27.6.09

A fraca eclesiologia de Bono

Durante a turnê Heart of América, de 2002, que ele organizou para aumentar o despertamento sobre a Aids na África, o cantor do U2, Bono Vox, deu um passo radical: ele discursou diretamente aos seus companheiros cristãos.
Entre visitas a paradas de caminhões, escolas, e jornais, Bono também apareceu em megaigrejas e no Wheaton College. Bono ficou sem falar com a mídia evangélica americana por anos – e nós agradecemos que a urgência de sua causa tenha mudado isso. Mas a excursão de Bono no evangelicalismo americano deixou a desejar em um elemento: a sensação de que ele sente mais respeito pela cultura evangélica do que ele estava falando.

Na hora mais rebuscada do seu prosaico momento, Bono afirmou que a igreja:

*Poderá se tornar “irrelevante” se ela não responder adequadamente à crise da Aids na África.

*Pratica uma “hierarquia do pecado” que condena os aidéticos como merecedores de suas aflições por causa da promiscuidade sexual.

* “Perverteu os evangelhos e a Sagrada Escritura desde que ela foi escrita”.

MacPhisto, um personagem satírico que Bono adotou durante seus shows no início da década de 1990, afirmava que o Papa João Paulo e o Arcebispo de Canterbury estavam realizando o trabalho de Satanás. Bono adotou uma visão amena do Papa desde que eles conversaram sobre suas preocupações com a dívida do Terceiro Mundo. Pode ser que ele se satisfaça com o Arcebispo de Canterbury, agora que Rowan Willians, um homem de esquerda, ascendeu ao trono.

Os julgamentos de Bono levantam essa questão: Quanto ele conhece sobre o assunto? Ele, antes de tudo, evita a igreja desde que rompeu com o Shalom, grupo irlandês inspirado em Watchman Nee, no início da década de 1980.

Essa experiência com as igrejas deixou Bono com um questionário de eclesiologia que mede a missão da igreja (ou sua importância) quase a partir de termos geopolíticos. Bono parece inconsciente do trabalho de socorro à AIDS que tem sido feito na África por anos, tanto por missionários quanto por cristãos indígenas. Ele nunca se lembra que muitos cristãos estavam trazendo socorro aos africanos sofridos na mesma década em que o U2 atraia multidões para suas turnês Zôo TV e PopMart. Se os americanos falham em persuadir a administração Bush em aumentar a ajuda estrangeira de acordo com a percentagem do PIB da forma como Bono achava aceitável, aí Bono culpa a igreja por permanecer imóvel, como os alemães assistindo os judeus sendo transportados para campos de morte.

Bono tem demonstrado uma clara compaixão pelas pessoas sofridas durante sua carreira. Ele se apresentou em eventos beneficentes como o Live Aid e tem feito grandes esforços para trazer a memória do mundo o sofrimento das pessoas (como ficar um mês em um campo de refugiados da Etiópia na década de 1980). Nós entendemos porque Bono se chateia quando ele pensa que a igreja está sentada complacente, enquanto milhares de africanos encaram a ameaça diária da morte.

Bono disse repetidamente que o cristianismo sem um elemento de justiça social é vazio. Nós concordamos. Mas a súplica de um cristão por justiça social sem adoração regular a Deus com a comunidade da igreja é um pouco mais do que ativismo por si só. Ninguém pode ficar fora da igreja e criticar a obediência dela ao evangelho. Parte do chamado de Deus para a vida cristã é andar em conjunto e morrer por outros seres humanos, tanto em sua queda como em sua glória redimida.

É bem possível que Deus esteja usando Bono para desafiar a consciência dos evangélicos. É também uma evidência do constante senso de humor de Deus usar um rock star em causas de justiça e misericórdia. Se isso for verdade, nós esperamos que Deus use esse tempo para levar Bono a um profundo entendimento do que significa ser cristão.

Fonte:

25.6.09

Trazendo A Arca - Me Rendo

Refugiados por causa da perseguição somam 42 milhões de pessoas

INTERNACIONAL - Relatório do Alto Comissionado das Nações Unidas (Acnur) indica que o número de pessoas desenraizadas por motivos de conflito e perseguição chegou a 42 milhões de pessoas no mundo, em 2008.

Do total de refugiados, 80% encontram-se em países em desenvolvimento. Muitas destas pessoas levam anos sem poder voltar a suas casas e sem uma solução à vista.

“Em 2009, já observamos numerosos novos deslocamentos, concretamente no Paquistão, em Sri Lanka e na Somália”, assinalou o representante do Alto Comisionado da ONU para os Refugiados, Antonio Guterres.

O panorama de 2009 também indica que continuam as migrações internas por conta de conflitos, como se verifica na Colômbia, no Iraque, na República Democrática do Congo e na Somália. “Cada um desses conflitos também gerou refugiados que fogem cruzando as fronteiras de seus países”, informou Guterres.

Estima-se que 2 milhões de refugiados e deslocados internos puderam regressar a seu lares em 2008, o que significa um número inferior ao do ano anterior. A repatriação de refugiados (604.000) reduziu-se em 17%, enquanto o retorno de deslocados internos (1,4 milhão) caiu em 34%.

Esta queda, a segunda menor em 15 anos, reflete a deterioração de condições de segurança, como acontece no Afeganistão e no Sudão. O relatório destaca que cerca de 11 milhões de pessoas voltaram a suas casas nos últimos 10 anos, a maioria com ajuda da Acnur.

Quando lemos as notícias, vemos que milhares de cristãos têm abandonado sua terra natal por causa da perseguição religiosa e dos conflitos, que afetam diretamente as minorias, entre as quais estão nossos irmãos. Separe hoje um tempo para orar pelos refugiados, para que a ordem em seus países seja restabelecida e para que eles possam voltar em paz para suas casas, e não desistam de seguir ao Senhor Jesus.



Fonte: ALC notícias

22.6.09

A CEIA COMO SELO DA ALIANÇA

Este cálice é a nova aliança no meu sangue, derramado em favor de vocês. 
Lucas 22:20

O casamento é uma das melhores idéias para ilustrar o rico significado da palavra “aliança”, um termo que tem sido pouco usado em nossos dias. Embora seja um contrato regulamento por lei, o casamento é muito mais do que um simples acordo jurídico – é um relacionamento de amor, entrega, compromisso, fidelidade e confiança.

A Bíblia usa a idéia de aliança para descrever nosso relacionamento com Deus. Ele mesmo promete: “Eu serei o teu Deus”, enquanto a igreja responde: “Nós seremos o teu povo”. Essas promessas tão importantes são lembradas e confirmadas pelos cristãos todas as vezes que eles comem o pão e bebem o cálice da Ceia do Senhor.

Para aqueles que são novos na fé cristã, a celebração da Ceia pode trazer alguma confusão. Afinal, por trás do simples ato de comer do pão e beber do vinho, há um rico significado afirmado de maneira simbólica e poética. Quando lembramos que Jesus disse: “Este cálice [que bebemos] é a nova aliança no meu sangue”, estamos rememorando a dádiva de sua própria vida a fim de construir, conosco, um profundo vínculo de compromisso e amor.

É por isso que, embora solene, a Ceia deve ser sempre um momento de grande alegria. Jesus se entregou por amor a nós!



Ore

Nós te louvamos, Senhor da Aliança, porque é fiel em todas as tuas promessas. Ajuda-nos a viver como filhos fiéis, desfrutando a alegria e o acolhimento desse vínculo de amor e de vida. 
Amém.

