29.1.09

Crise! Que Crise?

Dr. Silmar Coelho

O ano nem bem começou e os tele-jornais repetem as mesmas notícias - crise, quebradeira geral em corporações antes inabaláveis e modelos de gestão eficiente, colapso no mercado financeiro, mudanças climáticas, tempestades inclementes e devastadoras, desespero e temor por toda parte.Você também está enfrentando tribulações? Cometeu erros dos quais se arrepende? Não tomou decisões cruciais para enxugar sua folha de pagamento? Postergou medidas inadiáveis? Contraiu dívidas que não pode pagar?Apavorar-se não vai melhorar sua vida. Para que preocupar-se com o mercado de Xangai se você nada tem aplicado na bolsa de lá. Ao perde o controle, você perde também a criatividade, deixa de vislumbrar saídas, passa a enxergar apenas portas fechadas.É na crise que nascem os heróis. Problemas nos fazem criar soluções. O único limite que existe é aquele que você impõe a si mesmo. Uma mente embotada não nos guia a lugar algum. Um homem de verdade se revela é no escuro.Foi em meio a uma crise que José do Egito desenvolveu um plano econômico que salvou o Egito, enriqueceu a Faraó e o tornou o homem mais respeitado do seu tempo. Por causa da escravidão imposta aos judeus, Moisés desafiou a Faraó e libertou seu o povo da opressão. O diário de Anne Frank, escrito por uma menina que vivia escondida por causa da perseguição nazista, inspira os seres humanos a cultivarem a esperança, a lutarem pela vida e demonstra que existe em nós uma força descomunal que nos leva a superação e a vitória. Deus não aparece em meio à calmaria. Grandes homens não são forjados em Faculdades, mas em fornalhas. Não existem atalhos para a vitória. Não existe ressurreição sem o caminho da cruz. Pode-se morrer sem dor, mas ninguém nasce sem dor.Grandes empresas fecharão suas portas. Os céticos se entregarão a desesperança. Os tolos procurarão culpados para o caos. Os derrotistas desistirão. Os saudosistas comentarão dos áureos dias de prosperidade. Porém, muita gente prosperará em meio à crise.Quando meus filhos eram crianças dei-lhes balões cheios de gás. Diziam, excitados, quero o amarelo, o vermelho, o verde, o azul. Até que um deles disse-me: "Papai, eu quero a cor que voa mais alto". Respondi-lhe: "Meu filho, o balão não voa mais alto por causa da sua cor, mas por causa daquilo que ele tem dentro dele."Assim também em meio à crise. Os homens que voarão acima das tempestades e do desânimo, serão aqueles que dentro de si têm mais do conhecimento e fama. Seus liderados não encontrarão soluções olhando para o horizonte, mas quando olharem bem dentro dos seus olhos.Não basta saber lidar com a crise, é preciso que ele tenha tranqüilidade em meio ao caos, alivio quando cansado, esperança diante das noticias tristes, e na tribulação, completa paz. Deus lhe dá sabedoria para enfrentar crises. Oferece-lhe calma para vencer momentos caóticos. Capacita-o a manter o controle emocional e o equilíbrio. Seu amor o faz caminhar seguro. Ao duvidar, olhe para cima. Se não sabe o que fazer, faça como os reis magos - siga a estrela. Cristo é a brilhante estrela da manhã que lhe trás prenúncios de uma nova e vitoriosa vida.Como tudo na vida, essa crise vai passar. Caminhos não existem, vencedores os criam à medida que, sem desistir, continuam caminhando. Desejo-lhe muito sucesso.
Fonte: www.silmarcoelho.com

27.1.09

Tendo Jesus Saído do Templo (Mateus 24:1)




Gilvan Silva Santos* (gilvansilva00@hotmail.com)

