30.11.09

E SE POR UM DIA JESUS FOSSE VOCÊ ?

E se, por vinte e quatro horas, Jesus acordasse em sua cama, calçasse seus sapatos e cumprisse sua agenda? Seu chefe passasse a ser o chefe dEle, e suas dores se tornassem as dores dele?

Com exceção de uma coisa, nada em sua vida mudaria. Sua saúde continuaria a mesma. Circunstâncias iguais, horário inalterados, problemas pendentes. Somente um detalhe modificado.

E se, durante um dia e uma noite, Jesus vivesse a sua vida com o coração dEle? Seu coração ganhasse um dia de folga e sua vida fosse dirigida segundo o coração de Cristo? As prioridades dEle governando suas ações. As paixões dEle guiando suas decisões. O amor de Jesus conduzindo seu comportamento.

Como você faria? As pessoas notariam alguma mudança? Sua família - será que veriam algo novo? Seus colegas de trabalho sentiriam a diferença? E os menos afortunados? Seriam tratados da mesma forma? E seus amigos? Perceberiam alguma alegria maior? E quanto a seus inimigos? Receberiam mais misericórdia do coração de Jesus do que do seu?

E você? Como se sentiria? Que alterações esse transplante produziria em seu nível de estresse?Em suas mudanças de humor? Em seu temperamento? Você dormiria melhor? Veria o amanhecer de modo diferente? E quanto aos impostos? Haveria alguma chance de você precisar menos de aspirinas e tranqüilizantes? E quanto a suas reações em congestionamentos no trânsito?

Você daria continuidade aos planos projetados para as próximas vinte e quatro horas? Pare e pense em sua agenda. Obrigações. Compromissos. Passeios. Reuniões. Alguma coisa mudaria se Jesus tomasse seu lugar?

Continue pensando nisso. Ajuste as lentes da sua imaginação até ter uma imagem clara de Jesus dirigindo sua vida, então tire a foto. O que você vê é o desejo de Deus. Ele quer que haja em nós "o mesmo sentimento que houve também em Cristo Jesus." ( Fl 2:5 )

O plano de Deus para você é nada menos do que um novo coração. Se você fosse um carro, Deus controlaria seu motor. Se fosse um computador, Deus controlaria seu software e o disco rígido. Mas como você é uma pessoa, Deus quer trocar seu coração.

"E vos renoveis no espírito do vosso sentido, e vos revistais do novo homem, que, segundo Deus, é criado em verdadeira justiça e santidade." ( Ef 4:23,24 )

Deus deseja que você seja assim como Jesus. Ele quer que você tenha um coração como o dEle.

Vou me arriscar a dizer algo. É perigoso resumir grandes verdades em apenas uma afirmação, mas vou tentar. Se uma sentença ou duas pudessem captar o desejo de Deus para cada um de nós, seria mais ou menos assim:

Deus o ama como você é, mas se recusa a deixá-lo desse jeito. Ele quer que você seja simplesmente como Jesus. Deus o ama como você é. Se pensar que seu amor por você seria maior e sua fé também fosse, não é verdade. Se achar que seu amor seria mais profundo e seus pensamentos também fossem assim, novo erro. Não confunda o amor de Deus com o amor humano. O amor humano sempre aumenta com o desempenho do outro e diminui com os erros. Isso não acontece com o amor de Deus. Ele o ama exatamente como você é. Citando o autor favorito de minha esposa:

O amor de Deus nunca cessa. Nunca. Mesmo que o rejeitamos, ignoremos, desprezemos ou lhe desobedeçamos. Ele não muda. Nosso mal não diminui seu amor. Nossa bondade não pode aumentá-lo. Nossa fé não pode conquistá-lo tanto quanto nossa estupidez pode comprometê-lo. Deus não nos amará menos se falharmos ou formos bem-sucedidos. O amor de Deus nunca cessa. Deus o ama como você é, mas se recusa a deixá-lo como está."

Extraído do livro "Simplesmente como Jesus" Max Lucado - 20/5/2005-

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GUERRA E PAZ


Isaías 
2:1-5

Guerra e paz!

As palavras do profeta Isaías nos fazem ansiar pelo dia em que não haverá mais guerra e a paz dominará o universo.

Mas, infelizmente, as notícias continuam falando de armas, violência, mortes e destruição. Vemos todos os dias nossa incapacidade humana de evitar a guerra e abraçar a paz.

