30.4.08

O CELULAR E A BÍBLIA


Adaptei esse artigo de um e-mail que recebi de Harold Ross, um grande amigo de Jonhson City, Estados Unidos.

Fico me perguntando: “O que aconteceria com o Evangelho no Brasil e no mundo se todos os cristãos tratassem a sua Bíblia da mesma maneira como tratam o seu celular?"


1. Que tal se você carregasse a sua Bíblia, o tempo todo, dentro da sua bolsa ou o seu bolso; ou ainda, dependurada, dentro de uma bolsinha, agarrada ao seu cinto?

2. Que tal abrir a sua Bíblia várias vezes ao dia?

3. Que tal voltar para buscar a sua Bíblia sempre que esquecê-la?

4. Que tal usar a sua Bíblia para receber mensagens de texto?

5. Que tal tratar a sua Bíblia como algo sem o qual não pode viver?

6. Que tal dar uma Bíblia de presente aos seus filhos?

7. Que tal usar a sua Bíblia quando estiver viajando?

8. Que tal usar a sua Bíblia em caso de emergência?

9. Que tal aprender a usar a sua Bíblia como faz com o celular?

10. Que tal carregar duas Bíblias, caso esqueça uma em algum lugar?

11. Que tal usar sua Bíblia no carro, andando pela rua, no restaurante, na escola, no shopping e até mesmo na igreja?

12. Que tal trocar de Bíblia o tempo todo por uma mais moderna e sem regatear o preço?


Talvez esses pensamentos o façam pensar: “Onde está minha Bíblia?"

Ah! Mais uma coisinha, diferente do seu celular, sua Bíblia nunca ficará desconectada, afinal Jesus já pagou a conta. Você pode usar a sua Bíblia a vontade. E nunca haverá chamadas perdidas.

Talvez esses pensamentos o façam pensar quais são as suas prioridades.

Em Cristo

Dr. Silmar Coelho

*Texto extraído do site www.silmarcoelho.com

29.4.08

Namorar, ficar e transar ?

O homem um ser social

O ser humano foi criado para viver em comunhão: primeiro, com o seu Criador (relação vertical); e, depois, com os seus semelhantes (relação horizontal). Na verdade, esse é o plano divino para nossas vidas. Foi o próprio Senhor Deus quem declarou: "Não é bom que o homem esteja só..."(Gn. 2: 18). Lemos, ainda, na Sua Palavra que "Melhor é serem dois do que um..." (Ec 4:9). Portanto, a solidão se opõe ao plano divino, e, por isso mesmo, resulta em várias feridas na alma, tais como: sentimento de desconforto, de inutilidade; auto-estima baixa; depressão; ausência de laços afetivos; prostração; e, até mesmo, saudade.

Para vencer a solidão, precisamos de amizade, simpatia, empatia, cooperação, namoro, casamento. Sentimos necessidade de amizade verdadeira, de alguém que chegue quando todos saem, isto é, alguém que permaneça ao nosso lado quando mais ninguém está. Mas, por outro lado, a solidão não pode levar a pessoa a aceitar qualquer tipo de relacionamento. Quantas vezes já se ouviu: "Ruim com ele (ela), pior sem ele (ela)..." ? Obviamente tal afirmativa não pode expressar uma verdade, não é mesmo?

O que é ficar ?

Atualmente, a palavra "namoro" está fora de moda...para alguns. Agora, a maioria adolescentes e jovens "ficam". O que é há de diferente?

Já vimos que o namoro é um momento muito importante na vida da pessoa. ficar, segundo o que os jovens definem é “passar tempo com alguém, sem qualquer compromisso. Pode, ou não, incluir intimidades, tais como: beijos, abraços e mesmo, relações sexuais." Portanto, o ficar nada tem a ver com o namorar. Infelizmente, quando um jovem fala sobre "namoro", no sentido sério da palavra, torna-se, muitas vezes, alvo de piada e gozação, por parte dos colegas. Isso é um resultado (da distorção dos valores morais que vem sendo feita, principalmente pelos meios de comunicação). Nossos jovens sofrem a influência da mídia que apregoa a sensualidade e a liberação dos impulsos, sem censuras como forma de atuação prazerosa e mais autêntica, mais satisfatória. Tal comportamento leva à promiscuidade sexual, com suas tristes conseqüências.

Na década de 60 (no Brasil, a partir de 70/80), começou uma revolução sexual na Europa, enfatizando que homens e mulheres podiam desfrutar de direitos iguais, inclusive no "sexo livre". O que importava era a satisfação pessoal; a sensação do momento, sem a necessidade de qualquer ligação de sentimentos entre os parceiros. A queda, de lá para cá, foi vertiginosa e, assim, o namoro foi sendo deixado de lado e houve grande adesão ao ficar. Os jovens são pressionados a abandonar hábitos conservadores e a adotar as práticas pecaminosas ditadas pela cultura social.

Embora, aparentemente, haja muitas vantagens no “ficar", as desvantagens, especialmente para a mulher, são inúmeras também. Entre elas, podemos mencionar o fato de que ela vai ficar mal vista, mal falada, vai estar sujeita a uma gravidez indesejada, enfim muitas são as tristezas. É importante que você, mulher, se lembre de que não é um objeto descartável: usado agora, jogado fora depois. Infelizmente, os jovens evangélicos são alvo da mesma pressão e da mesma gozação. Por isso, apenas uma minoria discorda dos padrões e das práticas pecaminosas ditadas pela cultura secular. Os jovens -homens e mulheres -principalmente os que querem levar Deus a sério em suas vidas, precisam observar, cuidadosamente, o que Ele diz em Sua Palavra, antes de envolver-se com alguém. É óbvio que o "ficar" não deve ser uma prática para esses jovens.

E o transar ?

Este é um tema que tem sido alvo de muitos debates e discussões. Parece que agora, é muito "careta" quem não transa, não é mesmo? Por isso, as pessoas que ainda querem ser sérias nos seus relacionamentos, acabam passando por situações bem desagradáveis. São objeto de gargalhadas de ironias, de dúvida por parte de colegas, de escola ou de trabalho - de pessoas mais velhas e - pasmem! - de ”irmãos e irmãs” da igreja. Além disso, as jovens ficam com medo de "perder" aquele rapaz "lindo e maravilhoso" e cedem à tentação, quando ele diz: "Querida, prove que me ama realmente e transe comigo... "Este é o golpe mais velho e mais baixo que existe! Ele, na verdade, não a ama, não está nem um pouco preocupado com ela nem com as conseqüências que ela - apenas ela - vai enfrentar! Ele só quer se divertir com o corpo dela! A única resposta para esse convite é a mesma de sempre: "Se você realmente me ama, poderá esperar pelo casamento.” Muitos jovens cristãos acabam cedendo às pressões da mídia , dos colegas, dos amigos e começam a achar que o que todo mundo faz é que está certo e que eles não podem se apresentar como seres alienígenas. Passam a viver "uma vida dupla: na igreja, são os 'certinhos'; fora dela, agem conforme seus desejos mandarem."

Mas a Palavra de Deus condena o "transar", pois afirma que a relação sexual é um privilégio do casamento. Na verdade, ela é a terceira etapa, e não a primeira. "Em Gn. 2:24, lemos: 'Por isso deixa o homem pai e mãe, e se une à sua mulher, tornando-se os dois uma só carne.' Desde Adão e Eva, o próprio Deus ordenou que houvesse uma formalização do compromisso matrimonial, através do 'deixar pai e mãe', com a bênção destes que são autoridades, sobre nós, enquanto solteiros. Além destas autoridades, devemos obediência às leis do nosso país. Num segundo passo, o homem 'se une à sua mulher'. A referência é àquela mulher com quem vai se casar, e não a qualquer mulher que se olhar na rua. Assim, numa terceira etapa, os dois serão 'uma só carne'. Só após as duas primeiras terem sido cumpridas, é que vem a hora da relação sexual, e não antes. Esta idéia existe tanto no Velho como no Novo Testamento, pois este versículo é citado por Jesus (Mt. 19:5) e por Paulo (I Co. 6: 16)."

Deus não estimula, de jeito algum, a "transa". Muito pelo contrário. Várias passagens bíblicas, condenam o relacionamento sexual fora do casamento: At. 15:29; 21 :25; I Co. 6: 13-18; II Co. 12:21; I Ts. 4:3- 5. Entretanto, Hb. 13:4, Deus valoriza o casamento. Lemos ali: "Digno de honra entre todos, seja o matrimônio, bem como o leito sem mácula; porque Deus julgará os impuros e adúlteros". Deus também aprova a relação sexual dentro do casamento. "Para o povo judeu, a relação sem pecado, era aquela em que as pessoas entravam virgens para o casamento, como descrito em Dt. 22:13-21."

Querida jovem, sei que você precisa de muita força para enfrentar tudo o que o mundo está exigindo e oferecendo para você. Entretanto, procure se fortalecer com a Palavra de Deus, ocupar sua mente e seu tempo com coisas boas e aceitar o desafio de ir contra a maioria. Lembre-se de que quando sabemos que somos amados pelo que somos, e não pelo nosso físico, tornamo-nos mais saudáveis mentalmente e nos expressamos mais livremente, porque já não tememos a rejeição. já não precisamos nos preocupar em como vamos agradar o nosso companheiro. Lembre-se. também do que dizem as Escrituras em Eclesiastes 12:1 "Não deixe o entusiasmo da mocidade fazer com que você esqueça seu Criador. Honre a Deus enquanto você é jovem, antes que os dias maus cheguem, quando você não vai mais ter alegria de viver."

