristo, O Código Da Vinci declara que Jesus realmente existiu, mas que Ele era meramente humano e não divino. Na realidade, os personagens do livro alegam insultuosamente que Jesus foi casado com Maria Madalena e que teria deixado uma linhagem de descendentes humanos, alguns dos quais estariam vivos hoje.

O enredo deturpado gira em torno de uma série de indícios ocultos nas obras de Leonardo da Vinci, que pintou "Mona Lisa" e "A Última Ceia". O romance apresenta da Vinci como membro de uma sociedade secreta chamada de "Priorado de Sião", fundada em 1099. O livro também liga algumas celebridades como Sir Isaac Newton, Victor Hugo e Claude Debussy à teoria da conspiração de que o priorado teria deliberadamente escondido a "verdade" sobre Jesus e Maria Madalena do resto do mundo durante séculos.

O romance envolve a história de Robert Langdon, um simbologista de Harvard, e uma criptógrafa francesa chamada Sophie Neveu ("nova sabedoria", em francês). Juntos, eles teriam encontrado uma série de vestígios criptografados que revelam os "segredos" do Cristianismo: que Deus seria uma mulher, Jesus teria descendentes e que Maria Madalena seria divina. O livro alega que essas verdades estariam escondidas numa série de documentos secretos chamados de "Documentos do Santo Graal".

Dan Brown tece uma narrativa com grande poder de entretenimento, mas perigosamente blasfema, em O Código Da Vinci. Ele afirma que Maria Madalena seria o Santo Graal (o cálice de Cristo), que ela e Jesus seriam os progenitores da linhagem merovíngia de governantes europeus e que ela estaria sepultada sob a pirâmide invertida de vidro no Louvre, em Paris, onde ainda hoje se poderia sentir emanações de seu espírito divino.

Engano intencional

O romance descreve o Cristianismo como uma gigantesca conspiração baseada numa grande mentira (a divindade de Cristo). Os personagens de Brown sugerem que os apóstolos e pais da igreja seriam nada mais do que opressores patriarcais que teriam suprimido a adoração à "divindade feminina". Na verdade, o livro descreve os Evangelhos do Novo Testamento como produtos humanos de machos chauvinistas anti-feministas que teriam procurado reinventar o Cristianismo para oprimir as mulheres e reprimir a adoração à deusa.

A agenda feminista é ostentosa por todo o romance, alegando que a igreja primitiva, dominada por homens e liderada por Pedro, teria se voltado contra Maria Madalena após a morte de Jesus e provocado sua fuga para a França (a antiga Gália). Então, o imperador Constantino teria convenientemente deificado Jesus a fim de consolidar seu controle sobre o mundo. O livro indica que na votação do Concílio de Nicéia sobre a divindade de Cristo o resultado teria sido apertado. Na realidade, houve 300 votos favoráveis e apenas dois contrários. Dificilmente essa pode ser considerada uma eleição disputada! Mas, definitivamente, a precisão histórica não é o ponto forte do romance.

Essa é apenas uma das muitas distorções deliberadas existentes no livro. Outra envolve os heréticos evangelhos gnósticos escritos no final do século II como sendo os evangelhos "reais". Encontrados em Nag Hammadi no Egito, em 1946, esses mitos gnósticos nunca foram reconhecidos pela igreja primitiva como Escrituras legítimas. O Dr. Albert Mohler, presidente do Seminário Batista do Sul (nos EUA), disse que "as Escrituras do Novo Testamento foram reconhecidas e destacadas devido à sua autoria apostólica e pelo seu conteúdo claramente ortodoxo". Em contrapartida, Mohler afirma que os textos de Nag Hammadi são "facilmente identificáveis como literatura gnóstica distanciada da Igreja".

É verdade que a igreja medieval distorceu as verdades básicas da mensagem simples do Evangelho. Mas foi vários séculos depois da época de Cristo e dos apóstolos que ela acrescentou idéias como a salvação pelas obras, a veneração de santos e a importância de relíquias sagradas, como o chamado "Santo Graal" – o cálice de Cristo. Em O Código Da Vinci o "cálice" é Maria Madalena, mitologizada e sexualizada como se fosse a amante ou esposa de Jesus Cristo.

Distorção diabólica

Em comparação ao livro O Código Da Vinci, o filme "A Última Tentação de Cristo" parece ameno. O romance de Brown acusa o Cristianismo de culpar a mulher pela queda de toda a raça humana. Ele parece esquecer que a história de Adão e Eva é judaica e antecipa o Novo Testamento por muitos séculos. Na realidade, o enredo de O Código Da Vinci é uma combinação de secularismo ostensivo com feminismo hostil.

O livro assevera que o próprio Da Vinci, um cientista brilhante e pintor renascentista, estaria ciente da verdade sobre Maria Madalena e a teria representado como João, sentado próximo a Jesus em sua "A Última Ceia". O romance deixa a impressão de que Maria estaria retratada na pintura de Da Vinci como a esposa de Cristo. Ele também afirma que Pedro estaria fazendo um gesto ameaçador em direção a Maria como se estivesse tentando eliminar a influência feminina da Igreja. Na realidade, de forma nenhuma Maria Madalena aparece no quadro! Os personagens de Brown "lêem" na pintura aquilo que eles querem ver – a feminização do Cristianismo.

Não há nada no registro bíblico sobre a Última Ceia que indique a presença de mulheres nessa refeição. Também não há qualquer indicação nos Evangelhos bíblicos de que os discípulos guardaram o cálice de Cristo, pedaços da cruz ou quaisquer outras relíquias religiosas. Não é o cálice no qual Jesus bebeu que nos salva, tampouco lascas da cruz onde Ele morreu. O sangue que Ele derramou naquela cruz, simbolizado pelo cálice, é a verdadeira base para nossa salvação.

A Bíblia diz: "a quem Deus propôs, no seu sangue, como propiciação, mediante a fé" (Romanos 3.25); "no qual temos a redenção, pelo seu sangue" (Efésios 1.7); "e que, havendo feito a paz pelo sangue da sua cruz" (Colossenses 1.20); "e o sangue de Jesus, seu Filho, nos purifica de todo pecado" (1 João 1.7).

Desafio decisivo

Não tenho idéia de quais são as convicções religiosas de Dan Brown, mas posso dizer-lhes com certeza que não são baseadas em crenças cristãs ortodoxas. Seu romance é fascinante e de grande poder de entretenimento, mas é exatamente esse o problema. Jovens pastores me contam que são bombardeados com perguntas céticas de recém-convertidos que ficam genuinamente perturbados ao lerem o livro, por parecer tão convincente.

O Cristianismo superou tais críticas antes e o fará novamente. A verdadeira história do Evangelho ainda é a maior história que já foi contada! Os ensinamentos de Jesus Cristo sempre foram e sempre serão superiores a qualquer coisa que o mundo venha a oferecer. Ao mesmo tempo, não podemos enfiar nossa cabeça na "areia eclesiástica" e simplesmente desejar que esse tipo de coisa desapareça.

Há respostas reais para as questões levantadas em O Código Da Vinci. Tais desafios à fé devem nos estimular a lidar com essas questões, respondendo as perguntas para satisfazer as mentes honestas e inquiridoras. O que me preocupa é a mentalidade da geração pós-moderna. Talvez a questão real não seja o que o livro contém, mas o fato de que um público biblicamente ignorante o leve realmente a sério.

Em alguns aspectos, O Código Da Vinci é mais uma acusação à nossa geração do que ao autor do livro. Quando estava entrando na adolescência, nos anos 60, eu ficava continuamente chocado pela ingenuidade de meus pais, que acreditavam em tudo que liam no jornal só porque estava escrito ali. Nunca lhes ocorreu que as reportagens e editoriais eram redigidos por pessoas com agendas pessoais e políticas. Eles haviam crescido numa época em que se acreditava naquilo que se lia, não importando quem era o autor. O mesmo é verdadeiro, e até ainda mais, para a televisão e o cinema. Da mesma forma como muitas vezes expliquei essa realidade para a geração de meus pais, advirto a atual geração: não acreditem em tudo que vocês lêem em um romance ou vêem em um filme!

A Bíblia exorta: "Amados, não deis crédito a qualquer espírito; antes, provai os espíritos se procedem de Deus, porque muitos falsos profetas têm saído pelo mundo afora. Nisto reconheceis o Espírito de Deus: todo espírito que confessa que Jesus Cristo veio em carne é de Deus; e todo espírito que não confessa a Jesus não procede de Deus; pelo contrário, este é o espírito do anticristo, a respeito do qual tendes ouvido que vem e, presentemente, já está no mundo" (1 João 4.1-3). (Pre-Trib Perspectives - http://www.chamada.com.br)


O Dr. Ed Hindson é assessor do reitor da Liberty University em Lynchburg/VA (EUA).



Extraído da revista Chamada da Meia-Noite, julho de 2004.

Fonte: Ministério CACP

igo da Vinci

25.12.08

Quando Jesus Nasceu?

Antes de tentar responder a pergunta vale ressaltar que em nenhuma ocasião Jesus expressou a idéia de que seus seguidores devessem celebrar seu aniversário. Pelo contrário, em duas ocasiões quando as pessoas queriam enfatizar seus laços naturais (mãe e irmãos), ele rapidamente rebateu esta atitude, enfatizando a importância dos seus laços espirituais (os discípulos e todos aquele que ouve e pratica sua palavra) – Lc. 11:27,28; Mc. 3:31-35. Em outras palavras, ele não queria ser venerado como um grande astro e sim como o caminho pelo qual todos os homens poderiam chegar a Deus nas mesmas condições de filiação que ele tinha. É com este propósito que ele realmente instituiu uma cerimônia em sua memória, não um aniversário, uma vez por ano, mas “todas as vezes que o beberdes, em memória de mim (1Co. 11:25)”. Ele queria que lembrássemos dele sempre, não como uma figura histórica a ser homenageada, mas como o pão e o vinho da Ceia, que nos alimentam e nos dão o poder para tornar-nos como Ele.

Guardando isto em mente e lembrando que “as coisas encobertas pertencem ao Senhor nosso Deus, mas as reveladas nos pertencem a nós e a nossos filhos (Dt. 29:29)”, podemos declarar que a Bíblia nos dá pistas quanto à época do ano em que Jesus nasceu sem contudo precisar uma data exata.
A dica principal encontra-se no evangelho de Lucas. Lucas era médico, e portanto, pessoa acostumada a tratar de minúcias, homem que devido à sua própria profissão se acostumara a ser meticuloso e detalhista. Pois bem: no primeiro capitulo do seu evangelho, no versículo 5, encontramos fatos que não podem encontrados em nenhum dos outros evangelhos: “Nos dias de Herodes, rei da Judéia, houve um sacerdote chamado Zacarias, do turno de Abias. Sua mulher era das filhas de Arão, e se chamava Isabel (Lc.1:5)”. Quero que anote esta expressão sublinhada: DO TURNO DE ABIAS.

Continuando o relato nos versículos 8 e 9: “Ora, acontecendo que, exercendo ele diante de Deus o sacerdócio na ordem do seu turno, coube-lhe por sorte, segundo o costume sacerdotal, entrar no santuário do Senhor para queimar incenso”.

O Espírito Santo insiste: NA ORDEM DO SEU TURNO.

E ali, conforme os versículos seguintes, Zacarias teve uma visão de um anjo, que lhe disse que teria um filho. Pelo fato de não ter crido, ele ficou mudo; essa mudez constituiu um sinal de que aquela visão realmente fora de Deus.

Lucas continua: “Sucedeu que, terminados os dias do seu ministério, voltou para casa. Passados esses dias (dias do seu ministério), Isabel, sua mulher, concebeu”.

A conclusão a que chegamos até agora é a seguinte: João Batista, o profeta, o precursor de Jesus, foi concebido imediatamente após o período em que ocorria o “turno de Abias”, quando Zacarias voltou para casa e para sua esposa, depois de ministrar no templo.
Lucas 1:26-38 relata que um anjo visitou Maria, e ela “achou-se grávida pelo Espírito Santo” (Mt. 1:18). No final daquela visita, o anjo lhe disse: “E Isabel, tua parenta, igualmente concebeu um filho na sua velhice, sendo este já o sexto mês para aquela que diziam ser estéril (Lc.1:26,36).