Pense

Na Santa Ceia lembramos que Deus quis construir,
conosco, um profundo vínculo de compromisso e amor.

20.6.09

PMA e Fórmula 1 fazem parceria contra fome

Símbolo da campanha “Encha a Caneca” vai aparecer neste domingo nos carros da equipe Panasonic/Toyota no Grande Prêmio da Grã-Bretanha; objetivo é sensibilizar milhões de torcedores a apoiar os programas da agência.

Equipe Panasonic/Toyota

Equipe Panasonic/Toyota

Carlos Araújo, da Rádio ONU em Nova York.*


O Programa Mundial de Alimentos, PMA, e a equipe de Fórmula 1 Panasonic/Toyota anunciaram uma parceria contra a fome durante o Grande Prêmio da Grã-Bretanha, neste domingo.

Pela iniciativa, o símbolo da campanha do PMA "Encha a Caneca" será usado nos carros da equipe na corrida em Silverstone.

Telespectadores

A escuderia é comandada pelos pilotos Jarno Trulli e Timo Glock.

O objetivo da parceria é conseguir o apoio de milhões de torcedores para a luta de combate à fome.

Trulli disse que a iniciativa é uma grande oportunidade também para chamar a atenção dos telespectadores em todo o mundo.

Segundo a nota do PMA, é a primeira vez que o logo de uma agência humanitária é colocado num carro de Fórmula 1.

Kaká

A campanha "Encha a Caneca" foi lançada pelo embaixador do PMA e jogador Kaká em fevereiro do ano passado.

A iniciativa pretende angariar fundos para o programa de merendas escolares do PMA que beneficia mais de 20 milhões de crianças em 68 países.

Segundo a agência da ONU, a crise financeira mundial aumentou o número de famintos no mundo e levou milhões de famílias a diminuir o número de refeições diárias.

*Apresentação: Mônica Villela Grayley, da Rádio ONU em Nova York

Papa critica barreira israelense e defende Estado palestino

O papa discursou ao lado de Abbas, em frente à barreira israelense

Em visita à Cisjordânia , o papa Bento 16 defendeu a criação de um Estado para os palestinos, afirmou rezar pelo fim do bloqueio à Faixa de Gaza e criticou a barreira construída por Israel no território palestino.

"O que nos rodeia esta tarde nos lembra da paralisação que as relações entre israelenses e palestinos parece ter chegado" disse ele na cidade palestina de Belém, rodeada pela barreira.

Israel afirma que a barreira é necessária para conter a ação de militantes, mas palestinos dizem que ela é um instrumento do governo israelense para roubar suas terras.

"Em um mundo em que mais e mais fronteiras parecem ter sido abertas para o comércio, viagens, movimentação de pessoas, trocas culturais, é trágico ver muros ainda sendo erguidos."

"Embora muros possam ser facilmente construídos, todos sabemos que eles não duram para sempre. Eles podem ser derrubados. No entanto, primeiro é necessário remover as barreiras que construímos em nossos corações."

Estado palestino

Correspondentes dizem que Bento 16 viu a barreira pela primeira vez nesta quarta-feira.

"Tenho visto, por boa parte de Belém, o muro que invade seu território, separando vizinhos e famílias", disse ele.

Falando no campo de Aida, que abriga refugiados da criação de Israel em 1948, o papa disse se solidarizar com as famílias divididas por detenções e restrições de movimentos, uma referência ao controle militar israelense no território palestino.

"É compreensível que vocês se sintam frequentemente frustrados. Suas aspirações legítimas por casas permanentes e por um Estado palestino permanecem não realizadas", disse.

Pouco antes, em uma entrevista coletiva à imprensa na casa do premiê palestino, Mahmoud Abbas, em Ramallah, Bento 16 defendeu um Estado palestino.

"A Santa Sé apoia o direito de seu povo a um lar palestino soberano na terra de seus antepassados, segura e em paz com seus vizinhos, dentro de fronteiras reconhecidas internacionalmente", disse ele.

Na quinta-feira, Bento 16 deve se encontrar com o novo premiê israelense Binyamin Netanyahu. Considerado linha-dura, Netanyahu ainda não se disse a favor da criação de um Estado palestino, ao contrário da administração anterior.

Gaza

Bento 16 não tem planos de ir à Gaza durante sua visita, mas ele dedicou uma prece ao fim do bloqueio israelense ao território.

A população na Faixa de Gaza sofre com o bloqueio imposto por Israel e o Egito em 2007 para pressionar o Hamas, partido que tomou o poder na região naquele ano após uma disputa com o partido rival Fatah.

O Hamas havia derrotado o Fatah nas urnas em 2006 e aceitou formar um governo de união com o rival após não ser reconhecido pela comunidade internacional, mas esta tentativa não funcionou.

Israel lançou também uma violenta operação militar de 22 dias entre dezembro de 2008 e janeiro de 2009 em Gaza, que deixou mais de mil mortos, sendo que cerca de um terço deles eram crianças.

"De um modo especial, meu coração está com os peregrinos vindos da região devastada pela guerra de Gaza. Peço para que vocês levem para suas famílias e comunidades meu abraço caloroso e minha tristeza pelas perdas, as durezas e o sofrimento que vocês têm que enfrentar", disse o papa, referindo-se aos poucos moradores de Gaza que receberam permissão de Israel para ir até a Cisjordânia.

Fonte: BBC Brasil.com

CONVERSÕES SUPERFICIAIS

Do Chácara Blog

Vivemos em uma época muito difícil e marcada pelo individualismo. Depois de um século de lutas corporativas, de classes sociais, raciais, sindicais e religiosas, entramos numa era onde vale o lema “cada um por si e Deus por todos”. Já se vai bem longe o tempo que alguém possuía a consciência de pertencer a um grupo ou comunidade e por isso mesmo todas as suas atitudes eram tomadas pensando também na comunidade a que pertencia, hoje o que vemos é que a desilusão social e comunitária característica de nossa época exacerbou o individualismo e agora o que conta é apenas o bem estar do indivíduo não importando as conseqüências que suas atitudes terão na vida dos outros.
Quando um indivíduo se converte costumamos dizer que ele “foi salvo”. Queremos dizer com isso que ele tem um lugar garantido no céu. Essa certeza, infelizmente tem trazido um certo ufanismo que tem apagado verdades mais imediatas da salvação. Não fomos apenas salvos do inferno, mas fomos transportados do reino das trevas para o reino do Filho do seu amor. Muito mais que uma mudança espiritual geográfica, essa mudança de reino inclui nova ética nas posturas e decisões, nova moralidade adaptada aos padrões cristãos da Palavra de Deus e ainda uma oportunidade de reescrever a história pessoal através de um relacionamento sincero com Deus.
Mas até o próprio Deus “tem sofrido” com a individualidade presente. Há um cântico antigo que dizia “muitas pessoas tem idéias erradas sobre Deus”, hoje em dia cada um tem sua concepção particular de Deus, seja dentro das Igrejas ou fora delas, não se importando se estas “concepções” se enquadram na Revelação que Deus fez de si mesmo.
O resultado do que acabo de escrever são conversões cada vez mais superficiais. Pessoas que passam a freqüentar a Igreja mas com a postura totalmente mundana, conformada com esse século; pessoas que falam em Deus mas que não conhecem o seu poder transformador; pessoas que desejam ir para o céu mas sem abrir mão dos seus prazeres terrenos; pessoas que querem pertencer a Igreja mas não desejam viver em comunidade; pessoas que desejam serem filhos de Deus mas não querem que Deus exerça sua autoridade de Pai; pessoas que se convertem mas para continuarem do mesmo jeito que sempre foram.
A amizade com o mundo é inimizade com Deus por isso meu apelo é para a santificação e consagração pois somente assim poderemos mostrar ao mundo o caráter de Deus. Se não vivemos à luz do caráter de Deus esse mesmo caráter se volta contra nós revelando nossa verdadeira motivação de vida.
Fica para nós o desafio nas palavras de Paulo: “Rogo-vos, pois, irmãos, que apresenteis vossos corpos como sacrifício vivo, santo e agradável a Deus que é o vosso culto racional e não vos conformeis com este mundo mas transformai-vos pela renovação da vossa mente, para que experimenteis qual seja a boa e perfeita vontade de Deus para vossas vidas” Rm 12.1-2.
Jesus é a luz do Mundo! Deixe que esta luz brilhe através de você para que todos vejam a bondade e a misericórdia do Senhor.