A oração ainda é essencial

Depois de considerar, racionalmente e não emocionalmente apenas, se a pessoa que você escolheu é alguém com quem você gostaria de passar toda a sua vida leve o assunto para Deus em oração. Há um hino que diz que não precisamos perder a paz quando levamos nossos problemas ao nosso amigo Jesus, pois Ele sempre nos atende em oração. Espere pelo Senhor (Salmo 27: 14). Ele sempre sabe o que é melhor para você. Nunca tome uma decisão nunca inicie um envolvimento sem ter certeza de que Deus está abençoando esse relacionamento, de que é aprovado por seus pais e de que você ama realmente aquela pessoa. Com certeza, você será bem sucedida na escolha que fizer.

O fim do namoro é o casamento

A finalidade, o objetivo do namoro é o casamento; mas o casamento não é o fim do namoro. Na verdade, o namoro deve continuar pelo resto da vida a dois. O namoro continua sendo muito importante dentro do casamento. Quando o fim do namoro é o casamento, grandes são as chances desse casamento desmoronar.

É interessante que, durante o período de namoro, muitas são as juras de amor eterno, os presentes, os programas, as roupas bonitas, os penteados cheios de cuidados, os perfumes, as gentilezas etc. Entretanto, aqueles que consideram que o fim do namoro é o casamento, abandonam todas ou quase todas essas práticas e passam a agir de modo totalmente inverso! Essa é uma das razões pela qual os casamentos acabam durando muito pouco. É preciso continuar perdoando, amando, protegendo e valorizando o cônjuge. Muitos maridos passam a agir exatamente como agiriam após haverem "transado" com a namorada - isto é, passam a tratar a esposa com indiferença, sem qualquer interesse nela. Por outro lado, as mulheres também, muitas vezes, perdem todo o encanto, pois já não se arrumam como se arrumavam, já não usam aquele perfume que o namorado tanto apreciava (quando não ficam mal-cheirosas), esquecem-se de que o seu corpo é "o templo do Espírito Santo" e deixam de cuidar dele, tornam-se relaxadas com tudo. Tanto o marido como a mulher precisam estar atentos para que o namoro tenha sua continuação no casamento. Esposas continuam gostando de ganhar um presente, de receber flores, de sair para jantar, de ouvir elogios sobre sua aparência etc., exatamente como quando eram namoradas. Os esposos, por sua vez, continuam gostando de ver sua "namorada" com os cabelos penteados, limpas, cheirosas, de comer algo feito especialmente para ele, de ouvir palavras de amor. "Lembre-se de que a frase Eu amo você! , dita sincera e freqüentemente, afofa o terreno do relacionamento e pré-dispõe o aprofundamento de raízes.


Sylvia Oliveira Nocetti

www.vivos.com.br

28.4.08

Relacionamentos inadequados

TEXTO BASE: Pv 1.10-11,15,17.

NOSSAS AMIZADES: o livro de ?Provérbios? foi escrito por Salomão e seu título significa ?comparações?.
Nele, encontramos a diferença da vida e das escolhas dos sábios e dos tolos, dos justos e dos injustos,
dos santos e dos impuros. Os dois caminhos
estão à nossa frente,
e a Bíblia, de maneira muito clara, nos adverte sobre onde iremos parar ao final de cada um deles. Devemos amar indistintamente
todas as pessoas,
mas devemos escolher com quem iremos andar. Quem serão os nossos amigos de fato.Encontramos, nas Sagradas
Escrituras, que o temor do Senhor e o bom ensino dos pais nos ajudam,
dando sabedoria nas escolhas da vida (Pv 1.7-9). Esse texto nos fala sobre a escolha das amizades. Os apelos do mundo estão gritando por todos os lados,
mas a escolha é nossa. O primeiro passo está na atração mundana (querem seduzir-te), em seguida nos convites (vem conosco...), e, finalmente, no arquitetar
os projetos malignos (embosquemo-nos... lança a tua sorte entre nós...).

A sábia Palavra de Deus nos orienta: [...] ?Não te ponhas a caminho com eles; guarda das suas veredas os teus pés? (v.15). Existem ciladas malignas
atrás de amizades mundanas (v.17-19).Não é por acaso que o primeiro Salmo da Bíblia e o primeiro capítulo de Provérbios nos alertam sobre as amizades. ?Bem-aventurado o homem que não anda no conselho dos ímpios, nem se detém no caminho dos pecadores, nem se assenta na roda dos escarnecedores. Antes
o seu prazer está na Lei do Senhor, e na sua Lei medita de dia e de noite? (Sl 1.1-2). Davi escreveu este Salmo e nos mostra que quem busca
o Senhor é bem sucedido
e feliz, ao contrário do que vive entre más companhias,
que, sem segurança, irá perecer no juízo (Sl 1.3-6). Infelizmente, há homens
casados que, ao andarem
com colegas de trabalho
solteiros, começam a deixar as responsabilidades
do casamento e desgastam
seu relacionamento
conjugal. Da mesma forma, mulheres casadas, que, longe do convívio do lar, na faculdade ou no serviço, também se esquecem
de seu compromisso com o marido e do cuidado
com os filhos. Tanto os solteiros como os casados
devem tomar muito cuidado nas escolhas das amizades, das pessoas que freqüentam a sua casa. Às vezes, até mesmo tentando
ajudar alguém, corremos
o risco de prejudicar o nosso lar ou a nossa comunhão com Deus. Os jovens e adolescentes precisam
estar muito atentos quanto às suas amizades. Tanto podem crescer espiritualmente
com bons amigos, como podem, até mesmo, se desviar do caminho
da verdade devido às más companhias. Não há dúvida de que o nosso
melhor amigo é Jesus. Que tal deixá-lo ajudar-nos na escolha de nossas amizades?

RELACIONAMENTOS
INADEQUADOS: temos visto tantos casamentos
desmoronarem no abismo da fornicação e da imoralidade por causa de relacionamentos inadequados.
Pessoas divorciadas, os que estão com casamentos
em crise, ou jovens adultos que estão cansados de esperar por sua ?alma gêmea?, às vezes caem nas ciladas da fornicação e do adultério. Se há um descuido
na vida de comunhão com o Senhor: pouca oração,
coração impaciente por fraqueza espiritual (sem o alimento diário da Palavra)
ou se o foco da vida não está no Senhor, mas no próprio ?Eu? com suas paixões, então o perigo de cair no pecado da imoralidade
é muito grande. No mundo de hoje, ?tudo é permitido, o importante é ser feliz? ? mas essa filosofia
de vida não mostra os resultados desastrosos dos relacionamentos inadequados:
gravidez indesejada, destruição do casamento, doenças fatais, feridas na alma, traumas emocionais dificílimos, vergonha e morte. Estes conceitos falsos de felicidade pelo prazer já são bastante antigos. Em Provérbios, encontramos palavras de alerta sobre o adultério: ?Filho meu, atende
à minha sabedoria, [...] porque
os lábios da mulher adúltera
destilam favos de mel, e as suas palavras são mais suaves que o azeite; mas o fim dela é amargoso como o absinto, agudo
como a espada de 2 gumes. Os seus pés descem à morte, os seus passos conduzem-na ao inferno. [...] Afasta o teu caminho da mulher adúltera e não te aproximes da porta da sua casa.? (Pv 5.1,3-4,8.) Estes
conselhos servem para todo o tipo de atração sexual
pecaminosa, onde há somente
morte e destruição. É impossível colher frutos de alegria e paz do espinheiro do pecado da imoralidade. As conseqüências são irreversíveis:
?Tomará alguém fogo ao seio, sem que as suas vestes incendeiem? Ou andará
alguém sobre brasas, sem que se queimem os seus pés? Assim será ao que se chegar à mulher do seu próximo...? (Pv 6.26-29.)PONDO EM

ORDEM OS RELACIONAMENTOS:
quando Abraão encarregou
seu servo Eliezer de buscar uma noiva para seu filho Isaque, ele ordenou
que este não lhe trouxesse
moça de Canaã, mas da casa de seu pai, em Harã (Gn 24.3). As nações de Canaã
estavam condenadas por causa de sua cultura pagã imoral e pervertida. A futura esposa de Isaque deveria conhecer e amar o Deus verdadeiro e santo, o Deus de Abraão. E Eliezer ora, pedindo a ajuda e direção
para tão importante tarefa (Gn 24.12-14). Sabemos que o jugo desigual
é um sério problema
no casamento. Muitas lágrimas são derramadas por conflitos provocados pela falta de entendimento espiritual. Siga a instrução bíblica, querido irmão, não entre em jugo desigual com os incrédulos. Isto é válido para o casamento e sociedades.