A época em que vivemos, está caracterizada pelo acelerado cumprimento da Palavra Profética, por isso, é de suma importância estudar e conhecer as profecias bíblicas. Não é por acaso que Pedro diz insistentemente em 2 Pedro 1.19: “Assim temos mais confiança ainda na mensagem anunciada pelos profetas. Vocês fazem bem em prestar atenção nessa mensagem. Pois ela é como uma luz que brilha em lugar escuro, até que o dia amanheça e a luz da estrela da manhã brilhe no coração de vocês.” Especialmente diante do crescente engano religioso, da confusão de vozes que pretendem desvendar o futuro (como Jesus predisse claramente em Mateus 24.24: “Porque aparecerão falsos profetas e falsos messias, que farão milagres e maravilhas para enganar, se possível, até o povo escolhido de Deus”). Virá a gloriosa manhã do arrebatamento para os santificados que vivem em Cristo e cooperam para a Edificação do Edifício de Deus aqui na terra e também virá à noite para àqueles que vivem um cristianismo nominal ou não quiseram alcançar o Mistério da Graças, a Igreja. A noite também virá para Israel, o ponteiro mundial de Deus. Diante disso, mesmo que achemos o passado ou o futuro especuloso e haja tantas opiniões divergentes acerca dos eventos bíblicos é essencial que busquemos as respostas na única Fonte Certa, a Palavra Profética – a Bíblia.
A profecia é a historia escrita antes de acontecer. Deus usou seus profetas para nos mostrar o que acontecerá no futuro, com exatidão e precisão, no tempo e no espaço. Acredito que estamos nos aproximando do comprimento final das predições bíblicas quanto aos “últimos dias”. Os acontecimentos atuais nos permitem afirmar a proximidade do arrebatamento; o mundo está sendo abalado pelo impressionante cumprimento das profecias em nossos dias. Nossa geração é especial. Em contraste com gerações passadas, experimentamos uma verdade, a Palavra de Deus se transforma em ação. Em outras palavras: Deus cumpre Sua Palavra na história da humanidade. O centro da Sua ação é Israel, pois Jesus Cristo nasceu, morreu na cruz, reconciliou o mundo com Deus através de Si mesmo, ressuscitou e subiu ao céu em Israel — e em breve, muito em breve, Ele voltará para Israel, onde Seus pés, conforme a Palavra Profética estará sobre o Monte das Oliveiras (Zacarias 14:4 - Naquele dia, ele ficará de pé no monte das Oliveiras, a leste de Jerusalém. Então um grande vale, que correrá do leste para o oeste, dividirá o monte das Oliveiras em dois. Metade do monte se afastará para o norte, e a outra metade, para o sul). Então começará algo completamente novo na história da humanidade: o reino de paz de mil anos! Por isso, é bom analisarmos os fatos com muita atenção, sem esperar nada de concreto da parte dos homens, dos líderes mundiais, que não sabem responder as perguntas básicas da vida.
Nós, como Igreja de Jesus, somos o templo espiritual de Deus na terra e esse templo está sendo edificado por meio do trabalhar do Espírito de Deus em nossas vidas e, acredito que será concluído entre o afastamento de Israel e o seu retorno à Terra Prometida – isso já começou a ocorrer quando Israel foi estabelecido como nação em 1948. Ou seja, nós que somos membros da Nova Aliança, membros do Corpo de Cristo, estamos entre a destruição e a reconstrução do templo de pedra em Jerusalém. Atualmente, desde que Israel reconquistou a parte oriental de Jerusalém na guerra dos seis dias (1967), o maior sonho do povo judeu é a reconstrução do templo. Há informações de que Israel há muito já dispõe de todo o material necessário, e que a obra será conduzida rapidamente, quando chegar a hora (só o Senhor Deus marca o dia, a hora, o tempo e o lugar). O templo só não foi ainda reedificado porque na área do antigo templo está edificada a Mesquita do Domo da Rocha, que pertence aos mulçumanos. Falar em derrubar esta mesquita hoje em dia, seria o mesmo que declarar outra guerra aos árabes. Contudo, estão sendo feitas escavações por baixo da área da esplanada do templo, os judeus já começam a acreditar que a área exata do antigo templo seria um grande pátio situado ao lado da Mesquita. Em se confirmando, o templo seria reerguido ao lado da Mesquita. Interessante é que esta área fica exatamente em frente ao Portão Dourado de Jerusalém, porta pela qual Jesus entrou sendo aclamado como Rei (Mt 21:9). Os judeus lacraram este portão por entenderem que, quando o Messias vier, Ele entrará por esta porta. A reconstrução do templo neste local (ao lado da Mesquita) além de não provocar maiores atritos, se mostraria justificável perante o mundo, pois, se os mulçumanos têm a sua Mesquita, é justo que os judeus também tenham o seu Templo. Tudo está sendo preparado para o arrebatamento e o período da grande tribulação.
A questão de Jerusalém é outro ponto grandemente explosivo. O acordo de Oslo foi deixado como último passo no caminho da paz e Israel encontra-se sob crescente pressão para finalmente selar um acordo de paz com os palestinos. Todavia, os Estados Unidos, a Europa, países da OTAN (Organização do Tratado do Atlântico Norte) não se comprometerão em garantir a segurança de Israel quando houver o eventual ataque descrito na Palavra Profética (Ap. 12).
Somos o templo espiritual de Deus na terra. O Novo Testamento fala diversas vezes a respeito, por exemplo, em 1 Pedro 2.4-5: “Chegando-vos para ele, a pedra que vive, rejeitada, sim, pelos homens, mas para com Deus eleita e preciosa, também vós mesmos, como pedras que vivem, sois edificados casa espiritual para serdes sacerdócio santo, a fim de oferecerdes sacrifícios espirituais, agradáveis a Deus por intermédio de Jesus Cristo” E, em Efésios 2.19-22 está escrito: “Assim já não sois estrangeiros e peregrinos, mas concidadãos dos santos, e sois da família de Deus; edificados sobre o fundamento dos apóstolos e profetas, sendo ele mesmo, Cristo Jesus, a pedra angular; no qual todo edifício, bem ajustado, cresce para santuário dedicado ao Senhor, no qual também vós juntamente estais sendo edificados para habitação de Deus no Espírito” A Igreja de Jesus inteira é, portanto, o templo de Jesus na terra. Ao mesmo tempo, porém, cada crente é individualmente um templo do Espírito Santo, como está dito em 1 Coríntios 6.19-20: Será que vocês não sabem que o corpo de vocês é o templo do Espírito Santo, que vive em vocês e lhes foi dado por Deus? Vocês não pertencem a vocês mesmos, mas a Deus. pois ele os comprou e pagou o preço. Portanto, usem o seu corpo para a glória dele.
Em 2 Tessalonicenses 2.3-4: “Ninguém de nenhum modo vos engane, porque isto não acontecerá sem que primeiro venha a apostasia, e seja revelado o homem da iniqüidade, o filho da perdição, o qual se opõe e se levanta contra tudo que se chama Deus, ou objeto de culto, aponto de assentar-se no santuário de Deus, ostentando-se como se fosse o próprio Deus” . Os fatos estão se encaixando: a apostasia do templo espiritual e a reconstrução do templo de pedras em Jerusalém, no qual se assentará o anticristo.
Em Lucas 3:1-5 podemos perceber que Deus foi expulso do templo. Uma verdade surpreendente está nessa passagem: no versículo 2, vemos que Anás e Caifás eram o sumo sacerdote e, mesmo tendo “oficialmente” uma religião, um templo, pastores, o Senhor preferiu se revelar a João, filho de Zacarias, no deserto. Porque havia dois sumo-sacerdotes? Por definição, só podia haver um.
Para ser sumo-sacerdote em Israel, não bastava ser da tribo de Levi, era preciso ser da família de Arão. E João era filho de Zacarias, casado com uma descendente de Arão (Lc 1:5). Se não fosse a politicagem e a esperteza dos romanos em querer dominar Israel, João teria sido o legitimo sumo-sacerdote. Quantas “igrejas” hoje agem da mesma forma, perderam a consciência do sagrado e não sabem separar o santo do profano, o sagrado do mundano. Misericórdia, oh Pai!
Enquanto esteve na terra, nosso Senhor pregou muitas vezes a Palavra de Deus ao povo de Israel no templo de pedra em Jerusalém. E quão meticulosamente e com santa decisão Ele purificou esse templo, a casa do Seu Pai, naquela época. Lemos em João 2.14-17: “E encontrou no templo os que vendiam bois, ovelhas e pombas, e também os cambistas assentados; tendo feito um azorrague de cordas, expulsou a todos do templo, bem como as ovelhas e os bois, derramou pelo chão o dinheiro dos cambistas, virou as mesas, disse aos que vendiam as pombas: Tirai daqui estas cousas; não façais da casa de meu Pai casa de negócio. Lembraram-se os seus discípulos de que está escrito: O zelo da tua casa me consumirá”. E então chegou o momento em que Ele afastou-se triste do templo, retirando-se. Será que o Senhor já não se ausentou de muitos templos nos dias de hoje? O afastamento do Senhor resulta no juízo de Deus.
Se observarmos a cristandade dos nossos dias com os olhos de Deus, veremos que atualmente o Senhor está se retirando do templo espiritual. Muitos freqüentadores da igreja não têm noção de que o Senhor já afastou-se deles. Dá-se com eles o mesmo que com Sansão, que “não sabia ainda que já o Senhor se tinha retirado dele” (Jz l6.20b). Por que o Senhor afastou-se de muitos? Porque eles recusaram categoricamente a mais profunda purificação do seu templo espiritual. Por isso, Paulo perguntou indignado aos crentes: “Não sabeis que sois santuário de Deus, e que o Espírito de Deus habita em vós? Se alguém destruir o santuário de Deus, Deus o destruirá; porque o santuário de Deus, que sois vós, é sagrado. Ninguém se engane a si mesmo” (1 Co 3.16-18a). O Senhor Jesus jamais levará alguém ao Seu reino eterno por um caminho que exclua a cruz. Os cristãos nominais vivem um grande conflito e estão correndo sérios riscos, que poderá resultar na eternidade distante de Deus. Talvez você vá regularmente à igreja, cante no coral, participe dos encontros e eventos e até ministre a Palavra e tenha uma vida “religiosa” e secularmente correta, mas, infelizmente, nunca se converteu de verdade – é um cristão nominal. E, se continuar assim, ficará eternamente afastado de Deus. Somente pela cruz de Jesus nós conseguiremos entrar no céu! Quem não se aproxima de Deus através da cruz é, e continuará sendo, inimigo de Deus. Por isso, busque a Jesus, busque a Sua bendita Luz! Ninguém mais poderá ajudá-lo! Somente Jesus!...
Pelo fato do Senhor também se afastar do templo espiritual, da chamada cristandade, em nossos dias muitas igrejas são reduzidas à insignificância, ficando vazias. Basta vermos os relatos de diferentes países e cidades, onde igrejas de várias denominações, antigamente repletas de crentes, estão sendo vendidas a baixos preços, ou outras estão cheias de pessoas e vazias do Espírito Santo. O Senhor afastou-se desses locais de adoração. Mas, quando lemos em Mateus 24:1, nossos corações voltam a ficar alegres, pois está dito: “Tendo Jesus saído do templo, ia-se retirando, quando se aproximaram dele os seus discípulos”. E isso que também acontece em nossos dias: os verdadeiros discípulos de Jesus em todo o mundo agrupam-se tanto mais decididamente em volta da Sua elevada Pessoa, pois sabem que Ele virá em breve, como nos prometeu em João 14.1-3: “Não se turbe o vosso coração; credes em Deus, crede também em mim. Na casa de meu Pai há muitas moradas. Se assim não fora, eu vo-lo teria dito. Pois vou preparar-vos lugar. E quando eu for, e vos preparar lugar, voltarei e vos receberei para mim mesmo, para que onde eu estou estejais vós também.
“Tendo Jesus saído do templo...”
é nessa etapa dos tempos finais que nos encontramos atualmente como Igreja de Jesus. Mas essa afirmativa também contém uma profunda tragédia com relação a Israel. Pois, há quase dois mil anos, ao afastar-se do templo em Jerusalém, o Senhor também afastou-se de Israel, que O tinha rejeitado. Por isso, Ele chorou amargamente: “Quando ia chegando, vendo a cidade, chorou, e dizia: Ah! Se conheceras por ti mesma ainda hoje o que é devido à paz! Mas isto está agora oculto aos teus olhos. Pois sobre ti virão dias em que os teus inimigos te cercarão de trincheiras e, por todos os lados, te apertarão o cerco; e te arrasarão e aos teus filhos dentro de ti; não deixarão em ti pedra sobre pedra porque não reconheceste a oportunidade da tua visitação” (Lc 19.41-44).
“Tendo Jesus saído do templo...” Essa frase tem grave significado. Por isso, recordemos o que aconteceu: Jesus deixou o templo e foi com Seus discípulos para o Monte das Oliveiras. A partir desse momento, Ele não entrou mais no templo. Tudo isso foi o cumprimento de uma visão do profeta Ezequiel no 6º século antes de Cristo. Ezequiel viu como a glória do Senhor deixou a cidade de Jerusalém e o templo, indo para o Monte das Oliveiras: “A glória do Senhor subiu do meio da cidade, e se pôs sobre o monte que está ao oriente da cidade (o Monte das Oliveiras). Depois o Espírito de Deus me levantou, e me levou na sua visão à Caldéia, para os do cativeiro (isto é, aos israelitas em cativeiro); e de mim se foi a visão que eu tivera. Então falei aos do cativeiro todas as cousas que o Senhor me havia mostrado” (Ez 11.23-25). Essa visão de Ezequiel teve seu cumprimento histórico quando Jesus deixou o templo. O Senhor afastou-se do templo, de Jerusalém e, de forma exteriormente despercebida, subiu ao Monte das Oliveiras. Mas, mesmo assim, foi a glória do Senhor que saiu do templo, deixando-o vazio e sem significado.
Fico profundamente emocionado ao ver o cumprimento de toda a profecia bíblica em seu contexto. A Bíblia deve ser conhecida e vivenciada porque é o livro mais precioso que existe na terra. Nenhum de meus livros da Especialização no Ensino de Física ou da Modelagem Matemática chegará perto da grandeza da Bíblia. O seu valor supera o de todo o ouro e de todas as riquezas do mundo. Ela é eterna Palavra de Deus. Ezequiel teve uma experiência profética, que aponta diretamente para os acontecimentos atuais, aproximadamente 2600 anos depois. É como uma profecia paralela, que se cumpre inicialmente em duas partes: “A glória do Senhor subiu do meio da cidade, e se pôs sobre o monte que está ao oriente da cidade:” Esse monte é o Monte das Oliveiras. Isso se cumpriu há quase 2000 anos: “Tendo Jesus saído do templo, ia-se retirando, quando se aproximaram dele os seus discípulos... No Monte das Oliveiras, achava-se Jesus assentado, quando se aproximaram dele os discípulos, em particular, e lhe pediram: Dize-nos quando sucederão estas cousas, e que sinal haverá da tua vinda e da consuma ção do século” (Mt 24.1-3). Naquele tempo, Jesus saiu do templo e foi para o Monte das Oliveiras.
No mundo invisível, na dimensão espiritual, muito além de nossa compreensão humana, esse procedimento profético do Senhor volta a realizar-se, ou seja, está em realização agora, entretanto, não mais com sentido de juízo, mas de graça. O Senhor Jesus deixará em breve Seu templo celestial e irá exatamente para o mesmo monte, dessa vez em grande poder e glória. Então, porém, Ele não se assentará no Monte das Oliveiras (Mt 24.3), pois Zacarias 14.4a diz: “Naquele dia estarão os seus pés sobre o Monte das Oliveiras, que está defronte de Jerusalém para o oriente”.
É inconcebível, sobretudo para o povo judeu, Jerusalém sem o Templo! Os israelitas convivem com um templo pagão, a Mesquita em lugar do Templo do Senhor. Enquanto os mulçumanos têm uma linda e suntuosa Mesquita, os judeus ortodoxos têm apenas o "Muro das Lamentações". Certamente que isto não durará muito tempo.
A preparação para o terceiro templo está clara na leitura de Daniel 8:13, 11:31, 12:11 deixa evidente tratar-se do templo, fisicamente. Também o texto de II Tess 2:4 quando diz: "...o qual se opõe e se levanta contra tudo que se chama Deus, ou objeto de culto, a ponto de assentar-se no santuário de Deus, ostentando-se como se fosse o próprio Deus." O texto de Mt 24:15 combinado com estes outros textos aqui citados, nos conduz ao entendimento de que o "lugar santo" referido em Mt 24:15 é o altar do templo (o qual terá que ser reedificado) Quando os judeus conseguiram recuperar a posse do Monte Moriah (Monte do Templo), em 1967, eles deveriam ter imediatamente reconstruído o Templo de Deus, mas não o fizeram. Em Daniel 9:27, Deus disse que antes da vinda do Messias, o Seu Templo será reconstruído, e será profanado por um príncipe , que é o Anticristo. Existem duas organizações em Israel, que estão agindo para reconstruir o Templo de Deus, em Jerusalém. Uma delas chama-se The Temple Institut, e está reconstruindo todos os utensílios do Templo de Deus. Já reconstruíram a Arca de Deus, o candelabro de sete lâmpadas, o altar do incenso, e estão quase acabando de reconstruir todos os utensílios, e as vestes sacerdotais. Estão reconstruindo o peitoral do juízo, que deve ser usado pelo Sumo Sacerdote. A outra organização chama-se The Temple Mount and Land of Israel Faithful Movement, e está fazendo um movimento de divulgação da causa da reconstrução do Templo de Deus, e está apelando ao Governo de Israel e aos membros da Knésset (Congresso de Israel), para que tomem providências para a reconstrução do Templo.
Em relação ao futuro de Israel, a reconstrução do templo e o anticristo, acreditamos nos seguintes fatos:


  1. Em algum tempo (não muito distante) o antigo Templo do Senhor será reedificado por Israel (literal e fisicamente falando);
  2. Surgirá no cenário do mundo à pessoa do anticristo (que será um judeu), uma espécie de líder político ou governante mundial, ateu em essência, defensor da ciência e da globalização e cheio de poderes paranormais;
  3. Iniciar-se-á o período chamado de Grande Tribulação.
  4. Israel fará uma aliança com o anticristo no início da septuagésima semana de Daniel (Dn 9:9-27);
  5. Até a metade desta semana, o anticristo oferecerá paz e segurança, e aparentará ser um homem bom, porém, sendo a sua natureza má, e sendo ele uma espécie de encarnação de Satanás, na metade desta semana fará cessar a sua aliança com Israel;
  6. Israel sofrerá uma perseguição terrível (Ap 12 e 13);
  7. Em algum momento da metade final da septuagésima semana Israel será atacado pelo rei do norte e seus aliados, mas os derrotará, pois o Guarda se Sião pelejará por eles (Ez 38-39); Salmos 121:4 - O protetor do povo de Israel nunca dorme, nem cochila.
  8. Já no final da Grande Tribulação, o anticristo reunirá as nações do mundo para "dar um basta a questão judaica" e tentar eliminar o povo judeu (como Hitler tentou) - será a Batalha do Armagedom. Nesse momento Israel estará sitiado e parecerá que a sua história terá chegado ao fim!
  9. Então o anjo (Miguel) tocará a sétima trombeta, os céus se abrirão, e o Messias virá VISÍVEL A TODO OLHO para livrar o seu povo! (Zc 14:3-11; Ap 1:7; 16:16-21);
  10. Será estabelecido por Cristo o Seu Reino Milenar, e Israel será a cabeça das nações e Jerusalém a capital religiosa do mundo (Dt 28:13; Is 62:1-7 e Is 2). Será o momento de uma nova aliança com Israel (Jr 31:31-34); Jesus voltará ao templo.
  11. Depois do milênio Deus criará uma nova terra e novos céus, onde Israel e outras nações salvas habitarão eternamente (2 Pe 3:7-14; Ap 21).