Veja bem: agora chegamos à conclusão de que Jesus foi concebido seis meses depois de João Batista, ou seja, seis meses após o período ou “o turno de Abias”. (Veja o quadro no início do nosso estudo).

O que é esse turno de Abias? Em que época do ano ocorre ?

Para lhe responder, precisaremos voltar ao Antigo Testamento.

No livro de 1º Crônicas 24, se apresenta a relação dos turnos em foram organizados os sacerdotes para ministrarem na casa do Senhor. Foi esta relação que originou a tabela do início do nosso estudo. Eles começaram a ministrar no tabernáculo de Davi, posteriormente passaram a ministrar da mesma forma no templo de Salomão, conforme verificamos em Lucas 1:5 e seguintes, esses turnos de sacerdotes continuaram a ser obedecidos na ordem devida até a destruição do templo de Jerusalém por volta do ano 70 A.D. Nos versículos 7 a 18 encontramos uma relação de vinte e quatro turnos de sacerdotes (lembre-se do 24 anciãos que João viu), distribuídos entre as vinte e quatro famílias de sacerdotes descendentes de Arão, que se sucediam ministrando na casa do Senhor. É fácil concluir que essa escala devia ser cumprida no decorrer do ano religioso ou litúrgico dos judeus. Assim sendo, obviamente cada turno de sacerdotes oficiaria durante quinze dias. “Saiu a primeira sorte a Jeoiaribe, a segunda a Jedaías, a terceira a Harim, a quarta a Seorim, a quinta a Malquias, a sexta a Miamim, a sétima a Coz, a oitava a Abias (1º Cronicas 24:7-10). ANOTE: O TURNO DE ABIAS ERA O OITAVO.

Quando então começava a funcionar o primeiro turno?

Esta interrogação é importante, pois como você deve ter desconfiado, da sua resposta vai depender a localização exata da época do nascimento de Jesus!
O primeiro turno começava a funcionar no primeiro mês do ano religioso dos judeus. – Mas pastor, quando era isso? Vejamos: “Disse o Senhor a Moisés e Arão na terra do Egito: este mês vos será o principal dos meses; será o primeiro mês do ano (Ex.12:1,2; 13:4; Dt. 16:1). “No mês primeiro, aos catorze do mês, no crepúsculo da tarde, é a páscoa do Senhor (Lv. 23:5)”.

O primeiro mês do calendário religioso judaico (mês de Abibe – Êxodos 23:15) coincide mais ou menos com o nosso mês de março (veja o quadro!). É fato bem sabido que a Páscoa é uma festa móvel, que cai em março ou abril. Ela é móvel justamente porque sua data não é marcada segundo o nosso calendário, mas segundo o calendário judaico, que se baseia no ano lunar (o nosso é romano, gregoriano).

As pessoas que estão familiarizadas com os costumes modernos dos israelitas ficarão surpresas com esta constatação, pois na verdade os judeus dos nossos dias, em todo o mundo, comemoram o Ano Novo na data da Festa dos Tabernáculos (ou Festa das Trombetas), isto é, entre setembro ou outubro. Esta discrepância com a determinação bíblica se deve ao fato de que os israelitas, no decorrer dos séculos, por razões que não vêm ao caso neste estudo, mudaram o início do ano civil para o meio exato do ano religioso – a data da Festa dos Tabernáculos, e por isto existem dois inícios do ano judaico: o secular começar na Festa de Tabernáculos, no primeiro dia do sétimo mês do ano religioso (Lv. 23:23-25), e o religioso começa catorze dias antes da Páscoa (Celebrando a saída do Egito). Contudo, para nós as modificações feitas pelos homens nada nos interessam. Interessa-nos a Palavra do Senhor: “Este mês ( o mês de Abibe, o da Pascoa ) ... será o primeiro mês do ano (Ex. 12:1,2)”. Assim, o ano religioso começa a primeira festa Bíblica, Pácoa, enquanto que o ano civil começa com a terceira festa Bíblica, a Festa de Tabernáculos.
Com todos este dados em mãos, você agora deve estudar com atenção redobrada, o quadro que iniciamos este estudo, a fim de entender melhor.

RESUMINDO...

João Batista foi gerado logo depois do período em que os sacerdotes do turno de Abias serviam no templo, ou seja, no fim de junho ou começo de julho, em nosso calendário. Jesus nosso Senhor, foi gerado pelo Espírito Santo seis meses depois, isto é, no fim de dezembro ou começo de janeiro (provavelmente durante os dias da festa de Hanuká – a festa das luzes). Contando-se os nove meses normais de gestação, segundo estes cálculos cronológicos, Maria veio dar à luz ao nosso Senhor no fim de setembro ou começo de outubro – nos dias da Festa de Tabernáculos, no ano seguinte, ou sétimo mês do calendário judaico – o mês de Etanim (I Rs. 8:2). O sétimo mês judaico era marcado pela soleníssima Festa dos Tabernáculos, a terceira e última das grandes festas instituídas por Deus por intermédio de Moisés.

A conclusão surpreendente a que chegamos é de que Jesus não nasceu nem poderia ter nascido em dezembro, nem poderia usar para nascer uma data de festividade pagã, como a Saturnália romana ou o natalis invicti solis , mas usou uma festa judaica, a Festa dos Tabernáculos, como ocasião para vir ao mundo.

É importante notarmos a esta altura que estamos tratando com um Deus sábio e lógico, autor da matemática celeste e das ciências exatas, que determinou a órbita dos astros e dos elétrons com exatidão inestimável, e que não faz nada por acaso ou coincidência, nem é tomado de surpresa pelo desenrolar dos acontecimentos, pois é Onisciente. ¦
(FONTE: OLIVEIRA, Adiel Almeida de. QUANDO JESUS NASCEU – PG 27,28 – 1987 – Comentário do Pr. Vladimir Soares. Publicado na Revista Impacto Nov/Dez 1999 pgs.9-11).
Fonte: Ministério Monte Sião

Mesquitas em presépios geram polêmica na Itália



Presépio
Cardeal disse que não há regras sobre o que incluir nos presépios
Políticos de direita da Itália protestaram contra inclusão de símbolos associados à religião muçulmana em presépios montados no norte da Itália.

Em uma igreja na cidade de Gênova, foram incluídos, além dos elementos tradicionais como o menino Jesus na manjedoura e os três reis magos, também uma mesquita e um minarete. Um outro presépio, montado em uma escola de Veneza, também incluiu uma mesquita.

Reagindo ao presépio em Gênova, montado pelo padre Prospero Bonanzi, o deputado do partido de direita Liga Norte, Mario Borghezio, disse que a idéia tinha sido “o ato de um idiota”.

“A única coisa que ele esqueceu de colocar foi um suicida pronto para explodir a manjedoura de Cristo”, disse.

“Inclusão”

Em Veneza, o detalhe a mais no presépio da escola católica gerou reações adversas de estudantes e professores.

Mas o cardeal Angelo Scola, da cidade italiana, mostrou moderação em seus comentários.

Segundo ele, não há regras rígidas sobre o que se deve e o que não se deve incluir nos presépios.

Já o imã (pregador islâmico) de Milão, Hamid Shari, disse que colocar uma mesquita nos presépios foi uma boa idéia e representou um gesto de inclusão.

Padre irrita pais ao revelar que Papai Noel não existe



Papais Noel
Pais reclamaram dizendo que padre estragou Natal dos filhos
O padre Dino Bottino, da paróquia da Igreja do Sagrado Coração, em Novara, no norte da Itália, nunca podia imaginar a revolta que iria criar quando disse às crianças que nem o Papai Noel, e nem a bruxa boa chamada Befana, que traz presentes no Ano Novo às crianças italianas, existem de verdade.

Bottino revelou o segredo para as crianças durante uma missa em meados deste mês.

Dezenas de pais reclamaram. "Você estragou o Natal dos meus filhos", disse uma mãe revoltada.

Um jornal local publicou as queixas dos pais.

Mas o padre Bottino não se abalou. "Eu disse às crianças que o Papai Noel era uma invenção que não tinha nada a ver com a estória do Natal cristão. E eu repetiria isso de novo, se tivesse chance!", afirmou o prelado.

Bottino disse que nunca teve a intenção de magoar ninguém, mas tem o dever de distiguir a realidade de Jesus da estória do Papai Noel, que é uma fábula como Cinderela e Branca de Neve.

24.12.08

Feliz Natal !

“Todo menino quer ser homem, todo homem quer ser rei, todo rei quer ser Deus e Deus quis ser menino”. (Leonardo Boff)

Um dos aspectos diferenciais mais lindos da tradição cristã é o movimento do divino em direção ao humano. Em todas as demais tradições religiosas, o que se observa é o contrário, isto é, o movimento o-homem-para-deus. Com Cristo essa lógica se inverte e o movimento passa a ser o de deus-para-o-homem.Diz a tradição que “Ele se esvaziou da sua glória...” (Filip. 2. 7)...”E veio buscar aquilo que se havia perdido...” (Lc 19:10)A pergunta que se faz ainda hoje é a seguinte: “Aquilo que se havia perdido” já foi finalmente encontrado?Uma rápida olhadela num jornal ou nos noticiários da televisão certamente nos dá a impressão de que a resposta é não. Sem mencionar a violência, a corrupção, a indiferença, a competição, uma das marcas da vida atual é a compra, o negócio, o consumo. Tudo se fez mercadoria e, no comércio, o Natal é a época quando o espírito do consumo alcança sua apoteose. Mas esse espírito é, na realidade, uma espécie de anti-Natal. O espírito de Natal é o oposto disso. É a gratuidade, é o enternecimento, é um se fazer presente ao outro. É quando podemos fazer uma pausa e juntos comer, beber e celebrar o nascimento do Deus que quis ser menino. O Deus que não veio ao mundo como um rei poderoso, mas que nasceu numa manjedoura, pobre, destituído de quaisquer bens materiais, para que ninguém se sentisse distante dele, mas para que todos se sentissem incluídos no seu plano de redenção.Vamos celebrar a alegria pelo nascimento desse Deus que quis ser criança, pois o Natal é isso, é Deus fazendo-se menino e o menino fazendo-se presente, atualizando dentro de cada um de nós que todos somos filhos e filhas dele.

Feliz Natal!
REV. NILDO GOMES

Fonte: Getsêmani Internet

23.12.08


Minha Esperança colhe frutos de renovação e graça plantados nos corações brasileiros.


Por meio de relatos e testemunhos vindos de todos os cantos do Brasil, pudemos sentir o precioso mover do Senhor Jesus agir por intermédio do Projeto Minha Esperança Brasil.

Nossos corações se alegram ao compartilharmos alguns testemunhos de pastores, “Mateus” que abriram seus lares e de diversos coordenadores que participaram do projeto.

Vamos saborear alguns destes frutos:

FILHOS PRÓDIGOS
Estado Alagoas
Relato Pra. Adélia, da Assembléia de Deus Bom Retiro Maceió
"O projeto Minha Esperança Brasil atingiu muitos jovens que estavam afastados dos caminhos do Senhor. Só na minha congregação houve a reconciliação de 10 jovens. Creio que o resultado da colheita será de milhares de filhos pródigos voltando à casa do Pai".
Ao longo de todo o projeto, a igreja realizou o Círculo de Oração, todas as 4ª feiras.