Pastor Ronaldo Perini
Igreja Batista Central de São Bernardo do Campo.

Patriarca da Etiópia diz ter visto a Arca da Aliança


O líder cristão Abuna Paulos disse que não pode revelar exatamente onde a arca está!

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ROMA - O patriarca copa ortodoxo da Etiópia, Abuna Paulos, garantiu em Roma ter visto a Arca da Aliança, e que o objeto sagrado encontra-se “em bom estado de conservação”.

Paulos fez essa declaração durante a apresentação da construção, na cidade etíope de Axum, do Museu da Arca da Aliança, uma iniciativa de seu pontificado e da fundação Chrijecllu, presidida por Makonnen Haile Selassie, neto do último imperador etíope.

“A Arca da Aliança está há três mil anos na Etiópia e continua ali, aonde chegou por meio de um milagre e onde continua pela graça de Deus”, afirmou ele a jornalistas.

O patriarca copta acrescentou que não pode dizer onde está a arca, mas que era capaz de garantir que já a havia visto e que ela corresponde à descrição dada na Bíblia.

“Não é feita pela mão do homem, é uma coisa que Deus abençoou para que assim fosse. Vi-a com um sentimento de humildade, não com orgulho”, afirmou o líder religioso.

Paulos acrescentou que convidou o papa Bento XVI a visitar a cidade de Axum.

De acordo com a tradição copa etíope, a Arca, na qual foram guardadas as tábuas da lei dadas por Deus a Moisés, encontra-se na catedral de Tsion Maryam, em Axum.

A tradição etíope diz que o artefato foi levado a Axum pelo imperador etíope Menelik I, o lendário filho do rei Salomão com a rainha de Sabá.

Fonte: Estadão

Via: Gospel Prime

FAMINTOS NO MUNDO CHEGAM A 1 BILHÃO

O número de pessoas que passam fome no mundo deve ultrapassar, neste ano, pela primeira vez a marca de 1 bilhão - ou quase 1 em cada 6 pessoas -, resultado da crise que aumentou o desemprego e reduziu o poder de compra da população (especialmente dos mais pobres), segundo a FAO (organismo da ONU para a agricultura e a alimentação). Isso significa que mais 100 milhões de pessoas entrarão na zona da fome neste ano, encerrando período de mais de 20 anos em que vinha caindo a proporção da população mundial subnutrida - resultado dos projetos contra a pobreza e do crescimento nos últimos anos de economias como Índia, China e Brasil. Agora, o número deve ficar em torno de 16% da população mundial, retornando ao nível do período de 1990-92 - entre 2003 e 2005, a população subnutrida era de 13%. Para a FAO, são subnutridas pessoas que consomem menos de 1.800 calorias ao dia, mas esse número varia de país para país -no Brasil, a exigência é um pouco maior. Essa quantidade de calorias é a necessária para que a maioria dos adultos mantenha seu peso.


Fonte: Bahia Notícias

19.6.09

Oração em Línguas : Sinal de batismo ou dom de fé?

Orar em línguas é um sinal de intimidade com Deus ? Falar em línguas estranhas seria uma prova do batismo com o Espírito?

A intimidade do SENHOR é para os que o temem, aos quais ele dará a conhecer a sua aliança.... Salmos 25:14 . Diversos homens tiveram salvas as suas vidas e de seu povo por estarem próximas do Senhor, em um elo de amor, aliança e intimidade. Orar em línguas é um sinal de intimidade com Deus ? Falar em línguas estranhas seria uma prova do batismo com o Espírito? Para debater estas preciosas questões, entrevistamos o Pastor Rodolfo Bussinguer da Comunidade Rama com exclusividade para o Portal Melodia.

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Vosso Santo Pai Altíssimo

Aba, Pai. O próprio Espírito testifica com o nosso espírito que somos filhos de Deus Porque não recebestes o espírito de escravidão, para viverdes, outra vez, atemorizados, mas recebestes o espírito de adoção, baseados no qual clamamos: Aba, Pai. O próprio Espírito testifica com o nosso espírito que somos filhos de Deus. Ora, se somos filhos, somos também herdeiros, herdeiros de Deus e co-herdeiros de Cristo; se com Ele sofremos, também com Ele seremos glorificados. Romanos 8:15-17. Mateus 6:26 nos diz que Deus é Pai, ''''''''vosso Pai Celestial''''''''. Isto é emocionante.

A realidade de Deus ser Pai de cada cristão é um dos grandes e recorrentes temas do Sermão do Monte. Todos quantos nasceram de novo foram adotados na família de Deus. Essas pessoas renunciaram a seu antigo pai e a seus hábitos pecaminosos e aceitaram a Deus como Pai. Passaram a fazer parte da grande família dos redimidos. Estão, portanto, em condições de chamar Deus de ''''''''Aba, Pai''''''''. Aqueles que ainda têm o diabo como pai não podem fazer isso. ''''''''Aba'''''''' é um termo carinhoso, como a palavra ''''''''papai'''''''' em português. Que maravilha! O Deus do Universo é meu Papai. Não admira que eu não precise me preocupar. Não admira que eu não tenha temor. Deus é Aba para mim. Esse fato fornece a base da confiança.

Contudo, Deus não tem apenas a proximidade de um papai; Ele também possui o poder de um Criador. Foi Ele quem trouxe os mundos à existência. ''''''''Os céus por Sua palavra se fizeram, e, pelo sopro de Sua boca, o exército deles.'''''''' Sal. 33:6. ''''''''Pois Ele falou, e tudo se fez; Ele ordenou, e tudo passou a existir.'''''''' Verso 9. Nosso Aba também é o poderoso Criador das aves e das flores. Essa é a razão por que não devo me preocupar. Ele tem a proximidade de um papai e o poder de um Deus galáctico. Que Senhor!Mas isso não é tudo. Nosso Aba Criador também tem o coração de um redentor. Ele nos amou tanto que deu Seu Filho para morrer em nosso lugar, a fim de que tivéssemos vida eterna. Este é o Deus a quem servimos. Ele é Papai, Criador e Redentor, tudo de uma vez. Seu cuidado por nós não se limita apenas à esfera espiritual; abrange também nosso vestuário e sustento de cada dia. Quem pode ficar ansioso tendo tal Senhor como amigo?