Muitos problemas e sofrimentos serão evitados
na escolha orientada por Deus. Rompa, enquanto
é tempo, com laços de jugo desigual que poderão prendê-lo.CONCLUSÃO: evitamos
muito sofrimento ao orarmos ao Senhor sobre nossos relacionamentos: ?Pois livraste da morte a minha
alma, das lágrimas os meus olhos, da queda os meus pés. Andarei na presença do Senhor, na terra dos viventes.?
(Sl 116.8-9.) Os pais precisam ser amigos de seus filhos (Cl 3.21; Pv 4.1-6). Os cônjuges precisam ser os melhores amigos e buscarem, juntos, agradar um ao outro (1Co 7.32-34). Os jovens precisam buscar a santidade na conduta, nas palavras, no procedimento
e na escolha das amizades (Tt 2.6-8; 2Tm 4.9-15).

RESPONDA SINCERAMENTE:
você está envolvido em algum relacionamento
inadequado? Você tem percebido que, embora dizendo ?somos só amigos?, há algo mais, que já é pecado e não deveria
haver entre você e alguma pessoa? Você está se preparando para um casamento em jugo desigual?
Você tem sido amigo
de seus filhos e de seu cônjuge? Você tem permitido
amizades que estão prejudicando sua família
e seu relacionamento conjugal? Arrependa-se, acerte seus relacionamentos
e escolha, hoje, a vontade
do Senhor para sua vida.

Pra. Ângela V. Cintra

www.lagoinha.org.br

Deus dono do ouro da prata

26.4.08

Pesquisa revela que 22% dos jovens britânicos se autoflagelam

Uma pesquisa com adolescentes realizada na Grã-Bretanha surpreendeu especialistas e ONGs ao revelar que 22% dos entrevistados admitiram cometer autoflagelo.

A sondagem, feita com 800 jovens, foi encomendada pela empresa Affinity Care, especializada em saúde mental, para marcar a abertura da conferência Young People and Self-Harm (Jovens e autoflagelo, em tradução literal) que acontece sexta-feira em Manchester, ao norte da Inglaterra.

Os resultados apontam que a prática é mais comum entre as meninas do que entre os rapazes.

Entre os adolescentes que cometem a autoflagelação, 73% afirmaram que se cortam, 48% disseram que dão socos em si mesmo, 14% provocam queimaduras e 10% admitiram ingerir substâncias venenosas.

Segundo a pesquisa, entre as principais razões citadas pelos jovens, 43% afirmaram que cometem o autoflagelo porque se sentem deprimidos, 17% porque se sentem nervosos, 10% responsabilizaram problemas de relacionamento e outros 10% culparam o estresse.

Preocupação

A pesquisa sobre o número de jovens que cometem autoflagelo é divulgada um dia depois de uma outra sondagem, realizada pela ONG Children's Society, sobre a saúde mental dos adolescentes britânicos. O levantamento indica que 27% dos jovens com idade entre 14 e 16 anos sentem-se deprimidos com freqüência.

De acordo com o psiquiatra David Kingsley, que trabalha no hospital Cheadle Royal, que oferece serviços para adolescentes com problemas de saúde mental, a pesquisa ressalta o autoflagelo como um problema crescente entre os jovens.

Segundo ele, muitos dos adolescentes que se autoflagelam não teriam a intenção de suicidar-se.

"Trata-se de um modo de tentar aliviar a dor emocional", disse. "No entanto, esse alívio é apenas temporário e não trata das questões por trás dos machucados", comentou.

Kingsley ressalta a importância de oferecer ajuda aos jovens que sofrem de problemas de saúde mental.

"Muitos adolescentes que se autoflagelam mantém isso em segredo, pois temem a reação das pessoas. Eles precisam ser levados a sério e temos que oferecer a ajuda necessária", disse.

"Precisamos nos perguntar quais elementos da vida moderna estariam causando tanto estresse para nossos jovens", afirmou o psiquiatra.

Epidemia

A diretora da ONG britânica Sane, que trabalha com saúde mental, Marjorie Wallace, afirma que os resultados da pesquisa são "preocupantes".

Ela comenta que as ligações recebidas pela central de atendimento da organização sugerem uma "epidemia crescente de autoflagelo entre os adolescentes". Segundo Wallace, os jovens procuram modos extremos de encontrar alívio para seus problemas mentais.

"É um modo viciante e desesperado de lidar com o estresse relacionado ao crescimento", disse ela.

"É essencial que os jovens que se autoflagelam sejam aconselhado a parar antes que isso evolua para uma doença duradoura", afirmou.

Wallace alerta que qualquer adolescente suspeito de autoflagelo deve ser identificada e encaminhada para tratamento e aconselhamento com urgência.

De acordo com Sarah Brennan, diretora da ONG Young Minds, especializada em saúde mental de jovens, muitos pais sentem-se impotentes quando descobrem que seus filhos cometem autoflagelo.

"Alertar os pais e aqueles que oferecem serviços para jovens garante que os pais possam procurar por alguém informado caso seus filhos estejam cometendo autoflagelo", disse Brennan.

*Fonte BBCBrasil.com

25.4.08

DEFICIÊNCIAS - Mário Quintana


DEFICIÊNCIAS - Mario Quintana (escritor gaúcho 30/07/1906 -05/05/1994).

"Deficiente" é aquele que não consegue modificar sua vida, aceitando as imposições de outras pessoas ou da sociedade em que vive, sem ter consciência de que é dono do seu destino.
"Louco" é quem não procura ser feliz com o que possui..
"Cego" é aquele que não vê seu próximo morrer de frio, de fome, de miséria, e só tem olhos para seus míseros problemas e pequenas dores.
"Surdo" é aquele que não tem tempo de ouvir um desabafo de um amigo, ou o apelo de um irmão. Pois está sempre apressado para o trabalho e quer garantir seus tostões no fim do mês.
"Mudo" é aquele que não consegue falar o que sente e se esconde por trás da máscara da hipocrisia.
"Paralítico" é quem não consegue andar na direção daqueles que precisam de sua ajuda.
"Diabético" é quem não consegue ser doce.
"Anão" é quem não sabe deixar o amor crescer. E, finalmente, a pior das deficiências é ser miserável, pois:
"Miseráveis" são todos que não conseguem falar com Deus.

"A amizade é um amor que nunca morre. "

www.caiofabio.com

Tatuagens e piercing

O que diz a Bíblia sobre o uso de tatuagens?

... Podemos ver na Palavra de Deus pelos menos dois textos objetivos que tratam a respeito:
“Criou Deus, pois, o homem à sua imagem, à imagem de Deus o criou; homem e mulher os criou.” Gênesis 1:27.

Aqui vemos que o homem, coroa da criação de Deus, foi feito “a sua imagem e semelhança”. Assim, não precisa de complementos em seu corpo, pois já foi feito semelhante ao Ser mais perfeito do universo. Fazer algum tipo de marca que mude esta imagem e que traga dor naquilo que é considerado o “santuário do Espírito Santo” (ver I Coríntios 3:16-17, 6:19-20) é demonstrar que não está contente com sua imagem (semelhante a de Deus) e desrespeitar a Deus.

"Pelos mortos não ferireis a vossa carne; nem fareis marca nenhuma sobre vós. Eu sou o SENHOR." Levítico 19:28.
Sobre este texto assim se posiciona o Comentário Bíblico Adventista do 7o Dia, no vol. 1: “Provavelmente se refira a tatuagens (assim traduz a versão da Bíblia de Jerusalém - BJ), costume que em si não é imoral, porém certamente indigno do povo de Deus pois tende a danificar a imagem do Criador”.

Do mesmo modo que o apóstolo Paulo, as únicas marcas que deveríamos trazer em nós deveriam ser aquelas em favor de Cristo: "Quanto ao mais, ninguém me moleste; porque eu trago no corpo as marcas de Jesus." Gálatas 6:17.

Leandro Soares de Quadros

*Extraído do site www.jesusvoltara.com.br

24.4.08

Quando errar não é tão humano



Um dito popular repetido várias vezes e assimilado pela nossa mente pode tornar-se uma espada de dois gumes para a nossa consciência. Munidos destas frases populares pode-se construir um ser humano depauperado de qualquer pudor e limite, ou pode-se conceber um ser capaz e digno e de uma conduta admirável.

Aqui, em especial, me reporto para a seguinte frase: “ ERRAR É HUMANO”. Em parte concordo com esta afirmativa, no que se refere a falibilidade do homem. De que apesar de todas as conquistas do homem nas mais diversas áreas da vida, ainda, este ser escorrega em determinado ponto , aqui ou ali. A normalidade com o erro, bem como a acomodação com este estigma é que me incomoda.

Não me excluo desta prerrogativa humana. Aliás, acho que sou o primeiro a ser impactado por estas palavras, já que me conheço muito bem. Talvez, por isso, me sinta à vontade para falar deste assunto, principalmente, no efeito que ele nos trás na vida diária.

Aceitar o ditado, que para alguns é bíblico, é tirar a responsabilidade dos nossos ombros. A lógica que muitas vezes permeia o nosso pensamento, mesmo que de forma inconsciente, é a seguinte:

ERRAR É HUMANO

EU SOU HUMANO

LOGO, EU ERRO.