    Como vimos o Novo Testamento começa com Deus sendo expulso do templo e termina com Jesus sendo expulso da igreja (Ap 3:20). Se Ele está à porta batendo, é porque estava do lado de fora. Não devemos querer a igreja – devemos querer Jesus Quando Jesus sai desse templo já não tem mais sentido está lá. Tudo se torna vazio.
    Jesus ainda permanece em meu templo interior? O que tenho feito para acolhê-lo de forma que ele não saia? Podemos erguer muitos templos, mas se o verdadeiro templo que é o nosso ser, em toda nossa essência, corpo, alma e espírito, não houver espaço para a presença de Jesus, se não for à morada permanente de Jesus, torna-se vazio, e desmoronará. Temos construído muitos templos e não a nós mesmos, a verdadeira obra de arte onde os espaços deveriam ser “largos” para Jesus e “estreitos” para que não entre outra coisa senão Ele, o dono do templo.
    O nosso templo interior precisa ser sempre cuidado, limpo, reformado, para que não venha a arruinar pelos vendavais da existência ou pelas crises interiores que aprisionam nossa alma. Se os ventos e tempestades do pecado destruir parte de nosso templo, devemos ter a coragem de reconstruí-lo segundo o projeto de Deus, o verdadeiro arquiteto. Se tudo aparentemente acabou para você, saiba que é exatamente nesse ponto que esta o começo da grande saída. O exercício da fé se dá no tempo em que é estabelecida a esperança. Nós temos a marca da promessa. Aleluia...
    Sobre todas as revoluções, guerras e catástrofes naturais, governos, opiniões, conceitos domina o Eterno, cujo conselho, revelado em tempos antigos através dos profetas, realiza-se atualmente diante dos nossos olhos, mesmo que alguns sejam omissos ou não consigam enxergar isso. Não permitamos que Jesus saia de nosso templo espiritual, ainda que estejamos no maior deserto, Ele nunca desistirá de nós.


Em Cristo, Gilvan Silva Santos, vivendo no eterno proposito do Pai - em corpo, alma e espírito (73) 8848-3714; 9995-4551; 9196-1551

Bolívia: Analistas prevêem mais disputas após referendo



A ameaça da oposição boliviana de não acatar a provável vitória do "sim" no referendo sobre uma nova Constituição para o país preocupa analistas ouvidos pela BBC.



Após a divulgação de resultados preliminares indicando aprovação da Carta, representantes oposicionistas declararam sua intenção de não respeitar o resultado no Congresso, o que para muitos pode levar a um impasse político.
"Com a vitória do 'sim', o processo de implementação da nova Constituição vai ser complicado, tanto por razões políticas quanto operacionais", disse à BBC Brasil o cientista político Jorge Lazarte, professor da Universidade Católica Boliviana.
"A oposição atuará com força porque o projeto tem marcas indígenas, com as quais parte da população não se sente identificada."
Para Lazarte, faltou mais debate para definir o texto com um consenso maior.
Entenda os pontos polêmicos da nova constituição da Bolívia
Controle social
Na opinião do analista político e indigenista Fernando Untoja a série de disputas entre governo e oposição não terminou com esta eleição.
"Essa é uma guerra que começou há muito tempo e se chegou a pensar que esta eleição seria o último capítulo. Mas não, é só mais uma batalha", disse.
Após ouvir discursos da oposição defendendo o "não" à nova Carta Magna, Untoja destacou que a harmonia nacional ainda está distante. O analista se referiu em particular a declarações do presidente do Comitê Cívico Santa Cruz, Branko Marinkovic, que contestou a vitória do "sim".
"Os dois lados (governo e oposição) caminham, outra vez, para o enfrentamento. Os dois lados devem definir, pela via do diálogo, que Estado queremos e o que é melhor para a Bolívia".
Para o professor de direito da Universidade Maior de San Andrés Ramiro Moreno Baldivieso, que analisou o texto constitucional, a situação poderia ser ainda mais complicada se a vitória do "sim" tivesse sido apertada. Segundo pesquisas de boca-de-urna, o texto da nova Carta foi aprovado por cerca de 60% dos eleitores.
Para agravar ainda mais a situação, a prefeita (governadora) de Chuquisaca, a indígena Savina Cuellar, convocou um "desacato" ao texto, por entender que a votação foi fraudulenta.

Fonte:


26.1.09

Homem atira contra evangélicos que oravam em parque no México e fere 3

Cancún (México), 25 jan (EFE).- Um homem feriu duas crianças e um adulto após atirar em cerca de 100 religiosos evangélicos que oravam em um parque público em Playa del Carmen, no Caribe mexicano, informaram hoje fontes oficiais.
A porta-voz da Promotoria do estado de Quintana Roo, Antonia Salmerón, afirmou que o ataque ocorreu no sábado à noite em um bairro popular desse centro turístico.
Fontes de Segurança Pública e do hospital ao qual as vítimas foram levadas disseram que os feridos são Samuel Alejandro Osorio, de quatro anos, Elizabeth Pat Barrios, de nove, e Silvano Hidalgo Trinidad, de 51, todos com ferimentos nos pés.
Eles se encontram estáveis e não correm risco de morrer, segundo as fontes.
Sobre o agressor, que permanece foragido, as testemunhas dizem que, sem avisar, ele abriu fogo contra a multidão, que, no momento, rezava.
Salmerón afirmou que, até o momento, não há detidos, mas uma das linhas de investigação aponta para um morador do parque que, em várias ocasiões, expressou seu descontentamento com a realização de missas no local.


Fonte: Portal G1

25.1.09

O Segredo: de Deus ou do Diabo?

Harold Walker

Nas últimas décadas, houve uma explosão de crescimento dos evangélicos no Brasil. Apesar de nos alegrarmos com os milhares de testemunhos de vidas transformadas, junto com esse crescimento exponencial há evidências cada vez maiores de que há “morte na panela” (2 Rs 4.40).

Enquanto o livro de auto-ajuda O Segredo está na lista da Veja dos mais vendidos no Brasil há 71 semanas (setembro de 2008) – até agora foram vendidos mais de 2 milhões de cópias em DVD e 13 milhões de livros no mundo todo –, ouve-se o mesmo tipo de ensinamento de um número cada vez maior de púlpitos evangélicos.


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Mãe é condenada a sete anos por incesto na Irlanda


Uma irlandesa de 40 anos de idade foi condenada a sete anos de prisão por incesto, agressão sexual, maus tratos e negligência com seus filhos, no primeiro caso do tipo na República da Irlanda.

A juíza Miriam Reynolds, que proferiu a sentença, disse que a ré destruiu a vida de seus seis filhos que, “do momento em que nasceram, não conheceram nada a não ser crueldade e negligência”.

A acusada recebeu a pena máxima prevista no país para crimes de incesto cometido por mulheres, de sete anos de prisão, uma pena relativamente branda se comparada com a punição máxima de prisão perpétua quando o réu é homem.

A juíza destacou o fato de esta ter sido a primeira condenação de uma mulher por incesto no país. A lei, segundo Reynolds, foi criada há 101 anos, em uma época em que não se previa que o crime pudesse ser cometido por uma mãe.

Ao determinar a pena, na Corte do Circuito de Roscommon (a noroeste de Dublin), a juíza disse que qualquer possibilidade de uma vida normal e feliz foi roubada das seis crianças no centro do caso, por uma “mulher que se identifica como mãe deles”.

Depoimento

A ré se declarou culpada das acusações, evitando que seus filhos tivessem que prestar depoimento, mas o filho mais velho, de 19 anos, testemunhou sobre os abusos, concluindo que jamais iria perdoar a mãe.

A identidade da mulher permanece em sigilo para proteger a identidade dos filhos.

Eles deixaram a casa em 2004, após denúncias de assistentes sociais.

Segundo a imprensa irlandesa, a casa em que viviam era imunda, com infiltrações, cheia de ratos e camundongos mortos e freqüentemente sem comida. As crianças estavam sempre sujas e maltrapilhas.

Na escola, elas quase não tinham amigos e eram motivo de piada. Segundo os jornais, os casos de infestação por piolho eram tão graves que os insetos eram vistos nos rostos das crianças.

A mãe é alcoólatra e teria invadido o quarto do filho de 13 anos – o segundo mais velho - em 2004, obrigando o menino a manter relações sexuais com ela.

Serviços sociais estavam em contato com a família desde 1996, mas, em 2004, o filho mais velho saiu de casa depois de detalhar a negligência sofrida pelas crianças às assistentes sociais.

No mesmo ano, todas as crianças foram retiradas da casa e colocadas sob os cuidados de famílias adotivas. Em 2006, o filho detalhou pela primeira vez às autoridades o incesto sofrido depois que o irmão saiu de casa.

A mãe foi presa dois meses depois.

Segundo o advogado de defesa Bernard Madden, a ré pediu desculpas aos filhos pelos erros que cometeu e por seu papel em destruir a vida deles.