Pastor Norberto Carlos
www.tele-fe.com.br

18.6.09

Violência pode acabar com a Parada Gay na avenida Paulista. Marcha para Jesus, sem violência, foi proibida há dois anos

parada-gay

A polícia registrou ao menos cem casos de roubo e furto durante a Parada Gay realizada neste domingo (14) em São Paulo. O evento também terminou com 412 atendimentos médicos realizados pela polícia. Em 2007, a prefeitura de São Paulo proibiu a Marcha para Jesus (foto), na avenida Paulista, alegando resguardar a avenida evitando que ela seja depredada.

Na noite desta segunda-feira, balanço da Secretaria Municipal de Saúde e da Santa Casa de São Paulo mostrou que ao menos 54 pessoas ficaram feridas. De acordo com o órgão, entre os feridos há pessoas vítimas de agressões físicas e da explosão de uma bomba caseira lançada no centro da cidade.

Ainda houve nove casos de roubo ou furto de veículos no evento, cujo público esperado era de 3,5 milhões de pessoas. O balanço com o público que se aglomerou da Paulista até a praça da República neste ano ainda não foi divulgado pelos organizadores.

O grande número de casos de violência fez o prefeito Gilberto Kassab (DEM) reavaliar a realização da Parada Gay na avenida Paulista. Para ele, a continuação do evento na Paulista será analisada.

“A Paulista cada vez mais se mostra inadequada para os eventos. O que pode ter atrapalhado [a parada neste domingo] foi a obra do metrô, no final da Paulista”, disse Kassab hoje, após um evento no Palácio dos Bandeirantes. “A avaliação [da parada] será feita com serenidade pela prefeitura. Nada indica que não possa ser [modificado o lugar do evento].”

Brigas e tumultos deixaram feridos ao longo da parada. Um homem de 35 anos sofreu traumatismo craniano ao ser espancado na rua Frei Caneca, nos arredores da Paulista. Outros dois rapazes –entre eles um de 17 anos– estão internados na Santa Casa devido a ferimentos também por espancamentos.

No largo do Arouche, no fim do circuito da parada, a explosão de uma bomba deixou ao menos 22 feridos. A origem do explosivo é investigada pela Polícia Civil.

Marcha para Jesus

Em 2007, o Ministério Público do estado e a Prefeitura de São Paulo assinaram um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) determinando que a partir de agora apenas três grandes eventos poderão ser realizados por ano na Avenida Paulista, região central da capital.

No acordo, segundo a Empresa de Turismo e Eventos da Cidade de São Paulo (SPTuris), a prefeitura definiu que as festas que passariam a ocorrer na avenida seriam o réveillon, a Corrida de São Silvestre e a Parada GLBT (gays, lésbicas, bissexuais e transgêneros).

A SPTuris conta que a escolha dos eventos foi definida por vários fatores. No caso do réveillon e da São Silvestre, principalmente pela tradição. A parada GLBT foi escolhida como terceiro evento na avenida por vários motivos. Os principais foram: o fato de ser um desfile e não precisar da montagem de uma estrutura fixa como um palco, o que diminui o tempo de interdição da avenida para o tráfego de veículos; ser um evento tradicional com cerca de dez anos no local; ser um festejo capaz de transmitir à cidade a imagem de modernidade e nenhum preconceito; ser uma festa que traz muitas divisas econômicas para a capital.

Com a escolha da parada GLBT, outros dois grandes eventos que tradicionalmente ocorriam na Paulista não poderão mais ser realizados no local: a festa do trabalhador no 1º de maio e a Marcha para Jesus, caminhada realizada por evangélicos de várias igrejas.

Ainda de acordo com a SPTuris, a decisão foi tomada para resguardar a Avenida Paulista, evitando que ela seja depredada e assegurando sua posição de ícone de São Paulo, e ampliar os espaços destinados a eventos culturais na cidade. Para a empresa de turismo, a capital possui vários locais propícios à realização de grandes eventos que não são muito utilizados, como o Sambódromo (no Anhembi, na Zona Norte), Interlagos e Parque da Independência, ambos na Zona Sul. Neste último local, será realizada já neste ano a festa de 1º de maio pela Central Única dos Trabalhadores (CUT).

A Fundação Renascer divulgou,na época, nota oficial comunicando a “surpresa” ao saber que o evento Marcha para Jesus não poderia ser realizado na Avenida Paulista. A fundação, pertencente à Igreja Apostólica Renascer em Cristo, criada pelo casal Estevam e Sônia Hernandes, é a organizadora da marcha.

Segundo a assessoria da fundação, a marcha seria um evento “que já se transformou em tradição paulistana” e que, em maio do ano passado, foi também firmado uma TAC com o Ministério Público do estado em que havia ficado garantido “o direito de, se houvesse qualquer outro evento de massa na Avenida Paulista, ali também seria realizada a Marcha para Jesus”.


Fonte: Folha Gospel

17.6.09

Refrigerante à base de cola murcha os músculos

Bebida leva a perda de potássio, mineral envolvido nas contrações


Você consegue reduzir o açúcar, maneira nas gorduras e até regula o horário das refeições. Para completar, vence a preguiça e começa a fazer exercícios, incluindo a musculação. Mas abandonar o refrigerante é tarefa quase impossível, e uma latinha é sua opção número para matar a sede. Pois saiba que, mesmo tomando as versões light ou zero, a bebida pode prejudicar e muito! os resultados do seu treino.

Doses diárias de refrigerantes à base de cola fazem seus músculos murcharem, segundo uma pesquisa que acaba de ser publicada na revista de Prática Clínica, no Reino Unido. Segundo os médicos, isso acontece porque a bebida provoca a eliminação excessiva de potássio pelo organismo, mineral envolvido em todos os processos de contrações musculares.

O problema torna-se crônico quando o consumo atinge dois litros por dia. Nesses casos, os pacientes precisam de suplementação oral ou venosa para repor o mineral perdido, além de interromper totalmente a ingestão do refrigerante.

E não é só nos músculos que o prejuízo dos refrigerantes pode ser sentido:

Nos dentes: a bebida provoca o que os dentistas chamam de erosão ácida, ou seja, o desgaste dos minerais que compõem o esmalte dos dentes. "O refrigerante em excesso pode gerar muita sensibilidade, além de possibilitar fraturas, já que o dente fica mais fino e sem proteção", explica o dentista Lauro Delgado.

Na digestão: o refrigerante dilata seu estômago, fazendo você comer mais do que precisa se sentir satisfeito. Com o excesso, a digestão demora e a dieta acaba prejudicada. "As calorias dos refrigerantes são vazias e devem ser evitadas", afirma a nutricionista do MinhaVida, Roberta Stella.

No hálito: por aumentar a acidez do estômago, o refrigerante pode levar a gastrites e úlceras. Além da dor que essas doenças provocam, há o desconforto social de ter de conviver com o mau hálito.
Fonte: HotNews do yahoo.com

JÁ ESTOU CRUCIFICADO ( FERNANDINHO )

BATISMO COMO MORTE

Fomos sepultados com ele na morte por meio do batismo, a fim de que... vivamos uma vida nova.
Romanos 6:4 


Nascemos na água e nos lavamos com água. Mas também podemos morrer nela – por afogamento. Quando lemos que “o Espírito de Deus se movia sobre a face das águas” (Gênesis 1.2), devemos lembrar que a cultura hebraica tinha as águas como um símbolo de caos e morte. Isso nos ajuda a entender a enorme tensão que, mais tarde, o povo de Israel enfrentou ao cruzar as águas do Mar Vermelho em direção à terra prometida (Êxodo 14.29).