Talvez esse ponto nos leve a reconhecer, com humildade e honestidade, que em relação à guerra e à paz, permanecemos numa tensão que mostra que estamos na direção do reino da paz, mas não chegamos lá ainda. Nossa esperança em Cristo nos faz antever a plena paz eterna, mas agora mesmo experimentamos um mundo em pedaços.

A paz foi estabelecida entre nós e Deus, quando o muro da separação foi derrubado; entretanto, ainda não somos capazes de viver plenamente essa paz. A tensão entre guerra e paz permanece ligada às correntes da aparente necessidade das armas para manter a justiça e encontrar o caminho da graça que leva à concórdia.

Ansiamos pela paz. E, enquanto aguardamos a plena paz que Cristo trará com sua vinda, que possamos nos esforçar ao máximo para viver em paz conosco mesmo e com as pessoas ao nosso redor.

Ore

Deus da paz, que possamos semear a paz onde houver discórdia e ódio. Ajuda-nos a fugir da retaliação e da vingança. Que a tua paz em nossos corações se espalhe ao nosso redor. Em nome de Cristo. Amém.

Pense

“Façam todo o possível para viver em paz com todos.” (Romanos 12:18)

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29.11.09

RELIGIOSOS DISTRIBUEM GUIAS DE EXAME ILEGAL EM TROCA DE VOTO

Com um santinho e frases do tipo "quero lembrar a vocês que o doutor Maurício Trindade vai se candidatar no próximo ano. Ano que vem, vai aparecer muita gente aqui querendo fazer algo por vocês. Mas, só ele está aqui o tempo todo”, a população do bairro da Engomadeira está sendo receitada sem uma consulta médica em troca de votos. Depois de uma denúncia feita ao jornal ATarde, o veículo enviou um repórter ao local para conferir o que estava acontecendo e acreditem: no lugar da clínica, funciona uma igreja, onde um pastor faz consultas e emite requisições e receitas médicas com o número do registro profissional do médico Márcio Cardim, além da suposta assinatura dele. O repórter se passou por um fiel da Igreja Batista do Caminho das Árvores da Engomadeira e se deparou com essa cena lamentável. Os obreiros realizam tal atividade com o consentimento do médico e deputado federal Maurício Trindade (PR) que, como fazem questão de anunciar as religiosas aos fiéis, irá concorrer nas próximas eleições. Após flagrar as situações irregulares, a equipe de reportagem retornou à Igreja Batista, onde o obreiro Edson França Oliveira não permitiu que os jornalistas entrassem no templo. Quando perguntado sobre a ilegalidade da prescrição de exames médicos e remédios por leigos, Edson diz, apenas, que aquele era um trabalho voluntário para a comunidade da Engomadeira. Dias depois, uma pessoa que se identificou como Jânio Guimarães ligou para o jornal e afirmou ser presidente da Associação Beneficente dos Carentes. Ele disse que a entidade desenvolve um trabalho na área de saúde, dentro da Igreja e que possui, até um convênio com o Hospital Espanhol para realização de atendimentos, mas alegou que as consultas da associação são feitas por médicos. A assessoria de comunicação do Hospital Espanhol confirmou o vínculo com a Associação Beneficente dos Carentes da Bahia, mas desconhece as irregularidades. Jânio admitiu, também, receber o apoio do deputado Maurício Trindade.

Com informações do Bahia Notícias.

28.11.09

Lula sugere partida entre Brasil e combinado de Israelenses e Palestinos pela paz

Lula sugeriu amistoso entre Brasil e um combinado com palestinos e israelenses


O presidente Luiz Inácio Lula da Silva propôs a disputa de um amistoso entre Brasil e um combinado de israelenses e palestinos aos líderes da Autoridade Nacional Palestina (ANP), Mahmoud Abbas, e de Israel, Shimon Peres. Segundo o próprio Lula anunciou neste domingo em coletiva de imprensa na sede do PT em Brasília, a ideia foi passada aos dois líderes durante a visita que fizeram ao Brasil nas últimas semanas.

O presidente afirmou que Abbas e Peres mostraram “simpatia” pela ideia e que se disseram “dispostos” a organizar um combinado com a metade de integrantes de cada povo.

A partida seria disputada em março próximo, durante a visita oficial que Lula deve realizar a Israel e aos territórios palestinos.

