15.2.14

Igreja onde fieis assistem ao culto nus causa polêmica

Do Gospel Prime

Muitos fiéis estão acostumados a vestir suas melhores roupas aos domingos, quando vão para o culto em suas igrejas. Contudo, esse conceito foi abolido para os membros de uma pequena congregação no Estado da Virgínia, onde a opção é louvar a Deus sem roupa.

A Capela de White Tail, localizada na cidade de Ivor, fica dentro do parque White Tail, uma
“comunidade nudista familiar”, inaugurada em 1984. É um conhecido local de encontro de nudistas durante na região da Virgínia. Mais de 10.000 pessoas o visitaram no ano passado.

A “igreja” não proíbe que se vá ao culto vestido. Os membros geralmente vão sem roupas, alguns preferindo usar apenas a parte de baixo. Contudo, alguns poucos continuam preferindo vestir algo.
“Aqui não há uma sensação de que você precisa ser melhor do que o outro, fisicamente” explica o pastor Allen Parker. “Somos seres humanos, temos cicatrizes, somos o que somos…É preciso aceitar isso”.

Katie não era um naturalista, como gosta de ser chamada, quando conheceu seu marido, Robert, mas ela rapidamente se apaixonou por sua filosofia de vida. Eles se casaram na Igreja de White Tail.

“Depois que casamos e começamos a frequentar aqui, esse lugar se tornou nossa família”, explica.
“Sinto que todos aqui estão dispostos a me ajudar se eu precisar”. Seu marido concorda: “As
pessoas estão mais abertas, tanto para ouvir a Palavra de Deus quanto para debater sobre a Palavra
de Deus”.

O pastor Parker justifica a prática, explicando que Jesus estava nu durante alguns dos momentos mais importantes da vida. “Quando ele nasceu estava nu, quando foi crucificado estava nu e quando ressuscitou deixou suas roupas no túmulo e estava nu. Se Deus nos fez assim, como isso pode ser errado?”, questiona.

Parker diz que todos que visitam a comunidade nudista veem um ambiente livre do “julgamento social”, onde todos são iguais. E vai além: “Eu considero isso um presente e um privilégio que Deus me deu. Eles estão entendendo melhor o que significa ser uma comunidade, ter uma família. Temos uma igreja com mais pessoas comprometidas que a maioria das outras ao nosso redor. Pode comparar nossa frequencia com as outras igrejas aqui da região”. Com informações de CNN e Daily Mail

13.2.14

FICC REALIZARÁ A PAIXÃO DE CRISTO

Integrantes das equipes gestoras da Fundação Itabunense de Cultura e Cidadania (FICC) e da Secretaria Municipal de Esportes e Recreação se reuniram na manhã desta segunda-feira (10) para acertarem os detalhes da realização do espetáculo "Auto da Paixão de Cristo" no Estádio Municipal Luiz Viana Filho, no bairro São Caetano, no dia 18 de abril próximo. A reunião aconteceu na sede da Secretaria de Esportes. Representando a FICC, estiveram o presidente da fundação, o professor Roberto José, o assessor de Acompanhamento da Gestão, Ricky Mascarenhas e Eric Souza, Assessor de Marketing Cultural. Em nome da Secretaria de Esportes, falou o secretário municipal Evans Maxwel de Araújo Silva.

Para o presidente da FICC é extremamente importante que o espetáculo se realize naquele espaço, pois se trata de um local aconchegante e confortável para o público, ao mesmo tempo em que seja capaz de abrilhantar a peça teatral em toda a sua magnitude.

O diretor do espetáculo, Marquinhos Nô também esteve presente na reunião e ficou sensibilizado com a presteza com que Evans Maxwel recebeu a equipe da FICC. Maxwel indicou que o único empecilho que poderia haver para a não realização do Auto da Paixão de Cristo no estádio seria se houvesse algum jogo do Campeonato Baiano na data do espetáculo, possibilidade que foi imediatamente descartada ao se observar a tabela do campeonato. Nô destacou ainda que, para o público esperado, cerca de 20 mil pessoas, "o estádio é o local ideal. Todo mundo vai gostar!", disse ele.

Na oportunidade, Roberto José, Evans Maxwel, Ricky Mascarenhas e Marquinhos Nô, visitaram o estádio e fizeram um primeiro 'reconhecimento de campo'. Vislumbra-se, com isso, a realização de um show de interpretação, luz e som, que encantará o público.

11.2.14

O pastor Bob Larson aponta que Katy Perry fez um pacto com o demônio

Conhecido por realizar exorcismos pela internet, através do programa Skype, o pastor Bob Larson fez uma declaração polêmica recentemente, ao revelar que a cantora pop Katy Perry está possuída pelo demônio depois de ter abandonado suas origens cristãs.

Através de seu site oficial, Larson se antecipa com um aviso aos leitores que seu caráter de certeza absoluta do problema de Katy se deve ao fato de que trabalhar com exorcismo lhe fez criar uma percepção natural para possessões.

"Eu sei o que você (leitor) está pensando. Como eu pude ser tão dogmático dizer que Katy Perry tem demônios? Lembre-se de quem eu sou, o que eu faço, e as dezenas de casos de possessão demoníaca com que lido todas as semanas", afirmou o pastor em seu site.

Larson indica que a cantora tem tido sua mente manipulada por espíritos malignos, o que interfere diretamente em seu comportamento. "Eu entendo claramente como as pessoas ficam com demônios em seus corpos e o que acontece quando eles atacam", esclarece.

Na sequência, ele destaca que a preocupação da artista, a todo instante, em se exibir de forma sensual é algo que nitidamente se estabeleceu sob orientação do demônio, assim como sua crença na "energia cósmica" e declarações recentes de maneira enfática que ela não é cristã.