O apóstolo Paulo retomou esse símbolo para afirmar que, quando passamos pelas águas do batismo, somos sepultados na morte com Jesus, a fim de renascermos com ele para uma nova vida. Ao nos tornarmos cristãos, nosso orgulho e egoísmo é “afogado”, e ressuscitamos para uma nova identidade como pessoas verdadeiramente novas.

Por causa dessa imagem, algumas Igrejas cristãs primitivas (e outras recentes) projetaram espaços reservados para batismo que se pareciam com tumbas. Os novos cristãos desciam até um tanque semelhante a um túmulo, onde “afogavam” sua velha natureza e de onde saíam para uma nova vida.

Que vivamos hoje na alegria de saber que, pelo batismo, experimentamos a única morte que realmente nos interessa: a morte de nossa antiga vida pecaminosa.

Ore

Senhor, morremos para o mundo e revivemos para ti. Preenche nossa vida com teu perdão, fazendo-nos morrer cada vez mais para nossas inclinações pecaminosas e viver, com intensidade crescente, a nova vida em Cristo. Amém.

Pense

Batismo é morrer 
e nascer com Jesus.

16.6.09

Deus que é restaurador e reconciliador

O que fazer, quando de repente tudo desaba ao nosso redor e nosso passado se torna um amontoado de ruínas? Gastamos todas as nossas ''tentativas'' de esperança sem ter nada de ''troco''! Esta na verdade é uma maneira simples de falar sobre algo tão complicado. Não basta dizer ''A vida continua...'' para quem investiu muito em um relacionamento que imaginou durar a vida toda e acabou. Vivemos uma época que é marcada pela deterioração do conceito de família. Todo o veículo de comunicação parece estar comprometido em passar uma idéia da família como algo retrógrado, desmoralizando conceitos e princípios que fundamentam uma sociedade. Deus nunca desejou ou planejou o divórcio. Ao contrario, a Palavra de Deus nos diz em Ml 2:16

''Eu detesto o divórcio...'' .

Bem, mas o que diríamos de algo que tem atingido diretamente nossa geração? A instituição criada por Deus para estabelecer uma base sólida na sociedade, tem sido minada cada vez mais pela ausência de princípios bíblicos que estão sendo substituídos pela filosofia do presente século, ou seja, uma série de conceitos que desviam as pessoas da verdade e da sensatez. Relativismo, sofismas, enganos, amarguras, que por sua vez, levam as pessoas a desacreditar dos princípios de Deus e seus propósitos para a família. O que fazer para reverter este quadro? Precisamos saber que Deus não desampara o necessitado, nem aquele que quer consertar sua vida. Nós temos um Deus que é restaurador e reconciliador.

Este Deus também é pessoal, e para cada pessoa, Ele tem uma maneira de agir, portanto, antes de qualquer coisa, a porta de saída para qualquer problema está na reabilitação do relacionamento pessoal com o Senhor Jesus! E em, à partir daí, começarmos a ouvir a voz do nosso ''bom Pastor''. Uma das coisas que mais me impressionam no evangelho é que ele nos garante a habilidade de ouvir a voz de Jesus, nosso Pastor; no capítulo 10 do evangelho de João, a Palavra de Deus nos assegura que o relacionamento entre as ovelhas e seu pastor está baseado em um ligação pessoal! Veja bem, Ele as conhece pelo nome, Ele as chama e elas ouvem a sua voz , Ele sai e elas o seguem!

Mesmo quando a ovelha desgarrada se afasta, ele deixa todas as outras no aprisco e vai atrás daquela que necessita da sua ajuda! A expressão: ''A vida continua...'' só tem um sentido de esperança, quando sua perspectiva de vida esta voltada para desfrutar de um relacionamento com o Senhor Jesus.

Pr.Silas Oliveira Filho
Um parceiro Melodia

www.melodia.com.br

Bancada evangélica se mobiliza e emperra projetos de gays no Congresso

Grupos de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais (LGBT) dizem que reivindicações do movimento foram “rifadas’; para o senador evangélico Marcelo Crivella, homossexuais devem ter seus direitos, mas deve-se “preservar o livre exercício do culto religioso”.

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A recente tramitação no Congresso do projeto que criou o Ministério da Pesca escondeu uma batalha em que a Frente Parlamentar Evangélica se saiu vitoriosa -e rendeu críticas ao governo por parte de grupos de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais (LGBT).

O descontentamento não se referia ao novo ministério. O texto também tratava das atribuições da Secretaria Especial de Direitos Humanos e descrevia, entre os grupos atendidos, a população LGBT. Previa ainda a criação de um Conselho LGBT no governo.

Depois do debate na Câmara, o texto final excluiu o termo LGBT -citava apenas “minorias”. O Conselho LGBT também não foi aprovado.

A mudança foi comemorada por congressistas ligados a igrejas evangélicas. Para grupos LGBT, o governo “rifou” reivindicações do movimento para aprovar o restante do projeto -além do Ministério da Pesca, tratava da área ambiental e criava cargos em comissão.

Segundo Míriam Martinho, da Rede Um Outro Olhar, o texto aprovado mantém os movimentos, que lutam por visibilidade, invisíveis. “Será uma comissão enrustida [o Conselho contra Discriminação]“, disse.

O estilista Carlos Tufvesson, integrante do Conselho dos Direitos LGBT do Rio de Janeiro, diz que o governo não tem interesse em priorizar a luta LGBT. “O governo, na sua atividade legislativa, não apoia os pleitos LGBT. Entram milhões de barganhas nas negociações.”

Já Luiz Mott, fundador do grupo Gay da Bahia, afirma que é um governo de “boas intenções e poucas ações”.

O responsável pelas políticas LGBT na Secretaria de Direitos Humanos, Eduardo Santarelo, reconhece que as expressões relativas ao grupo foram retiradas por pressão dos evangélicos. “Qualquer menção no projeto de lei que tivesse a questão LGBT e o combate à homofobia, eles cortaram. Teve-se que negociar para aprovar o projeto como um todo”, disse ele.

Homofobia

Encarada como a maior vitória LGBT no Congresso, a proposta que criminaliza a homofobia poderá se transformar em um novo revés para esses movimentos. Aprovado na Câmara por um “descuido” da bancada evangélica, o texto precisa passar pelo Senado sem emendas.

Caso contrário, volta à Câmara, onde vai “dormir em berço esplêndido”, como disse aos colegas a relatora do tema, senadora Fátima Cleide (PT-RO). Depois de mais de um ano de negociação, ela já fala em fazer substitutivos ao texto para tornar viável sua aprovação.

Uma das principais objeções dos senadores ligados a igrejas é o artigo que pune discriminação a manifestações públicas de afeto. Outro ponto polêmico é a interpretação de que pastores não poderão mais condenar a homossexualidade em programas de rádio e televisão.

O senador Marcelo Crivella (PRB-RJ) afirma que é a favor dos direitos de homossexuais, mas é preciso “preservar o livre exercício do culto religioso”.

Nos grupos LGBT, há quem defenda a votação sem modificações. Outros preferem mudanças no texto que garantam aprovação. “É melhor que ele [o projeto] seja votado e rejeitado. Vai ter de haver o custo político de rejeitar”, diz Tufvesson.

O presidente da Associação Brasileira LGBT, Toni Reis, defende diplomacia e mobilização. “Precisamos ter mais força dentro do Congresso”, diz.