No entanto, o presidente brasileiro afirmou que também deve consultar primeiro a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) e ver o calendário da seleção, que estará se preparando para a Copa do Mundo da África do Sul.

Em tom de piada, Lula sugeriu a possibilidade de jogar a partida e disse que poderia atuar como atacante ou como meia organizador.

Durante as visitas de Peres e Abbas, Lula se ofereceu para mediar as conversas de paz no Oriente Médio e ambos os presidentes receberam bem o interesse brasileiro.

Relatório diz que Igreja Católica escondeu abuso de menores

Um relatório divulgado pelo Ministério da Justiça da Irlanda acusa autoridades da Igreja Católica do país de acobertarem casos de abusos de crianças cometidos por sacerdotes entre os anos de 1975 e 2004. O documento traz os resultados de investigações sobre como autoridades irlandesas e da Igreja lidaram com denúncias de abuso sexual contra 320 menores cometidas por 46 padres da arquidiocese de Dublin, 11 dos quais já foram condenados. Nesta “amostra representativa” investigada, as denúncias de abusos contra meninos representam quase o dobro das denúncias cujas vítimas são meninas.Segundo o relatório, ao lidar com estes casos, as autoridades eclesiásticas priorizaram a proteção da reputação da Igreja e não a proteção das vítimas.

“A preocupação principal da arquidiocese de Dublin ao lidar com os casos de abuso sexual de crianças, pelo menos até meados dos anos 1990, era a manutenção do segredo, a busca de se evitar o escândalo, a proteção da reputação da Igreja e de seus bens”, diz o documento.

Abusos

Para os autores da investigação, os líderes da arquidiocese estavam mais preocupados em evitar que os casos fossem a público do que em impedir que os responsáveis pelos crimes cometessem novos abusos.Assim, no lugar de serem denunciados à polícia, os sacerdotes acusados costumavam ser transferidos de paróquias.De acordo com o relatório, a arquidiocese “fez de tudo para evitar a aplicação da legislação” nestes casos. Além disso, quatro arcebispos, três dos quais já morreram, são acusados de não entregar informações sobre os suspeitos às autoridades.

O documento afirma ainda que as autoridades irlandesas facilitaram o acobertamento dos casos ao permitir que a Igreja operasse acima da lei. Segundo os autores, foram registrados casos em que policiais reportaram denúncias de abusos contra padres às autoridades da Igreja no lugar de investigarem as acusações.

“Vergonha”

O ministro da Justiça da Irlanda, Dermot Ahern, cuja pasta foi responsável pelo relatório, afirmou que as informações contidas no documento são “um escândalo de grande escala” que mostram “que o bem-estar das crianças não valia nada”. Ele prometeu levar à Justiça os responsáveis pelos abusos, não importando quando tempo tenha se passado desde os crimes. Após a divulgação do relatório, o atual arcebispo de Dublin, Diarmuid Martin, afirmou que “nenhum pedido de desculpas seria suficiente” e afirmou sentir “vergonha e tristeza com o que ocorreu”. A publicação do documento acontece seis meses depois da publicação chamado relatório Ryan, que continha denúncias de abusos físicos e psicológicos contra quase duas mil pessoas em instituições católicas na Irlanda.

Fonte: BBC

Anjo teria visitado Cristãs na prisão

Anjo teria visitado Cristãs na prisão

As duas moças iranianas Maryam e Marzieh, presas por conta de sua fé em Jesus Cristo, foram encorajadas de maneira magnífica durante o tempo que estiveram na prisão.

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“Estávamos em uma ala com muitas mulheres. Um dia, entretanto, notamos uma pessoa especial na ala. Nunca a vimos antes, e tivemos um encontro curto. Essa moça veio e foi embora do nada. Ela parecia ser um anjo do Senhor, e nos animou de maneira maravilhosa.”

A moça disse a Maryam e Marzieh que “o mundo todo está orando por vocês”. Elas, no entanto, se perguntaram: “Você tem certeza? O governo nos apresentou provas de que ninguém se interessava por nós”. Ela lhes disse: “É mentira. Essas provas são falsas. Muitos cristãos no mundo têm pensado, falado e orado por vocês”.

Maryam e Marzieh começaram a chorar e falaram: “Sabíamos que Deus não se esqueceria de nós. Ele até mandou um anjo seu para cá”.