MENSAGEM DE BILLY GRAHAM UNE FAMÍLIAS
Relato de um Lar Mateus
"A grande estratégia de evangelização de Billy Graham trouxe frutos em famílias que estavam sem rumo, sem motivação para a vida e sem discernimento do que é viver uma vida em abundância."
"Ontem à noite tive um encontro maravilhoso de aceitação a Jesus em minha casa. Foram quatro pessoas de uma família e três de outra. A presença de Deus fez-se presente entre nós. Houve uma emoção muito grande em todos nós. Enquanto ouviam as palavras de Billy Graham fiquei observando as suas expressões. As famílias estavam muito comovidas. Quando ele chamou a todos a aceitar Jesus, eles se levantaram e disseram: "Senhor, quero conhecê-lo". Foi emocionante vê-los curvados, chorando, aceitando aquele momento como a salvação das suas vidas.
A aceitação de Cristo com certeza é o único caminho a trilhar.
Depois do programa fiz uma oração com eles e, em lágrimas e emocionados, sentimos a presença de Deus tomar conta de nós.
Contei minha experiência com Cristo, o meu testemunho de vida. Depois entreguei uma Bíblia para cada um dos convertidos e agradeci a Deus mais uma vez por permitir que pudesse dar a eles o meu testemunho.
Deus é maravilhoso. Opera em nossas vidas de forma a estabelecer um contato direto entre a terra e o céu. E ontem houve profundamente essa ligação.

CONVERTIDOS À CRISTO DURANTE O PROJETO TORNARAM-SE LARES MATEUS
Tivemos testemunhos de centenas de pessoas que se converteram/reconciliaram com Cristo durante todas as etapas do projeto. E, muitas dessas pessoas, tornaram-se Lares Mateus.
É o caso do Pr. Sérgio Aguiar, do Estado de Mato Grosso. "Estamos todos aqui em Mato Grosso com grandes expectativas, vou assistir às programações na casa de pessoas que se converteram ao Senhor durante a campanha de Mateus e seus amigos. Eles estão com muita alegria para reunirmos em sua casa".

O PRIMEIRO DE MUITOS ENCONTROS PARA FALAR DE JESUS
A bênção também chegou nas casas dos que trabalham na Associação Evangelística Billy Graham no Brasil. Muitos dos funcionários também abriram suas casas e tornaram-se Lares Mateus. Recebemos relatos de conversões dos familiares, amigos e vizinhos e um grande quebrantamento de corações endurecidos.

Relato da assistente de Mídia, Deborah Tenembaum.

"Eu abri a minha casa e Deus deu muito mais que pedi e esperei... foi lindo demais!
Timidamente, perguntei para 10 pessoas que havia convidado se alguém queria reconhecer a Jesus como Senhor e Salvador de suas vidas. E as 10 pessoas disseram em coro bem alto: SIM! Logo o apelo, eles perguntaram se eu poderia repetir o encontro nas próximas semanas e, assim, eu inicio etapa com meus novos irmãos por meio de uma célula!".


CHUVA DA BÊNÇÃO
Relato do Pr. Aloísio Penido Bertho, da cidade de Juiz de Fora, Minas Gerais.
"Foi uma bênção. Convidei um amigo para assistir aos programas em sua própria casa porque aqui em Juiz de Fora chovia muito e ele mora distante da minha residência. Quando terminou o programa (do dia 6/11) ele me ligou dizendo da felicidade que estava sentindo pois havia aceitado Jesus Cristo como Salvador de sua vida. Louvado seja o nome do Senhor."


TRIBO INDÍGENA NO ESTADO DO AMAZONAS
Na Fronteira com o Peru, município de Beijamim Constant, 5 comunidades indígenas da Aldeia dos Tikunas, participaram do projeto Minha Esperança e foram abertos 36 lares, sendo:5 Lares Mateus na Comunidade Indígena Porto Lima, 5 Lares Mateus na Comunidade Indígena Lauro Sodré, 5 Lares Mateus na Comunidade Indígena Deus nos ajude, 16 Lares Mateus na Comunidade Filadéfia e 5 Lares Mateus na Comunidade Indígena Porto Cordeirinho.Ainda não temos notícias de quantas decisões foram feitas nas tribos indígenas pois a comunicação no local é precária. Mas sabemos que dezenas de índios se renderam aos pés do Senhor.



TRIBO INDÍGENA NO ESTADO DO MATO GROSSO DO SUL
No Estado do Mato Grosso do Sul, Município de Aquidauana, a Aldeia de Taunay mobilizou 8 Lares Mateus e 76 índios puderam assistir às programações do Minha Esperança.
Houve a conversão de 11 índios e 4 reconciliações.

MENSAGEM PARA OS DETENTOS
Foi realizado Minha Esperança no Presídio de Curitiba, Paraná. Cerca de 1.500 presos assistiram as programações por meio dos DVDs e, até agora, soubemos 200 decisões por Cristo.

ANIVERSÁRIO COM JESUS

Uma jovem de uma igreja independente em Joinville, Estado de Santa Catarina, resolveu comemorar o seu aniversário de forma diferente. Contratou uma empresa para decorar um salão de festas e colocou um telão para transmitir a mensagem de Franklin Graham, na 6ª feira. Compareceram 72 pessoas e sabemos que diversos convidados se tomaram a decisão por viver uma vida em Cristo.

CONVERTIDOS DURANTE CRUZADAS DE BILLY GRAHAM NO BRASIL EM 1974 E 1979 SÃO PARCEIROS DO PROJETO MINHA ESPERANÇA

Depoimento da Pra. Joana D'arc, apóia o projeto dentro das Igrejas Metodistas do Brasil.
"Em 1974 era espectadora de programação de Igreja. Fui convidada a ir ao Maracanã. Era um sonho conhecer o maior estádio de futebol – Maracanã. E lá eu ouvi uma impactante mensagem evangélica. Naquele dia eu aceitei Jesus Cristo como Senhor e salvador da minha vida. E a minha vida teve uma grande virada. Lá na cruzada uma mulher maravilhosa me acolheu, orou comigo, anotou meu nome, meu endereço e me acompanhou e discipulou por dois anos. Quando recebi a visita do Pr. Leandro Ferreira apresentando a visão do projeto Minha Esperança eu confesso que os meus olhos se encheram de lágrimas e senti alegria em poder depois de 34 anos, ser também uma promotora desse projeto. Haja coração!!"

Depoimento do Pr. Adolfo Ramos, parceiro do Projeto Minha Esperança
"Eu era um jovem de 20 anos naquela noite fria de janeiro de 1979, no Anhembí-SP, Brasil, quando fiz minha decisão para o Ministério da Palavra ouvindo o Pr. Billy Graham. Hoje, com 50 anos sou pastor em uma Igreja Batista em Manaus-AM e sou parceiro na evangelização de milhões de almas no Brasil."


O Deus Exilado – Breve História de Uma Heresia

Quem assina esta obra literária é Marilia Fiorillo. Professora de História da Filosofia e Doutrinas Políticas na USP e doutora em História Social, Marilia revela em seu livro “O Deus Exilado – Breve História de Uma Heresia” fatos que a bíblia não conta.

Como ela mesma diz: “este livro é para gente desconfiada”.

“O Deus exilado” apresenta ao leitor conhecimentos a muito tempo omitidos pela igreja. A obra é baseada em fatos encontrados nos manuscritos de Nag Hammadi. Considerada uma completa biblioteca gnóstica.

Bem recebida por teólogos e filósofos como: Leonardo Boff e Luiz Felipe Ponde. A obra se mostra uma fonte de conhecimentos que vão iluminar o leitor sobre a verdade por trás das crenças.

Conheça um pouco mais a fundo a obra acessando o site www.record.com.br/odeusexilado e também a comunidade O Deus Exilado na rede social Orkut, onde acontecem promoções a fim de premiar os participantes com um exemplar do livro. O link você confere abaixo.

http://www.orkut.com.br/Main#Community.aspx?cmm=77990849

"Cristão e a Maçonaria"

Um "cristão autêntico", que procura vivenciar os padrões estabelecidos pelo Senhor em Sua Eterna Palavra não poderá, em nenhuma hipótese se filiar à Loja Maçônica, pois são situações diametralmente opostas. Apenas alguns pontos gostaria de citar:
  1. Tem como teologia o politeísmo, o sincretismo e o monismo.
  2. A maçonaria classifica o cristianismo como religião fanática, enquanto afirma que a Loja Maçônica é a ideal pela "Universalidade".
  3. Sua prática é a de ritual secreto, busca espiritual particular.
  4. Dão ênfase aos mistérios pagãos antigos, ordem dos templários, práticas ocultas, como: cabala, numerologia, astrologia, mitologia.
  5. A Maçonaria não confessa a Jesus Cristo como Salvador e não acreditama que Ele seja Deus. Portanto o deus da Maçonaria não é o Deus Verdadeiro!
  6. Apresentam grande potencial para o desenvolvimento de estados alterados de consciencia (práticas espíritas) ;
  7. Seus ensinamentos misticos são identicos ao misticismo da Nova Era;
  8. A Bíblia não é sua fonte de autoridade. Vivem de acordo com os ensinamentos do Ritual (ou doutrina) maçônico;
  9. Não tem um líder geral, desprezam a presença de um pastor, uma voz oficial; praticam a liberdade de pensamento e expressão.
  10. É uma religião ecumênica, aceitando pessoas de todas as crenças.
  11. A Maçonaria mutila a Bíblia quando faz citação da mesma, e como as demais seitas, a utiliza apenas aquilo que lhe é conveniente; citando-a fora do contexto e excluindo completamente o Nome de Jesus.
  12. A base é a Loja Azul. É dividida em três hierarquias: 1) Aprendiz, 2) Companheiro e 3) Mestre, sendo que estes conhecem pouco a verdadeira doutrina antibíblica. O grau mais elevado é o 33º, que no Brasil é chamado Grande Inspetor Geral.
Uma análise da maçonaria à luz da Bíblia revela claramente que realmente se trata de uma prática contrária à vontade revelada por Deus ao longo dos séculos. Rituais, consagrações, iniciação, simbolismo e propósito. Todos esses elementos do culto maçônico não combinam em nenhum aspecto com o que reconhecemos na Bíblia por adoração e culto racional ao Senhor (Rm 12.1-3).

As práticas ocultistas, cerimônias envolvendo mortos, o esoterismo, a crença em reencarnação são abomináveis a Deus. No Antigo Testamento o Senhor repreendeu severamente os judeus por causa dessas práticas. Portanto, não nos convém repetir o fracasso espiritual dos judeus ingressando em uma ordem como essa. Devemos, sim, orar a Deus, afim de que Ele possa iluminar os maçons que estiverem dispostos a conhecer a verdadeira luz que emana do Criador. Esse sim, não apenas o Grande Arquiteto do Universo, mas também o seu Criador Supremo, Soberano e Salvador, Jesus Cristo (Jo 8.12; 1.3).

O simples fato de haver cristãos envolvidos na Maçonaria nos mostra o quão perigosa esta religião é. Provavelmente alguns crentes que adentram nesta religião, o fizeram por ignorância. Muitos conhecem apenas a "capa do livro". Com amor e oração, mostrando-lhes a verdade acerca da Maçonaria, pode ser que, sendo realmente novas criaturas, deixarão este caminho.

O Caminho de Salvação ensinado pela Maçonaria não é Jesus Cristo. Eles ensinam o caminho de Salvação por obras representado pela escada. Assim diz a Enciclopédia Maçônica: "Esta escada é um símbolo de progresso... Seus três primeiros degraus - a fé, a esperança e a caridade - mostram-nos os meios como avançamos da terra para o céu, da morte para a vida, do mortal para o imortal. Portanto, seu pé é colocado no andar térreo da loja maçônica, a qual é o tipo do mundo e seu cume a loja, a qual é símbolo do céu" (p. 361). A fé, a esperança e a caridade da maçonaria não estão baseadas em Cristo e sim em obras humanas, que jamais poderiam purificar-nos (Ef. 2,8,9; Ap. 1,5,6).