A assertiva acima está parcialmente certa. O homem erra sim, mas deve buscar corrigi-se sob pena de ser pior que os irracionais. Se não vejamos: um burro que ao passar por determinado caminho e cai em um buraco, muito dificilmente voltará a passar pelo mesmo local. Já o homem que tem a faculdade do pensamento , do raciocínio, coloca esta virtude em xeque quando se arvora a não obedecer a experiência. O homem erra sim, mas a sua caminhada deve ser marcada pelas atitudes de acerto provenientes deste andar-apredizagem. Nem sempre errar é humano, muitas vezes é negligência, teimosia...

Não pretendo aqui dizer que devemos ter uma vida sem erros. Apenas digo que errar é humano na medida em que eu busco consertar-me. Esta postura é muito diferente de aceitar a afirmativa do dito popular e aplacar a consciência dos erros cometidos. Não mesmo!!!!!

Ante a esta questão devemos nos posicionar: ou somos reféns destes chavões, fadados a um não crescimento da humanidade existente em nós, ou teremos a possibilidade de colocar contra a parede os nossos erros, fazendo da próxima oportunidade uma chance de humanizar a nossa existência.

Certo da presença humanizadora Daquele que nos tirou das trevas para a Sua maravilhosa luz, despeço-me em PAZ!!!!

Hugo Júnior

18.4.08

PESCADORES DE AQUÁRIOS


Recentemente li um texto na Internet, com o título que encima estas linhas. Já pelas primeiras linhas eu passei a esperar algo raso, mas foi pior do que eu pensava.
Pra começar, o autor anunciou no título que escreveria sobre “pescadores de aquário” e acabou escrevendo sobre “peixes” que deixam seus aquários em procura de outros por um ilimitado número de razões. Na verdade, um texto escrito para justificar aqueles líderes de igrejas que recebem muitas pessoas de outras igrejas.
Talvez até pra aliviar o peso sobre os crentes que, ao enfrentarem problemas e dificuldades com seus líderes, preferem o caminho da transferência para outra igreja; mudam de igreja, mas continuam com o coração amargurado e cheio de ressentimentos que deveriam ser resolvidos pela terapia da Palavra de Deus, mas a fuga pra outra congregação acaba por postergar o tratamento e, em alguns casos, até inviabiliza-lo.
Mas ao menos o texto aludido serviu para nos ensejar uma reflexão séria sobre o tema: “Pescadores de Aquário”. Ou seja, líderes que sobrevivem dos peixes já pescados, ou das ovelhas já arrebanhadas. Tais líderes se caracterizam, pelo que temos observado ao longo dos anos, por uma série de condutas e traços de identidade, tais como:
1. Têm o foco sempre longe dos perdidos. As palavras de Jesus em João 4:35b ( “...erguei os olhos e vede os campos, pois já branquejam para a ceifa.” ) nada representam pra eles, pois sua preocupação não a urgência da pregação e conquista dos perdidos, mas sim o atrair pessoas que foram alcançadas por outras igrejas.
O problema aí, é que tais líderes perdem o propósito explicitado por Jesus na grande comissão. Mesmo que vociferem a favor dos propósitos de Deus, na verdade os rejeitam pela sua prática ministerial.
2. São preguiçosos e matêem o povo acomodado. Aqui as palavras sagradas menosprezadas são da lavra do apóstolo Paulo em II Timóteo 4:2 “que pregues a palavra, instes a tempo e fora de tempo, redarguas, repreendas, exortes, com toda a longanimidade e doutrina.”
A situação aqui é terrível, pois a grande verdade é que para evangelizar, ganhar os perdidos, é preciso disposição para sair das quatro paredes, romper com a zona de conforto, quebrar os paradigmas do constrangimento e do medo e anunciar. Também é preciso criatividade, coragem e muito esforço. É preciso trabalhar! O líder precisa ir à frente e ganhar almas para Jesus. Muitos pastores nunca levaram a Cristo, pessoalmente, uma pessoa sequer! Optam pelo caminho mais curto, atrair pessoas que já foram alcançadas.
3. São tristes e frustrados no ministério. Também pudera... todos o domingos, se achegam ao púlpito e, lá de cima, olham a congregação e analisam os membros: “aquele veio da igreja tal, teve problemas com o pastor”, “aquela veio da outra igreja “x”, não foi visitada, ou queixa-se falta de atenção, “aquele outro ali, se desentendeu com a liderança daquela outra igreja”. Realmente deve ser frustrante.
A crise aqui nasce daquele sentimento de que, durante o tempo de ministério, o pastor não consegue identificar no santuário, pessoas arrancadas das trevas, do pecado, do mundo. Não podem ver quais foram aqueles que estavam nos braços de Satanás e foram tirados pela ação evangelizadora da igreja. Gente que saiu das seitas espiritualistas, esotéricas ou místicas. Gente que se gastava nas noites, nas drogas e nas orgias. Gente que estava longe da família e dominadas pelo inimigo. Ficar vários anos numa igreja e não poder ver isso, convenhamos, é muito frustrante.
4. São inseguros como líderes e fracos como pregadores. Nunca têm a direção para a igreja. O texto de Amós 3:7 “Certamente, o Senhor Deus não fará coisa alguma, sem primeiro revelar o seu segredo aos seus servos, os profetas.”, nada representa para eles, pois não têm segurança para pregar todo o conselho de Deus.
A tristeza aqui é que o púlpito fica comprometido. Por não conseguirem pescar, se escondem atrás de uma ação pastoral inexistente e teórica. Suas mensagens não reproduções grotescas de sermões outros, de livros ou de improvisos infelizes. Pela misericórdia de Deus pelos perdidos, as vezes logram ser usadas por Deus, mas maior das vezes cumpre o papel litúrgico e só isso.
Terminando
Como puderam ver, os “pescadores de aquário” existem e são assim como colocamos. É claro que nossa lista não é completa apenas com as características mencionadas acima, poderíamos citar muitas outras. Mas essas bastam para que nos convençamos da existência deste tipo de líderes e oremos por eles para que sejam transformados.
Tem sido atribuía a Rubem Alves, educador renomado, a parábola do Eucalipto e do Jequitibá. Aquele, árvore comum e de valor diminuto; este, árvore milenar, robusta e de muito valor. Alves compara os professores aos eucaliptos e os educadores aos Jequitibás. E sentencia: “Nunca um eucalipto se transforma em um Jequitibá; a menos que dentro do eucalipto haja um Jequitibá adormecido.”
Assim também é com os profetas e os sacerdotes. Aqueles, homens a serviço de Deus, comprometidos com os propósitos de Deus, homens corajosos, pescadores de homens! Estes, sacerdotes, homens que trabalham pela manutenção do sistema, estão a serviço da instituição e vivem inseguros com medo de perderem sus empregos.
Nunca um sacerdote vai se transformar em um profeta; a menos que dentro dele, haja um profeta adormecido. Vamos orar para Deus acordar os pescadores de homens adormecidos dentro de muitos líderes de igrejas em nossos dias!

Lécio Dornas é teólogo, educador, escritor, facilitador em programas de formação de liderança e de docência e pastor da Igreja Batista Dois de Julho, em Salvador – BA