Fonte: BBC Brasil.com

23.1.09

O poder da palavra proferida por você

por Dennis Allan

Tudo o que existe em nosso universo veio a existir pelo poder da palavra. Deus falou, e nosso mundo veio a existir. Quando ele formou o homem, a mais elevada das criaturas terrestres, Deus o abençoou com a capacidade de se comunicar. Podemos falar, e até mesmo escrever, porque Deus nos deu o dom da linguagem. Quando o diabo usou palavras mentirosas para tentar Eva, ela e seu esposo caíram em pecado (Gênesis 3). Quando os homens abusaram da boa dádiva da comunicação para se exaltar e desobedecer a Deus, ele confundiu suas línguas para forçar povos diferentes a se separar e povoar a terra, como ele tinha ordenado anteriormente (Gênesis 11:1-9; veja 9:1).
Mesmo que os homens tenham freqüentemente abusado de suas palavras, a capacidade de se comunicar ainda é uma bênção. Quando o próprio filho de Deus veio ao mundo, ele foi descrito como a Palavra (João 1:1, NVI). É pela proclamação de sua mensagem, o evangelho, que chegamos a conhecê-lo e a obedecê-lo. O evangelho "é o poder de Deus para a salvação de todo aquele que crê, primeiro do judeu e também do grego" (Romanos 1:16). "E, assim, a fé vem pela pregação, e a pregação, pela palavra de Cristo" (Romanos 10:17). Os discípulos de Jesus têm a responsabilidade de ensinar o evangelho a outras pessoas. Paulo encorajou Timóteo a cumprir esta missão: "Prega a palavra, insta, quer seja oportuno, quer não, corrige, repreende, exorta com toda a longanimidade e doutrina" (2 Timóteo 4:2). "E o que de minha parte ouviste através de muitas testemunhas, isso mesmo transmite a homens fiéis e também idôneos para instruir a outros" (2 Timóteo 2:2). A língua, portanto, é uma força poderosa. Pode ser usada para o bem, como Deus pretendia, para exprimir amor e oferecer salvação. Ela também pode ser usada para o mal, com efeitos desastrosos que conduzem à condenação. Estas duas possibilidades são claramente contrastadas em Tiago 3:1-12.
Consideremos este importante texto e suas aplicações em nossas vidas. "Meus irmãos, não vos torneis, muitos de vós, mestres, sabendo que havemos de receber maior juízo"" (3:1). Quando separado de seu contexto, este versículo parece contradizer os mandamentos e exemplos do Novo Testamento que ressaltam a importância da pregação da palavra (Marcos 16:16; Atos 4:31; 8:4; 1 Tessalonicenses 1:8; Hebreus 5:12). Em seu contexto, o versículo tem sentido. Os cristãos a quem Tiago se dirigia eram afligidos por atitudes carnais que criavam discórdia e divisão entre eles. Alguns praticavam uma religião exterior, que não vinha do coração (1:21-27). Eles tratavam as pessoas de modo diferente, baseado na sua riqueza (2:1-7).
Eles eram perturbados por guerras, contendas e cobiça (4:1-4). Alguns estavam falando mal e julgando deslealmente seus irmãos (4:11-12). Qual era o problema? Parece que a raiz destes problemas podia ser encontrada em alguns professores arrogantes, que estavam mais interessados em conquistar seus próprios seguidores do que em serem seguidores de Cristo. Eles seguiam e ensinavam a sabedoria humana, em vez de proclamarem a pura mensagem da sabedoria de Deus 3:13-18). A advertência que Tiago oferece, então, vai até o coração da arrogância interesseira. Quando os homens de tendência carnal procuram ser mestres, eles convidam a uma condenação maior. Eles são capazes de perverter o evangelho para conseguir seguidores, porque eles são servos de si mesmos e não servos de Cristo. "Porque todos tropeçamos em muitas coisas. Se alguém não tropeça no falar, é perfeito varão, capaz de refrear também todo o corpo"" (3:2).
De todas as tentações que enfrentamos, a mais persistente e difícil é a tentação de dizer alguma coisa que não devemos. Algumas pessoas lutam para eliminar palavrões e piadas sujas de seu falar (Efésios 4:29). Outros, despreocupadamente, mostram desrespeito pelo nome do Senhor, proferindo frases como “Meu Deus!”, ou “Meu Deus do Céu!” sem parar para pensar que eles estão tratando o nome do Santo Deus como se não fosse nada mais do que uma expressão comum de surpresa ou desgosto. Deus merece nosso completo respeito (Salmo 111:9-10). Muitos usam a língua para espalhar boatos e fazer acusações sem fundamento (Provérbios 16:28; 1 Timóteo 5:13). Deste modo, eles podem destruir a reputação de pessoas boas, criar discórdia entre irmãos, e até impedir a divulgação do evangelho (1 Coríntios 3:3; 1 Tessalonicenses 2:15-16). Tais pessoas não são seguidoras de Cristo, mas do diabo, o pai das mentiras e o maior acusador de todos (João 8:44; Apocalipse 12:9-10; 22:8).
E todos nós batalhamos contra a tentação de falar antes de pensar, talvez uma palavra áspera ou crítica usada desnecessariamente, talvez uma expressão de raiva ou ódio. Uma simples palavra mal empregada pode levar uma nação à beira da guerra, destruir uma amizade de toda a vida, desfazer uma família, arruinar um casamento ou esmagar o auto-respeito de uma criança. "Todo homem, pois, seja pronto para ouvir, tardio para falar, tardio para se irar" (Tiago 1:19). "Ora, se pomos freios na boca dos cavalos, para nos obedecerem, também lhes dirigimos o corpo inteiro. Observai, igualmente, os navios que, sendo tão grandes e batidos de rijos ventos, por um pequeníssimo leme são dirigidos para onde queira o impulso do timoneiro. Assim, também a língua, pequeno órgão, se gaba de grandes cousas. Vede como uma fagulha põe em brasa tão grande selva! Ora, a língua é fogo; é mundo de iniquidade; a língua está situada entre os membros de nosso corpo, e contamina o corpo inteiro, e não só põe em chamas toda a carreira da existência humana, como também é posta ela mesma em chamas pelo inferno" (3:3-6).
A língua é um pequeno membro do corpo, mas exerce um poder destruidor que ultrapassa todos os outros. Como o leme de um navio ou freio na boca de um cavalo, este pequeno membro é incrivelmente poderoso. Como uma faísca pode iniciar um fogo que destruirá uma floresta, assim a língua descontrolada pode destruir uma alma e criar uma miséria terrível para outros. "Pois toda espécie de feras, de aves, de répteis e de seres marinhos se doma e tem sido domada pelo gênero humano; a língua, porém, nenhum dos homens é capaz de domar; é mal incontido, carregado de veneno mortífero" (3:7-8). Os animais podem ser treinados. Um cão pode ser ensinado a sentar-se absolutamente imóvel no meio de uma multidão de pessoas, e não se moverá enquanto seu dono não o chamar. Mas a língua precisa ser sempre mantida sob supervisão. Nunca podemos deixá-la sem a rédea ou abrir sua gaiola e deixá-la livre.
Temos que manter domínio constante sobre nossas línguas para evitar o dano terrível que elas são capazes de causar. "Com ela, bendizemos ao Senhor e Pai; também, com ela, amaldiçoamos os homens, feitos à semelhança de Deus. De uma só boca procede bênção e maldição. Meus irmãos, não é conveniente que estas cousas sejam assim. Acaso, pode a fonte jorrar do mesmo lugar o que é doce e o que é amargoso? Acaso, meus irmãos, pode a figueira produzir azeitonas ou a videira, figos? Tampouco fonte de água salgada pode dar água doce" (3:9-12). Contradições! Estes versículos estão cheios de contradições. Uma fonte de água só pode produzir um tipo de água. Uma planta só pode produzir o fruto que Deus pretendia. A língua, então, deve ser usada somente para adorar a Deus e falar as coisas edificantes que ele nos ensina. Quando é usada para amaldiçoar os homens, que são criados à imagem de Deus, o propósito do Criador está sendo pervertido e esquecido. Usando a Língua como Deus Pretendia Voltemos ao princípio.
A língua não é inerentemente má. Há algumas coisas que podemos e devemos fazer com nossas línguas. Considere alguns exemplos:
- Devemos louvar e adorar a Deus. "Por meio de Jesus, pois, ofereçamos a Deus, sempre, sacrifício de louvor, que é o fruto de lábios que confessam o seu nome" (Hebreus 13:15).
- Devemos orar. "Orai sem cessar" (1 Tessalonicenses 5:17).
- Devemos confessar Cristo na presença dos incrédulos. "Porque qualquer que, nesta geração adúltera e pecadora, se envergonhar de mim e das minhas palavras, também o Filho do homem se envergonhará dele, quando vier na glória de seu Pai com os santos anjos" (Marcos 8:38).
- Devemos confessar nossos pecados e buscar o perdão. "Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel, e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda injustiça" (1 João 1:9).
- Devemos edificar nossos irmãos. "Assim, pois, seguimos as cousas da paz e também as da edificação de uns para com os outros" (Romanos 14:19).
- Devemos abençoar os outros, até mesmo nossos inimigos. "Abençoai os que vos perseguem, abençoai e não amaldiçoeis" (Romanos 12:14).
- Devemos sempre falar a verdade. ". . . seja o vosso sim sim e o vosso não não, para não cairdes em juízo" (Tiago 5:12). Lembremo-nos sempre que nossas línguas são dons de Deus para serem usadas em sua honra e glória.


Fonte: www.estudosdabiblia.net

22.1.09

A origem das igrejas batistas

Dá-se o nome de “Reforma Protestante” ao grande movimento religioso que no século XVI cindiu a igreja cristã em duas partes: a igreja evangélica e a igreja católica romana. Até aquela data havia uma só igreja, mas esta, cheia de erros e de inovações, tinha se desviado bastante dos ensinos bíblicos. Várias heresias e ensinamentos anti-bíblicos infestavam a igreja: o dogma do papado, a idolatria a imagens, a idolatria a Maria, a salvação pelas obras, as penitências e muitos outros erros que a levaram a esconder a Bíblia do povo.Houve, no entanto, vários homens que não se conformavam com esse estado de coisas. Eram os que desejavam abolir as práticas e costumes que depunham contra o caráter santo que tem a igreja. Esses homens foram perseguidos e muitos foram mortos. Homens como Wyclif, John Huss e Savonarola.A Reforma veio a partir da atuação de um monge alemão, professor de teologia, chamado Martinho Lutero. Ele se rebelou contra a venda de indulgências (venda de remissão de pecados pelo papa). Lutero escreveu 95 proposições contra as indulgências e afixou-as à porta da sua catedral (31 de outubro de 1517). Iniciou-se, então o movimento dos reformadores. Lutero e outros homens queriam uma reforma dentro da igreja. Essa, porém, não se fez. Dividiu-se então a igreja cristã.Há várias explicações sobre o surgimento das igrejas batistas. A mais comum afirma que os batistas são sucessores dos reformadores ingleses, especialmente os que se organizavam de acordo como sistema congregacional.A primeira igreja batista surgiu em Amsterdã dentre os separatistas e se centrou ao redor de John Smyth, um graduado da Universidade de Cambrigde na Inglaterra[i].O trabalho batista no Brasil, depois de uma tentativa em 1871 (Santa Bárbara, SP), que não durou, teve início, em caráter permanente, em Salvador, onde se organizou em 1882, como resultado do trabalho dos missionários Wiiliam Buck Bagley, Zachary Clay Taylor e do ex-padre católico, Antônio Teixeira[ii].

Pr.Davi Lago,

Fonte: Getsêmani Internet

21.1.09

O Conflito entre Israel e os Palestino à Luz da Bíblia




Gilvan Silva Santos*
* Licenciado em Física pela UESC – Universidade Estadual de Santa Cruz – Ilhéus/BA (1998); Especialista em Ciências da Natureza – Física, pela UnB – Universidade de Brasília (2007), Especialista em Modelagem Matemática pela UESC – Universidade Estadual de Santa Cruz – Ilhéus/BA (2008), pós-graduando em Ensino de Ciências (UESC) e professor da Rede Estadual de Educação do Estado da Bahia, da Rede Municipal de Educação do Município de Itabuna – BA e da rede particular de ensino de Itabuna - BA. Servo do Deus Altíssimo em corpo, alma e espírito, professor de Escola Bíblica Dominical na Igreja Batista Teosópolis, onde procuro servir da melhor forma possível ao Senhor Jesus Cristo. E-mail: mailto:gilvansilva00@hotmail.com;%20gilvansilvasantos00@uol.com.br



O conflito entre Israel e palestinos está na categoria dos fenômenos crônicos para os quais a solução é difícil e, acreditamos que essa solução só será viabilizada com a volta de Jesus Cristo em grande poder e glória.

O Sentido da Vida

PORTAL OITAVA PRESBITERIANA

A glória de Deus é a soma de todos os seus atributos. É a sua plena perfeição. A glória de Deus nós vemos nos céus, na terra, na salvação, na vida cristã, na promessa da volta de Cristo, em toda dimensão em que Deus opera. A glória de Deus não pode ser acrescentada ou diminuída, mas como criaturas de Deus podemos dar glória a Ele e demonstrar Sua glória. Esta é a razão e o sentido da vida humana.Por que devemos glorificar a Deus? l Porque Ele nos criou. “Foi ele quem nos fez” (Sl. 100.3). Ele quem nos deu vida existência e tudo que somos.l Porque Ele fez toda as coisas afim de que estas lhe rendam Glória. A criação demonstra os atributos de Deus, seu poder, seu amor, sua misericórdia, sua sabedoria e sua graça. “Os céus proclamam a glória de Deus” (Sl. 19.1).l Porque Deus julga aqueles que se recusam a glorificá-lo. Faraó lutou contra Deus, e o Eterno disse: “serei glorificado em faraó.” (Êx. 14.17).Como Glorificar a Deus? l Conversão. Você só pode glorificar a Deus a partir do momento que entrega sua vida a Cristo. Vir a Cristo é glorificar a Deus. Deus é glorificado quando nos humilhamos e confessamos a Jesus como Senhor. Se você quiser dar glória a Deus, comece desta forma. l Alvo de vida. “Portanto, quer comais, quer bebais, ou façais outra coisa qualquer, fazei tudo para a glória de Deus” (I Co 10.13). Isto significa: sacrificar o próprio eu e a glória pessoal; preferir a Deus acima de tudo o mais: dinheiro, fama, honra, sucesso, amigos, lazer, sexo, família, ministério; ficar contente em realizar a vontade de Deus, a qualquer custo; sofrer quando Ele sofre; ficar contente em ser sobrepujado pelos outros em dons e honras, apenas para que Deus receba a Glória, sem ficar magoado, enciumado ou viver em constante competição com os outros.Confissão de pecados.Quando tentamos justificar nosso pecado, estamos acusando a Deus. Confessar significa arrepender-se e concordar com Deus que o pecado é culpa nossa e que precisamos da pessoa e do sacrifício de Jesus na cruz. l Confiança no Senhor. Deus é glorificado quando confiamos nele. A incredulidade questiona a Deus e difama sua glória.l Boas obras. Fazemos boas obras não para sermos salvos, mas para glorificar a Deus. Quando vivemos uma vida de boas obras, o mundo observará e glorificará nosso Pai celeste.l Louvor. “O que oferece sacrifício de ações de graça, esse me glorificará” (Sl. 50.23).l Sofrimento. “Se, pelo nome de Cristo, sois injuriados, bem-aventurados sois, porque sobre vós repousa o Espírito da glória de Deus... mas se sofrer como cristão, não se envergonhe disso; antes, glorifique a Deus com esse nome.” (I Pe. 4.14,16).l Contentamento. “Aprendi a viver contente em toda e qualquer situação. Tanto sei estar humilhado como também ser honrado; de tudo e em todas as circunstâncias já tenho experiência, tanto de fartura como de fome; assim de abundância como de escassez.” (Fl. 4.11,12).l Oração. Glorificamos a Deus através da oração. “E tudo quanto pedirdes em meu nome, isso farei, a fim de que o Pai seja glorificado no Filho” (Jo. 14.13).l Testemunho. Glorificamos a Deus como proclamamos a sua palavra. Quando ensinamos a Palavra num Gcoi, na Escola Bíblica para adultos, jovens, crianças; quando pregamos no púlpito e nas praças, no rádio e na tv, etc... glorificamos a Deus. l Ganhando pessoas para Cristo. Deus sempre é glorificado quando pessoas são salvas. l Pureza Sexual. Quando o crente comete pecados sexuais, Deus é desonrado, pois nosso corpo pertence ao Senhor, somos um com Cristo e somos santuário do Espírito Santo.l Preservando a unidade da igreja. Na igreja, é possível haver pontos de vista diferentes quanto a assuntos de menor importância, mas não quanto as doutrinas fundamentais da Palavra de Deus. Podemos diferir em questões de educação, economia, política, mas temos de manifestar uma só maneira de pensar e falar, a fim de mostramos uma frente unida por Jesus Cristo.O objetivo final do homem é glorificar a Deus e gozá-lo para sempre. O resultado final de viver para a glória de Deus é a intensa alegria no coração.
(Adaptado do livro Chaves para o Crescimento Espiritual).