Os 33 graus da maçonaria (segundo o Rito Escocês, o mesmo que domina a maçonaria inglesa, francesa e latino-americana, aonde está incluída a brasileira) são:

1. Aprendiz
2. Companheiro
3. Mestre
4. Mestre Secreto
5. Mestre Perfeito
6. Secretário Íntimo
7. Intendente Dos Edifícios
8. Mestre Em Israel
9. Eleito Dos Nove
10. Ilustre Eleito Dos Quinze
11. Sublime Cavalheiro Eleito
12. Grão Mestre Arquiteto
13. Real Arco
14. Grande Eleito
15. Cavaleiro Do Oriente
16. Grande Conselheiro (Príncipe De Jerusalém)
17. Cavalheiro Do Oriente e Do Ocidente
18. Soberano Príncipe Rosa-Cruz
19. Grande Pontífice
20. Venerável Grão Mestre
21. Cavaleiro Prussiano ou Noaquita
22. Cavaleiro Real Machado ou Príncipe Do Líbano
23. Chefe Do Tabernáculo
24. Príncipe Do Tabernáculo
25. Cavaleiro Da Serpente De Bronze
26. Escocês Trinitário ou Príncipe De Mercy
27. Grande Comendador Do Templo
28. Cavaleiro Do Sol ou Sublime Eleito Da Verdade
29. Grande Escocês De Santo André Da Escócia, ou Grão Mestre Da Luz
30. Grande Inquisitor, Cavaleiro Kadosh ou Cavaleiro Da Águia Branca E Negra
31. Grande Juiz Comendador ou Inspetor Comendador
32. Sublime Príncipe Do Real Segredo
33. Soberano Grande Inspetor-Geral"

Nos três primeiros graus, nos quais a Enciclopédia Maçônica está fundamentada, a própria Maçonaria, tendo neles o seu alicerce e núcleo, exclui totalmente a pessoa de Cristo.

O Ritual de iniciação na Maçonaria é : " Entra-se para uma dessas lojas mediante um rito de iniciação, loja essa que possui, no mínimo, sete membros: o venerável mestre, dois vigilantes, o orador, o secretário, o companheiro e o aprendiz.

O noviço (visitante), para torna-se aprendiz, tem de submeter-se a certas provas e meditações, além de responder a certas perguntas e redigir um testamento. Depois, de olhos vendados, é admitido no templo; presta juramento, recebe o avental e um par de luvas. Um ano depois, pode aspirar a ser eleito companheiro, depois o de mestre, assim em diante." (livro: "O Que é a Maçonaria" - p. 21).

Toda reunião da Maçonaria começa e termina com oração, só que nenhuma oração pode ser feita em nome de Jesus Cristo, e até as leituras bíblicas são feitas sem mencionar o nome de Cristo.

Em Cristo Jesus,
Gilvan Silva Santos, servo menor.

22.12.08

A Igreja de Jesus Não Passará pela Grande Tribulação.

Gilvan Silva Santos* * Licenciado em Física pela UESC – Universidade Estadual de Santa Cruz – Ilhéus/BA (1998); Especialista em Ciências da Natureza – Física, pela UnB – Universidade de Brasília (2007), Especialista em Modelagem Matemática pela UESC – Universidade Estadual de Santa Cruz – Ilhéus/BA (2008), pós-graduando em Ensino de Ciências (UESC) e professor da Rede Estadual de Educação do Estado da Bahia, da Rede Municipal de Educação do Município de Itabuna – BA e da rede particular de ensino de Itabuna - BA. Servo do Deus Altíssimo em corpo, alma e espírito, professor de Escola Bíblica Dominical na Igreja Batista Teosópolis, onde o Senhor Jesus Cristo é bem servido. E-mail: gilvansilva00@hotmail.com; gilvansilvasantos00@uol.com.br


Temos liberdade para criar nosso próprio sistema de interpretação da Bíblia no que diz respeito à Escatologia, desde que isso não vá de encontro às regras da hermenêutica e da exegese. Para que qualquer posição seja válida, ela deve estar de acordo com as Escrituras e não contradizer aquilo que é afirmado claramente em toda Escritura — porque a Palavra de Deus não se contradiz se bem manejada (2 Timóteo 2:15). Diversos alertas solicitados não são aplicam ao caso, pois a Igreja de Jesus não passará pela Grande Tribulação. Diversas análises sobre o assunto não são totalmente procedente e a interpretação de textos isolados, como o da primeira ressurreição (Apoc. 7:14) não corresponde a toda a verdade bíblica sobre a volta de Jesus. A nossa intenção não é questionar pontos de vista divergentes, apenas quero apresentar, baseado em algumas evidencias bíblicas, que Jesus voltará antes da Grande Tribulação e que a Igreja de Jesus não estará presente quando o Anticristo exigir que todos coloquem a sua marca mundial (Apoc. 13:16 - O Chip B, ou qualquer outra forma de identificação). Entretanto não tenho pretensão em fazer um estudo sobre o arrebatamento, apenas quero mostra o meu ponto de vista sobre o assunto em questão, de forma bem sintetizada: A palavra "arrebatamento” está na boca e nos estudos de muitos, mas a sua essência é compreendida apenas por poucos. Mesmo sendo um mistério (I Coríntios 15:51), o Senhor Deus quer que o entendamos para sermos e estarmos consolados (I Tess 4:18). Temos que permanecer fiel ao Senhor em qualquer momento, em qualquer circunstância, todavia isso não quer dizer que teremos que passar pela Grande Tribulação; não sofreremos perseguição durante a implantação da marca da besta, pelo simples fato não estarmos aqui quando ela acontecer (Is 58:1). O texto de Apocalipse 13:16-17, e refere segunda metade da semana de que falou o profeta Daniel: “E ele firmará aliança com muitos por uma semana; e na metade da semana fará cessar o sacrifício e a oblação; e sobre a asa das abominações virá o assolador, e isso até à consumação; e o que está determinado será derramado sobre o assolador.(Dn 9:27). Exatamente depois de 1260 dias, 42 meses (Apoc. 11:2,3) o anticristo exigirá que sua marca (o chip B) seja implantado sobre todos aqueles que não foram arrebatados e que permanecerem fiéis a Cristo e ainda sobre aqueles que se converterão durante o período da Tribulação. Uma leitura atenta de Apoc. 7:9-17, mostrará que a grande multidão a que o texto se refere é composta de muitos grupos raciais e geográficos que serão remidos durante a Grande Tribulação – tendo em vista que nesses dias difíceis, tempo da aflição de Jacó (Jer 30:7-9), um remanescente de Israel será salvo, em meio a essa grande angústia, para servir a Deus em. A “angústia de Jacó” terminará por ocasião da vinda de Cristo para estabelecer Seu Reino na terra (Apoc. 19:11-21: 20:4-6). Mesmo a Igreja de Jesus sendo arrebatada antes da Tribulação, como o Senhor Jesus garantiu (Apoc. 3:10), a atuação do Espírito ainda se fará presente na pregação das duas testemunhas e dos 144 000 israelitas. O arrebatamento é a vinda de Jesus para os seus santos - o aparecimento em glória onde o Senhor Jesus será glorificado nos santos que serão arrebatados (II Tess 1:10, I Tess 3:13, 4:14). A nossa atual era, em nível de santificação do povo de Deus, começou com a ressurreição corporal de Jesus e terminará com a ressurreição dos salvos no arrebatamento, daqueles que morreram em Cristo e daqueles que estiverem vivos por ocasião da vinda dEle. Por ser um mistério, o arrebatamento não algo de domínio público; ele não é compreendido por todos, e nem o será. Apenas os participantes, a Igreja de Jesus saberá desse evento. O arrebatamento é para o céu, o aparecimento de Jesus é para a terra. Mesmo esseevento estando próximo, nenhum ser humano tem condição de precisar o momento exato. Muitos esperam o arrebatamento somente após Apocalipse 19, ou seja, após a Tribulação. Todavia, analisando toda a Palavra de Deus, veremos que ele acontecerá justamente antes da Tribulação, após Apocalipse 12 e provavelmente entre Apocalipse 3 e 4. Milésimos de segundos antes do arrebatamento, quando Cristo descer do céu (e permanecer entre o céu e a terra – nos ares, I Tes 4:17), ocorrerá ressurreição dos que morreram em Cristo (I Tess 4:16). Essa ressurreição não é a mesma que João se refere em Apoc. 20:4-5, a qual somente ocorrerá depois que Cristo voltar à terra, julgar os ímpios e prender a Satanás (Apoc. 19:11; 20:3). Certamente a primeira ressurreição (Apoc. 20:5) se refere àqueles que morrerão no período da Grande Tribulação, por obediência a Cristo, e talvez também se refira ao santos do Antigo Testamento. Tanto os crentes ressurretos como os que acabaram de ser transformados serão “arrebatados juntamente (I Tess 4:17) para encontrara com Cristo nos ares, na atmosfera entre a terra e o céu – derrubando definitivamente a Lei da Gravidade. É uma questão teórica, se o arrebatamento vai ocorrer antes, durante ou após a Grande Tribulação. Para mim é claro, em função de várias evidências bíblicas. Vou citar apenas algumas: Para que o dilúvio acontecesse primeiro Enoque teve que ser arrebatado (Gn 5:24). Como Noé teve que entrar na arca antes do dilúvio e Ló teve que deixar a pecaminosa cidade de Sodoma e Gomorra antes da queda de enxofre sobre elas, também o Senhor Jesus arrebatará Sua Igreja antes da Tribulação - antes que o poder do Anticristo atinja seu apogeu; No arrebatamento antes da Grande Tribulação, estaremos livres de todas as aflições (II Cor 5:2-4; Fp 3:21) de toda perseguição e opressão (Apoc 3:10), de todo domínio do pecado e da morte (I Cor. 15:51-56); Como o Senhor Deus permitirá que Igreja passe pela Grande Tribulação, se justamente o arrebatamento nos livra da “ira futura” (I Tess 1:10), ou seja, da Grande Tribulação. Após o arrebatamento a Igreja de Cristo começará a ser recompensada, mediante a outorga de galardões, no Tribunal de Cristo; (2 Co. 5.10. As Bodas do Cordeiro, que se dará em seguida ao Tribunal será uma grande festa no céu, enquanto na Terra ocorrerá a Grande Tribulação. Ao arrebatamento a Bíblia chama de: a vinda do Senhor como "ladrão". E o Seu aparecimento, a chegada do Rei em grande Poder e Glória, é chamada de a vinda do Senhor "como relâmpago" (Ap 16:15 Mt 24:42-44; II Pe 3:10). Esses eventos são duas coisas completamente diferentes. Se bem que ambos, o ladrão e o relâmpago, vêm sem aviso prévio. Todavia, a vinda de um ladrão é silenciosa e perceptível somente para poucos que estão atentos e "acordados". Já o relâmpago é acompanhado pelo barulho e estrondo do trovão e é visível para todos (assim será a volta de Cristo após a Grande Tribulação, Apoc 1:7). Além disso, um ladrão vem para buscar preciosidades, para levá-las silenciosamente e guardá-las em um lugar seguro (tem lugar mais seguro que o céu?!). Mas um relâmpago vem em conseqüência de uma atmosfera extraordinariamente carregada (como será na Grande Tribulação) e produz ao mesmo tempo alivio da tensão e purificação. Essa vinda do Senhor "como ladrão" acontecerá em completo segredo! E será com certeza anterior a implantação da marca da besta. Muitos na igreja estão vivendo de qualquer forma, sem compromisso com a Verdade, não abandona o pecado e o mal; ou seja, é infiel ao senhorio de Jesus. Esse será deixado para trás no arrebatamento (Mat. 25:1-10) e fará parte da Igreja Apóstata que ficará aqui, na Grande Tribulação, para o período do Anticristo, sujeitos à ira de Deus. A Grande Tribulação começará logo após o arrebatamento. Virá Dia do Senhor, um tempo de grande sofrimento ira sobre os incrédulos. Esse dia será de âmbito mundial, será o pior tempo de aflição e angústia que3 já ocorreu na historia da humanidade (Dn 12:1; Mt 24:21). Será um período de enorme sofrimento para os judeus (Jr 30:5-7). Estará sobre o controle o “homem do pecado”, o “filho da perdição”, o “anticristo”. Quando essa Grande Tribulação começar a acontecer, nós já estaremos no céu – seremos arrebatados com Cristo. Justamente, o que marca o fim desse período de sofrimento e destruição é a volta de Jesus Cristo em grande poder e glória, com Sua Noiva (Apoc. 19:7-14) para efetuar o livramento do fiés remanescentes e o juízo e a destruição dos ímpios (Ez. 20:34- 38; Mat. 24:29-31, Luc 19:11-27; Apoc. 19:11-21). Essa vinda de Jesus, no final da Grande Tribulação, não é a mesma descrita em Mat 24:42-44, que se refere ao arrebatamento que ocorrerá antes dessa Grande Tribulação. O Período da Grande Tribulação se refere a Israel e não à igreja de Jesus. Ele não sujeitaria sua amada noiva aos terríveis eventos da Tribulação. Não faz absolutamente nenhum sentido o Senhor fazer sua noiva passar pelos horrores inimagináveis da Tribulação - mesmo considerando-se que a igreja é formada por pecadores. Cristo nos salva pela Sua graça e não por algum mérito nosso, de modo que propósito haveria em punição a Igreja durante a Grande Tribulação? Enquanto estivermos nestes corpos mortais, o pecado continuará a caracterizar nossa existência e nenhuma punição apagará nossa natureza pecaminosa. Somente após recebermos nossos corpos glorificados é que finalmente estaremos livres do pecado – isso acontecerá no arrebatamento. A Grande Tribulação durará uma semana de anos, Dn. 9. 27. Será a Septuagésima semana de Daniel. Uma semana de anos corresponde a sete anos; a semana será dividida em duas etapas de três anos e meio. A última etapa da 70ª semana é assim designada: tempo, tempos e metade de um tempo. As primeiras sessenta e nove terminaram com a crucificação do Messias; Dn. 9.26. Provavelmente num interlúdio entre a 69ª e a 70ª semana – corresponde ao interlúdio da graça. Quando a influência restringidora da operação do Espírito Santo em, e através da Igreja, for removida, por ocasião do arrebatamento, então iniciará a última e terrível semana – A Grande Tribulação. As duas parábolas de Mateus 24 são profecias do Senhor Jesus que dizem respeito à Igreja, apresentando os dois aspectos básicos na vida de um cristão: a) A Fidelidade e a prudência; b) A vigilância e a prontidão; ambas relacionadas com a Vinda de Cristo. Já em Mateus 25, com a parábola das dez virgens, o Senhor Jesus deixa claro que um cristão normal deve cuidar não só do aspecto de vida, mas também do aspecto do serviço. Convictos, desta verdade podemos afirmar:
A IGREJA NÃO PASSARÁ PELA GRANDE TRIBULAÇÃO.

