15.3.12

“Eu só quero viver em paz”. Pastor diz não rejeitar seu passado e que quer ser livre do sistema religioso

Depois de vários anos sumido do noticiário nacional, o pastor Caio Fábio D’Araújo Filho voltou às manchetes no fim do ano passado. Réu na ação movida contra ele por conta do episódio conhecido como Dossiê Caimã – conjunto de documentos falsos que, pouco antes da eleição presidencial de 1998, acusava altas figuras do governo de ter contas secretas naquele paraíso fiscal –, Caio foi condenado por uma juíza federal a pouco mais de três anos de reclusão. Cabe recurso, e o pastor já avisou que vai até às últimas instâncias. “A juíza quer aparecer”, ataca, sustentando a mesma versão que conta desde o início do imbróglio: a de que foi envolvido inocentemente numa conspiração política. Essa parte de seu passado, bem como muitas outras, já não são conhecidas pelas novas gerações de crentes. Contudo, os evangélicos mais maduros sabem que Caio foi a mais destacada liderança evangélica já surgida no país, cuja visibilidade, catapultada por uma ação ministerial intensa – como a criação da organização Visão Nacional de Evangelização, a Vinde, e da Fábrica de Esperança, megaprojeto social que atendeu centenas de milhares de carentes num conjunto de favelas do Rio –, marcou época entre os anos 1970 e 90. 

Hoje, Caio olha para esse passado com serenidade. Ele diz que não repudia nada do que fez, mas que não quer mais saber de ser a figura pública, aclamada e requisitada de outrora. “Esse tempo acabou definitivamente para mim. Minha alma não tolera mais a possibilidade dessa vida itinerante”, diz, em sua casa em Brasília. Cercado de árvores, jardins e recantos, é dali que ele grava os programas que exibe pela internet, parte importante das atividades do Caminho da Graça, ministério que hoje capitaneia. Tida como uma igreja de perfil alternativo, o grupo reúne-se em várias cidades brasileiras e, segundo Caio Fábio, procura restaurar o sentido da comunhão cristã. “Ele é um movimento conduzido pela Palavra e pelo Espírito Santo. Queremos que invada a massa, abranja tudo e se torne incontrolável como o vento que sopra onde quer”, diz, com a retórica privilegiada que conquistou milhões de admiradores e fez sucesso em mais de 100 livros publicados. De certas experiências do passado, ele não esconde a dor – como a separação de sua primeira mulher, Alda Fernandes, com quem teve quatro filhos, e a trágica morte de Lukkas, o terceiro deles. Contudo, embora muito criticado e contestado ao longo desses anos todos, ele assegura, “diante de Deus”, que não sente mágoa de ninguém. Aos 57 anos de idade, casado com Adriana Ribeiro, Caio Fábio D’Araújo Filho se diz em paz. “Eu sou livre. Sou nascido do Evangelho, nascido de Jesus. Hoje, sirvo ao Senhor e não preciso perder o meu ser, a minha saúde, a minha paz, o meu convívio familiar. Isso é graça de Deus para mim!” Confira a entrevista em Cristianismo Hoje  

14.3.12

Ex-pastor cria “O Jardim do Amor”, um “sex shop” voltado ao publico “religioso”


Na Holanda um ex-pastor criou na Internet um “sex shop” para cristãos, iniciativa pioneira na Europa que enfoca o “erotismo sem pornografia” a partir de um ponto de vista “religioso”, informou nesta quarta-feira a imprensa do país.

Marc Angenent, ex-pastor, passou dos sermões às fantasias eróticas, que vão desde preservativos a produtos para melhorar a ereção e insinuantes vibradores.

 “O amor o erotismo e o sexo foram criados por Deus e oferecidos às pessoas, por isso devemos dar a eles um lugar importante em nossas vidas”, diz uma mensagem no site do sex shop, batizado de “O Jardim do Amor”. 

O ex-pastor explica que os compradores podem ver os produtos “sem se confrontarem com imagens pornográficas, fotos de pessoas nuas ou uma linguagem agressiva e vulgar”. 

“O Jardim do Amor” foi objeto de grande atenção em seu primeiro dia de funcionamento, com reportagens em várias cadeias de televisão e rádio holandeses. Com informações Agência EFE
Fonte: O Verbo

13.3.12

Não virou jogador e processou a Igreja

“Abandonei o futebol para seguir a igreja"
Arquimedes Nganga domina a bola na entrada da área. Os 76 mil espectadores em Old Trafford ficam de pé na expectativa do gol. O meia invade a área e acerta o ângulo. A torcida explode. É a glória...

O que está descrito acima jamais aconteceu. Mas o sujeito em questão garante que poderia ter sido verdade. O ex-jogador da Terceira Divisão (é... Terceira Divisão) de Portugal está processando a Igreja Batista do país em R$ 30 milhões. Alega que os 19 anos como religioso fervoroso arruinaram suas chances de jogar pelo Manchester United.

Hoje morando em Londres, Nganga está com 46 anos. A conta é simples. Ele acredita que “facilmente” teria recebido R$ 60 mil por semana (mesmo jamais tendo embolsado mais de R$ 600 nos tempos de jogador) na Premier League. “Abandonei o futebol para seguir a igreja aos 25. Poderia ter tido longa carreira. Vejo hoje muita gente, que não é melhor do que eu era, ganhando fortunas. Os meias hoje são defensivos ou ofensivos. Eu era diferente. Fazia as duas coisas”, jura. Com informações do IG.

Jovens Que Oram

"No Big Brother Deus não existe", avisa Boninho


Traição, brigas, bebedeiras, sexo, falsidade, essas coisas é que dão audiência ao Big Brother Brasil e essa é a intenção. Quanto mais baixaria e confusão, mais os mandantes do reality ficam satisfeitos.

Mas quando acontece o contrário, o ‘mandachuva’ precisa tomar alguma atitude e foi o que o Boninho fez na última quinta-feira.

Pouco antes da prova do líder, cinco confinados se reuniram, deram as mãos e fizeram uma oração.

Isso foi o suficiente para Boninho cortar o som do pay-per-view e mandar o seguinte aviso aos jogadores: “Não adianta rezar, porque no Big Brother Deus não existe”.

A 12ª edição do BBB já criou polêmica logo no início por suspeitas de abuso sexual dentro da casa. com informações da veja.abril
Fonte: GUIA-ME

12.3.12

Cientista da NASA é despedido devido a fé no criador

Por Val Green | Repórter do The Christian Post 
O ex-cientista da Nasa, David Coppedge, será ouvido nesta segunda-feira, 12, pela justiça de Los Angeles, pelo processo que move contra a Agência alegando ter sido despedido por ter proclamado a sua crença na teoria da “Criação Inteligente”.

A teoria em questão, que também recebe o nome de “Designe Inteligente”, defende que o universo e a raça humana são complexos demais para terem surgido somente pelo processo evolucionista, tendo tido, dessa forma, uma inteligência “superior”, logo, um Deus.

David acredita ter sido vítima de discriminação. Ele era um dos líderes do grupo Cassini Mission, responsável pela exploração de Saturno e suas luas, e, segundo ele informou à Associated Press, foi demitido após conversas com seus colegas de trabalho sobre ‘Criação Inteligente’ e distribuiu DVDs sobre o assunto.

Sua demissão é datada há dois anos, após trabalhar para a Agência de Administração Nacional da Aeronáutica e do Espaço por 15 anos.

O Grupo cristão The Alliance Defense Fund e o Discovery Institute, instituição não partidária que conduz pesquisas em tecnologia, ciências, cultura, economia e assuntos estrangeiros, são suas maiores fontes de apoio. Ambos acreditam na Criação Inteligente.

“Ha uma guerra contra qualquer pessoa que contradiz Darwin,” diz John West, diretor do Centro de Ciências e Cultura do Discovery Institute. “Esse caso é sobre a liberdade de expressão e de consciência.”

A defesa vai além da denúncia de discriminação por religiosidade. O advogado de David alega que ele foi marcado por seus chefes depois que eles concluíram que sua fé na Criação Inteligente era de origem religiosa.

Ele disse também que a reputação de David era de ser um cristão evangélico e que alguns até já o tinham rotulado de ser um cristão conservador.
David, em seu processo judicial contra seu ex-empregador, alega ainda que seu apoio à votação da lei que limitava o casamento entre casais heterossexuais e seu pedido de mudar o nome da ‘festa de feriado anual’ para ‘festa de natal’, foram causas de sua demissão.

“Apesar de David não sair evangelizando em seu trabalho, ele tinha a reputação de ser um cristão que vivia de acordo com os princípios cristãos,” disse Becker. “Ele não está pedindo desculpas por ser um cristão evangélico.”

Nos papeis judiciais a NASA alega que David teria recebido uma carta de alerta devido a reclamações de assédio de seus colegas de trabalho e que o cientista teria sido demovido porque não combinava com seus colegas e havia um corte no orçamento que forçava a demissão de empregados.

O pai de David é autor de um livro escrito contra evolução e também membro de uma companhia cristã, Illustra Media, que produz vídeos e documentários que analisam evidencias da Criação Inteligente. Esses eram os vídeos que David estava distribuindo para seus colegas. O julgamento ainda não tem previsão de conclusão. Com informações 
The Christian Post.