20.1.09

As mutações do ateísmo

O materialismo e a negação de Deus

Por Norma Braga


O filósofo francês Jean-Paul Sartre defendia o ateísmo, mas não escondia sua aridez. E reconheceu isso ao confessar (cremos que com algum orgulho) a dificuldade que sofre aqueles que desejam rejeitar todo sentimento do absoluto. Afirmava que o ateísmo é “a convicção de que o homem é um criador, mas está abandonado, sozinho no mundo” e “no seu sentido mais profundo, em desespero”. O ateu, para o filósofo, era como o cavaleiro solitário a pregar a esperança, apesar de toda a ausência de garantias. Esse discurso ainda sobrevive e dá muito ibope entre os teóricos modernos. Mas perguntamos: “Quem é o ateu ‘puro’, principalmente no Brasil, terra das religiosidades várias e pululantes?”. Hoje, em uma época de poucos aspirantes a heróis solitários e de certa obsessão pelo conforto, sobretudo espiritual, o ateísmo e sua negação de Deus parecem ser tendências menos populares do que aquelas que procuram
diminuir Deus, sob vários aspectos, segundo cada corrente:



Mutações do ateísmo
Processo de subversão
Humanizar Deus para depois se declarar “seu inimigo”

Retirar de Deus atributos inerentes à sua natureza, como, por exemplo, soberania e presciência
Reduzir Deus a uma “força” impessoal pronta para ser utilizada
esoterismo, paganismo, “paulocoelhismos” em geral
Grupo
satanistas
liberalismo teológico, teísmo aberto ou relacional
esoterismo, paganismo, “paulocoelhismos” em geral

Diante dessa ampla gama de maneiras de negar indiretamente o Deus cristão, podemos pensar que o ateísmo puro funcionou menos como uma opção válida de explicação para a condição humana do que uma preparação da abertura de comportas para essa salada mística que caracterizará a era do anticristo – quando cada ingrediente, por mais distinto que seja do outro, contribuirá para um só objetivo comum: o deslocamento da religiosidade para a força do próprio homem. Assim como a noção de Deus não desaparece, mas é desprezada pela vaidade do poder humano, também é fomentada, nas mais variadas áreas do pensamento, a idéia de uma “transcendência imanente”, quer dizer, a noção do “humano divino”. O roteiro desse fomento ecoa as sucessivas mutações da negação de Deus: 1º Nega-se toda a transcendência, sobretudo no meio científico; 2º Depois, admite-se alguma, mas sempre pelas mãos humanas, sobretudo nas artes; 3º Aos poucos, um materialismo mutante se imiscui em todas as áreas – categórico nas ciências e travestido de “condição humana” na filosofia e nas artes; 4º As transcendências imanentes proliferam em idolatrias artísticas e falsos sistemas religiosos facilmente adaptáveis ao gosto do cliente. Tudo isso nos mostra que onde o materialismo não pode anular por completo a sede humana de transcendência, ele a desloca para objetos finitos e fins imediatos, e nós, como igreja do Senhor, temos de ter sensibilidade para identificá-lo e combatê-lo, seja qual for a sua faceta.


Fonte: ICP Instituto Cristão de Pesquisas

19.1.09

Momento da virada

Pr. Márcio Valadão

É hora de produzir bons frutos! Há e deve haver propósitos a cada ano que se inicia. Não para contarmos os dias ou para ficarmos mais velhos. Absolutamente! O propósito de Deus em nos conceder anos de vida não é para envelhecermos. Tudo tem uma razão e há sempre "um propósito debaixo do céu" como diria o sábio Salomão ao escrever o livro de Eclesiastes. Não existe nada que Deus não tenha o controle. Não há um só pardal que caia sobre a Terra sem o consentimento do Senhor. Foi o próprio Jesus quem dissera isso. (veja Mateus 10.29).Deus tem um propósito muito grande para nós. E pelo término de mais um ano que passou e por este que se inicia, é um bom momento para refletirmos. Podemos avaliar como vivemos e estamos, e como está o nosso relacionamento com Deus.A Bíblia registra a seguinte verdade: "Assim brilhe também a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras e glorifiquem a vosso Pai que está nos céus." (Mateus 5.16). Qual fruto é este que o Senhor quer colher? Qual fruto é este que Ele vem procurar? Deus quer o fruto. E que fruto é este? Em Gálatas, capítulo 5, versos 22 e 23, encontramos este fruto: "Mas o fruto do Espírito é: amor, alegria, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fidelidade, mansidão, domínio próprio."Mais um ano se foi. Será que foi um ano inútil? Como passamos por ele? Que haja uma nova oportunidade. Deixe o Senhor o renovar para produzir o fruto da luz. Paulo escreve em Efésios 5, verso 9: "Porque o fruto da luz consiste em toda bondade, e justiça, e verdade". Nós podemos ter vivido inutilmente todo o ano que se passou. Para cada um de nós, foi maldição ou foi bênção? Produzimos frutos ou não?Deus é um Deus maravilhoso. Ele sempre nos oferece uma nova oportunidade. Deus nos dá um novo ano. Ele restaura uma oportunidade nova. Para quê? Simplesmente para ficarmos mais velhos? Não!Ao lermos a Palavra, encontramos uma verdade muito profunda: somos comparados a uma árvore. Mas em nenhum lugar é dito acerca da árvore apenas como adorno, ou seja, o Senhor sempre nos compara a uma árvore frutífera. "Produzi, pois, frutos dignos de arrependimento." (Mateus 3.8). Ele queria encontrar frutos naqueles que iriam segui-lo. Eles deveriam produzir arrependimento. Nossa vida tem sido frutífera ou ocupamos apenas espaço, sem produzir frutos? Que possa brotar, nesta hora, um arrependimento sincero por termos deixado passar um ano sem que tenhamos produzido os frutos que o Senhor tem esperado de cada um de nós.Este é o desejo do coração de Deus. Se aproprie da nova oportunidade que o Senhor lhe dá. Viva com frutos para a glória do Senhor. Escolha ser a videira com frutos. Permita que o Senhor afaste aquilo que está "afogando" esta figueira, a fim de que dê então frutos. Deixe que a glória de Deus seja sobre a sua vida.

Deus abençoe!
Fonte: O TEMPO ON LINE

13.1.09

Conflito em Família no Oriente Médio


Abraão é chamado de pai de todos os que crêem. Mas apenas através de Isaque, de Jacó e de seus descendentes é que Deus prometeu cumprir a Sua intenção de estabelecer o Reino de Deus na terra e oferecer salvação à humanidade. A seguir, veremos como os erros de Abraão geraram um grande conflito que chega até nossos dias no Oriente Médio. Abraão também é considerado o pai dos árabes.

Mãe e filha relatam horror dos ataques a Gaza

A palestina Nirmeen Kharma Elsarraj está com os seus três filhos, a cunhada e uma sobrinha em uma casa na Cidade de Gaza, que vem sendo alvo de ataques israelenses há quase duas semanas.
Nirmeen e sua filha Nour, de 14 anos, mandaram relatos da Cidade de Gaza para o grupo Other Voice, organização que promove o diálogo entre israelenses e palestinos que vivem dos dois lados da fronteira entre Israel e a Faixa de Gaza.
Confira abaixo os relatos de mãe e filha, repassados por uma representante israelense do Other Voice para a BBC Brasil.


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Fonte: BBC Brasil.com

ONU acusa Israel de não proteger crianças em Gaza

O Comitê dos Direitos da Criança da Organização das Nações Unidas (ONU) acusou Israel de mostrar um "claro desrespeito" pela proteção de crianças em sua operação militar na Faixa de Gaza.

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Fonte:
BBC Brasil.com

O Conflito entre Israel e os Palestino à Luz da Bíblia

O conflito entre Israel e palestinos está na categoria dos fenômenos crônicos para os quais a solução é difícil e, acreditamos que essa solução só será viabilizada com a volta de Jesus Cristo em grande poder e glória.
Mesmo Israel sendo um Estado legitimo, existe um acumulo de rivalidade e ressentimento históricos com a maioria dos países do Oriente Médio. Para piorar a situação, a Palestina está dividida entre aqueles que apóiam a Autoridade Palestina, que está em negociação com Israel e o Hamas, o grupo terrorista que quer destruir definitivamente Israel e expulsar todos os judeus do Oriente Médio.


O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, tentará concretizar a abertura de um canal de comunicação com Israel e com seus arquiinimigos, entre eles o Irã.
A Faixa de Gaza é uma terra desértica e superpovoada, onde o Hamas está impondo uma organização nacionalista baseada na ideologia dos radicais mulçumanos, querendo transformar essa região em uma espécie de estado palestino, semelhante ao que fica na Cisjordânia, governado pelo Fatah; esse grupo reconhece a existência de Israel e reivindica a criação de um Estado palestino legitimo ao lado de Israel. Para nós aqui no Brasil ou qualquer outro lugar do mundo, na segurança de nosso lar e de nossa vizinhança não conseguiremos imaginar nunca o que é viver em Gaza
Nesse atual combate, que se intensificou na primeira semana de janeiro/2009 o Hamas tem disparado foguetes contras cidadezinhas israelenses fronteiriças e Israel tem se “defendido” lançado uma serie de bombardeios sobre Gaza; esse combate está resultando na morte de centenas de civis e militares. Investigações do setor de Inteligência das Forças de Defesa Israelense (IDF, em inglês) apontam que ao menos 400 palestinos - do total de 890 mortos no conflito na faixa de Gaza desde o início da ofensiva são militantes do grupo radical Hamas. A informação foi divulgada nesta segunda-feira (12/01/2009), pelo jornal "Jerusalém Post".