21.12.08

Israel: o governo discute a situação de Gaza

Logo AFP

O governo israelense de transição debateu neste domingo, em reunião semanal, a atitude que deve tomar diante dos tiros vindos de Gaza, dois dias depois da expiração da trégua entre o Estado hebreu e o Hamas, mestre do terrorismo palestino.

As autoridades israelenses presentes pediram uma resposta mais severa aos tiros de foguete e obuses de morteiro que vêm se intensificando desde sexta-feira.

"Deveríamos responder com força, no mesmo segundo em que Israel for atacado, para reduzir as capacidades dos militantes palestinos", declarou o ministro do Comércio e da Indústria, Eli Yishaï.

Na rádio pública, o vice-primeiro-ministro Haïm Ramon assinalou a vontade de Israel de tirar o Hamas do poder em Gaza.

"O que queremos é acabar com o regime do Hamas em Gaza. É uma decisão estratégica que deve ser tomada", antecipou Ramon, que pertence ao Kadima (centro, no poder).

"O cessar-fogo reforçou o Hamas e nos enfraqueceu ao mesmo tempo militar e diplomaticamente, Devemos tirar conclusões de mudar de política", indicou.

Em reação a estas declarações, o primeiro-ministro Ehud Olmert, que deixará suas funções ao final das legislativas de 10 de fevereiro, se comprometeu a atuar com moderação, na abertura da reunião semanal do gabinete.

"Um governo responsável não pretende decretar guerra, mas também não pode evitá-la. (...) Adotaremos as medidas apropriadas", destacou.

O ministro trabalhista da Defesa, Ehud Barak, pediu por sua vez aos responsáveis israelenses que sejam mais comedidos.

"Não podemos aceitar a situação em Gaza. Eu dei instrução ao Exército e aos serviços de segurança de se prepararem, mas as vozes que incitam à guerra são nocivas e inúteis", disse.

Dez novos tiros de foguete e obuses de morteiro foram assumidos na manhã deste domingo por grupos armados palestinos da Faixa de Gaza. Uma pessoa foi ferida em Sderot, no sul de Israel, por um destes tiros, informou o Magen David Adom, o equivalente israelense da Cruz Vermelha.

Um porta-voz do exército disse à AFP que Tsahal havia realizado um ataque aéreo contra os lançadores de foguetes.

Sábado, Israel já havia realizado um ataque aéreo que matou um responsável das Brigadas dos Mártires de Al-Aqsa, um grupo armado ligado ao Fatah, o partido do presidente palestino Mahmud Abbas.

Este ataque também deixou três feridos, entre eles um civil.

Questionado domingo pela AFP, um responsável israelense da Defesa considerou um "confronto entre o Estado hebreu e o Hamas inelutável", apesar dos apelos à calma da comunidade internacional.

"O caminho que adotamos em relação à Gaza é evidente. A situação é ao mesmo tempo intolerável e límpida", declarou à AFP este responsável, pedindo anonimato.

Em resposta ao aumento das violências, Israel reforçou no início de novembro seu bloqueio à Faixa de Gaza, onde vivem 1,5 milhão de palestinos em condições miseráveis.

Este bloqueio está em vigor desde à tomada do poder de Gaza pelo Hamas em junho de 2007.
Fonte: IG

70% dos londrinos não acreditam no Natal, afirma pesquisa

Pesquisa do Centro Britânico de Pesquisas de Marketing divulgada neste sábado pelo jornal "The London Paper" revela que 70% dos moradores de Londres não acreditam na versão da Bíblia a respeito do nascimento de Jesus.

Segundo o estudo, os jovens são "particularmente questionadores". Dos entrevistados que tinham entre 16 e 24 anos, 78% disseram não estar convencidos da autenticidade da história.

Conforme o jornal, a maioria dos entrevistados --46%-- disse não ser religioso. Mesmo assim, porém, entre os 43% dos entrevistados que disseram ser cristãos, cerca de 25% disseram não estar totalmente certos a respeito do que a Bíblia diz sobre Jesus; e 22% disseram que Jesus não era Deus e homem.

O levantamento, financiado por uma igreja, ouviu mil pessoas e foi realizada pela internet.

Fonte: Folha Online

Magno Malta denuncia manobra pró-gays

Senador critica requerimento de urgência à votação do polêmico PL 122, a chamada lei anti-homofobia.

O senador Magno Malta (PR-ES) protestou ontem contra o que qualificou de “manobra legislativa” para a aprovação do Projeto de Lei nº 122/2006, conhecido como lei anti-homofobia. O parlamentar disse nesta sexta-feira que, durante as votações realizadas pelo plenário do Senado na madrugada entre os dias 17 e 18 de dezembro – quando os senadores, num esforço conjunto, votaram a toque de caixa uma série de medidas polêmicas, como o acréscimo de quase 8 mil vagas nas câmaras municipais do país –, circulou um requerimento assinado pelos líderes partidários para a concessão de regime de urgência para aprovação do projeto.

De acordo com o senador, que é evangélico, o acontecido reflete o fato de o projeto não ter sido devidamente debatido pelos senadores e demonstra também que os argumentos dos que defendem sua aprovação não são suficientes para convencer a maioria dos parlamentares. Após confirmar com a Secretaria-Geral da Mesa a existência do requerimento a favor da lei anti-homofobia, ele conversou com cada um dos líderes. Eles negaram conhecer o conteúdo do projeto e acabaram por retirar suas assinaturas do requerimento. “Esse projeto não conseguiu ganhar no debate, não ganhou nas comissões, e agora querem que ele ganhe na manobra”, protesta Malta.

No entender do senador, a matéria é polêmica, “eivada de sutilezas e de inconstitucionalidades” e não pode, por isso, ser discutida pelo viés da religião. “Falar em discriminação é nefasto. É crime desrespeitar as pessoas. Não estou discutindo o homossexualismo, pois Deus deu livre arbítrio ao homem”, observa. “Mas essa discussão também não é de religião. As pessoas não têm coragem de falar, mas a verdade é que esse projeto cria uma casta especial, pois dá aos homossexuais o que não foi dado aos negros, aos idosos, aos deficientes físicos ou aos índios”, frisa o parlamentar. Entre outras medidas, o PL 122/2006 coíbe constrangimentos públicos a homossexuais. Pastores e líderes evangélicos temem que o dispositivo, genérico demais, possa ser usado para impedir pregações bíblicas e manifestações religiosas contrárias à homossexualidade.

O parlamentar assinala ainda que, entre os dispositivos do projeto, está aquele que estabelece que uma pessoa pode ir presa se recusar-se a empregar uma pessoa homossexual ou alugar um imóvel a ela. Ao discursar depois de Magno Malta, o senador Valter Pereira (PMDB-MS) manifestou sua preocupação com a denúncia e disse que o projeto realmente é motivo de inquietação para alguns senadores, entre os quais ele se inclui. Para Pereira, a manobra tentando aprová-lo sem maiores discussões com a sociedade é grave. “Isso sinaliza que matérias de grande importância estão sendo aprovadas sem o devido cuidado pelo Parlamento”, alerta. “É preciso que fiquemos atentos para examinar muito bem as mudanças que nós estamos fazendo, pois hoje há uma febre de produção de lei nesta Casa”, denuncia Pereira.

(Com reportagem do G1 e da Agência Senado)

Pastor Rick Warren é escolhido para realizar a cerimônia de posse de Barack Obama

Sob críticas de grupos liberais e defensores dos direitos dos gays, Barack Obama anunciou nesta quarta-feira que o pastor evangélico Rick Warren irá celebrar sua posse como presidente dos Estados Unidos em 20 de janeiro próximo. Warren é um dos mais influente líderes religiosos dos EUA, atuando em questões como redução da pobreza mundial, direitos humanos e Aids. No entanto, ele se opõe ao casamento entre pessoas do mesmo sexo e ao aborto, o que o coloca em posição oposta à maioria do Partido Democrático, em especial da sua ala mais liberal.

A nomeação gerou comentários de grupos como o People For the American Way, organização que se dedica à busca de valores como igualdade, liberdade de expressão, de religião, direito à justiça entre outros, e ao ensino do evolucionismo nas escolas, em vez do criacionismo, conforme declarado em sua missão. A presidente da entidade, Katryn Kolbert se declarou “profundamente desapontada” com a escolha de Warren para a cerimônia de posse, que ela acredita que deveria ser realizada por alguém com “consistentes valores americanos dominantes”. Uma das porta-vozes de Obama, Linda Douglass, defendeu a escolha do pastor, dizendo: “Esta será a cerimônia de posse mais inclusiva, aberta e acessível da história dos EUA.”

Fonte: Folha

'Padres voadores' levam presentes a aborígines; veja

Padres dizem que levar sorrisos a crianças é muito gratificante
Em regiões remotas da Austrália, “padres voadores” substituíram Papai Noel na tarefa de entregar presentes de Natal.

Os padres e pilotos David Shrimpton e Simon Steele usam um pequeno avião Cessna 182, com espaço para apenas quatro pessoas, para levar embrulhos contendo bonecas, jogos, roupas e artigos esportivos para crianças e adolescentes aborígines de dois a 17 anos vivendo em comunidades pobres e desconhecidas no país.

Uma delas, Uradangi, em Queensland, não possui sequer eletricidade ou endereço postal.

“Considero esse o trabalho mais compensador do mundo”, disse padre Simon, referindo-se aos muitos sorrisos que proporciona.

“Essa é uma oportunidade única de oferecer a essas crianças o que elas normalmente não teriam acesso”, disse ele.

O trabalho já é feito há seis anos e não beneficia apenas os pequenos aborígines. Muitas crianças que vivem com suas famílias em estações rurais completamente afastadas das cidades também recebem os “padres voadores”.

“Nosso avião está sempre cheio”, disse padre David, que recentemente distribuiu presentes no Território do Norte, estado do deserto australiano, para uma multidão que o esperava ansiosa numa fila para receber os presentes.