*Extraído de www.leciodornas.blogspot.com

17.4.08

História de vida

Meu nome é Patrícia, tenho 17 anos, e encontro-me no momento quase sem forças, mas pedi para a enfermeira Dani, minha amiga, para escrever esta carta que será endereçada aos jovens de todo o Brasil, antes que seja tarde demais.
Eu era uma jovem "sarada", criada em uma excelente família de classe média alta de Florianópolis. Meu pai é Engenheiro Eletrônico de uma grande estatal, e procurou sempre para mim e para meus dois irmãos dar tudo de bom e o que tem de melhor, inclusive liberdade que eu nunca soube aproveitar.
Aos 13 anos participei e ganhei um concurso para modelo e manequim para a Agência Kasting e fui até o final do concurso que selecionou as novas Paquitas do programa da Xuxa. Fui também selecionada para fazer um Book na Agência Elite em São Paulo. Sempre me destaquei pela minha beleza física, chamava a atenção por onde passava.
Estudava no melhor colégio de "Floripa", Coração de Jesus. Tinha todos os garotos do colégio aos meus pés. Nos finais de semana freqüentava shoppings, praias , cinemas, curtia com minhas amigas tudo o que a vida tinha de melhor a oferecer a pessoas saradas, física e mentalmente. Porém, como a vida nos prega algumas peças, o meu destino começou a mudar em
outubro de 1994.
Fui com uma turma de amigos para a Octoberfest em Blumenau. Os meus pais confiavam em mim e me liberaram sem mais apego. Em "Blu", achei tudo legal, fizemos um esquenta no "Bude", famoso barzinho da Rua XV. À noite fomos à "PROEB" e no "Pavilhão Galegão" tinha um show maneiro da Banda Cavalinho Branco. Aquela movimentação de gente era "trimaneira". Eu já tinha experimentado algumas bebidas, tomava escondido da mamãe o Licor Amarula, mas nunca tinha ficado bêbada. Na quinta feira, primeiro dia de October, tomei o meu primeiro porre de chopp, que sensação legal, curti a noite inteira "doidona", beijei uns 10 carinhas, inclusive minhas amigas colocavam o chopp numa mamadeira misturado com guaraná para enganar os "meganha", porque menor não podia beber; mas a gente bebeu a noite inteira e os "Otário" não percebiam.
Lá pelas 4 h da manhã, fui levada ao Posto Médico, quase em coma alcoólico, numa maca dos Bombeiros. Deram-me umas injeções de glicose para melhorar. Quando fui ao apartamento quase "vomitei as tripas", mas o meu grito de liberdade estava dado. No dia seguinte aquela dor de cabeça horrível, um mal estar daqueles com tensão "pregmestru".
No sábado conhecemos uma galera de São Paulo, que alugaram um "apê" no mesmo prédio. Nem imaginava que naquele dia eu estava sendo apresentada ao meu futuro assassino. Bebi um pouco no sábado, a festa não estava legal , mas lá pelas 5:30 h da manhã fomos ao "apê" dos garotos para curtir o restante da noite.
Rolou de tudo e fui apresentada ao famoso baseado"Cigarro de Maconha", que me ofereceram. No começo resisti, mas chamaram a gente de "Catarina careta", mexeram com nossos brios e acabamos experimentando. Fiquei com uma sensação esquisita, de baixo astral, mas no dia seguinte antes de ir embora experimentei novamente.
O garoto mais velho da turma o "Marcos", fazia carreirinho e cheirava um pó branco que descobri ser cocaína. Ofereceram-me, mas não tive coragem aquele dia.
Retornamos à "Floripa" mas percebi que alguma coisa tinha mudado, eu sentia a necessidade de buscar novas experiências não demorou muito para eu novamente deparar-me com meu assassino "DRUES". Aos poucos meus melhores amigos foram
se afastando quando comecei a me envolver com uma galera da pesada, e sem perceber eu já era uma dependente química; a partir do momento que a droga começou a fazer parte do meu cotidiano. Fiz viagens alucinantes, fumei maconha misturada com esterco de cavalo, experimentei cocaína misturada com um monte de porcaria. Eu e a galera descobrimos que misturando cocaína com sangue ela ficava mais forte o efeito, e aos poucos não compartilhávamos a seringa e sim o sangue que cada um cedia para diluir o pó.
No início a minha mesada cobria os meus custos com as malditas, porque a galera repartia e o preço era acessível.
Comecei a comprar a "branca" a R$ 7,00 o grama, mas não demorou muito para conseguir somente a R$ 15,00, a boa que eu precisava no mínimo 5 doses diárias. Saía na sexta-feira e retornava aos domingos com meus "novos amigos".
Às vezes a gente conseguia o "extasy", dançávamos nos "Points" a noite inteira e depois farra. O meu comportamento tinha mudado em casa, meus pais perceberam, mas no inicio eu disfarçava e dizia que eles não tinham nada a ver com a minha vida. Comecei a roubar em casa pequenas coisas para vender ou trocar por drogas. Aos poucos o dinheiro foi faltando e para conseguir grana fazia programas com uns velhos que pagavam bem. Sentia nojo de vender o meu corpo, mas era necessário para conseguir dinheiro.
Aos poucos toda a minha família foi se desestruturando. Fui internada diversas vezes em Clinicas de Recuperação. Meus pais sempre com muito amor gastavam fortunas para tentar reverter o quadro. Quando eu saía da Clinica agüentava alguns dias, mas logo estava me picando novamente. abandonei tudo: escola, bons amigos e família.
Em dezembro de 1997 a minha sentença de morte foi decretada; descobri que havia contraído o vírus da AIDS, não sei se me picando,ou através de relações sexuais muitas vezes sem camisinha, porque os homens pagavam mais para transar sem camisinha.
Aos poucos os meus valores que só agora reconheço foram acabando, família, amigos, pais, religião, Deus, até Deus, tudo me parecia ridículo. Papai e mamãe fizeram tudo, por isso nunca vou deixar de ama-los. Eles me deram o bem mais precioso que é a vida e eu o joguei pelo ralo.
Estou internada, com 24kg, horrível, não quero receber visitas porque não podem me ver assim, não sei até quando sobrevivo, mas no fundo do coração peço aos jovens não entrem nessa viagem maluca... Você com certeza vai se arrepender assim como eu, mas percebo que para mim é tarde demais...

Obs: Patrícia encontrava-se internada no Hospital Universitário de Florianópolis e descreve a enfermeira Danelise, que Patrícia veio a falecer 14 horas mais tarde, de parada cardíaca respiratória em conseqüência da AIDS.

João 10:10 "O ladrão não vem senão a roubar, a matar e a destruir."

www.gospeljovens.com.br


16.4.08

OVELHA RASTREADA POR SATÉLITE

Uma em quatro jovens americanas 'tem DST'

Uma em cada quatro adolescentes de 14 a 19 anos de idade apresenta algum tipo de doença sexualmente transmissível (DST) nos Estados Unidos, segundo um estudo do Centro para Controle e Prevenção de Doenças (CDC, na sigla em inglês) do governo americano.

Ao todo, o centro estima que cerca de 3,2 milhões de jovens estão infectadas com pelo menos uma das doenças sexualmente transmissíveis mais comuns: papilomavirus humano (HPV), clamídia, herpes simples e tricomoníase.

O estudo apresentado na Conferência Nacional de Prevenção de DSTs, em Chicago, mostra que a incidência dessas doenças é bem mais alta entre as adolescentes afro-americanas (48% estão infectadas com pelo menos uma delas) em comparação com as jovens brancas e as de origem mexicana (apenas 20%).

Este foi o primeiro estudo a examinar a prevalência da combinação das DSTs mais comuns entre as adolescentes em todo o país.

A análise foi feita sobre dados coletados pela Pesquisa Nacional de Exame de Saúde e Nutrição de 2003 e 2004.

Representatividade nacional

Os autores estudaram informações sobre uma amostra de 838 adolescentes que teriam representatividade nacional.

“Os dados demonstram os significantes riscos para a saúde que as DSTs apresentam para milhões de jovens mulheres neste país a cada ano”, disse Kevin Fenton, diretor do Centro para HIV/AIDS, Hepatite Viral, DSTs e Prevenção de Tuberculose do CDC.

Segundo o estudo, 15% das jovens apresentavam mais de uma infecção. A mais comum era por HPV – vírus associado a verrugas genitais e câncer cervical – encontrado em 18,3% das jovens, e clamídia, encontrado em 3,9% das adolescentes.

“Levando-se em conta que os efeitos das DSTs para as mulheres – da infertilidade ao câncer cervical – são particularmente severos, os exames de rotina para DSTs, vacinas e outras estratégias preventivas para as mulheres sexualmente ativas estão entre as prioridades do setor de saúde pública.”

O centro ainda recomenda a vacinação de meninas de 11 e 12 anos contra o vírus HPV tipos 16 e 18, responsáveis por 70% dos casos de câncer cervical e 6 e 11, responsáveis por quase todas as verrugas genitais.

Os autores notam que a incidência de doenças sexualmente transmissíveis entre as jovens pode ser ainda mais alta, já que não foram realizados exames de sífilis, HIV e gonorréia – mas a prevalência dessas doenças costuma ser baixa nesta faixa etária.

“Os altos índices de infecção de DSTs entre as jovens mulheres, particularmente as jovens afro-americanas, são sinais claros de temos que continuar a desenvolver modos de alcançar aqueles que sofrem maior risco”, disse John M. Douglas, diretor da Divisão de Prevenção das DSTs do CDC.

Ao todo, metade das jovens no estudo disse ter feito sexo. Entre elas, a prevalência das infecções foi de 40%.

O Centro de Controle e Prevenção de Doenças diz que apóia um amplo programa de prevenção, que inclui a abstinência sexual, a monogamia e o uso correto de preservativos entre as pessoas sexualmente ativas para diminuir o risco de contágio.

*Fonte BBC Brasil

Povo do Reino vê Igreja mudando o mundo

Há uma grande diferença entre ser pessoas do Reino e ser pessoas da Igreja. Esta é a conclusão do teólogo e escritor Howard Snyder. Ele conclui que a Igreja encontra problemas sempre que pensa estar nos negócios da igreja e não nos negócios do Reino.

Um resumo das teorias de Howard Snyder pode ser encontrado no livro `A Liberação da Igreja´, traduzido por Moysés Moraes, mas ainda inédito no Brasil. No livro, o pensador chega a conclusões interessantes sobre a atual situação da igreja de Cristo no mundo e faz uma diferenciação entre povo do Reino e povo da Igreja. Veja as principais idéias de Howard Snyder:

— O povo da igreja cogita sobre como colocar gente na igreja; o povo do Reino pensa sobre como colocar a igreja no mundo. O povo da igreja se preocupa com o fato de que o mundo possa mudar a igreja; o povo do Reino vê a Igreja mudando o mundo.

Se a Igreja tem hoje uma grande necessidade é esta: ser libertada para o Reino de Deus, ser libertada dela mesma, daquilo em que se tornou, a fim de ser ela mesma, para aquilo a que Deus a designou. A Igreja precisa ser livre para participar plenamente na economia de Deus.