Nessa guerra, a intenção de Israel é acertar o quartel de polícia do Hamas, o depósito de armas, o lugar onde a alta cúpula, os dirigentes do Hamas trabalham e vivem. Entretanto, bombardear cidades sempre trouxe e sempre trará resultados terríveis, como foi com Hiroshima e Nagasaki. O Hamas, que ha muito tempo vem promovendo barbáries dentro e fora de Gaza,
O tão sonhado acordo de paz está complicadíssimo e acho que os americanos não obterão dos israelenses as concessões necessárias para tal acordo, tendo em vista que o Oriente Médio é um vulcão em erupção e Jerusalém e um cálice de tontear. (Zc 12:2). Israel não é culpado, esta se defendendo dos irresponsáveis lideres terroristas palestinos que diariamente ataca nosso vizinho com seus nada caseiros foguetes para depois se esconderem atrás de mulheres e crianças, colocando toda a culpa nos israelenses, enquanto esses terroristas que infelizmente também são palestinos covardemente se escondem em áreas altamente populosas para causar ainda mais mortes e ganharem fotos sensacionalistas nos jornais do mundo todo.


Não sou favorável a guerra, mas lutar pela sobrevivência é certo, desde que se não vá à limites extremos, dizimando centenas de vidas, como está ocorrendo. Sou a favor de uma sociedade multicultural. É saudável romper a uniformidade de pensamento e ampliar o horizonte além dos limites da própria nacionalidade e organização social. O Apocalipse fala da trindade anticristã: Satanás, o Anticristo e o falso profeta (Ap 16.13; 19.20; 20.10). Este último será um profeta da mentira, ou seja, ele enganará as pessoas – com mentiras permitidas pela sua doutrina, porque servem à sua causa.
O islã é a religião do profeta. A partir dessa perspectiva, poderíamos supor que o islamismo assumirá o papel do falso profeta nessa trindade apocalíptica. O perigo não são os muçulmanos como pessoas, mas o espírito do islã, que já penetrou em muitas igrejas, tornando-as dóceis diante dele. Conforme o Apocalipse, a sedução, a que sucumbem atualmente certas igrejas, passará a ser global.


Mesmo que o Hamas não aceite, a criação de Israel é legitima e decorreu devido ao hediondo genocídio da Alemanha Nazista (Adolf Hitler foi um exemplo de como será o Anticristo na época da Grande Tribulação). As autoridades do povo palestino preferiram o caminho da violência, da brutalidade e da estupidez de promover o ódio e a discriminação contra o povo judeu, que não são demônios como prega o Hamas.
As mesmas crianças que hoje morrem inocentemente no colo de suas mães, são as mesmas que recebem a criação e educação militar desde cedo a odiar Israel e o povo judeu, sabendo atirar com armas pesadas com menos de 5 anos de idade e ainda recebem a lavagem cerebral de se tornarem mártires explodindo-se para causar ainda mais vitimas do outro lado. Os lideres palestinos não possuem nenhum sentimento humanitário como se espera para uma população cansada e calejada de sofrimento, pois se tivessem, não mandariam para o suicídio seus parentes e suas crianças, enquanto esses covardes assassinos escondem-se em outros países ou ate mesmo utilizando escudos humanos dentro da população civil, como vemos hoje na faixa de Gaza.


A origem de tantas desavenças entre Israel e Palestina está explicada na Bíblia Sagrada, aliás, a Palavra do Senhor explica tudo. A história antiga faz menção de um país chamado Elão. Em Gênesis 14 no tempo de Abraão (há cerca de 4.000 anos) houve uma confederação de nações liderada por Quedorlaomer, mencionado nas Escrituras como “rei de Elão”. Quedorlaomer atacou Sodoma e levou cativo a Ló, sobrinho de Abraão. Este, acompanhado de seus 318 homens mais capacitados, saiu ao encalço do rei de Elão e de seus aliados. Após derrotá-los, Abraão resgatou Ló.


Quando Deus falou pra Abraão que ele seria pai de uma nação que se contaria como estrelas (Gn 15:5), ele já era de idade avançada e sua esposa Sarai também, além do que ela era estério. Conforme progredimos nos eventos da vida de Abraão, vemos que ele esteve na região de Canaã por aproximadamente 25 anos. Em primeira análise Sarai "tentou ajudar Deus" e deu sua serva Agar para que Abraão tivesse um filho com ela (Ismael). Ele tomou essa escrava egípcia para ser sua segunda esposa, ou concubina, e ela lhe deu um filho (Ismael). Deus apareceu para Abraão e nesse momento informou que Sara teria um filho, o filho da promessa (Gn 17:19). Sara riu (Gn 18:12), em descrença, exatamente como havia feito Abraão em Gênesis 17:17. Todavia, o plano e a proposta aqui eram de Deus, e não de Abraão e de Sara. Novamente o Senhor Deus, apareceu a Abrão e informou-o que Ismael que agora tem 13 anos de idade (Gn 16: 15-16; 17:1) não era a semente prometida, que seus nomes deveriam ser mudados e que Sara deveria dar-lhe um filho (Gn 21:1-7). ele tem cerca de 100 anos e sua esposa, aproximadamente 90 (Gn 17:17; 21:5). Assim, no momento apontado, um filho nasceu e, como Deus disse, ele se chamou Isaque.


Isaque foi desmamado (Gn 21:8), provavelmente no seu segundo ou terceiro anos de vida, conforme o costume da época, Ismael foi visto zombando. Isso é muito característico e começou os problemas entre os irmãos e as mães. Sara disse a Abrão para expulsar Agar e Ismael. Ele detestou fazê-lo, mas Deus lhe disse que Sara estava certa, e assim foi feito. Não pense agora em uma mulher desamparada e uma criança indo embora. Agar era, provavelmente, uma mulher rica e Ismael deveria ter entre 15 e 19 anos, dependendo da idade de Isaque quando foi desmamado. Ismael veio a ser uma grande raça, os árabes, e como vemos hoje, sempre escarneceu, competiu, e lutou com o povo israelita.
A situação se agravou de tal forma que Abraão foi forçado a mandar embora Ismael com sua mãe. Então foram para aquela região que hoje é chamada de Faixa de Gaza e seus descendentes continuaram lá até os dias de hoje. Enquanto que a descendência de Abraão, através de Isaque veio a tornar-se Israel. Ao longo desses anos, houveram muitas lutas e incontáveis mortes, pois ambos os lados se sentem no direito de posse; tanto os israelitas (descendentes de Isaque) quanto os palestinos (descendentes de Ismael) têm direito a terra. Mas, como dividi-la?


Hoje os povos árabes e palestinos são descendentes de Ismael, filho de Abraão e o povo de Israel são os descendentes de Isaque Filho de Abraão. Portanto tanto Israel quanto a palestina é descendentes de Abraão e são abençoados por Deus, pois são filho legítimos do pai da fé. A Palestina e a Arábia Saudita são países produtores de petróleo e com a grande quantidade de petróleo que possuem são nações ricas, mas que infelizmente investem os lucros de suas riquezas em guerras e armamentos.


Israel é um forte produtor de alimentos e exportador de diamantes, contando com pouco mais de sete milhões de habitantes. Entretanto, o telefone celular foi desenvolvido lá, pela filial da Motorola, que possui seu maior centro de desenvolvimento em Israel. A maior parte do sistema operacional do Windows NT e XP foi desenvolvida pela Microsoft-Israel. A tecnologia do chip do Pentium MMX foi projetada na Intel em Israel. O microprocessador Pentium 4 e o processador Centrino foram totalmente projetados, desenvolvidos e produzidos em Israel. A tecnologia da "caixa postal" foi desenvolvida em Israel. A Microsoft e a Cisco construíram suas únicas unidades de pesquisa e desenvolvimento fora dos Estados Unidos em Israel. Cientistas israelenses desenvolveram o primeiro aparelho para diagnóstico de câncer de mama totalmente computadorizado e não radioativo. Em resumo, Israel possui uma das indústrias de tecnologia mais avançadas do mundo. Esse atual confronto é apenas mais um recente capitulo da historia de guerras no Oriente Médio, que só serão resolvidos com a presença visível do Filho de Deus em Israel.


Israel possui muitos inimigos, mas ele é notadamente superior em arsenal bélico a todos eles; o uso desse arsenal afasta ainda mais o tão sonhado acordo de paz, que será assinado na Grande Tribulação pelo Anticristo. Do ponto de vista diplomático, para que haja um acordo de paz é necessário a criação de um Estado palestino e a garantia da segurança de Israel, devolvendo a metade árabe de Jerusalém.


As mesmas “forças” que influenciaram a Al Qaeda de Osama Bin Laden estão por detrás desse grupo terrorista Hamas, que com sua vertente majoritária do Islã, os sunitas, estão declarando a destruição total de Israel e expulsão de todo judeu do Oriente Médio. O objetivo é a criação de um estado islâmico em que todo palestino tenha o dever religioso de ingressar na guerra santa, onde se deve matar em nome de Alá.


A Palestina é muito diversificada com a convivência de diversas confissões religiosas, mas o Hamas reivindica que o território deve ser exclusivamente mulçumano, para o surgimento de um tão sonhado império islâmico. Muitos cristãos vivem atacando Israel por causa da guerra, mas conclamo a vocês: Parem de atacar Israel, parem de atacar os judeus e também parem de achar que o povo palestino é somente de terroristas
O Hamas é patrocinado pelo Irã, inimigo mortal de Israel, que fornece todo o material bélico, treinamento militar e dinheiro. O Irã é a favor da destruição de Israel e da matança em massa dos judeus. Na Cisjordânia a Fatah reconhece a existência de Israel e apóia a criação de um Estado Palestino.


Terroristas que tentaram e não conseguiram se explodir nas cidades de Israel receberam atendimento médico nos hospitais israelenses, e isso a imprensa não divulga. Talvez vocês, amigos leitores, perguntem, se a imprensa não divulga como você sabe. Sou assinante de um jornal que me matem informado desses fatos, Noticias de Israel. E muitas das escolas em Israel promovem a educação igualitária com alunos palestinos e judeus, convivendo em perfeita harmonia e recebendo educação sadia e de respeito ao próximo. Diferentemente do que acontece em Gaza por exemplo.


Se os lideres palestinos não fossem tão estúpidos, perceberiam que em Israel estão às maiores oportunidades para um palestino que vive em Gaza ou Cisjordânia e que nunca vão conseguir varrer Israel do mapa ou exterminar todos os judeus, como apregoam certos lideres insanos do Hamas. Israel não perderá a guerra em nenhum momento (isso é uma verdade bíblica); mesmo que a intolerância religiosa aumente no Oriente Médio, o que se facilmente se verifica nas investidas do grupo Hamas.


Apesar da devolução da faixa de Gaza e de partes da Cisjordânia para o controle palestino, um acordo final trará paz “definitiva” para o Oriente Médio. Isso será estabelecido no período de paz do reino do Anticristo. Nesses três anos e meio (1260 dias), serão resolvidos os principais pontos de discórdia, que são o status de Jerusalém e o destino de refugiados palestinos e de assentamentos judeus.


De acordo com o texto de Daniel 9.24-27, um decreto para restaurar os muros foi o começo da “contagem regressiva” para a vinda do Messias – profecia conhecida como “as 70 semanas de Daniel”. Contudo, o termo hebraico “setes”, traduzido por “semanas”, não se refere a semanas de dias, mas a semanas de anos. Um ano profético de 360 dias (segundo o calendário lunar), multiplicado por 483 anos, perfaz um total de 173.880 dias, desde o decreto de Artaxerxes Longimanus I até a vinda do Messias. Dois acontecimentos trágicos, mencionados por Daniel, ocorreriam antes do começo do septuagésimo “sete” (ou septuagésima semana): o primeiro é que o Messias seria “morto”; o segundo é que, tanto a cidade de Jerusalém quanto o seu santuário seriam destruídos. Nós ainda aguardamos o início do septuagésimo semana – que reconhecemos como o futuro Dia do Senhor (mencionado 25 vezes em toda a Bíblia) ou como o período da Tribulação (Mateus 24.21-22). Segundo Daniel 11, haveria conflito incessante entre os selêucidas (a dinastia de Selêuco) e os ptolomeus (a dinastia de Ptolomeu, outro general de Alexandre a quem foi entregue o Egito) numa disputa pela Terra de Israel, um fato que é lembrado pelo Irã até os dias de hoje. A Pérsia estará presente na batalha que será travada quando houver a invasão da Terra de Israel (Ezequiel 38 e 39). Ao que nos parece, a Pérsia será o país que encabeçará aquele ataque (pelo menos, os persas são os primeiros mencionados na lista de nações).