Fonte: Folha de São Paulo

Falta de paciência com os filhos

Talvez o problema esteja no casal
Por Gisele Alves
Educar, trabalhar para oferecer o melhor, impor limites, dar amor e carinho, proporcionar um ambiente saudável e além de tudo isso, se manter paciente. Com certeza esta lista de tarefas imposta aos pais não é nada fácil. Porém, é preciso fazer de tudo para cultivar a virtude da paciência. Atualmente os pais passam mais tempo fora do que dentro de casa, devido por exemplo a alta carga horária de trabalho ou estudos. Muitas vezes quando chegam eles estão cansados e não se reúnem com os filhos nos horários das refeições, com isso a paci
ência quase não se é mais exercitada. A pedagoga cristã Cris Poli, a Supernanny do SBT, disse em entrevista para revista Enfoque Gospel no mês de julho que a direção correta em se tratando de educação é buscar um equilíbrio. "Teve uma época em que a educação era muito rígida, nada era permitido, os valores morais eram outros. Depois, veio uma época de reação contrária: tudo é permitido, a criança é livre para escolher. Mas isso também não deu certo, porque veio a rebeldia, a violência e uma série de coisas que os pais não conseguiram controlar", afirmou. A psicóloga mestre em educação Elaine Cruz, explica que quando um casal costuma perder sempre a paciência para lidar com um filho pequeno é porque existem dois fatores que antecederam o problema. "Primeiro é preciso pensar em qual é a visão que os pais tinham sobre infância, pois existe casal acreditando que as crianças serão sempre como aquelas da TV, bonitinhas, comportadinhas, como se todo mundo viesse formatado para ser obediente, e criança não é assim, cada filho é de um jeito", explica. Elaine continua dizendo que uma segunda questão é o quanto eles conversaram a respeito deste filho antes dele nascer. É importante que os dois decidam quais serão as regras e os limites. "Um dos cônjuges vai dizer que passou a infância inteira brincando solto na rua e o outro vai lembrar que foi criado cheio de limites e sequer dormia fora de casa. Então, isso precisa ser discutido, porque quando a criança nasce deve-se saber muito bem o que vai ser permitido ou não para ela". A especialista chama a atenção para outro fator que pode atrapalhar esta situação, que é a interferência de parentes. Muitas vezes, uma sogra ou um tio, normalmente pessoas que moram bem perto e costumam participar ativamente desta educação, criando uma confusão neste relacionamento entre pais e filhos. Para ela, isto se torna complicado e preocupante, já que as regras são diferentes em cada família. Ela lembra que isto tudo deve ser resolvido antes que a criança nasça. "A partir daí, quando já se sabe a concepção de infância, fica muito mais fácil. E provavelmente eles não serão impacientes", afirma. De acordo com a psicóloga, no caso de nada disso ter sido feito e a impaciência ter se alojado, é preciso "frear" a situação. "Deve-se parar de brigar com essa criança e começar a entender o que significa infância para os dois. Seria manter o filho trancado no quarto estudando de perninha cruzada? deixar essa criança viver, brincar, correr... ou um meio termo, usando um equilíbrio? Isto seria o ideal. Partindo daí os dois precisam conversar sobre quais regras irão impor para essas crianças e quais limites serão colocados ,e em seguida aplicá-os mesmo que já se trate de um adolescente". Elaine diz ainda que as vezes é preciso reconhecer a falha que tiveram neste processo. Além disso tudo, a psicóloga destaca uma outra vertente. Talvez o problema esteja no casal e os dois estejam descontando esta sobrecarga na criança. "É preciso pensar: Será que não estou com raiva do meu marido e colocando meu filho contra ele? Será que sexualmente não estamos nos dando bem, isso está nos fazendo mal e trazendo irritações? Será que o nosso casamento não precisa de algum tipo de ajuste? Será que não precisamos conversar mais rir mais? Talvez o o filho esteja muito tempo no quarto e esteja funcionado como alguém que separa pai e mãe.", orienta. Segundo ela, além dessas situações, podem haver outros fatores como: trabalhar muito, se estressar, não ter um lazer e não dormir o suficiente. Enfim, alguma coisa nessa relação não vai bem, esclarece Elaine afirmando que existem três pontos cruciais neste assunto: Concepção de infância e filho, determinação de limites e regras e cuidados para que o casamento vá bem. Afinal, quando o relacionamento dos dois não está dando certo, fica complicado lidar com insatisfação conjugal juntamente com as necessidades do filho. "Afinal, ele geralmente não vai ser daquele padrão que se imagina e isso é muito bom, porque somente assim é que se aprende com as indiferenças", conclui. A programadora musical Claúdia Corrêa, mãe de Daniel e Samuel, de 4 e 2 anos respectivamente, diz que manter a paciência é complicado, principalmente para as mulheres que trabalham fora. "Quando chego em casa as crianças estão bem "agitadas" e querendo atenção o tempo todo....mamãe vamos brincar? aí eu tenho que largar as tarefas domésticas para ficar um pouco com eles e ajudar o mais velho nas tarefas escolares de casa. Depois que meu marido chega do trabalho tenho que dividir as atenções e as vezes, não consigo conversar com ele, antes dos meninos dormirem. Mas isso faz parte, eles são uma bênção. Eu sempre desejei ser mãe, eles são o meu presente de Deus. A pior parte é quando eles brigam, aí respiro fundo, muita calma nesta hora, mas têm momentos em que só param quando grito....eu sei que é errado.....mas, as vezes é preciso", afirmou.
:: Fonte: Site Elnet
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A Rocha

PR. AGUIAR VALVASSOURAS

Põe-me a salvo na rocha mais alta do que eu. (Sl 61.2.)

Lá em cima é melhor, lá em cima é mais reservado, lá em cima é mais silencioso, lá em cima é mais seguro, lá em cima é mais perto de Deus, lá em cima é mais longe do mundo. Seria muito bom armar lá em cima três tendas: uma para Jesus, uma outra para Moisés e outra para Elias. Seria melhor ainda armar mais uma tenda, a quarta tenda, a nossa tenda! O grande problema é que a rocha lá em cima é mais alta do que nós. Queremos subir, mas não conseguimos. Queremos voar, mas não somos anjos, não temos asas.
Queremos o nível mais alto, mas nossos pés continuam no nível mais baixo. Queremos ser mais santos, mas não conseguimos ser menos pecadores. Queremos chegar mais perto, mas continuamos grudados no chão. Buscamos uma escada, cujo topo alcance a rocha mais alta do que nós, e verificamos que ela só existe em sonhos, como o de Jacó (Gn 28.10-15).
Depois de tantas tentativas infrutíferas, apelamos finalmente para a oração, a exemplo do salmista: “Põe-me a salvo na rocha mais alta do que eu” (Sl 61.2). Uma oração assim agrada a Deus. Porque ela tem os dois elementos chaves — a declaração implícita da nossa impotência e miserabilidade e a comprovação de que queremos mesmo chegar ao alto da rocha até então inacessível.
Em toda a história bíblica, a bênção maior só vem depois da descoberta da graça de Deus. Pois a mão do homem é sempre curta e a mão de Deus é sempre longa. Quando a mão curta do homem se encontra com a mão estendida de Deus — coisas fantásticas acon-tecem!