Talvez o maior texto para a Igreja hoje seja Mateus 6.33: "Buscai, pois, em primeiro lugar, o seu reino e a sua justiça, e todas estas coisas vos serão acrescentadas". No Sermão da Montanha, "estas coisas" eram comida e roupa - as coisas materiais atrás das quais corre o mundo. Vocês, diz Jesus, devem buscar coisas mais elevadas: o Reino de Deus e sua justiça.

Mais tarde, Jesus disse aos seus discípulos que deveriam centralizar-se nos famintos e sedentos, nos refugiados, nos doentes, nos nus, nos prisioneiros, e não na sua própria nutrição e auto-proteção (Mt 25.31-46). Tais são as preocupações do Reino. Minha esperança é que a igreja hoje possa tornar-se livre para tais preocupações.


Cristianismo Hoje
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15.4.08

E quando fracassamos?


Todas as vezes que nos propusemos a fazer algo sempre temos em mente a possibilidade da concretização do nosso intento. Ainda que as circunstâncias não cooperem ou mesmo que, após uma reflexão acurada, entendamos não ser provável a conquista, persiste em nosso ser aquela teimosia das possibilidades.

E quando realmente se constata o fracasso? E quando os nossos projetos não são consolidados? O que fazer? Como reagir? Seria muita pretensão minha dizer o que fazer numa situação dessas. No máximo me proponho a timidamente tecer breves linhas sobre o que não fazer.Faremos isso em forma de tópicos:

I - Não tirar conclusões sobre si no exato momento do fracasso - Muitos dos nossos sonhos são colocados de lado por conta dos nossas pseudo- conclusões nos momentos de raiva ou desespero. Frases do tipo: “ Não sou capaz!!!”, “Pra mim não tem jeito!!!”, são verdadeiros devoradores de sonhos e tendem a fulminar a nossa história.

II - Não se enclausure – Quando receber tais notícias dê vazão aos seus sentimentos. Se deu vontade de chorar, chore. Se quiser gritar, grite. O que não pode é ficarmos trancados, hermeticamente fechados com uma bomba relógio prestes a explodir em nossa alma. Não encare essas reações como descontrole emocional, mas sim como um momento de vazão de nossa humanidade.

III - Não tenha postura de vítima – Se o seu plano foi frustrado (até mais de uma vez), não fique se achando um coitado. Histórias como a sua e a minha acontecem todos os dias e aqueles que se tornam vencedores é porque souberam gerenciar o seu caos pessoal na perspectiva da avaliação e da mudança de sua postura e não na ultrajante pieguice.

Chorar a derrota é uma atitude normal e humana, mas viver sentindo-se vítima do mundo é ratificar a sua condição de irrecuperável, de total incapaz ante aos fatos normais da vida.

Fico por aqui desejando a você uma alma saudável e cheia da certeza de que a luta da vida deve ser vencida com alegria e bom senso.

Em Cristo,

Hugo Jr (escrito em 31/10/07)

14.4.08

CONTROLE SEUS IMPULSOS SEXUAIS

As novelas, a propaganda, e a própria liberação sexual que estamos vivendo diferente dos padrões de Deus.

Você encontra na escola, em grupos de amigos, na vizinhança, afirmações como: - Ter relação sexual antes do casamento é normal!

- Virgindade é coisa ultrapassada!

E aí surge a famosa pergunta, fazendo pressão constante na mente:

- Por que não fazer o mesmo?

O fato de você ter impulsos sexuais não é errado. O problema está em como lidar com eles.

Muitos, para satisfazer os impulsos sexuais utilizam-se da masturbação, também chamada de auto-estimulação.


MASTURBAÇÃO É PECADO?

Na Bíblia você não encontra especificamente a palavra "masturbação", mas princípios relacionados ao assunto, os quais Deus deseja que levemos em consideração.

"... Qualquer um que até mesmo olhar para uma mulher com cobiça nos olhos, em seu coração já cometeu adultério com ela" (Mt 5.28 - Bíblia Viva).

"Não cobice a mulher do próximo" (Ex 20.17 - Bíblia Viva).

Ao se masturbar, o que vem à sua mente? Não é exatamente nesse ponto que começam os pensamentos e fantasias sexuais? Você acha que Deus aprovaria tal atitude? Ele mesmo diz que a intenção impura já nos faz pecar.

Em 1 Corintios 6.19 e 20 lemoS' .Será que vocês não aprenderam ainda que seu corpo é a morada do Espírito Santo que Deus Ihes deu, e que Ele vive dentro de vocês? Seu próprio corpo não Ihes pertence. Porque Deus comprou vocês por preço elevado. Portanto, usem todas as partes do seu corpo para render glória a Deus, porque o corpo Lhe pertence".

Com base neste texto, responda:

- Masturbando-se você estaria glorificando a Deus em seu corpo?

- Sua consciência não o acusa?

À luz dessa passagem, alguém pode achar que masturbação é algo que agrada a Deus?

Caso ainda reste alguma dúvida observe Romanos 14.22 e 23. Viu? Tudo que nos deixa em dúvida e não provém de fé, é pecado. Então...


COMO CONTROLAR OS IMPULSOS SEXUAIS?

Em Mateus 26.41, Jesus nos exorta: "Fiquem atentos e orem. De outro modo a tentação vencerá vocês".

A primeira atitude é vigiar. Portanto, você deve estar atento, como um sentinela na guerra. Ao perceber que determinada situação poderá levá-lo a pecar, não tente enfrentá-la, mas fuja!

"Tenha fé e' amor, e sinta prazer na companhia daqueles que amam o Senhor' e têm o coração puro" (2 Tm 2.22 - BV).

Ser tentado não é pecado. O pecado está em aceitar a tentação. Tiago 1.15 mostra os passos existentes entre o ser tentado e o pecar. Portanto, existe a possibilidade de, ao sermos tentados, não pecarmos.

A segunda atitude é orar. Reconheça seu pecado (Lc 18.13 e 14), confesse-o a Jesus e receba seu perdão, com base na promessa de 1 João 1.9 ("Se confessarmos os nossos pecados, Ele é fiel e justo para nos perdoar oS pecados e nos purificar de toda injustiça'').

Aprenda a controlar sua mente. Quando seus pensamentos começarem a voar para as áreas de fantasias sexuais, faça como Paulo aconselha em Filipenses 4.8: fimem seus pensamentos naquilo que é verdadeiro, bom e direito. Pensem em coisas que sejam puras e agradáveis e detenham-se nas coisas boas e belas que há em outras pessoas. Pensem em todas as coisas pelas quais vocês possam louvar a Deus e alegrar-se com elas".


Aqui vão mais algumas dicas:

- Caso seu impulso sexual esteja "à flor da pele", não fique sozinho por longos períodos. Satanás pode facilmente trazer maus pensamentos à sua mente. Lembre-se do ditado: "Mente vazia, oficina do diabo".

- Pratique exercícios físicos, atividades esportivas ou projetos criativos para despender suas energias e desviar sua atenção de pensamentos eróticos.

- Procure ter como exemplo rapazes e moças que permaneceram na vontade de Deus em sua adolescência e foram recompensados por Ele. Compartilhe suas dificuldades com essas pessoas e aprenderá muito com as experiências que passaram, e das quais saíram vitoriosos.

Magali Leoto
Revista Lar Cristão - ano 13 nº 50


11.4.08

Lázaro Música: Eu sou de Jesus

Batismo no Espírito Santo

Em 1907, John Lake estava numa fase muito importante de sua vida. Durante quase dez anos, havia ministrado cura divina e salvação a centenas de pessoas, ao mesmo tempo em que crescera muito em sua carreira secular. Apesar de ter alcançado grande sucesso em todos os seus empreendimentos, Lake começou a sentir mais e mais dificuldade para concentrar-se nos negócios deste mundo, devido à intensidade de atenção que dava aos negócios de Deus.

Por exemplo, no meio de uma transação comercial, o Espírito falava ao coração de Lake: “E a alma dele? O que você vai fazer sobre isso?”. Não era incomum Lake levar seu cliente ali mesmo no escritório a ter uma experiência com Deus.

Entretanto Lake não sentiu que estava agindo corretamente com a empresa de seguros que lhe pagava para vender seguros, não para pregar o evangelho! Foi por isso, finalmente, que Lake decidiu abandonar a vida de negócios e dedicar-se integralmente aos negócios do Pai.

Apesar de todo o fruto que Lake vira durante esses 10 anos exercendo seu ministério paralelamente ao trabalho secular, seu desejo de conhecer mais a Deus e de ser usado por ele ainda não fora saciado. E uma das coisas que sentia que lhe faltava conhecer era o batismo no Espírito Santo.

Hoje, assim como naquele tempo, soava muito estranho ouvir uma pessoa como John Lake dizer que ainda não era batizado no Espírito Santo. Como alguém poderia dizer isso quando era tão poderosamente usado por Deus e pelo seu poder sobrenatural? Porém era assim que Lake se sentia, e ele se dedicava a buscar tudo que Deus tinha com toda a intensidade de sua alma.

Durante os primeiros nove meses de 1907, Lake jejuou, orou e clamou a Deus. E, finalmente, em outubro, a resposta chegou.

Lake estava acompanhando seu colega numa visita para orar por uma mulher inválida. Enquanto Tom a instruía sobre a cura divina antes da oração, Lake estava sentado do outro lado do quarto. Em instantes, sua mente estava longe da mulher enferma, pensando sobre o batismo no Espírito.