Os brinquedos normalmente chegam um pouquinho antes do natal para evitar a época das chuvas, que já começou no centro-norte australiano.
Fonte
:

Decreto restringe entrada de missionários e ONGs em terras indígenas.

Já está na Casa Civil, aguardando a assinatura do Presidente, mais um decreto de lei que restringe a entrada de missionários, pesquisadores e ONGs em terras indígenas.

Se assinado, pessoas físicas e jurídicas que queiram desenvolver atividades nas reservas indígenas terão que enviar ao Ministério da Justiça um plano de trabalho que especifique o objetivo do projeto. Dependendo da área, também será obrigada a entrega do plano ao Ministério da Defesa e ao Conselho de Defesa Nacional. Aqueles que já estão em área terão 180 dias para submeter seus projetos a tais órgãos e, possivelmente, terão que deixar a área até sair a aprovação.

Para o Diretor do Departamento de Assuntos indígenas da AMTB, Associação de Missões Transculturais Brasileiras, em termos práticos, grande parte desses projetos jamais será aprovada, “não por falta de consistência mas por causa da resistência ao evangelho. Lembremos que equipes missionárias já foram retiradas de terras indígenas no Brasil sem jamais conseguirem autorização para retornarem”, afirma o diretor Rocindes Corrêa.

Ricindes conta que a AMTB planeja uma reunião no Congresso Nacional, com os parlamentares da frente evangélica, na próxima quarta-feira, dia 17, logo após o culto semanal normalmente realizado as nove da manhã. “Na ocasião disponibilizaremos a cada um deles, e suas assessorias, uma cópia do nosso recém escrito Manifesto” (clique aqui para vê-lo!).

O decreto é parte da estratégia do governo para controlar a ação das organizações não-governamentais e coibir a biopirataria e a exploração ilegal de recursos no Brasil, especialmente por estrangeiros. O documento chegou à Casa Civil uma semana antes do julgamento da demarcação da terra indígena Raposa Serra do Sol (RR) pelo Supremo Tribunal Federal (STF), marcado para amanhã, dia 16.

Clique aqui para ver a matéria sobre o Manifesto da AMTB publicada no Portal!
Fonte: Cristianismo Hoje