Getsêmani Internet]

Discurso de Obama pode abrir caminhos para Cuba

INTERNACIONAL - Muitos cubanos se surpreenderam nesta terça-feira, 9, quando o líder histórico da Revolução cubana, Fidel Castro Ruz, dedicou uma de seus habituais "reflexões" ao discurso pronunciado na Universidade islâmica de Ao-Azhar, no Cairo, pelo presidente dos Estados Unidos, Barack Obama.

As "Reflexões do colega Fidel", como se intitulam faz pouco tempo os comentários do ex-mandatário cubano, ocuparam nesta ocasião duas páginas completas, das oitos páginas, do tablóide oficial do comitê central do Partido Comunista de Cuba, "Granma".

O texto de Fidel também foi reproduzido no diário "Juventude Rebelde" e os principais noticiosos de rádio e de televisão fizeram referências às reflexões.

Castro sustentou que o discurso do mandatário estadunidense tem um "especial interesse" para "os que seguem de perto suas ações políticas, dado o enorme poder da superpotência que dirige".

Na análise do discurso de Obama, Fidel escreveu que "não se pode culpar o novo presidente dos Estados Unidos da situação criada no Médio Oriente", e que resulta "óbvio que ele deseja encontrar uma saída ao colossal embaraço criado ali por seus antecessores".

O ex-mandatário cubano afirmou que Obama "assume o cargo num momento excepcionalmente complexo de seu país e do mundo" e "trata de resolver problemas que talvez considere mais singelos do que realmente o são".

Destacou que "a raiz africana de Obama, sua origem humilde e sua assombrosa ascensão acordam esperanças em muita gente que, como náufragos procuram tábuas de salvação no meio da tempestade".

Castro, um fervoroso crítico da política estadunidense, reconhece que é correta a afirmação de Obama de que "qualquer regime no mundo que eleve uma nação ou grupo humano acima de outro inevitavelmente fracassará"

Mesmo com algumas reservas, Castro afirmou que ainda é cedo para emitir juízo a respeito do grau de compromisso com as idéias que Obama emite.

Mas Castro mencionou as citações de Obama do sagrado Alcorão, Corán", do Talmud judeu e da sagrada Bíblia, para apontar suas idéias de que "os povos do mundo podem viver juntos e em paz".

"Em determinado momento – escreveu Fidel - não sabia se estava numa catedral católica, numa mesquita ou numa sinagoga".

Muitos leitores avaliaram que talvez os cubanos estejam diante dos primeiros passos do desenvolvimento de um diálogo não-formal entre o ancião ex-presidente e o jovem primeiro presidente afro-americano na história da grande potência do Norte.

Fonte: ALC notícias

11.6.09

Espíritos enganadores e doutrinas de demônios

"Mas o Espírito diz claramente que nos últimos tempos alguns abandonarão da fé e seguirão espíritos enganadores e doutrinas de demônios" (1 Tm 4.1). Doutrinas de demônios são as que estão em desacordo com a Palavra, na contramão do que ensinam as Sagradas Escrituras. Homens influenciados pelo diabo inventam doutrinas, interpretam erroneamente ou alteram os textos bíblicos.O primeiro exemplo desse espírito de rebeldia declarada contra Deus está no primeiro livro da Bíblia. Vejam: "E o Senhor Deus ordenou ao homem: Coma livremente de qualquer árvore do jardim, mas não coma da árvore do conhecimento do bem e do mal, porque no dia em que dela comer, certamente morrerá" (Gn 2.16-17).

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Os olhos que não enxergam

RUSSELL SHEDD

Você não me conhece, Filipe, mesmo depois de eu ter estado com vocês durante tanto tempo? Quem me vê, vê o Pai. Como você pode dizer: ‘Mostra-nos o Pai’?” (Jo 14.9, NVI). É de conhecimento comum que os descrentes sofrem de uma cegueira espiritual induzida pelo “deus deste mundo” (2Co 4.4). Mas essas palavras de Jesus revelam a possibilidade de estar com Cristo sem conhecê-lo. Deve ser comparável ao galho na Videira (Cristo) que não produz fruto; conseqüentemente, sofre a desgraça da remoção e ser lançado no fogo.
Os deficientes visuais sabem que são distintos dos outros que gozam da visão boa. Os tristes seres humanos, aflitos com cegueira física, reconhecem seu isolamento num mundo escuro. Podem tentar imaginar este belíssimo mundo, invisível para eles, exuberante e com vivas cores, vistas empolgantes de montanhas, rios, oceanos e rostos expressivos. Temos pena dos que nunca tiveram a oportunidade de se deliciar com a vista perfeita. Mas deficiência física é muito menos sério do que a cegueira espiritual. A escuridão condena todos os que não têm fé a concluir que o mundo físico é tudo que há. A glória do Criador se percebe pela fé, de modo que todos os sinais da glória e da majestade do seu poder e inteligência inseridos neste mundo se perdem na cegueira do materialista.
C.S. Lewis comparou a tentativa de comunicar a existência do mundo espiritual a um incrédulo a uma criatura que em toda sua vida experimentou apenas duas dimensões. Alguém que tenta explicar as três dimensões do mundo real por uma fotografia acha que o triângulo é um caminho e outro triângulo, uma montanha. O indivíduo limitado às duas dimensões fracassa completamente ao tentar compreender a realidade que a fotografia representa. Como um cão que fareja o dedo da pessoa apontando um suculento pedaço de carne, em vez de virar a cabeça, o homem preso à compreensão materialista do mundo acha que toda essa realidade de Deus, salvação e Céu não passam de imaginação fértil do crente.
Mais complexo é o caso do cristão com olhos abertos, mas incapaz de ver. Paulo ora pelos efésios, rogando a Deus pela iluminação dos olhos a fim de que eles “conheçam a esperança à qual ele os chamou”. Escreveu John H. Newman: “Abençoados aqueles que finalmente verão aquilo que olho mortal não tem visto e somente a fé goza. Aquelas coisas maravilhosas do novo mundo já existem agora como serão então. São imortais e eternos; e as almas que então serão feitos conscientes delas, as verão em sua tranqüilidade e majestade aonde nunca chegaram. Mas quem é capaz de expressar a surpresa e o arrebatamento que descerão sobre aqueles que finalmente os conhecerão pela primeira vez? Quem pode imaginar, por uma extensão da imaginação, os sentimentos daqueles que, tendo morrido na fé, acordam para júbilo? A vida, então iniciada, durará para sempre; porém, se a memória for para nós então o que é para nós agora, aquele dia será um dia para ser muito celebrado para o Senhor durante todas as eras da eternidade” (Dia 153, Diary of Readings, ed. J.Ballie, 1955).
A falta de ver essa gloriosa realidade escatológica torna esta vida uma cena de competição, ambição e desespero. Crentes se desviam por falta de visão do futuro que não vêem e nem imaginam. Faltando iluminação nos olhos espirituais, ficam presos ao mundo material temporário. Transferem os valores do Céu para a Terra e interpretam a prosperidade em termos financeiros e passageiros. Seguir a recomendação de Jesus parece loucura. “Não acumulem para vocês tesouros na Terra, onde a traça e a ferrugem destroem, e onde os ladrões arrombam e furtam”, em vez de acumular tesouros nos céus. Isto faz sentido somente para quem tem uma visão clara da realidade além deste mundo material.
A Deus toda a glória!

Getsêmani Internet]

'A festa da menina morta' revê raízes amazônicas

Estreia de Matheus Nachtergaele como diretor rendeu diversos prêmios.
Radical e intenso, longa-metragem estreia nesta quinta em cinco capitais.