O pastor aponta que compreende que muitas celebridades agem como Katy, mas o fato da cantora de 29 anos ter sido criada com uma família cristã pentecostal "escrevendo e cantando músicas cristãs" deixa sinais de que suas atitudes não são normais.

Ao final, ele sugere que a cantora possivelmente tenha feito um pacto com o demônio no final da adolescência e invoca para que os demônios possam se afastar do corpo de Katy, para que ela tenha consciência de que está perdida e que precisa voltar a ser como antes.

"Katy, se você ler isso, eu acredito que a criança sob a fé que não desfalece ainda viva dentro de você em algum lugar e que um exorcismo possa trazê-la de volta. Você pode ter se vendido a Satanás, mas Deus ainda não te abandonou", declarou o pastor.

Como contrapartida às declarações de Larson, Katy Perry declarou recentemente que permanece em ligação com Deus, independente de uma crença cristã, principalmente por perceber a necessidade de agradecer a uma força maior que guia sua vida, conforme relatado pela revista Marie Claire.

"Eu não sou budista, não sou hindu, não sou cristã, mas eu ainda sinto que tenho uma conexão profunda com Deus e eu oro o tempo todo. Por autocontrole, por humildade. Há muita gratidão envolvida nisso. Me sinto bem ao dizer 'muito obrigado', pois às vezes é melhor do que pedir coisas", declarou Katy. 
PorLuciano Portela | Repórter do The Christian Post

3.2.14

Pesquisa indica que pastores têm imagem desgastada

Uma minoria de pastores mal-intencionados e com péssima teologia tem influenciado a maneira como as pessoas veem os líderes evangélicos em geral. Embora a maioria dos pastores sirva suas congregações de uma maneira que honre a Deus e faça a diferença na comunidade, existem vários motivos pelos quais as pessoas confiam cada vez menos neles.

A pesquisa publicada recentemente pelo Instituto de Pesquisas Pew apontou que apenas 37% das pessoas possui uma visão favorável dos pastores. Embora os dados sejam referentes à realidade americana, muitos aspectos podem ser percebidos na realidade brasileira.

O teólogo Thom Rainer, colunista da revista Charisma destacou 11 possíveis razões para isso. São elas:

1. As falhas morais de uma minoria de pastores recebem ampla cobertura da mídia, levando as pessoas a generalizarem.

As histórias que envolvem abuso sexual com certeza devem ser expostas. Contudo, como elas sempre chamam atenção do grande público, muitas pessoas passam a generalizar, acreditando que esse tipo de comportamento é normativo para todos os pastores. O mesmo ocorre quando são escândalos financeiros.

2. Nossa cultura tem marginalizado a fé cristã.

Cada vez mais parece que os líderes cristão são vistos de forma negativa, como o cristianismo em geral.

3. O tempo de pastorado na mesma igreja caiu significativamente nas últimas décadas.

A média de tempo que um líder fica na mesma congregação vem diminuindo e a tendência é que continue a cair. Já existem casos de pastores que ficam apenas meses no cargo. A confiança é algo que se constrói ao longo de vários anos. Isso afeta a maneira como o líder é visto pelos fiéis.

4. Alguns membros acreditam ser “donos da igreja”

Quando eles veem a congregação local como um lugar que serve para atender suas necessidades e desejos pessoais, o pastor sempre receberá a culpa quando eles são contrariados. Isso atrapalha o andamento do trabalho como um todo.

5. As redes sociais incentivam a crítica sem responsabilidade

O uso constante de redes sociais tem gerado alguns (maus) hábitos. Um deles é o distanciamento dos problemas. Sendo assim, as críticas na vida real acabam sendo feitas sem levar-se em conta suas consequências.

6. Alguns pastores possuem uma ética de trabalho deficitária

Enquanto muitos pastores são dedicados 24 horas ao trabalho pastoral, aqueles que são preguiçosos e têm pouca responsabilidade influenciam a maneira como as pessoas veem todos os pastores.

7. Pastores muitas vezes são os “bodes expiatórios” em ambientes que temem as mudanças

Todos sabem que o mundo está mudando rapidamente. Muitos membros gostariam que suas igrejas permanecessem sempre iguais. Como isso não é possível, o pastor muitas vezes acaba sendo responsabilizado pelo desconforto que vem com as mudanças.

8. O cinismo está mais difundido em nossa sociedade.

As razões por trás dessa realidade são muitas. Mas congregações e seus líderes não estão imunes a este cinismo generalizado e difundido na sociedade que parece estar crescendo.

9. As principais áreas que os pastores falham são: liderança e inteligência emocional

Embora os pastores de igrejas tradicionais se preparem bem bíblica e teologicamente, a maioria não recebe muito treinamento para desenvolver boa liderança e capacidade de desenvolver relações interpessoais significativas. Por outro lado, as igrejas que não valorizam a formação pastoral acabam gerando a expectativa de um pastor com visão “empresarial”.

10. Há grandes expectativas atualmente para que os pastores sejam líderes competentes e dinâmicos

Seguindo a lógica do ponto acima, alguns pastores simplesmente não têm preparação para serem líderes de igrejas. A expectativa é que ele seja, essencialmente, um administrador e um animador de auditório.

11. Mais igrejas tradicionais estão fechando

Estima-se que cerca de 100.000 igrejas estão morrendo atualmente nos EUA. Muitas deverão fechar suas portas nos próximos anos. Quase sempre os pastores são responsabilizados por esse fracasso. No Brasil igrejas são abertas diariamente, a maioria de ministérios independentes e com teologia neopentecostal. Algumas denominações mais tradicionais tem fechado templos e já passam por dificuldades.