16.12.08

Maçonaria: A profanação do templo

A Profanação do TemploO profano (iniciante) aproxima-se lentamente com os olhos vendados. Ao entrar na loja, o irmão “experto” toca-lhe o peito com a ponta de uma espada. Então, segue o seguinte interrogatório.O Venerável pergunta: – Vês alguma coisa, senhor?A resposta do profano é imediata: – Não, senhor.O Venerável prossegue: – Sentes alguma impressão?Profano: – O contato de um objeto aguçado sobre o peito.Venerável: – A arma cuja ponta sentes simboliza o remorso que há de perseguir-vos se fordes traidor à associação a que desejais pertencer. O estado de cegueira em que vos achais é o símbolo do mortal que não conhece a estrada da virtude que ides principiar a percorrer. O que quereis de nós, senhor?Profano: – Ser recebido maçom.Venerável: – E esse desejo é filho de vosso coração, sem nenhum constrangimento ou sugestão?Profano: – Sim, senhor.Venerável: – Previno-vos, senhor, que a nossa ordem exigirá de vós um compromisso solene e terrível... Se vos tornardes maçom, encontrareis em nossos símbolos a terrível realidade do dever.Depois de submetido a muitas indagações, o profano é conduzido ao altar dos juramentos e ajoelha-se com o joelho esquerdo, pondo a mão direita sobre a constituição e a Bíblia, que devem ter em cima a espada. À mão esquerda, o profano segura o compasso, apoiando-o no lado esquerdo do peito. Daí, todos se levantam e ouvem o seguinte juramento:“Eu, (nome), juro e prometo, de minha livre e espontânea vontade, pela minha honra e pala minha fé, em presença do Supremo Arquiteto do Universo, que é Deus perante esta assembléia de maçons, solene e sinceramente, nunca revelar quaisquer dos mistérios que sempre ocultarei e nunca revelarei qualquer uma das artes secretas, partes ou pontos dos mistérios ocultos da maçonaria que me vão ser confiados, senão a um bom e legítimo irmão ou em loja regularmente constituída, nunca os escrever, gravar, traçar, imprimir ou empregar outros meios pelos quais possa divulgá-los. Juro também ajudar e defender meus irmãos em tudo o que puder e for necessário, e reconhecer como Potência Maçônica regular e legal no Brasil o Grande Oriente do Brasil, ao qual prestarei obediência. Se violar este juramento, seja-me arrancada a língua, o pescoço cortado, e meu corpo enterrado nas areias do mar, onde o fluxo e o refluxo das ondas me mergulhem em perpétuo esquecimento, sendo declarado sacrílego para com Deus, e desonrado para com todos os homens. Amém”.Em seguida, o neófito é conduzido para uma sala contígua ao templo, onde já se encontram colocadas duas urnas com espírito de vinho aceso. Deitado no chão, sobre um pano preto, deve estar um irmão (maçon), como se estivesse morto, amortalhado com a capa do 1º Experto. Todos os irmãos estarão de pé, sem insígnias, e armados de espada que apontam o neófito. Este é então desvendado pelo Venerável e encontra-se subitamente num ambiente lúgubre, com inúmeras espadas voltadas para ele. E ouve as graves admoestações do Venerável:“Este clarão pálido e lúgubre é o emblema do fogo sombrio que há de alumiar a vingança que preparamos aos covardes que perjuram. Essas espadas, contra vós dirigidas, estão nas mãos de inimigos irrecon-ciliáveis, prontos a embainhá-las no vosso peito se fordes tão infeliz que violeis vosso juramento”.1Como bem se expressa o Dr. Boaventura Kloppenburg, temos de ponderar que não estamos lendo alguma peça teatral, nem um documento antigo de sombrias épocas de sangue e vingança, mas o ritual prescrito para iniciação no primeiro grau da maçonaria.Daí a pergunta que não quer calar: “Pode o cristão submeter-se a um ritual e juramento imbuídos de aspectos explicitamente condenáveis pela Palavra de Deus? Como imaginar até mesmo um pastor diante desse sacramento de iniciação maçônico? Como congregar, sob o mesmo teto, evangélicos, espíritas, muçulmanos, umbandistas, católicos, budistas, entre outros grupos religiosos, em nome de uma entidade divina conhecida pelo título de ‘Grande Arquiteto do Universo’? Será que tais pessoas estão de fato adorando o Deus de Abraão, Isaque e Jacó? Ou seja, o Deus da Bíblia?”.Dá para imaginar, por exemplo, um cristão indo a um templo hindu para participar de uma cerimônia? Tal cristão poderia presumir que, seguindo os rituais hindus, estaria adorando a Jesus, ainda que participando de uma oração grupal a Vishnu?Suponhamos, ainda, que os hindus concordem em mudar o nome Vishnu para Grande Arquiteto do Universo. Ainda que façam isso, certos elementos dos rituais da adoração pagã, como, por exemplo, andar ou dançar em círculos, hão de permanecer. Com a substituição do nome “divino”, seria então aceitável ao cristão participar de uma cerimônia de adoração hindu? E se porventura os hindus permitissem ao cristão participar da liturgia, dos rituais e fazer as orações hindus em nome de Jesus, tal adoração tornar-se-ia cristã? Escrevendo aos irmãos de Corinto, o apóstolo Paulo disse o seguinte:“Antes digo que as coisas que os gentios sacrificam, as sacrificam aos demônios, e não a Deus. E não quero que sejais participantes com os demônios. Não podeis beber o cálice do Senhor e o cálice dos demônios; não podeis ser participantes da mesa do Senhor e da mesa dos demônios. Ou irritaremos o Senhor? Somos nós mais fortes do que ele?” (1Co 10.20-22).“Não vos prendais a um jugo desigual com os infiéis. Pois que sociedade tem a justiça com a injustiça? E que comunhão tem a luz com as trevas? E que consenso há entre Cristo e Belial? Ou que parte tem o fiel com o infiel? E que consenso tem o templo de Deus com os ídolos? Pois vós sois o santuário do Deus vivente, como Deus disse: Neles habitarei, e entre eles andarei; e eu serei o seu Deus e eles serão o meu povo. Pelo que saí do meio deles, e apartai-vos, diz o Senhor. Não toqueis nada imundo, e eu vos receberei” (2Co 6.14-17).Para abonar essa contestação, devemos antes conhecer alguns segredos dessa entidade tão secreta. Primeiramente, analisaremos vários trechos de livros e manuais da maçonaria, embora muitas obras de sua autoria ainda permaneçam na obscuridade para os de fora. Como referência, tomaremos os livros atuais (nacionais e internacionais), escritos por maçons do mais alto grau, que descrevem o que ocorre dentro das lojas. Ainda que algum maçom negue a autoridade absoluta desse ou daquele autor maçônico, não poderá, no entanto, negar que tais escritos representam a prática e o ensino da maçonaria brasileira e mundial. A análise que faremos será à luz da Bíblia, a única regra de fé e prática dos cristãos evangélicos (2Tm 3.16,17).O presente artigo nada mais é do que uma reflexão para saber se existe a possibilidade de uma pessoa poder conciliar ou não o cristianismo e a maçonaria. E também para saber se, ao abraçar as duas, ela está participando de duas religiões ou de uma só.Se porventura o leitor já tiver sua própria posição a respeito do assunto, que o Senhor Deus o ajude a analisar as informações aqui descritas detalhadamente e, sobretudo, a buscar o conhecimento da vontade de Deus, por meio da orientação do Espírito Santo e da própria Bíblia. Somente assim, querido leitor, você terá condições de reavaliar sua posição e defini-la à luz da Palavra de Deus (Ef 5.17).Um pouco sobre a maçonariaSegundo afirmações dos próprios maçons, a maçonaria não é uma sociedade secreta. “Isso é calúnia dos adversários”, apregoam. Dizem, ainda, em alto e bom som, que a maçonaria é discreta, não secreta. Na Constituição do Grande Oriente do Brasil, art. 17, onde se especifica os deveres das lojas, sob a letra p vem a seguinte norma: “nada expor, imprimir ou publicar sobre assunto maçônico, sem expressa autorização superior da autoridade a que estiver subordinada, salvo Constituições, Regulamentos Gerais, Regimentos Particulares, Rituais, Leis, Decretos e outras publicações já aprovadas pelos Poderes competentes. Toda e qualquer publicação atentatória dos princípios estabelecidos nesta Constituição ou da unidade da Ordem sujeitará os seus autores às penalidades da Lei”.É rigorosamente proibido aos profanos (não-maçons) tomar parte nas sessões comuns das lojas, como está relatado no art.19, parágrafo único, da Constituição: “As oficinas, sob nenhum pretexto, poderão admitir em seus trabalhos maçons irregulares; deverão identificar os visitantes pela palavra semestral”.Com essas declarações de documentos oficiais autênticos, chegamos à conclusão de que a maçonaria é uma sociedade verdadeiramente secreta, no sentido próprio da palavra.Qual a relação entre o cristianismo e a maçonaria?Para ser aceito na maçonaria, o profano tem de observar alguns deveres preestabelecidos:1. “Reconhecer como irmãos todos os maçons regulares e prestar-lhes, e também às suas viúvas, ascendentes ou descendentes necessitados, todo auxílio que puder;2. Freqüentar assiduamente os trabalhos das oficinas; aceitar e desempenhar, com probidade e zelo, todas as funções e encargos maçônicos que lhe forem confiados, além de esforçar-se pelo bem da Ordem em geral, da pátria e da humanidade;3. Satisfazer com pontualidade as contribuições pecuniárias que, ordinária ou extraordinariamente, lhe forem legalmente atribuídas;4. Nada imprimir nem publicar sobre assunto maçônico, ou que envolva o nome da instituição, sem expressa autorização do Grão Mestre, salvo quando em defesa da Ordem ou de qualquer maçom injustamente atacado;5. Ajudar e proteger seus irmãos em quaisquer circunstâncias e, com risco da própria vida, defendê-los contra as injustiças dos homens;6. Manter sempre, tanto na vida maçônica como no mundo profano, conduta digna e honesta, praticando o bem e a tolerância, respeitando escrupulosamente os ditames da honra, da probidade e da solidariedade humana, subordinando-se com-preenssivamente às disposições legais e aos poderes maçônicos constituídos;7. Amar os seus irmãos, mantendo bem alta a flama da solidariedade que deve unir os maçons em toda a superfície da terra”.2Entre os deveres aqui enumerados, temos de acrescentar o que consta no art.1, parágrafo 1, letra g desta mesma Constituição onde se encontra o “requisito essencial” para os profanos, candidatos à iniciação, sem o qual não serão aceitos: “não professar ideologias contrárias aos princípios maçônicos e democráticos”. Se ele infringir essas normas, o art. 32, nº 13, confere ao Grão Mestre Geral, ou ao seu substituto legal, a atribuição de “suspender, com motivos fundamentados, para que sejam eliminados pelos Poderes competentes os maçons que professarem ideologias ou doutrinas contrárias aos princípios da Ordem e da Democracia”.Assim, como o cristão maçom pode compartilhar suas ideologias cristãs aos companheiros de loja? No Dicionário Filosófico de Maçonaria, de Rizzardo da Camino, 33º grau, membro fundador da Academia Maçônica de Letras, encontramos a seguinte definição para cristianismo:“A religião cristã, em si, não é adotada pela maçonaria, mas, sim, os princípios cristãos. A maçonaria é adotada em todos os países e proclama a existência de Deus sob o nome de Grande Arquiteto do Universo; não importa a religião que o maçom siga, o que importa é a crença no Absoluto, no Poder Divino, em Deus, seja qual for o nome que se lhe der, como Jeová ou Alá”.3Como podemos ver nessa de-claração, a maçonaria não adota o cristianismo e, conseqüentemente, não aceita a existência de Jesus Cristo como o único Deus. Negar a crença no Grande Arquiteto do Universo (G.A.D.U.) é impedimento absoluto para a iniciação na maçonaria4, entretanto, é indiferente a crença em Jesus Cristo ou em Buda. Ainda que em seus rituais os maçons falem em Deus ou do Ser Supremo, ignoram a Santíssima Trindade, não mencionando uma vez sequer o santo nome de Jesus. Na verdade, os maçons jamais se dirigem a Deus mediante a Cristo. Diante disso, o verdadeiro cristão não pode aprovar semelhante abstração do cristianismo e muito menos conviver com esse tipo de coisa.As características distintas dos deuses das diferentes religiões são outra evidência de que eles não são a mesma pessoa. Por exemplo: Brahma, o deus hindu, engloba em si o bem e o mal; Alá, o deus do islamismo, dificilmente perdoa; mas Yahweh, o Deus dos cristãos, é um Deus zeloso (Êx 34.14). Algumas religiões são politeístas, ou seja, têm vários deuses (como a dos egípcios e a dos gregos). Outras são monoteístas (como o judaísmo e o cristianismo). Os hindus acreditam na reencarnação, sendo que no hinduísmo pode-se regredir e reencarnar em um animal. Os cristãos crêem na ressurreição: à volta do espírito no mesmo corpo. Determinadas religiões acreditam na extinção da vida, enquanto outras pregam a imortalidade da alma ao lado de Deus. Há aquelas que dizem que os homens tornam-se deuses após várias reencarnações. Outras afirmam que só existiu e sempre existirá um único Deus. Diante disso, será que o ser humano pode adorar a deuses tão diferentes (e isso simultaneamente) como se fossem um só?O sistema maçônico, especialmente o Rito Escocês Antigo e Aceito, pode ser chamado de “deísta”, ou seja, considera a existência de um deus impessoal, destituído de atributos morais e intelectuais, confundindo-se com a natureza5. Os deístas limitam a participação de Deus à criação, como se Ele tivesse deixado o mundo para ser governado pelas leis naturais.6 Esse sistema difere do “teísmo” cristão, no qual Deus é um Deus pessoal e interfere permanentemente no destino da humanidade. Para entendermos melhor o deísmo maçônico, vejamos a declaração de Rizzardo da Camino: “Cada religião expressa Deus, com nome diferente, como os israelitas que o denominam de ‘Jeová’; isso não importa, o que vale é sabermos que esse Grande Arquiteto do Universo é Deus”.7Os cristãos, no entanto, não concordam com essas palavras. Não é a mesma coisa adorar o Deus verdadeiro e um bezerro de ouro, como os israelistas fizeram no deserto (Êx 32.1-10; Ne 9.6-31). O Deus da Bíblia é pessoal e único. Ele se preocupa com as pessoas e não abandonou a humanidade. Parece lógico seguir a todos os deuses, porque assim, no final, aquele que for o deus verdadeiro vai se manifestar em prol de seus seguidores. Mas o Deus das Escrituras não aceita ser comparado e muito menos igualado a outros deuses, simplesmente porque não existem outros deuses (Sl 115. 2-9). O nosso Senhor não aceita concorrência e estabelece que sejamos fiéis ao seu nome: “Assim diz o Senhor, Rei de Israel, seu Redentor, o Senhor dos Exércitos: Eu sou o primeiro, e eu sou o último, e além de mim não há Deus” (Is 44.6). “... guarda-te para que não esqueças o Senhor, que te tirou da terra do Egito, da casa da servidão. O Senhor teu Deus temerás, a Ele servirás, e pelo seu nome jurarás. Não seguirás outros deuses, nenhum dos deuses dos povos que houver à roda de ti” (Dt 6.12-14).O indiferentismo perante Cristo é impossível: “Quem não é comigo é contra mim” (Mt 12.30), disse Jesus. Mas o verdadeiro maçom, em virtude dos “princípios estabelecidos” pela maçonaria, não pode estar com Cristo seguindo todos os seus ensinamentos e obedecer a todos os mandamentos maçons. Não é possível ser maçom verdadeiro e regular e, ao mesmo tempo, cristão autêntico e convicto.A maçonaria é uma religião?O primeiro e principal dever de cada loja maçônica, de acordo com a determinação do art.17, letra a, da Constituição do Grande Oriente do Brasil, é este: “observar cuidadosamente tudo quanto diz respeito ao espírito e à forma da instituição, cumprindo e fazendo cumprir a Constituição, as leis e as decisões dos Altos Corpos da Ordem”.Antes de qualquer coisa, vamos analisar o que é religião. No Dicionário Aurélio da Língua Portuguesa, temos a seguinte definição: “culto prestado a uma divindade...”