As duas foram sobremaneira encorajadas com essa visita inesperada, e também por saber que tantas pessoas no mundo oravam por elas.

“Continuem orando por nós. Já saímos da prisão, mas ainda precisamos de proteção e das bênçãos do Senhor. Obrigada, Senhor, por nos enviar seu anjo.”

Fonte: Portas Abertas / Gospel+

Líderes políticos da religião devem seguir partidos e não a fé na hora da urna














É bom a pré-candidata a presidente da República pelo PV, senadora Marina Silva (AC), não contar muito com seus companheiros de fé no papel de cabos eleitorais pelo país afora. O dedicou os últimos dias a conversar com representantes de congregações evangélicas na Câmara e descobriu que a tendência é uma pulverização desses votos em 2010. A Assembleia de Deus, maior congregação, está rachada. “Marina Silva é um fator novo, terá muitos votos, é mulher. Mas é preciso ver o que fará o partido dela. A igreja é família”, afirma o deputado pastor Manoel Ferreira (PTB-RJ), que já está de prontas para o PR, onde concorrerá ao Senado ao lado de Anthony Garotinho, candidato ao governo estadual.
As dúvidas de Manoel Ferreira sobre o PV dominam praticamente todos os 52 deputados que formam a bancada evangélica da Câmara. A imagem do Partido Verde hoje está mais relacionada à do deputado Fernando Gabeira (RJ), que já defendeu a liberação da maconha e a união civil de homossexuais — temas que as igrejas abominam. Além disso, por estar distribuída em várias agremiações partidárias, a bancada não terá uma direção única em 2010.O deputado Bispo Gê Tenuta, por exemplo, é de São Paulo, da igreja Renascer em Cristo, a mesma do jogador de Kaká e do casal de bispos preso em Miami. Em termos eleitorais, fará o que mandar o seu partido, o Democratas. “Não posso votar na senadora Marina Silva por ela ser evangélica. Sem desmerecê-la, mas eu já tenho candidato a presidente: José Serra, que é o nome defendido pelo meu partido em São Paulo. Vamos seguir o partido e não a Igreja”, comenta o bispo.
Na mesma batida está o deputado João Campos (PSDB-GO), coordenador da bancada na Câmara e membro da Assembleia de Deus, a maior congregação evangélica do país: “É quase impossível que a bancada evangélica abrace uma única candidatura a presidente da República, seja quem for. Em Goiás, por exemplo, nosso candidato a governador é Marconi Perillo (PSDB)”, afirma ele, separando a fé da decisão política. Ele, no entanto, faz questão de citar a Bíblia, quando se refere às escolhas de cada um na hora do voto: “No Exôdo, diz: ‘E tu dentre todo o povo procura homens capazes, tementes a Deus, homens de verdade, que odeiem a avareza; e põe-nos sobre eles por maiorais de mil, maiorais de cem, maiorais de cinquenta, e maiorais de dez’, então, podemos escolher dentre todo o povo”, diz o deputado, referindo-se ao candidato a presidente da República.

Universal e Dilma

Enquanto a Assembleia de Deus marchará separada, a igreja Universal do Reino de Deus, que hoje congrega 3% do eleitorado evangélico do país, deve seguir com Dilma Rousseff.
A congregação teve seu poder político muito reduzido depois do escândalo dos sanguessugas, mas ainda concentra poder econômico e tem influência política. A orientação pró-Dilma está diretamente relacionada à posição do senador Marcelo Crivella (PRB-RJ), forte candidato à reeleição.
A Universal consegue ter essa orientação definitiva em direção a Dilma porque é considerada, entre os evangélicos, uma administração centralizada. Além disso, não está tão difundida quanto a Assembleia de Deus, que, com a igreja católica, tem dificuldades em orientar seus fiéis numa única direção eleitoral.
Em 2002, no entanto, Anthony Garotinho soube usar pelo menos parte da estrutura evangélica em benefício de sua campanha. Sem recursos para a campanha presidencial e sem conseguir empolgar o PSB, seu partido à época, ele aproveitou os templos evangélicos para basear sua campanha eleitoral e alcançou os 10% dos votos nacionais graças a esse público.
Por isso, há uma parte da bancada evangélica que acredita que, se a ex-ministra Marina investir nesse público, terá sucesso. Resta saber se o PV aceitará que sua candidata use toda a estrutura dos templos rumo a 2010 e se a senadora conseguirá fazer com que sua imagem se sobreponha à de Fernando Gabeira. Hoje, os evangélicos estão arredios. Se vão continuar assim, só o calor da campanha dirá.
"É quase impossível que a bancada evangélica abrace uma única candidatura a presidente da República, seja quem for"