Num repente, uma imensa calma invadiu a inquietude da alma de Lake. Pela primeira vez na vida dele – que ele pudesse lembrar –, sua mente ficou quieta. Algo semelhante a um chuvisco morno, tropical começou a lavar seu interior. Trouxe uma tranqüilidade inefável. No meio daquela calma maravilhosa, Lake ouviu Jesus dizer-lhe: Tenho ouvido suas orações, tenho visto suas lágrimas. Você acabou de ser batizado no Espírito.

Finalmente, a experiência era dele – algo precioso, belo e pessoal –, o batismo do espírito dele no Espírito de Deus. Seu coração finalmente estava saciado, completo, transbordando.

Foi logo depois que o poder chegou – um poder como nunca antes experimentara. Sentado ainda no mesmo lugar naquele quarto, uma potência enorme de descargas elétricas passou pelo seu corpo, fazendo-o entrar em convulsões quase incontroláveis. Em seguida, começou a falar em outras línguas.

“Quando o fenômeno havia passado”, Lake escreveu depois, “a glória ainda permaneceu dentro de mim. Descobri novas manifestações dos dons do Espírito. As curas eram mais poderosas. Fiquei tão sensível ao mundo espiritual que podia colocar minhas mãos em qualquer homem ou mulher e discernir que órgão estava doente e em que medida.”

*Texto estraído da Revista Impacto

10.4.08

SEMEANDO BÊNÇÃOS

Foi pela palavra que Deus criou a terra, o firmamento, os animais, as aves, as plantas, o homem. Disse Deus: "Haja". E "Houve".
Nós também temos o poder de trazer à existência muita coisa boa, através de nossas palavras.
podemos ministrar bênçãos ao nosso redor, a onde quer que formos.
Jesus abençoou as multidões.
Jesus abençoou seus discípulos.
Jesus abençoou crianças.
Abençoemos todos que estão sob nossa autoridade. Se as maldições daqueles que detêm autoridade se cumprem, igualmente as bênçãos.
Quando pela fé ministramos palavras de bênção, liberamos o poder de Deus para agir a favor da pessoa que desejamos abençoar. Se por a algum motivo o outro não for receptivo e a bênção não se consumar, ela retornará a nós. Nada perdemos ao abençoar os outros. Foi o que Jesus disse aos discípulos: "Ao entrardes numa casa, dizei antes de tudo: Paz seja nesta casa! Se houver ali um filho da paz, repousará sobre ele a vossa paz; se não houver, ele voltará sobre vós". (Lc10.5,6.)
Abençoemos nossos pais - são eles os encarregados da formação do caráter dos filhos.
Abençoemos nossos filhos - são dádivas do Senhor e devem ser recebidos com amos.
Abençoemos nossa família - é o esteio, a base da sociedade. Quando a família se dissolve. a sociedade desintegra-se e corrompe-se.
Abençoemos a igreja - é o corpo de Cristo. Abençoemos também nossa igreja, na qualidade de expressão visível desse corpo.
Abençoemos todas autoridades, seculares ou espirituais - foi Deus que instituiu a todas elas: locais, estaduais, federais.
Abençoemos nossa cidade.
Abençoemos o governo, o Brasil.
Abençoemos. Não amaldiçoemos.


*Texto extraído do Best-Seller Bênção E Maldição.

9.4.08

ARROZ-COM-FEIJÃO? Quero um banquete!

Você já pensou que certas épocas parecem impor uma mudança de cardápio?
Ricos, pobres, pessoas de todo o mundo têm nas datas especias um momento para comidas completamente diferenciadas e saborosas.
É o caso da festa de casamento com um bolo de três andares.
É o caso dos aniversários de criança, com muito brigadeiro.
Também os chocolates da Páscoa, a rabanada e o peru do Natal.
Então, passada a data, volta-se para o "arroz-com-feijão", ou seja, para a rotina que envolve cada um de nós.
Levando esse conceito para o campo espiritual, pode-se dizer que há certas ocasiões onde as pessoas fazem ampla propaganda de atitudes que levem à reconciliação, como é o caso de certas cerimônias religiosas ou eventos pontuais em família.
O dia-a-dia, porém, parece não oferecer suporte para que levemos em consideração os ideais de amor.
E por essa razão discutimos em casa, odiamos o chefe, xingamos no trânsito, reclamamos do governo, desacreditamos da humanidade.
Estamos voltando, assim, à uma espécie de tediosa ação de egoísmo,
onde perdão, carinho e respeito 'servem' só para dias especiais.
É o momento certo de lembrarmos que Jesus, quando questionado sobre a freqüência do perdão, definiu como meta diária 70 x 7 (setenta vezes sete), o que representa algo em torno de 20 perdões a cada hora. Um procedimento praticamente contínuo.
Seguindo esse ensinamento, você descobrirá o prazer de viver em paz, de restaurar relações já desgastadas por tantos rancores.
Arroz-com-feijão é um bom alimento, mas por que não ter um banquete todos os dias?

Pr. Elcio Lourenço
*extraído do site atosdois

8.4.08

Comunhão e Adoração 6 - Tributo a Yehovah - geracaodt.com

Evangélicos ganham respeito de criminosos no Rio, diz jornal americano

Os cristãos evangélicos vêm ganhando o respeito dos membros do crime organizado nas favelas do Rio de Janeiro e estão entre os poucos que conseguem enfrentá-los, segundo afirma reportagem publicada diário americano The Christian Science Monitor.

O jornal relata o trabalho de um grupo de evangélicos da favela da Mangueira que tenta convencer traficantes de drogas a deixarem as armas e se converterem.

“O propósito do grupo não é combater o crime, mas converter o máximo de gente possível. Mais lei e ordem são comumente um subproduto”, diz a reportagem.

“Nas favelas do Rio, abarrotadas de homens e mulheres às margens da sociedade, eles encontram um campo fértil. Para gente de fora, eles são chamados de ‘os evangélicos’, e em sua maior parte as pessoas das favelas não contestam seu trabalho missionário”, afirma o jornal.

Segundo a reportagem, por razões “teológicas, culturais e pessoais”, os evangélicos ganharam o respeito “dos mesmos criminosos que não pensam muito antes de matar um vizinho de longa data”.

“Então, em uma cidade considerada uma das mais perigosas do mundo, que registra 6.000 assassinatos ao ano e onde a polícia e os militares são vistos, na melhor das hipóteses, com desconfiança, os pentecostais estão entre os poucos que enfrentam o crime organizado”, diz o jornal.

Censo

O Christian Science Monitor comenta que o Brasil tem mais evangélicos pentecostais do que qualquer outro país da América Latina, com mais de 10% da população se identificando como pentecostais no censo populacional de 2000, quase o dobro do que uma década antes.

Segundo o jornal, uma das razões pelas quais os evangélicos conseguem se aproximar dos traficantes de drogas é que “muitos deles já foram eles mesmos criminosos violentos”.

“Alguns cometeram assassinatos. Seus pastores cumpriram pena de prisão. E, renascidos, eles agora acreditam que sua missão é levar a palavra de Deus às mesmas ruas que antes aterrorizavam”, diz a reportagem.

O jornal diz que, segundo os pesquisadores, “os membros das gangues poupam os evangélicos porque, embora não sigam necessariamente nenhuma doutrina religiosa, eles ainda acreditam em Deus, em sua maioria”.

Uma antropóloga da Universidade do Rio de Janeiro ouvida pelo jornal comenta que o catolicismo tradicionalmente reflete a elite política nas favelas e é visto como tendo feito pouco para combater o crime, enquanto os evangélicos são vistos pela comunidade como uma entidade separada e incorruptível.

“Acadêmicos que estudam o fenômeno dizem que os pentecostais conseguem entrar em áreas onde até mesmo os pesquisadores do censo não vão, não apenas porque vêm dos mesmos bairros violentos, mas porque a maioria das igrejas são entidades independentes e formadas na base, ao contrário da Igreja Católica, que é gerenciada sob estrita hierarquia que começa no Vaticano”, afirma o jornal.

*Fonte BBC Brasil

7.4.08

De fé em fé, de toque em toque


Existem cegueiras muito mais complexas que a física. Estar cego na compreensão bíblica possui duas conotações, quais sejam: a primeira é a cegueira física. Esta Jesus pode curar e, em alguns casos, é a mais fácil das cegueiras a ser curada; a segunda, é a cegueira que nos deixa sem rumo diante da vida.É aquela que não dos deixa ver a vida com todas as possibilidades que ela nos pode oferecer, nos tira o poder de sonhar e realizar tais sonhos. Estar sem rumo é não saber o que se é , o que se faz aqui e o que esperar de uma vida futura.

O texto nos relata a cura de um cego . Tal cura se deu em dois momentos . O primeiro momento relata que Jesus o tocou e sua escuridão foi sendo transformada em luz. O evangelho começou a chegar em suas retinas e aquele homem começou a experimentar o milagre da conversão em Jesus. Os seus olhos antes habitados pela escuridão agora já se permitiam ao entrar de raios luminosos dando a impressão de que as coisas começavam a clarear.