Esse assombroso império da antiguidade continuou a ser conhecido pelo nome de Pérsia até 1935 d.C., quando seu nome foi mudado para Irã. Na atualidade, o idioma oficial do Irã é o persa moderno ou farsi, uma língua indo-européia escrita com caracteres árabes.
Em 1979, o Irã experimentou o que a história denomina de “Revolução Islâmica”. Os muçulmanos xiitas assumiram o controle do país e instauraram a lei sharia. Embora muitos árabes vivam em certas regiões do país, o Irã não é um estado árabe. A relação do Irã com os árabes e o apoio que deles recebe, fundamenta-se na religião islâmica que é comum a esses povos. Ao longo da história do Islã, houve muitas ocasiões em que o Irã demonstrou ser uma poderosa força de oposição aos muçulmanos da Arábia Saudita, os quais controlam os lugares sagrados de Meca e Medina. O Irã também enfrentou oito anos de guerra contra o Iraque, seu vizinho ocidental, na época em que o sunita iraquiano Saddam Hussein estava no poder. Muitos muçulmanos xiitas oriundos do Irã têm povoado territórios ao sul do Iraque e, atualmente, se constituem numa influente força dentro do parlamento iraquiano que foi eleito. O Irã, por tradição histórica, acredita que o território do Iraque lhe pertence, bem como reivindica direito de propriedade de muitos outros países do Oriente Médio (inclusive Israel). Os iranianos almejam a restauração da glória do primeiro império persa (um dos maiores impérios da história em termos geográficos). É óbvio que o Irã (principalmente por causa do petróleo) seja, nos dias atuais, um dos mais importantes personagens no cenário político, econômico e militar deste mundo. Os iranianos são os principais fornecedores de armas para os terroristas islâmicos em todo o Oriente Médio. É possível que a maior parte de seu armamento provenha da Rússia, China e Coréia do Norte. O Hamas, nessa atual guerra na Faixa de Gaza se tem total apoio do Irã
O Estado de Israel se depara com um sério desafio da parte dos líderes do Irã e suas constantes ameaças. O Senhor Deus de Israel tem ouvido todas elas e a profecia bíblica envolverá o Irã entre as nações do mundo que marcharão contra Israel. Tais nações serão derrotadas pelas mãos do Messias que voltará em glória, nosso bendito Senhor Jesus.
O islã odeia tanto cristãos quanto judeus, pois ambos têm o mesmo Deus. Com uma cerca de segurança, Israel procura proteger-se dos ataques dos terroristas sanguinários e de sua ânsia de matar. Eles não recuam nem diante da possibilidade de fazer vítimas entre sua própria população. Quanto mais pessoas do lado inimigo forem mortas, maior a satisfação deles. A barreira de segurança, apesar de todas as críticas, reduziu drasticamente o número de atentados. Entretanto, ao invés de criticar os terroristas, o Ocidente parece não ter nada melhor a fazer do que questionar a cerca e tentar obrigar Israel a derrubá-la. Em outras palavras, o mundo ocidental prefere ver ainda mais vítimas inocentes do lado judeu do que mandar os muçulmanos cessarem os atos terroristas. A Índia também está construindo uma cerca semelhante na disputada região da Caxemira para impedir a entrada de terroristas vindos do Paquistão, mas isso não parece interessar a ninguém
O Novo Testamento tem aproximadamente o mesmo volume que o Corão, mas enaltece e ensina o amor ao próximo, inclusive pelos inimigos. Em lugar algum ele conclama à violência. Ao contrário, ele até ensina que devemos abençoar os que nos amaldiçoam e não dar lugar à ira. O cristão deve tentar ganhar os outros para Cristo através do amor e do testemunho, propagando o Evangelho pelo mundo. Ele não deve fazer diferença entre raças, origem, cultura, ideologia ou religião; é exortado a amar a todos da mesma maneira, ajudando e honrando-os.


Maomé incumbiu todo muçulmano de empreender a guerra santa, a jihad. Em 627, na cidade de Medina, ele ordenou que 800 judeus fossem enterrados numa trincheira com as cabeças para fora, sem a menor possibilidade de reação, e depois decapitados, "um procedimento que levou um dia inteiro e prosseguiu pela noite adentro. O caráter de Jesus demonstra compaixão contínua e incontestável. Maomé, por outro lado, era imprevisível e hostil aos que se recusavam a segui-lo. Maomé raramente conseguia uma conversão que não fosse através de coação. Além disso, confiava em suas próprias boas obras para chegar ao céu, e ordenou aos muçulmanos: “... matai os idólatras onde quer que os encontreis" (sura 9.5). Foi ele que fez constar do Corão a ordenança para a execução, crucificação, mutilação ou exílio de qualquer um que fizesse "guerra a Deus (Alá) e a seu Mensageiro..." (sura 5.33).


Ao contrário do cristianismo, o islamismo não tem o conceito de um relacionamento pessoal com Deus, e a ênfase que Jesus dava ao amor é completamente estranha ao islã: O amor não entra na equação, pois a religião muçulmana está fundamentada no senso de dever e no desejo de receber a recompensa. Enquanto a Bíblia ensina "Amai os vossos inimigos e orai pelos que vos perseguem" (Mateus 5.44), os muçulmanos são ensinados a odiar os inimigos de Alá (como faz o próprio Alá), e o Corão promete o paraíso a todos os que morrerem lutando pelo islã.


Os radicais e terroristas islâmicos apóiam-se inteiramente no conteúdo do Corão e nas declarações e ações de Maomé. Enquanto a Bíblia ensina o amor, exorta os homens nesse sentido e busca sua transformação, o Corão prega o ódio às pessoas de outras crenças e impele seus seguidores a praticar esse ódio. Os que não crêem no Corão podem ser perseguidos e assassinados em nome de Alá. Sob a invocação do Corão, as mulheres são oprimidas e espancadas, garotas são proibidas de estudar e países estrangeiros, de cuja hospitalidade os muçulmanos gostam de usufruir, têm desrespeitadas e desobedecidas suas leis. Para os muçulmanos, pessoas de outras crenças merecem apenas o ódio e a jihad, a "guerra santa". Enquanto os cristãos verdadeiros, que seguem a Bíblia, construíram uma rede mundial de assistência social que leva aos necessitados não apenas o Evangelho, mas também auxílio prático como alimentação, abrigo, serviços médicos e ensino escolar, o islã explora e oprime as pessoas nos países que domina.
No momento, muitas crianças palestinas com idades entre sete e quinze anos são treinadas para a luta nos chamados "acampamentos de verão" organizados por diversos grupos terroristas. Nesses acampamentos as crianças aprendem, por exemplo, como atacar e matar colonos judeus. Alguns canais de TV em diversas partes do mundo divulgaram documentários a respeito. A estação saudita "Al-Arabiya" e o "Jerusalem Post" noticiaram os mesmos fatos. Mas ninguém da União Européia (UE), nem da ONU, nem das organizações de direitos humanos, nem do Tribunal Internacional de Justiça de Haia se manifestou a respeito. Nosso consolo diante de tantas injustiças são as firmes promessas de Deus a Israel:
"Ouvi a palavra do Senhor, ó nações, e anunciai nas terras longínquas do mar, e dizei: Aquele que espalhou a Israel o congregará e o guardará, como o pastor, ao seu rebanho" (Jr 31.10). "Jerusalém me servirá por nome, por louvor e glória, entre todas as nações da terra que ouvirem todo o bem que eu lhe faço; espantar-se-ão e tremerão por causa de todo o bem e por causa de toda a paz que eu lhe dou" (Jr 33.9).Hoje em dia, o mundo árabe é o produtor da mais feroz propaganda anti-semita desde os tempos da Alemanha nazista o islamismo tem fronteiras sangrentas. Alguns dos piores e mais odiosos atos de violência no mundo atual são cometidos por muçulmanos e em nome do islã. Apenas para ilustrar: o atentado de "11 de setembro" prova que o terrorismo islâmico indo muito além de suas.

O islamismo é a segunda maior religião do mundo e, com raras exceções, todos os seus adeptos ficam calados quando ocorrem os diabólicos atos homicidas praticados em nome dele. Não há nação na Terra que proteja legalmente a quem se cala diante da violência e do homicídio. Visto que a lei moral original provém do Deus de Israel,
Ezequiel 3.18 diz: "Quando eu disser ao perverso: Certamente, morrerás, e tu não o avisares e nada disseres para o advertir do seu mau caminho, para lhe salvar a vida, esse perverso morrerá na sua iniqüidade, mas o seu sangue da tua mão o requererei".

Desde que começou o Processo de Paz (Oslo/1993), foram executados centenas de atentados terroristas contra civis israelenses em restaurantes, ônibus, áreas para pedestres, confeitarias e hotéis, entre outros lugares onde transcorre a vida urbana cotidiana.
Grande parte, senão todos, os atos terroristas contra Israel são financiados pelo Irã. Israel enfrenta a seguinte guerra:


1. A Proclamação da Independência de Israel em 14 de maio de 1948 diz: “Estendemos a mão a todos os nossos países vizinhos e a seus povos numa oferta de paz... e apelamos a eles que estabeleçam laços de cooperação e ajuda mútua com o povo de Israel independente, estabelecido em sua própria terra... colocando nossa fé no Todo-Poderoso...”. Esse ramo de oliveira foi pisado pelo menos por cinco nações árabes que atacaram os colonizadores israelenses. O fato de que o extermínio de Israel é exigido pelo islã faz com que a paz real no Oriente Médio seja impossível – mas isso não é admitido porque deseja-se ser politicamente correto. Pela graça e pelas promessas de Deus, entretanto, Israel não foi e nem será exterminado.

2. Para que houvesse “paz”, contudo, as nações árabes exigiram que Israel se retirasse para um território minúsculo e indefensável, que lhe tinha sido atribuído pelas Nações Unidas. Tratava-se de uma pequena fração da área que a Liga das Nações havia separado em 1922 para o lar nacional judaico. Se esse princípio fosse adotado universalmente, agressores jamais seriam prejudicados por atacarem seus vizinhos!


3. Na guerra de 1948-1949, a Jordânia capturou Jerusalém Oriental e a Margem Ocidental, enquanto o Egito tomou a Faixa de Gaza, pondo fim a mais de 3.000 anos de presença judaica na região. Os jordanianos e os egípcios destruíram sistematicamente todas as evidências da história judaica nesses locais, incluindo vilas e sinagogas, expulsaram todos os judeus e decretaram que a venda de terras a judeus era uma ofensa capital. Os Territórios foram ocupados, não pelos judeus, mas sim pelos árabes! Essas áreas tornaram-se centros de ataques terroristas contra Israel. O povo árabe declara abertamente que não estarão satisfeitos a não ser que ocorra o total extermínio final de Israel

4. Incrivelmente, Israel continuou tentando se dar bem com seus inimigos, tendo esperanças de “paz”. Mais do que qualquer outra coisa no mundo, o sonho de paz no Oriente Médio produz o desejo ilusório, politicamente correto, de não “ofender” os agressores. . Israel tem perseguido a paz num caminho coberto pelos cacos da esperança traída. Em setembro de 1978, o Egito, Israel e os Estados Unidos assinaram os Acordos de Camp David, sob os quais Israel devolveu o Sinai ao Egito. De fato, mais de 90% da terra que Israel obteve em defesa própria contra um inimigo que jurou exterminá-lo foram devolvidos. Israel ofereceu devolver mais, inclusive um “Estado Palestino”, com a condição de que seu direito de existência fosse reconhecido – com o que os muçulmanos, conforme a lei islâmica não pode concordar. No entanto, Israel tem sido culpado por falhar em promover a paz! Essa paz virá sib as asas do “assolador” (Dn 9:27)

5. Desde 1993 o Estado de Israel aceita a existência de um Estado Palestino com fronteiras seguras para Israel. Desde 1993 os atentados terroristas palestinos contra a população israelense não foram interrompidos.