. Essa definição encaixa-se perfeitamente bem com as palavras de Rizzardo da Camino, 33º grau maçônico, autor de mais de quarenta livros: “O maçom, dentro do templo maçônico, através da liturgia, cultua o grande arquiteto do universo”8. Com isso fica provado que o que acontece dentro da loja maçônica nada mais é do que um culto de adoração a uma divindade, ao Grande Arquiteto do Universo (G.A.D.U.). Existe um sistema de adoração dentro das lojas, conforme as palavras do maçom Carl H. Claudy: “As lojas da maçonaria são construídas para Deus. Simbolicamente, ‘construir para Deus’ significa edificar algo em honra, adoração e reverência a Ele. Mal o neófito entra no Portão Ocidental recebe a impressão de que a maçonaria adora a Deus”.9 Vejamos ainda o que diz o importante autor maçônico Henry Wilson Coil, em sua Enciclopédia Maçônica: “A ma-çonaria certamente exige a crença na existência de um Ser Supremo, a quem o homem tem de prestar contas e de quem depende. O que a igreja pode acrescentar a isso, exceto levar o indivíduo à comunhão com aqueles que tenham os mesmos sentimentos?... É exatamente isso que a Loja faz”.10 Como a maçonaria exige a crença no Grande Arquiteto do Universo e na imortalidade da alma para que o candidato se torne maçom, isto se torna uma grande evidência de que essa entidade é religiosa e possui um credo ou uma doutrina. Na cerimônia de admissão e a cada passagem de grau são feitos juramentos que nada mais são do que promessas ou profissões de fé no Grande Arquiteto do Universo e na fraternidade maçônica.Diante de tudo o que vimos, como fica então? Podemos chamar a loja de templo, mas não de igreja? De fraternidade, mas não de religião? As invocações lá realizadas não são adorações? As liturgias não são cultos? A iniciação não é um tipo de batismo?Será que as pessoas que insistem em negar a religiosidade da maçonaria não estão com as mentes fechadas? Ou será que escondem que a maçonaria é uma religião para que possam infiltrar-se nas igrejas? Uma coisa é certa: o cristão maçom pode negar que freqüenta duas religiões ao mesmo tempo, mas a sua declaração não muda os fatos.Os praticantes da maçonariaSabemos que a maçonaria aceita qualquer pessoa, independente de seu credo religioso. A loja recebe muçulmanos, espíritas, budistas, entre outros, como membros. E também satanistas, magos e bruxos, inclusive nos mais altos graus. Nomes como Aleister Crowley, Albert Pike, Lynn F. Perkins (fundador da Nova Era), Jorge Adoum (Mago Jefa), Charles W. Leadbeater e o mágico Manly P. Hall11 constam de sua lista de participantes.William Schnoebelen conta que era bruxo quando foi admitido na maçonaria. Para ele, o G.A.D.U. era o próprio Lúcifer (o diabo). Com o tempo, ele descobriu outros satanistas que também faziam parte do grupo12. Parece difícil conciliar cristãos e satanistas sob o mesmo teto, mas isso realmente acontece na maçonaria. Albert Pike, um dos grandes líderes maçons, escreveu que Lúcifer é deus e “portador da luz” e que a maçonaria deve seguir a doutrina luciferiana:“A religião maçônica deve ser, por todos nós iniciados do alto grau, mantida na pureza da doutrina luciferiana. Se Lúcifer não fosse deus, será que Adonai, cujas ações provam sua crueldade, perfídia e ódio pelos homens, barbarismo e repulsa pela ciência, e seus sacerdotes o caluniariam? Sim, Lúcifer é deus, e infelizmente Adonai também é deus. Pois a lei eterna é que não há branco sem o preto, pois o absoluto só pode existir como dois deuses: as trevas são necessárias como moldura para a luz, assim como o pedestal é necessário para o que é imponente... Desta forma, a doutrina do satanismo é uma heresia; a religião filosófica pura e verdadeira é a crença em Lúcifer, o equivalente de Adonai; mas Lúcifer, deus da luz e deus do bem, está batalhando pela humanidade contra Adonai, o deus das trevas e do mal”.13No hebraico, o termo Adonai significa literalmente “Senhor” ou “Mestre”. É sinônimo de Yahweh (transcrito como “Senhor” na Bíblia de Almeida) e Elohim (traduzido “Deus”, ou seja, o nosso Deus). Albert Pike diz, absurdamente, que o nosso Deus é o deus das trevas, que odeia os homens! Que contraste com a revelação bíblica, que afirma: “Há muito que o Senhor me apareceu, dizendo: Porquanto com amor eterno te amei, por isso com benignidade te atraí” (Jr 31.3). E ainda: “Nisto está o amor, não em que nós tenhamos amado a Deus, mas em que ele nos amou a nós, e enviou seu Filho para propiciação pelos nossos pecados” (1Jo 4.10).A maçonaria não aceita, e nem poderia aceitar, o cristianismo, porque é impossível conciliar cristianismo e satanismo. O Deus que para nós é o Deus do bem, para o líder maçom é o deus do mal. Será que o cristão pode submeter-se a isso: adorar o Grande Arquiteto do Universo (G.A.D.U.), que na maçonaria pode ser o próprio diabo?O valor da BíbliaNa Enciclopédia Maçônica de Coil, lemos o seguinte: “A opinião maçônica prevalecente é a de que a Bíblia é apenas um símbolo da Vontade, Lei ou Revelação Divina, e não que o seu conteúdo seja a Lei Divina, inspirada ou revelada. Até hoje, nenhuma autoridade tem mantido que um maçom deve acreditar na Bíblia ou em qualquer parte dela”14. Para a maçonaria, a Bíblia é “uma das três grandes luzes emblemáticas”, sendo colocada no mesmo patamar dos seus símbolos (esquadro e compasso). Mesmo que Coil não negasse o conteúdo divino da Palavra de Deus, esta atitude comparativa já seria suficiente para demonstrar que a Bíblia não é mais importante do que os símbolos maçônicos. Além disso, segundo a doutrina maçônica, ela pode ser substituída por qualquer outro livro de religião fluente no país. Nos países islâmicos, por exemplo, usa-se o Alcorão, em Israel, a Torá etc. Alguns maçons dizem que a Bíblia é um “livro sagrado” para a loja, mas se ela pode ser substituída por outros livros, então não é sagrada, já que um objeto sagrado é insubstituível.Oliver Day Street, outro erudito da loja, chega a dizer o seguinte: “Nenhuma loja entre nós deve ser aberta sem sua presença (da Bíblia). Mesmo assim, ela não é mais do que um símbolo... Não há nada de sagrado ou santo no mero livro. É só papel comum... Qualquer outro livro com o mesmo significado serviria...”.15 Outro maçom, J.W. Acker, afasta qualquer semelhança entre a maçonaria e o cristianismo bíblico ao declarar: “Os judeus, os chineses, os turcos, cada um rejeita ou o Antigo ou o Novo Testamento, ou ambos, e ainda assim não vemos nenhuma boa razão por que não se devam tornar maçons. Na verdade, a Maçonaria da Loja Azul nada tem a ver com a Bíblia. Não se fundamenta na Bíblia. Se assim fosse, não seria Maçonaria”.16Se para os maçons a Bíblia é apenas um enfeite ou uma parte da mobília da loja17, a opinião dos cristãos é diferente, pois, de acordo com o apóstolo Pedro, “... nenhuma profecia da Escritura é de particular interpretação. Porque a profecia nunca foi produzida por vontade de homem algum, mas os homens santos de Deus falaram inspirados pelo Espírito Santo” (2 Pe 1.20,21).A Bíblia é a revelação de Deus aos homens!Uma questão de escolhaSer religioso não significa apenas freqüentar um local para prestar culto. É muito mais que isso. Ser religioso é seguir fielmente a doutrina que professa. Se a pessoa crê em Cristo, deve ser de Cristo. Se acredita no Alcorão, deve ser islâmica. Não importa se o caminho que escolheu é certo ou errado. Deve ser firme, convicta. Lembremo-nos do que Cristo disse em Mateus 12.30: “Quem não é por mim, é contra mim; e quem comigo não ajunta, espalha”.Muitos maçons se dizem religiosos porque são líderes em suas Igrejas e ajudam os pobres. Publicamente louvam a Deus, mas no ambiente maçônico ajoelham-se diante do pentagrama e adoram os símbolos dos deuses do Egito e do pecado. É uma pena que, apesar da controvérsia sobre o assunto, muitos cristãos ainda insistam em ser maçons, demonstrando que não são capazes de abdicar de seus interesses pessoais ou de uma série de interesses em prol da obra do Senhor Jesus. Ao invés de buscarem a união na Igreja, insistem em ser causa de divisão (Ef 4.3). Muitos demonstram e chegam a declarar abertamente que, se for preciso escolherem entre a loja e a Igreja, preferem permanecer na loja. É mesmo o fim dos tempos. Quantos estão apostatando da fé. Suas mentes estão cauterizadas (1Tm 4.1,2; Hb 3.12-19; 2Tm 4.3,4).A verdade é que os maçons têm a maçonaria como uma religião, isto é, defendem-na como uma religião, freqüentam-na como uma religião. Muitos chegam a dizer que encontraram nessa entidade “paz” e “comunhão” que não encontraram na Igreja!18 Mas será que o mundo pode oferecer paz semelhante à que Cristo dá? O que Jesus diz em João 14.27? A Palavra de Deus afirma que aquele que não concorda com as sãs palavras de Cristo é causador de questões e contendas (1Tm 6.3-5). Se a maçonaria se torna, cada vez mais, motivo de confusão e controvérsia entre os irmãos cristãos, por que insistir nessa dissensão? “Porque Deus não é de confusão; e, sim, de paz” (1Co 14.33). Dissensões e facções são obras da carne (Gl 5.19-21). O cristão que abraça a maçonaria escandaliza outros irmãos e coloca dúvidas nos recém-convertidos, que se confundem com opiniões divergentes dentro da Igreja.O cristão maçom não leva apenas problemas para a Igreja, mas também para a sua casa. Ao chegar da loja, não pode contar nada do que aconteceu lá. É uma situação difícil para o lar cristão: o marido escondendo coisas da mulher. A esposa é aquela para quem ele jurou fidelidade e lealdade. É a sua companheira até que a morte os separe que não pode saber o que ele está fazendo fora de casa. Além da esposa, os filhos e outros familiares passam a viver em um ambiente de mistério e segredos. E isso não agrada o nosso Deus, que quer que sejamos sinceros e falemos sempre a verdade. Os enigmas de Sansão trouxeram sérios problemas para a sua vida familiar (Jz 14.10-14). Não podemos nos esquecer disso!GRAUS DO RITO ESCOCÊSLOJA OU GRAUS SIMBÓLICOS1. Aprediz2. Companheiro3. MestreGRAUS CAPITULARES4. Mestre Secreto5. Mestre Perfeito6. Secretário Íntimo7. Chefe e Juiz8. Superintendente do Edifício9. Mestre Eleito dos Nove10. Ilustre Eleito dos Quinze11. Sublime Mestre Eleito12. Grande Mestre Arquiteto13. Mestre do Arco Real de Salomão14. Grande Eleito Maçon15. Cavaleiro do Oriente ou da Espada16. Príncipe de Jerusalém17. Cavaleiro do Leste e Oeste18. Cavaleiro da Ordem Rosa CruzGRAUS FILOSÓFICOS19. Grande pontífice20. Grande Ad-Vitam21. Patriarca Noachita ou Prussiano22. Cavaleiro do Machado Real23. Chefe do Tabernáculo24. Príncipe do Tabernáculo 25. Cavaleiro da Serpente de Bronze26. Príncipe da Misericórdia27. Comandante do Templo28. Cavaleiro do Sol29. Cavaleiro de Santo André30. Cavaleiro CadoshGRAUS SUPERIORES31. Inspetor Inquisidor32. Mestre do Segredo Real33. Grande Soberano Inspetor GeralSÍMBOLOS DA MAÇONARIAESQUADRO: Significa a retidão, limitada por duas linhas: uma horizontal que representa a trajetória a percorrer na Terra, ou seja, o determinismo, o destino; e a outra vertical, o caminho para cima, dirigindo-se ao cosmo, ao universo, ao infinito, a Deus.COMPASSO: Traça círculos e, abrindo e fechando, delimita espaços. Representa o senso da medida das coisas. Significa a medida das coisas.NÍVEL: Representa a igualdade. Todos os homens devem ser nivelados no mesmo plano.PRUMO: Indica que o maçom deve ser reto no julgamento, sem se deixar dominar pelo interesse, nem pela afeição.CINZEL: Sugere o trabalho inteligente.Instrumento manejado pelo aprendiz com a mão esquerda. Como o cinzel é uma ferramenta que exige uma participação de outra (o malho), representa a inteligência humana, que isolada nada constrói.PENTAGRAMA: Representação de um homem de pé com as pernas abertas e os braços esticados: indica o ser humano e a sua necessidade de ascensão.COLUNAS: São três colunas no templo maçônico.Uma significa o lado masculino, a força; a outra o feminino, a beleza; a terceira, a sabedoria. SOL: É a fonte da vida, a positividade da existência do homem.AVENTAL: Usado por todos os maçons durante as sessões, o avental representa a pureza, a inocência. ESPADA: É o símbolo da igualdade, da justiça e da honra. Corresponde à consciência e à presença divina na construção do templo.DELTA LUMINOSO: Representa a presença de Deus, demonstrando a sua onisciência. É um triângulo com um olho no centro.Notas:1 A Maçonaria no Brasil – Orientação para os católicos. Ed. Vozes,2 Constituição do Grande Oriente do Brasil. 5ª Ed. 1958, p. 12.3 Camino, Rizzardo da. “Dicionário Filosófico de Maçonaria”. Ed. Madras, p. 47.4 Camino, Rizzardo da. “Maçonaria mística”. São Paulo: Editora Madras, 1996, p.137.5 Ankerberg, John; Weldon, John. “Os ensinos secretos da maçonaria” (The Secret Teachings of the Masonic Lodge: A Christian Perspective). São Paulo: Edições Vida Nova, 1990, p.313; Cabral, J. “Religiões, seitas e heresias”. 8ª. Ed. Rio de Janeiro: Editora Universal, 1993, p.27.6 Horrell, J. Scott. “Maçonaria e fé cristã”. São Paulo: Editora Mundo Cristão, 1995, p.35.7 Camino, Rizzardo da. “Maçonaria mística”. Ed. Madras, p. 137.8 Camino, Rizzardo da. “Breviário maçônico”. 2a.Ed. São Paulo: Editora Madras, 1997, p.194.9 Claudy, Carl H. Foreign Countries: A Gateway to the Interpretation and Development of Certain Symbols of Freemasonry. Richmond (U.S.A.), Macoy Publishing, 1971, p. 29.10 Coil, Henry Wilson. Coil’s Masonic Encyclopedia. New York (U.S.A.): Macoy Publishing, 1961, p. 512.11 Schnoebelen, William. “Maçonaria, do outro lado da luz” (Masonry - Beyond The Light). 2ª. Ed. Curitiba: Editora Luz e Vida, 1997, p. 207; Ankerberg, John; Weldon, John. “Os ensinos secretos da maçonaria” (The Secret Teachings of the Masonic Lodge: A Christian Perspective). São Paulo: Edições Vida Nova, 1990, p. 306; Adoum, Jorge. “Do mestre secreto e seus mistérios - esta é a maçonaria”. São Paulo: Editora Pensamento, 1997, p. 24.12 Schnoebelen, William. “Maçonaria, do outro lado da luz” (Masonry - Beyond The Light). 2ª. Ed. Curitiba: Editora Luz e Vida, 1997, p.42.13 A.C. de LaRive. La femme et l‘ enfant dans la Franc, Maçonneirie Universele, Paris, 1889, p.588.14 Coil, Henry Wilson. Coil’s Masonic Encyclopedia. New York (U.S.A.): Macoy Publishing, 1961, p. 520.15 Oliver Day Street. Simbolism of the tree degrees, Masonic Service Association, Washington, 1924, p.44-45.16 Ankerberg, John; Weldon, John. “Os ensinos secretos da maçonaria” (The Secret Teachings of the Masonic Lodge: A Christian Perspective). São Paulo: Edições Vida Nova, 1990, p. 133.17 Mackey, Albert. Mackeys Revised Encyclopedia of Freemasonry. Richmond (U.S.A): Macoy Publishing, 1966, p. 133. Vol. 1..seseicho-no-ie seendo uma religi simbolo rasileiros e catolicismo romano.m o antigo, assim sendo 18 Claudy, Carl H. Foreign Countries: A Gateway to the Interpretation and Development of Certain Symbols of Freemasonry. Richmond (U.S.A), Macoy Publishing, 1971, p.124.Bibliografia:Dicionário Filosófico de Maçonaria. Rizzardo da Camino. Ed. Madras.Dicionário Maçônico. Rizzardo da Camino. Ed. Madras.Fundamentos da Maçonaria. Rizzardo da Camino. Ed. Madras.Iniciação Maçônica. Rizzardo da Camino. Ed. Madras.Maçonaria Mística. Rizzardo da Camino. Ed. Madras.Rito Escocês Antigo e Aceito. Rizzardo da Camino. Ed. Madras.Catecismo Maçônico. Rizzardo da Camino. Ed. Madras.Iniciação Maçônica. Rizzardo da Camino. Ed. Madras.

Autor :
Pr. Natanael Rinaldi

Ministério CACP