Assim acontece na nossa vida. Ao encontrarmos Jesus tudo começa a tomar sentido. A luz do evangelho começa a habitar nossa retina numa poderosa transformação de paradigma , de começar a enxergar a vida com mais amplitude e ver que a luz de Jesus começa a iluminar nosso pequeno entendimento sobre a nossa existência.

Passado este primeiro momento , Jesus pergunta ao homem o que ele vê. A resposta do homem é de que ele enxerga, mas vê as coisas difusamente, meio que de maneira opaca, sem as definições reais da vida. Sua visão acerca do mundo ainda comportava pré – conceitos, pré-compreensões que Jesus de Nazaré ainda teria que retirar de sua existência. É o caso daquele crente que é muito piedoso, mas possui um machismo terrível para com sua esposa ; aquele irmão que ora e faz jejum mas que não consegue deixar de falar da vida dos outros. Nestas pessoas Jesus tem que tocar de novo. O evangelho nessas vidas ainda não conseguiu atingir o profundo do ser das pessoas. Ainda habita as periferias , dando – lhes uma fé instável e fraca.

A fé que Jesus quer implantar em nossos corações nos faz ter uma posição de questionamento diante da nossa existência. Devemos estar eternamente insatisfeitos com o nosso ser, fazendo de nossos pré- conceitos refugo diante da beleza do evangelho. O Senhor Jesus deve nos tocar novamente para que nossas mentes se livrem das mediocridades de uma humanidade depauperada e pecaminosa.

Que Jesus , o nosso Senhor , esteja tocando em nós diariamente . E que o Seu evangelho faça em nós o que fez com o cego de Betsaida, dando-nos uma visão correta acerca da vida , acerca da nossa existência , enfim , de tudo aquilo que Deus nos reservou para sermos .É o que eu desejo a você em Nome do Senhor Jesus.

Em Cristo, Hugo Júnior

Preconceito



Tiago 2:1,4 - Meus irmãos, como crentes em nosso glorioso Senhor Jesus Cristo, não façam diferença entre as pessoas, tratando-as com parcialidade... não estarão fazendo discriminação, fazendo julgamentos com critérios errados? Nos versos acima, notamos a extrema importância de rejeitar os pecados de preconceito e parcialidade. Porque cada pessoa tem um grande valor para Deus, os crentes nunca devem dar lugar à hostilidade e ao preconceito em relação a pessoas de outras raças, aparências ou classes sociais. É um erro gravíssimo pré-julgar e desvalorizas as pessoas. Infelizmente, o preconceito aparece em formas sutis e é muito comum entre os cristãos. Alguns crentes arrogantemente pensam que eles podem julgar as motivações dos outros. Em muitos casos, tais pecados de preconceito "passam batidos" e não são confessados. *Extraido do livro Retorno à Santidade.

5.4.08

Evangélicos experimentam maior liberdade no Iraque

A Nacional é a primeira congregação batista do Iraque e uma das pelo menos sete novas igrejas evangélicas estabelecidas em Bagdá nos últimos dois anos. Seu culto de domingo à tarde atrai cerca de duzentos crentes que gostam da música ao vivo e enfoque bíblico.
O número de evangélicos não é grande - talvez alguns milhares - dentro dos estimados 800.000 cristãos do Iraque. Eles estão emergindo na época em que as igrejas tradicionais perderam o status privilegiado que tinham na era de Saddam Hussein e têm experimentando um massivo esvaziamento de seus rebanhos por causa da longa emigração. Agora, os líderes de igrejas tradicionais vêem as novas igrejas evangélicas se enchendo, não tanto por muçulmanos convertidos, mas por cristãos que procuram um novo tipo de experiência de culto.
"A maneira como os pregadores chegaram aqui ... com soldados ... não foi uma coisa boa", disse o arcebispo católico romano de Bagdá, Jean Sleiman. "Eu acho que eles tinham a intenção de converter muçulmanos, apesar de os cristãos não fazerem isso aqui há 2 mil anos". "No fim", Jean disse, "eles estão seduzindo os cristãos de outras igrejas".
A população cristã do Iraque foi organizada há séculos em denominações como o catolicismo caldeano e o catolicismo romano. Enquanto o regime secular de Saddam permitia a liberdade de culto, o mesmo tempo limitava as novas denominações, particularmente se apoiadas por igrejas ocidentais.
Durante a invasão dos EUA em 2003, os evangélicos americanos não mantiveram em segredo o seu desejo de seguir as tropas. Samaritan"s Purse, (A Bolsa do Samaritano), a organização de auxílio global liderada pelo Reverendo Franklin Graham - que chamou o islamismo de uma religião "diabólica e má" - e a Junta Internacional de Missão da Convenção Batista do Sul, a maior denominação protestante do país, estavam entre aqueles que mobilizaram missionários e materiais de apoio.

Logo após a queda de Saddam, eles entraram no país, dizendo que sua primeira tarefa era providenciar auxilio humanitário aos iraquianos. Mas sua forte ênfase em compartilhar a fé fez surgir preocupações entre muçulmanos e alguns cristãos, temendo que eles pudessem fazer proselitismo abertamente.
Então o ambiente de segurança se deteriorou no Iraque - quatro missionários batistas foram mortos, ocidentais foram seqüestrados e pelo menos 21 igrejas foram bombardeadas - forçando a maioria dos evangélicos estrangeiros a fugir. Mas os evangélicos iraquianos continuaram.
"Para os cristãos, há democracia agora", disse Nabil A. Sara, de 60 anos, o pastor da Batista Evangélica Nacional. "Não é como antes. Há liberdade agora. Ninguém diz: 'Por que você abriu uma nova igreja?'".
Alguns líderes de igreja, entretanto, estão fazendo também essa pergunta.
"Os evangélicos vieram aqui e eu gostaria de perguntar: Por que vocês vieram aqui? Por que razão?", disse o patriarca Emmanuel Delly, chefe do ramo oriental da Igreja Católica Caldeana, a maior comunidade cristã do Iraque.
Em entrevistas, Emmanuel e Jean se dividiram entre sua crença na liberdade religiosa e a ameaça que eles vêem chegando com o novo evangelicalismo. Eles também expressaram raiva e ressentimento ao perceberam a hipótese dos evangélicos de que os membros das velhas denominações não são verdadeiros cristãos.
Jean acusou as novas igrejas de apresentarem "uma nova divisão" entre os cristãos, porque as "igrejas aqui significam uma grande comunidade com tradições, língua e cultura, não simplesmente um edifício com algumas pessoas cultuando. Se vocês querem ajudar os cristãos, ajude através das igrejas já estabelecidas aqui".
O prelado católico romano disse ainda que não se oporia aos evangélicos porque "pedimos por liberdade de consciência". Ele também disse respeitar como eles parecem estar "prontos para morrer" por suas crença. "Às vezes eu me digo que eles são mais zelosos do que eu e que podemos lucrar com essa visão positiva de sua missão".
Alguns cristãos iraquianos temiam que os evangélicos minassem a harmonia cristã-muçulmana de lá, que repousa sobre um acordo tácito de longo tempo: não tentar converter o outro. "Há um acordo informal que diz que nós não temos nada a ver com a sua religião e fé", disse Yonadam Kanna, um dos seis cristãos eleitos ao parlamento iraquiano: "Somos irmãos mas não interferimos em sua religião".
Emannuel disse que "até se um muçulmano vier a mim e disser 'Eu quero ser cristão', eu não aceitaria e lhe diria para voltar e tentar ser um bom muçulmano e, assim, Deus aceitará você". Tentar converter muçulmanos ao cristianismo, ele acrescentou "não é aceitável".
Sheik Fatih Kashif Ghitaa, um líder muçulmano xiita proeminente em Bagdá, estava entre aqueles que se alarmaram no influxo pós-guerra de missionários estrangeiros. Em uma entrevista recente, ele disse temer que os muçulmanos mal-entendessem porque tantos cristãos falam sobre sua fé.
"Eles têm que falar sobre Jesus e o que Jesus tem feito. Esse é um dos princípios da crença no cristianismo", disse Fatih. "Mas o problema é que os outros não entendem isso, eles acham que essas pessoas vieram para os converter".
Robert Fetherlin, vice-presidente dos ministros internacionais da Aliança Cristã e Missionária com sede no Colorado, a qual apóia um das novas igrejas evangélicas de Bagdá, defendeu o trabalho ultramarino de sua denominação.
"Tentamos não coagir as pessoas a seguir a Jesus", ele disse. "Mas queremos, pelo menos, comunicar às pessoas quem Ele é. Nos sentimos bastante encorajados pela possibilidade das pessoas no Iraque terem liberdade para fazer escolhas quanto ao sistema religioso que elas querem fazer parte".
Nabil disse que se muçulmanos se aproximarem dele com "questões sobre Jesus e sobre a Bíblia", ele responderá. Mas ele diz que há muito trabalho de evangelismo a ser feito entre os cristãos porque, em seu ponto de vista, muitos não conhecem realmente a Jesus. "Eles o conhecem apenas de nome", afirmou, acrescentando que eles precisam de um melhor entendimento do "porquê Ele morreu por eles".

Texto enviado por Daila Fanny