6. Mentir para promover o islã é considerado uma honra. Em 14 de outubro de 1988, Arafat condenou todas as formas de terrorismo e reconheceu Israel – no papel. A Conferência de Paz de Madri, em outubro de 1991, abriu o caminho para conversações secretas entre a OLP e Israel em Oslo (na Noruega). Em 13 de setembro de 1993 o então primeiro-ministro israelense Yitzak Rabin assinou a “Declaração de Princípios” em Oslo e Israel reconheceu Arafat e a OLP.

7. O atual conflito não é uma luta das Forças de Defesa de Israel (FDI) contra o povo palestino. O inimigo de Israel é o terrorismo que a Autoridade Palestina (AP) de Arafat não apenas nunca eliminou, mas sempre protegeu e fortaleceu durante 9 anos de "Autoridade" nos territórios. Não se trata de uma guerra entre a "força de ocupação" e a "resistência libertadora". As FDI estão combatendo organizações terroristas que atentam contra a população civil israelense.

8. A política de guerra exército israelense é clara para todos que têm noção de ações militares ou que simplesmente estejam dispostos a entender o que ocorre. É evidente que o exército israelense tem os recursos para "acabar" com a infra-estrutura terrorista palestina de maneira simples e rápida. As FDI contam com bombas de potência não muito inferior às que os Estados Unidos usaram no Afeganistão e que, de um ponto de vista puramente militar, teriam simplificado a ação e evitado arriscar a vida de soldados israelenses. Porém, as FDI optaram por mobilizar forças de reserva treinadas para a luta urbana em áreas densamente povoadas. Deve-se considerar especialmente que os terroristas escondem-se e disparam a partir de igrejas, campos de refugiados e casas de famílias, complicando a tarefa do exército israelense na hora de evitar que haja vitimas civis palestinas

9. Será que ser “politicamente correto” é uma mentira deliberada ou uma insanidade voluntária? Como se explica a mentira (que não tem nenhum exemplo para apoiá-la e centenas de exemplos para refutá-la) de que o islã é pacífico? Sem a violência pela qual começou, espalhou-se e agora se mantém, o islã seria uma seita obscura, não uma religião mundial.

10. O islã fez “convertidos” pela espada desde a França até a China. Com velocidade e ferocidade assombrosas, a espada islâmica – “mais rápida que a romana, mais duradoura que a mongol, na mais espantosa proeza da história militar” – obrigou nações a se submeterem a Alá. Em números absolutos, os massacres foram maiores do que o Holocausto de Hitler. O historiador Will Durant chama a conquista islâmica da Índia de “provavelmente o período mais sangrento da História”.

11. Ainda assim, persiste a mentira politicamente correta de que o islã é pacífico. Após assassinar os atletas israelenses durante as Olimpíadas de Munique, a OLP foi convidada a participar das Olimpíadas! Durante décadas a Federação Internacional da Cruz Vermelha tem honrado o Crescente Vermelho do islã, mas se recusa a reconhecer o Magen David Adom Vermelho (Estrela de Davi Vermelha) de Israel. Por ter falado contra essa fraude, Bernardine Healy foi forçada a pedir demissão do cargo de presidente da Cruz Vermelha Americana.

12. Uma coisa é certa: mesmo que o “politicamente correto” possa enganar alguém por algum tempo, inevitavelmente trairá ainda nesta vida aqueles que o empregam – e seguramente trará o julgamento de Deus na eternidade que virá. No final, a verdade prevalecerá.

13. Nenhum líder árabe tem autoridade para passar por cima da lei islâmica, assinando um acordo que permita aos judeus governarem qualquer território que o islã tenha possuído. Em 641 d.C. os islâmicos conquistaram a região que os romanos tinham renomeado como “Palestina” em 135 d.C. Eles não podem abrir mão dela, nem de qualquer outra terra que o islã tenha controlado, da França à China. E nem qualquer não-islâmico pode reinar sobre muçulmanos em qualquer lugar do mundo – o que inclui os Estados Unidos. Essa é uma doutrina central que todo muçulmano aprende nas mesquitas.

14. Dividindo o mundo inteiro em dar al–Islam (casa da paz) e dar al-Harb (casa da guerra), o islã exige a jihad incessante, até que o mundo todo se submeta a Alá. A Guerra Santa é... obrigação divina. A religião do muçulmano é o Corão e a espada.

15. De acordo com a sharia (lei islâmica) não pode haver paz real, mas apenas um cessar-fogo temporário, entre muçulmanos e não-muçulmanos. Esse fato pode ser verificado em vários atentado ocorridos por todo o mundo em nome de Alá.

16. O “processo de paz” foi uma artimanha islâmica de Arafat. [O acordo de] Oslo exigiu que ele tirasse da Carta da OLP a cláusula sobre a destruição de Israel. Quando anunciou que ela tinha sido removida, a viúva de Rabin proclamou com grande alegria: “O Conselho Nacional Palestino revogou as cláusulas da sua Carta que pediam a destruição de Israel!” O sucessor de Rabin, o primeiro-ministro Shimon Peres, salientou que “este foi o evento histórico mais importante no desenvolvimento da nossa região em cem anos”. Na realidade, era um embuste. A cláusula não tinha sido, nem foi, removida. 24. Arafat continuou a pedir publicamente a destruição de Israel.

17. Enquanto o “processo de paz” continua, palestinos assassinam e põem fogo nas casas de árabes suspeitos de colaborarem com Israel. Os terroristas islâmicos que matam judeus são honrados tendo ruas e feriados com os seus nomes [nos países árabes].

18. Os líderes palestinos fazem tudo em nome de Alá. Portanto, não importa quais acordos de “paz” assinam, tudo é feito tendo em mente a destruição de Israel (um Estado cuja existência nem mesmo é admitida em qualquer mapa árabe), conforme ordenado por Alá, através de Maomé. O mesmo vale para todos muçulmanos

19. Os mulçumanos dizem abertamente: “Se Alá quiser... Israel será apagado do mapa... E trará bençãos sobre aqueles que instigarem a jihad por Alá. Bênçãos sobre aqueles que colocam um cinto de explosivos em si mesmos ou em seus filhos e detonam uma bomba no meio dos judeus”. Esse é o islã – e o Ocidente precisa estar ciente desses fatos!
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20. Pouquíssimos líderes cristãos têm a coragem de falar a verdade, afirmando que Maomé foi um terrorista, e que o islã é muito perverso e maligno. Infelizmente, muitos líderes de igrejas preferem ser politicamente corretos, embora o islã seja totalmente anticristão. Ele nega a divindade de Cristo, Sua morte pelos nossos pecados na cruz e Sua ressurreição – e tem perseguido e matado milhões de cristãos através da História.

21. No entanto, Billy Graham, totalmente equivocado, assim como muitos cristãs, disse: “o islã é mal entendido... Maomé tem grande respeito por Jesus. Ele chamou Jesus de o maior dos profetas depois dele mesmo. Acho que estamos mais próximos do islamismo do que pensamos...”. Na verdade, eles estão próximos quanto a distância entre o céu e o inferno!

A minha intenção foi apenas esclarece alguns aspectos que do que realmente está ocorrendo no Oriente Médio, com esse novo capítulo de destruição na Faixa de Gaza. A Bíblia ensina a respeito dos dias anteriores à volta de Jesus em grande poder e glória, que haverá uma aliança de paz entre o líder do mundo ocidental e do anticristo com os líderes de Israel.


A humanidade está hoje se encaminhando para uma Nova Ordem Mundial, que servirá para dar início ao domínio mundial nas áreas religiosa, econômica e política. Essa Nova Ordem Mundial é buscada principalmente pelos países ocidentais e está sendo mais e mais imposta. O futuro líder dessa Nova Ordem Mundial firmará um pacto de segurança de sete anos com Israel, que aparentemente garantirá a paz para o Estado judeu. Mas como os países islâmicos têm dificuldades com essa Nova Ordem Mundial de fundamentos ocidentais e querem estabelecer sua própria ordem mundial, além de odiarem Israel acima de tudo, a aliança de paz do anticristo e do líder ocidental com Israel poderia ser o motivo para os países islâmicos iniciarem uma guerra. Em Daniel 11 está escrito que o "rei do Sul" (Egito) e o "rei do Norte" (Assíria) iniciarão uma guerra com o anticristo, que estará aliado ao líder ocidental. Mas, aparentemente o exército ocidental vencerá e acabará ocupando a terra de Israel (Dn 11.40-43). Essa guerra será em primeiro lugar contra o mundo ocidental, mas naturalmente também contra Israel, porque foi estabelecida a aliança de paz com os judeus. O mundo islâmico deseja a ruína do Ocidente e não pode tolerar outro poder exceto o do Alcorão. Em Zacarias 12.2 está dito que Jerusalém será inicialmente um cálice de tontear para os povos em redor, antes que todas as nações da terra se lançarão contra Israel (v. 3). Essas nações agrupadas ao redor de Israel são os países árabes, dirigidos segundo o Alcorão. Também a invasão de "Gogue, da terra de Magogue" (veja Ez 38 e 39) refere-se principalmente a países islâmicos, que aliados a "Gogue" virão aos montes de Israel para finalmente serem julgados ali por Deus. E, o pequeno Israel seria totalmente destruído, se não fosse pela poderosa proteção do Deus Todo-Poderoso, que predisse esse exato cenário há 2.500 anos! A que Deus poderoso servimos! Observe Israel, pois é a chave para o calendário do fim dos tempos. Ore pela proteção de Israel neste tempo; ore para que a glória de Deus seja manifestada diante do mundo não-regenerado, quando ele livrar Israel repetidamente, da forma predita nas profecias bíblicas.


Ao longo de todo o Antigo Testamento, Deus afirma que a terra de Israel foi dada por herança aos descendentes de Abraão, Isaque e Jacó – os judeus. Com exceção de Jonas, todos os profetas do Antigo Testamento fazem menção a um retorno definitivo dos judeus à Terra de Israel. Essas promessas do Antigo Testamento nunca foram alteradas ou anuladas em nenhum texto do Novo Testamento. Na realidade, tais promessas foram ratificadas por algumas passagens do Novo Testamento (Hb 6.13,17-18, Rm 11.29). É bem verdade que um legítimo argumento em defesa de Israel pode ser apresentado com base em muitos fundamentos, mas, no fim das contas, a questão se resume ao que Deus pensa sobre esse assunto, segundo Ele comunicou através de Sua Palavra inerrante e autorizada – a Bíblia.

À luz disso tudo, creio que o principal propósito dessas guerras no Oriente Médio e do reagrupamento de Israel tem direta relação com o acordo de paz que será feito pelo Anticristo, conforme é descrito em Daniel 9.24-27. Para que tal aliança se viabilize, é necessário que os judeus estejam presentes em sua terra e organizados politicamente como um Estado Nacional. Isso começou a ocorrer desde 1948. Depois de quase dois milênios, um povo antigo e disperso regressou à terra natal de seus antepassados, para tornar possível, pela primeira vez desde o ano 70 d.C., o cumprimento da profecia de Daniel 9.24-27 referente ao acordo de paz. Conseqüentemente, o palco está montado para aquele acontecimento real que se constituirá no estopim da Tribulação, bem como, pelo que se sabe, será o prenúncio dos últimos dias deste mundo. Para frustração geral daqueles que se opõem à existência de Israel e devo afirmar que não haverá paz no Oriente Médio antes do arrebatamento da Igreja de Jesus e que o atual Estado de Israel se encontra exatamente nessa posição profeticamente requerida. Tal fato realmente indica que estamos muito próximos dos dias finais.
Israel é o relógio mundial de Deus. E ele aponta que o tempo está realmente ficando muito curto. Maranata, Ora vem Senhor Jesus.Em Cristo,
Gilvan Silva Santos,
gilvansilva00@hotmail.com