Da Reuters

Foto: Divulgação

Divulgação
Daniel Oliveira em cena do filme 'A festa da menina morta', de Matheus Nachtergaele (Foto: Divulgação)

Ator consagrado na TV e no cinema, Matheus Nachtergaele passa para trás das câmeras estreando na direção com "A festa da menina morta". Um filme que teve sua estreia mundial em maio de 2008, dentro da seleção da respeitada mostra Un Certain Regard (Um Certo Olhar) do Festival de Cannes, onde colheu as primeiras comparações com a pegada radical do Cinema Novo.

Se ali não recebeu prêmios, o contrário aconteceu nas demais passagens do filme em outros festivais internacionais, como Chicago, Havana e Los Angeles, e nacionais, como Gramado e Rio de Janeiro.

A coleção de troféus e elogios certamente pavimentou o caminho da estreia, que acontece na quinta (11) em cinco capitais - São Paulo, Rio, Porto Alegre, Belo Horizonte e Brasília. Mas não atenua o potencial de risco que está na própria essência desta obra radical, intensa, muitas vezes barroca, ambientada no coração da Amazônia, desdobrando uma história que mistura religião, incesto, exploração e sentimentos profundos.

Ator de filmes como "Amarelo manga" e "Baixio das bestas", ambos do polêmico diretor Cláudio Assis, Nachtergaele envereda pela mesma busca do diretor pernambucano de confrontar padrões. A vantagem é que o diretor estreante atinge uma dramaturgia bem mais ampla e madura no roteiro assinado por ele mesmo e por outro pernambucano, Hilton Lacerda, aliás, colaborador de Assis nos dois filmes citados.

O sagrado e o profano

A história de "A festa da menina morta" centra-se no poder do misticismo numa comunidade perdida nos confins da Amazônia - as filmagens foram em Barcelos, a 400 km de Manaus. Ali, praticamente toda a população vive em função da crença nas previsões anuais de Santinho (Daniel de Oliveira, premiado no Rio e em Gramado).

Espécie de beato com inúmeras características profanas - como o relacionamento dúbio com o próprio pai (Jackson Antunes) -, Santinho ganhou seu status ainda criança, quando recebeu de um cachorro os restos do vestidinho de uma criança desaparecida. Um episódio que foi interpretado como sinal de divindade e que garante ao rapaz o servilismo de mulheres como Tia (Ednelza Sahdo), Das Graças (Conceição Camarotti) e outras, que se ocupam de todo o trabalho, preparando sua comida, sua rotina e aguentando seus frequentes destemperos histéricos.

A figura da mãe (Cássia Kiss), dada como morta por suicídio, assombra a casa, ecoando detalhes biográficos da vida do próprio diretor, órfão de mãe ainda bebê - e que, em entrevistas a partir de Cannes, não nega ter colocado no filme o seu "luto". Mesmo que o espectador não conheça este detalhe, salta aos olhos a voltagem emocional das relações entre os personagens, como Santinho, seu pai e também Tadeu (Juliano Cazarré), irmão da menina morta, e um dos poucos a questionar o sentido desse ritual religioso, mantido há 20 anos.

As cores fortes da fotografia de Lula Carvalho e a câmera na mão associam o filme a Glauber Rocha e ao Cinema Novo, uma ligação que foi identificada por críticos internacionais à época da exibição do filme em Cannes e que foi assumida pelo diretor como uma de suas inspirações.

"A festa da menina morta" não aspira a ser um filme simples, muito menos digestivo. O diretor demonstra acreditar na validade do uso de seus excessos como parte indispensável de um projeto que visa retratar partes de um Brasil ainda arcaico, primitivo e feroz. E o faz com uma segurança que fundamenta a impressão de que aqui está nascendo um diretor sério e comprometido com o cinema. Nada mau para um marinheiro de primeira viagem.

(Por Neusa Barbosa, do Cineweb)

Israel não vai mais confiscar fundos bancários do Vaticano

País pressiona a Santa Sé a pagar impostos; apreensão aconteceu menos de um mês após a ida do Papa ao país.

JERUSALÉM
- A autoridade fiscal de Israel anulou nesta segunda-feira, 8, sua decisão de confiscar os fundos bancários do Vaticano no país, informou uma porta-voz do órgão.

Segundo a fonte, "o assessor fiscal (desse órgão) era da opinião de que se deviam coletar os impostos relevantes", tomando há alguns dias a ação pertinente para ele.

No entanto, "após consultar o conselheiro legal chefe da autoridade fiscal de Israel, se decidiu que o assunto está dentro do quadro de manutenção de status quo, a situação foi corrigida e a ação, cancelada."

A porta-voz não quis dar mais detalhes sobre a "ação" que foi tomada para obrigar a Igreja Católica a pagar os impostos devidos ao país, mas o portal Asia News afirmou que a Santa Sé recebeu uma notificação de que seus fundos locais haviam sido confiscados pelo Ministério das Finanças.

O chefe da Fazenda, Yehezkel Abrahamof, informou aos representantes da Igreja Católica sobre o confisco como maneira de obrigá-los "a cumprir de imediato as demandas fiscais que são aplicáveis a eles", assegura o Asia News.

Há 15 anos a Igreja Católica negocia com o Estado de Israel um acordo econômico que determine as obrigações fiscais dos religiosos, que possuem amplas propriedades e terras no país e que até agora não pagavam impostos por elas.

A apreensão temporária dos fundos locais do Vaticano aconteceu menos de um mês após a ida do Papa Bento XVI a Israel, em sua peregrinação à Terra Santa em maio.
Fonte: estadao.com.br

Cruz Vermelha pede a Israel para autorizar contato familiar

Cerca de 900 presos palestinos no país não são autorizados a receber visitas por causa do fechamento de passagens com a Faixa de Gaza.

Gaza: destruição após conflito

Gaza: destruição após conflito

Mônica Villela Grayley, da Rádio ONU em Nova York.

O Comitê Internacional da Cruz Vermelha apelou a Israel a permitir que famílias palestinas da Faixa de Gaza voltem a visitar parentes que cumprem penas de prisão no país.

Há dois anos, cerca de 900 presos não recebem visitas de familiares que vivem na Faixa de Gaza.

Fronteiras

Leia o boletim de Daniela Kresch, da Rádio ONU em Tel Aviv.

"As visitações foram suspensas assim que o grupo islâmico Hamas tomou o controle de Gaza levando Israel a fechar as fronteiras com o território.

Mas, para Pierre Wettach, chefe da delegação da Cruz Vermelha em Israel e nos Territórios Palestinos, a retomada das visitas é um "assunto humanitário de extrema importância".

Comunicação

Atualmente, a comunicação entre as famílias e os prisioneiros é feita exclusivamente através da Cruz Vermelha, que, desde junho de 2007, enviou mais de 10 mil cartas e 400 mensagens orais aos presos e seus familiares.

Também nesta quarta-feira, o governo dos Estados Unidos anunciou, em Amã, na Jordânia, uma contribuição de US$ 55,3 milhões para a agência das Nações Unidas para refugiados palestinos, Unrwa.

Contribuição

A quantia equivale a cerca de R$ 110 milhões."

Após a nova
doação dos Estados Unidos, a contruibuição americana para a agência em 2009 chega a US$ 154,5 milhões.

De acordo com a Unrwa, US$ 1,8 milhão será usado para a reconstrução de uma clínica de saúde num acampamento de refugiados palestinos em Amã.

Fonte: