1.8.15

Delator que acusou Cunha também fez repasse à Assembleia de Deus


O lobista e delator da Lava Jato Júlio Camargo repassou R$ 125 mil para a igreja evangélica Assembleia de Deus Ministério Madureira, em Campinas (SP). A informação consta da quebra de sigilo bancário da empresa Treviso, utilizada por Camargo para repassar propinas no esquema de corrupção na Petrobras revelado pela Lava Jato. Nem o pastor da igreja nem a defesa de Júlio Camargo quiseram dar explicações sobre o repasse.
Laudo da Polícia Federal aponta que a quantia foi repassada entre 2008 e 2014, sem detalhar se o valor foi pago de uma só vez ou em parcelas. A movimentação é a única feita no período pelas duas empresas de Júlio Camargo (Piemonte e Treviso) que teve como destino uma instituição religiosa.
O repasse mostra que o delator, que disse à Justiça ter sido pressionado pelo presidente da Câmara Eduardo Cunha (PMDB-RJ) a pagar propina de US$ 5 milhões, também repassou dinheiro para uma igreja simpática ao deputado expoente da bancada evangélica.

Culto

Em fevereiro deste ano, Cunha chegou a participar de um culto de mais de duas horas em comemoração a sua eleição para a Presidência da Câmara junto com outros políticos na Assembleia de Deus Madureira, no Rio de Janeiro. Na ocasião ele declarou ter trocado a Igreja Sara Nossa Terra pela Assembleia de Deus Madureira. A bancada evangélica foi uma das que mais apoiaram Cunha na eleição para a Presidência da Câmara.
O presidente da Assembleia de Deus Madureira no Rio, pastor Abner Ferreira, contemplou o presidente da Câmara no culto. "O Satanás teve que recolher cada uma das ferramentas preparadas contra nós. Nosso irmão em Cristo é o terceiro homem mais importante da República", disse o religioso na época. Abner Ferreira é irmão do pastor Samuel Ferreira, que preside a Assembleia de Deus no Brás, em São Paulo, e aparece no registro da Receita Federal como presidente da Assembleia de Deus Madureira em Campinas, que recebeu os R$ 125 mil da empresa de Júlio Camargo.

Defesa

A reportagem entrou em contato com a assessoria do pastor Samuel Ferreira, que informou que ele não iria se manifestar sobre o caso. A defesa de Júlio Camargo também não quis comentar a transação.
A reportagem também telefonou para o celular de Eduardo Cunha, que não atendeu.
Com informações do Potal UOL

16.7.15

Bancada evangélica tenta dar às igrejas poder de questionar Supremo


A bancada religiosa prepara uma nova ofensiva na Câmara para, desta vez, aprovar a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que inclui as igrejas na lista de instituições capazes de propor ação direta de inconstitucionalidade ou ação declaratória de constitucionalidade ao Supremo Tribunal Federal (STF).
Para analisar a proposta, o presidente da Casa, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), formou uma comissão especial composta em sua esmagadora maioria, por parlamentares a favor da medida. A comissão se reunirá por mais 40 sessões e o objetivo dos evangélicos é aprovar o projeto até o final do ano.
Leia mais em IG

22.1.15

Associação Brasileira das Empresas do Mercado Erótico lança “Guia Gospel”

Os evangélicos tem por princípio a monogamia, por isso a questão “sexo” só pode ocorrer se for com o cônjuge e após o casamento. Contudo, “Deus não se importa com o que o casal faz entre quatro paredes”, acredita João Ribeiro, proprietário da sexshop Secret Toys e membro da Congregação Cristã do Brasil.
“Na igreja, não falamos que vendemos produtos eróticos porque isso pode gerar constrangimento. Se perguntam, explicamos que somos consultores de casais e isso desperta muita curiosidade”, diz Lídia. “Sempre ouvimos: “Mas ajudam como?”. Respondemos que ajudamos o casal a se reaproximar e até esquentar a relação”, esclarece Ribeiro.
Para ele e muitos outros evangélicos, as regras e os medos foram impostos por homens, no início da Igreja Cristã. De fato, algumas denominações defendem a completa liberdade dentro de quatro paredes. Por outro lado, muitos pastores ainda condenam o sexo oral e anal, também proibidos pela Igreja Católica.
O site IG entrevistou alguns evangélicos que defendem uma maior liberalidade ao tratar desses assuntos. Cláudia (nome fictício), uma evangélica de 40 anos de idade, afirma que somente após dez anos de casamento está conseguindo aproveitar o sexo com o marido.
Para ela, as coisas estão mudando. Gostou de ter lido os livros sodo-masoquistas da trilogia “50 tons de cinza”. “Eu tinha uma barreira psicológica. Questionava até onde poderia ir e o que era permitido por Deus ali. Já hoje comprei até uma algema”, explica.
Frequenta motéis sem preconceito, “Deus mesmo fala que onde eu pisar será santo… Estou me sentindo bem com isso, Deus ainda não me condenou”.  Também consome produtos de sex-shop “A ideia de você querer comprar já é um sinal de que você quer e pode usar. Fantasiar dentro do casamento não é pecado”, assegura. “Após mais de dez anos, posso dizer que alcancei a plenitude sexual com meu marido. É incrível isso. Emocionalmente falando, nunca estivemos tão bem.”
Assim como ela, a procura de casais evangélicos pelos produtos eróticos tem aumentado no país.  Prova disso é que já surgiu até o “Guia Gospel para Sexshops”, que será lançado em livro em março deste ano. São 90 páginas, compiladas pela Associação Brasileira das Empresas do Mercado Erótico e Sensual, com dicas para atendimento aos religiosos.
“Criamos o Projeto Gospel para debater o novo formato do sexshop e o atendimento diferenciado com consultoria de casais, que vai além da venda de produtos. O guia reúne as experiências de trabalho com o grupo evangélico”, assevera Paula Aguiar, presidente da associação.
Existe um grande cuidado com a linguagem. Por exemplo, o sexo oral passa a ser chamado de “beijo na região íntima”, enquanto a palavra sexo é substituída por “relação afetiva” e vibradores “massageadores” ou “estimulantes íntimos”.
Thaís Plaza dona da loja Doce Sensualidade, em São Paulo, calcula que hoje, 40% dos seus clientes são religiosos. Para ela, que organiza encontros de casais religiosos e palestras para apresentação de produtos, os católicos fervorosos são mais “travados” do que os evangélicos.
A terapeuta sexual Thelma Regina da Silva, de 32 anos, se converteu em 2011, na Igreja Batista Água Viva. Mesmo assim, afirma que enfrenta preconceitos diariamente para falar de sexo na igreja, principalmente por ser solteira. Ela conta que teve um sonho e entendeu que ajudar casais seria a missão de sua nova vida. Acredita que há muito trabalho a ser feito pelos pastores, que muitas vezes limitam-se a tratar a relação sexual como uma obrigação feminina e elevam a satisfação do marido.
Thelma defende que sexualidade deveria ser tratada na igreja também para se ensinar os jovens cristãos, que enfrentam dúvidas logo na adolescência. “Trabalhar com jovens é o caminho para a Igreja Cristã construir melhores casamentos. Penso que os casais quebrados hoje foram adolescentes mal informados no passado. Arrumando isso poderemos fortalecer o bem mais precioso para Deus, a nossa família”, finaliza. Com informações IG

26.9.14

Ex-núncio tinha 100 mil arquivos com pornografia infantil, diz jornal

Foto de arquivo de 12 de agosto de 2011 mostra
Jozef Wesolowski, ex- núncio do Vaticano em Santo
Domingo (Foto: Erika Santelices/ Arquivo AFP)
A polícia do Vaticano encontrou mais de 100 mil arquivos de fotos e vídeos com pornografia infantil no computador do ex-núncio do Vaticano na República Dominicana Josef Wesolowski, preso nesta terça-feira sob acusação de pedofilia, publicou o jornal “Corriere Della Sera” nesta sexta-feira (26).

De acordo com o jornal, os arquivos contêm imagens e filmes baixados da internet, além de fotos “que as próprias vítimas tinham sido forçadas a tirar”. As crianças nas imagens têm idade entre 13 e 17 anos, são filmadas nuas e forçadas a ter relações sexuais entre si e com adultos, diz o jornal. Seriam 130 vídeos e mais de 86 mil fotografias. Outras 46 mil imagens teriam sido apagadas.

O periódico ainda afirma que a investigação criminal, que procura possíveis cúmplices de Wesolowski, suspeita de que o ex-núncio possa estar ligado a uma rede internacional de pedofilia.

A análise de e-mails e arquivos salvos no computador pode revelar a identidade das pessoas com quem ele se comunicou. A investigação considera todos os países por onde o ex-núncio apostólico (embaixador do Papa) passou antes de chegar a Santo Domingo, na República Dominicana.
 

Prisão domiciliar


Pela primeira vez, o Vaticano se dispõe a julgar penalmente um religioso, por abusos sexuais contra menores e posse de pornografia infantil.

Wesolowski é a figura mais proeminente da Igreja a ser presa desde que Paolo Gabriele, um ex-mordomo papal, foi condenado em 2012 por roubar e vazar documentos privados do Papa Bento XVI.

Diferente de Gabriele, Wesolowski não foi detido na prisão do Vaticano, poucos quartos anexados a um tribunal, mas foi colocado em prisão domiciliar em um apartamento do Vaticano por razões médicas.

Wesolowski foi afastado por um tribunal do Vaticano no começo deste ano e aguardava julgamento e acusações criminais.

Ele estava morando em liberdade em Roma, e vítimas de abuso sexual pediam sua prisão, expressando preocupação de que ele pudesse fugir.

O Vaticano disse que esta detenção reflete o desejo do Papa Francisco “que um caso tão grave e delicado seja tratado sem atraso, com rigor justo e necessário”.

O Vaticano anunciou em maio que os tribunais eclesiásticos puniram pelo menos 3.420 padres e religiosos nos últimos 10 anos. 

Com informações do G1

31.8.14

MALAFAIA APERTA, MARINA CEDE.


Decorridas menos de 24 horas do lançamento oficial de seu programa de governo, a candidata do PSB à Presidência, Marina Silva, emitiu nota oficial para retificar o que havia prometido em relação à defesa dos direitos da população homossexual.
Alegando “falha processual na editoração do texto” divulgado, ela recuou em relação aos pontos mais polêmicos e rejeitados pelos pastores de denominações evangélicas, onde se abriga parte considerável de seu eleitorado.
Ontem, após a divulgação do programa, ao mesmo tempo que as redes sociais registravam manifestações de apoio da comunidade LGBT, pastores e políticos da bancada evangélica disparavam críticas, insinuando que Marina perderia o apoio do eleitorado de suas igrejas.
Um dos pontos que mais deixam evidente o recuo da candidata, que pertence à igreja Assembleia de Deus, é a supressão da promessa de “articular no Legislativo a votação da PLC 122″. O objetivo desse projeto de lei, que tramita desde 2006, é equiparar o crime de homofobia ao racismo, com a aplicação das mesmas penas previstas em lei.
Desde que surgiu, ele tem sido combatido pela bancada evangélica, com o argumento de que pastores que atacarem a homofobia em seus programas de rádio e TV também poderão criminalizados, o que seria uma restrição do ponto de vista da liberdade religiosa.
Outro recuo dos mais notáveis se refere à união entre pessoas do mesmo sexo. Na versão original, Marina prometeu “apoiar propostas em defesa do casamento civil e igualitária com vistas à aprovação dos projetos de lei e da emenda constitucional em tramitação, que garantem o direito ao casamento igualitário na Constituição e no Código Civil”. Na proposta modificada, ela diz que vai “garantir os direitos oriundos da união civil entre pessoas do mesmo sexo”.
Em outras palavras, ela vai se limitar a cumprir determinações legais já existentes, que surgiram do Supremo Tribunal Federal (STF) e do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), que reconhecem a união civil entre pessoas do mesmo sexo e obriga os cartórios a registrar essas uniões. A promessa, portanto, apenas informa que a determinação do Supremo será cumprida. O que os gays reivindicam é uma lei que garanta o direito à união na Constituição. Isso os deixaria livres de mudanças nas interpretações do STF e do CNJ. Em outras palavras, teriam mais segurança.
Kit escolar. Marina se igualou à atual presidente Dilma Rousseff ao suprimir do programa a promessa de “desenvolver material didático destinado a conscientizar sobre a diversidade de orientação sexual e as novas formas de família”.
Em 2011, pressionada pela bancada evangélica no Congresso, Dilma interrompeu a distribuição de material didático que se destinava justamente a combater a intolerância nas escolas, afirmando que seu governo não faria divulgação de nenhum tipo de orientação sexual. De la cá para cá, Dilma tem sido duramente criticada pela comunidade LGBT por essa decisão. Na sexta-feira, com a divulgação de seu programa, Marina ganhou elogios de quase toda a comunidade, que voltou a se lembrar da atitude de Dilma.
O terceiro ponto mais notável é o que trata da aprovação do Projeto de Lei da Identidade de Gênero Brasileira, mais conhecida como Lei João Nery. Seu objetivo é regulamentar o direito à troca de nomes de transexuais e travestis, dispensando a enorme burocracia que são obrigados a enfrentar hoje. Marina havia prometido mobilizar a bancada de governo no apoio à lei. No texto divulgado ontem, ela suprimiu a intenção de trabalhar pela aprovação.

30.8.14

Plano de Marina Silva defende casamento gay



O programa de governo apresentado nesta sexta-feira (29) pela candidata do PSB à Presidência, Marina Silva, afirma que, se eleita, a ex-senadora apoiará a aprovação de propostas que tramitam no Congresso Nacional para garantir o casamento civil igualitário, que permite a união entre pessoas do mesmo sexo.
Atualmente, uma resolução do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), órgão de controle externo das atividades do Judiciário, obrigou todos os cartórios do país a cumprirem a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), de maio de 2011, de realizar a união estável de casais do mesmo sexo. Além disso, obrigou a conversão da união em casamento e também a realização direta de casamento civil entre pessoas do mesmo sexo. Porém, não há nenhuma lei no país que regulamente o assunto.
Com 242 páginas, o programa de governo de Marina está dividido em seis eixos principais. Na parte que trata sobre Cidadania, a candidata do PSBx ao Palácio do Planalto detalhou propostas de combate ao preconceito contra o segmento LGBT. Ao destacar sugestões, o programa diz que a candidata apoiará a aprovação do casamento homossexual no Legislativo.
"Apoiar propostas em defesa do casamento civil igualitário, com vistas à aprovação dos projetos de lei e da emenda constitucional em tramitação, que garantem o direito ao casamento igualitário na Constituição e no Código Civil", diz o conjunto de propostas do PSB para a disputa presidencial.
Apoiar propostas em defesa do casamento civil igualitário, com vistas à aprovação dos projetos de lei e da emenda constitucional em tramitação, que garantem o direito ao casamento igualitário na Constituição e no Código Civil"
 
Trecho do programa de governo de MarinaSilva que trata de propostas para o segmento LGBT
Ao ser questionada no evento partidário sobre se apoiaria projetos de lei que garantam o direito de casamento entre pessoas do mesmo sexo, Marina Silva disse respeitar e defender o Estado Laico e afirmou que, como presidente, terá o compromisso de assegurar direitos civis para "todas as pessoas".

“O nosso compromisso é que os direitos civis das pessoas sejam respeitadas. Queremos o respeito através do Estado laico tanto para os que creem quanto os que não creem. As pessoas têm sua liberdade individual e essa liberdade individual deve ser respeitada", disse.

Marina completou dizendo ter "a clareza e a defesa do Estado laico". "O Estado laico é uma contribuição dos cristãos protestantes, que durante muito tempo foram perseguidos. É uma proteção dos que não creem, para que não lhes seja imposto credo religioso. E dos que creem, para que possam professar sua fé", completou.

A socióloga Neca Setúbal, umas das coordenadoras do programa de governo do PSB, destacou que uma eventual gestão da ex-senadora terá o compromisso de garantir todos os direitos civis aos homossexuais.

 
"Nosso compromisso é com o combate radical ao preconceito contra a comunidade LGBT. Vamos defender os direitos dessa população. Direito à saúde, oportunidades e direitos civis da população LGBT", anunciou Neca, gerando aplausos da plateia.
Ao final da solenidade de lançamento do programa de governo, o coordenador das propostas eleitorais de Marina, o ex-deputado Maurício Rands (PSB-PE), disse que a candidata, apesar de ser evangélica, vai defender o direito de casamento civil entre pessoas do mesmo sexo.
"Ela será presidente de um Estado laico. Vai governar para todos os brasileiros. Vamos defender os direitos da comunidade LGBT, inclusive o casamento civil. Se a pessoa quiser casar, que case", enfatizou.
Indagado sobre se um eventual governo de Marina Silva se dedicaria a aprovar uma lei que garanta o direito de homossexuais se casarem, Rands foi taxativo:  "A forma será discutida depois. Mas é um compromisso muito forte com a comunidade LGBT."

Casamento gay no Congresso
 
Atualmente, há 17 projetos em tramitação no Congresso Nacional tratando das relações entre homossexuais. Dessas propostas, 16 estão sob análise da Câmara dos Deputados e uma, do Senado, este de autoria da ministra da Cultura, Marta Suplicy, histórica defensora do casamento entre pessoas do mesmo sexo.

Um dos projetos apresentados na Câmara é de autoria do ex-deputado federal Maurício Rands, atual coordenador do programa de governo de Marina Silva. Sua proposta, apresentada em 2005, permite que companheiros homossexuais sejam incluídos como dependentes de segurados do INSS. Outros deputados também já tentaram criar dispositivos para facilitar a união gay, como Jean Wyllys (PSOL-RJ), José Genoino (PT-SP) e Clodovil Hernandes (PTC-SP).
Por outro lado, há três projetos que pedem a revisão da decisão do STF que reconheceu como entidade familiar a união entre pessoas do mesmo sexo, apresentadas pelos deputados João Campos (PSDB-GO), Arolde de Oliveira (PSD-RJ) e Pastor Marco Feliciano (PSC-SP), integrantes da bancada evangélica. Feliciano, que gerou protestos de militantes de movimentos sociais na época em que presidiu a Comissão de Direitos Humanos da Câmara, também apresentou projeto que convoca plebiscito sobre o “reconhecimento legal da união homossexual como entidade familiar”.

'Convicções religiosas'
 
Em 2010, ano em que disputou pela primeira vez a Presidência, Marina afirmou que, na opinião dela, o casamento é um "sacramento" e que aceitar a união entre pessoas do mesmo sexo iria contra suas convicções religiosas. Apesar disso, na ocasião, ela se disse a favor da “união de bens” entre homossexuais.

“Eu defendo os direitos civis da comunidade gay assim como eu tenho direito. Eu tenho direito de ter um plano de saúde com o meu companheiro. Na herança, às vezes as pessoas se dedicam a vida toda para conseguir um patrimônio e quando morre o companheiro lá vai a família tomando tudo. Isso é injusto”, comentou Marina durante a campanha presidencial de 2010.
Com informações do G1