No DF, também desunidos
No Distrito Federal, as congregações evangélicas estão divididas. Enquanto a Sara Nossa Terra, do deputado Bispo Rodovalho, está fechada com a reeleição do governador José Roberto Arruda, as Assembleias de Deus lideradas pelo pastor Egmar, presidente do PSC, tendem a fechar com o ex-govenador Joaquim Roriz, caso ele seja mesmo candidato a governador. “Fui chamado para uma conversa com Roriz”, afirmou Egmar ao Correio. O pastor foi candidato a deputado federal em 2006. Obteve 34 mil votos. Agora, fechado com Roriz, espera, se não for candidato a vice, tentar assegurar uma vaga na Câmara dos Deputados.

Correio Brasiliense/Notícias Cristãs

Igreja nega comunhão a políticos pró-lei do aborto na Espanha

MADRI - A Igreja Católica espanhola negará a comunhão a parlamentares que votaram a favor de um projeto de lei que facilita o aborto, anunciou na sexta-feira o porta-voz da Conferência dos Bispos da Espanha.
"Esse é um aviso aos católicos de que eles não podem votar a favor disso e de que eles não poderão receber a comunhão a menos que peçam perdão", disse Juan Antonion Martinez Camino numa entrevista coletiva. "Eles se encontram em um estado objetivo de pecado".
O projeto patrocinado pelo governo, aprovado na primeira de uma série de votações do Parlamento na quinta-feira, permitirá o aborto até a 14a. semana de gravidez e, em casos de extrema deformidade fetal, em qualquer momento da gestação.
O projeto também permitirá que as mulheres façam abortos a partir dos 16 anos sem o consentimento dos pais, uma cláusula que tem gerado polêmica mesmo dentro do Partido Socialista (do governo).
Atualmente o aborto é permitido apenas em casos de estupro, má formação fetal ou se a gravidez coloca em risco a saúde física ou mental da mãe.
Na prática a Espanha tem uma taxa de aborto mais alta que alguns países com leis mais liberais porque muitos médicos espanhóis se dispõem a atestar o perigo à saúde psicológica da mãe.
Centenas de milhares de pessoas marcharam contra a lei do aborto em Madri no mês passado. O governo, porém, calcula que o projeto de lei tem amplo apoio entre os eleitores de esquerda.
Analistas dizem que o primeiro-ministro espanhol, José Luis Rodriguez Zapatero, tenta concentrar o debate em questões sociais num momento em que o desemprego beira os 20 por cento.

Reuters/Notícias Cristãs

27.11.09

O Deus provedor.

Manoel Luís Ferreira

Gênesis - 22 - 1 : 18

Eu creio que cada um de nós já foi provado por Deus nas mais diferentes situações. Mas, nunca fomos provados da maneira que o fora Abraão. Porque Deus nunca pediu para nenhum de nós sacrificar um dos nossos filhos. Esta foi a maior prova na vida de Abraão. Deus pediu seu único filho.
Abraão era um homem de muita fé em Deus! Era um homem que tinha uma vida íntima com Deus, ao ponto de ser chamado amigo de Deus (Isaías 41:8). Na maioria dos relatos acerca da vida de Abraão, é destacado por Moisés a fé e a obediência de Abraão para com Deus.
Apesar de toda fé e obediência de Abraão, ele não é a personagem mais importante neste relato. A personagem mais importante neste relato é o Grande e Poderoso Deus de Moisés, de Abraão e de Isaque. O Deus de cada um de nós. Ele é o Deus que providencia vida quando homens como nós estamos em uma situação de morte. Pois, Ele é...

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26.11.09

ESPALHAR E RECOLHER


Mateus 
13:1-9

Em algumas regiões as pedras são uma constante lembrança de que a crosta do solo repousa numa fundação rochosa. Os agricultores sabem que as pedras parecem emergir da terra. Todo ano precisam recolhê-las antes de espalhar as sementes, mas não demora muito e outras pedras aparecem de novo. Havia um solo rochoso na Palestina, onde Jesus contou suas parábolas. As histórias se relacionavam com a vida diária do povo. Jesus falava da vida na casa e no campo. Mas aquelas histórias simples tinham significado profundo. Jesus as usou para ajudar as pessoas a ver fatos extraordinários sobre a nova vida no reino de Deus.

Jesus fala de semeadura em diferentes solos. A semente, na verdade, é a Palavra de Deus, que se espalha por todos os lugares. Mas a recepção da semente tem suas diferenças quando cai nos corações humanos. Algumas pessoas rejeitam a Palavra de Deus. Outras a recebem, mas seus corações são pedregosos. Não há espaço para a semente crescer. As distrações da vida sufocam as sementes que estão começando a germinar. Mas, outras, caem em corações receptivos e a Palavra de Deus e seu amor crescem, produzindo sólida colheita.

Ore

Senhor, preparas-te o solo do nosso coração, retirando as pedras e semeando a tua Palavra. Que ela possa germinar, crescer e frutificar. Que seus ramos se tornem abrigo para conforto dos que sofrem, e seus frutos alimentem os corações. Amém.

Pense

As distrações da vida sufocam as sementes que começam a germinar.

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25.11.09

Pesquisa mostra as cidades mais perigosas para os jovens

15 milhões de jovens estão expostos a violência nas cidades onde moram, diz pesquisa divulgada nesta terça-feira (24) em São Paulo.

Carlos Moreira Maceió, AL


José Jackson Oliveira, 21 anos, estudante. Morto a tiros na periferia de Maceió. "Meu filho era um rapaz de bem. Ele vinha vindo da igreja da comunidade, para ajudar as pessoas e não o mal a ninguém", disse a mãe, Maria de Fátima Oliveira.

A violência contra jovens não surpreende mais os moradores. Uma pesquisa liderada pela ONG Fórum Brasileiro de Segurança Pública revelou que Maceió é a capital mais violenta do país para jovens com idade entre 12 e 29 anos.

"Dessa falta de perspectiva de futuro, de que o futuro é possível, um futuro melhor, leva à essas consequências trágicas. Não podemos mais nos furtar a isso. Os governos não podem mais fazer apenas políticas sociais paliativas", afirma a Socióloga da Universidade Federal de Alagoas, Belmira Magalhães.

Logo atrás de Maceió, entre as capitais, estão Porto Velho e Recife. O que mais surpreendeu os pesquisadores foi a constatação de que a violência ultrapassa os limites das grandes cidades brasileiras. Entre os dez municípios que mais oferecem perigo aos jovens, apenas um tem mais de 500 mil habitantes.

Itabuna, no sul do Bahia, tem 200 mil habitantes e foi apontada como a cidade mais perigosa para jovens. "Dois elementos são importantes balizadores da pesquisa: pobreza e desigualdade social. Isso é uma herança histórica da Bahia", afirma o Secretário de Justiça da Bahia, Nelson Pelegrino.

Marabá, no Pará, ficou em segundo lugar e tem o pior indicador de frequência escolar e emprego. Foz do Iguaçu, no Paraná, aparece em seguida. Ali, o maior problema é o número de homicídios. "Existem fatores que fogem do âmbito da atuação da policia que levam o jovem a procurar na região de fronteira a oportunidade que ele encontra no tráfico de drogas, no tráfico de armas e no contrabando", explica o Secretário de Segurança do Paraná, Luiz Fernando Delazari.

Completam a lista, as cidades de Camaçari; Governador Valadares; Cabo de Santo Agostinho; Jaboatão dos Guararapes; Teixeira de Freitas; Linhares e Serra.

Para fazer o ranking, os pesquisadores analisaram números de assassinatos, mortes no trânsito, índices educação e renda em mais de 250 municípios.

São Carlos, São Caetano do Sul e Franca, todas em São Paulo, foram apontadas como as cidades onde jovens estão menos expostos ao perigo. Entre as capitais, São Paulo, Brasília e Goiânia tiveram os melhores conceitos.

Fonte: Globo.com

São Paulo tem mais de 1% dos homicídios do mundo

São Paulo
Números colocam a cidade como a 4ª capital mais violenta do Brasil
Depois de forte aumento nos anos 80 e 90, as mortes por homicídio diminuíram na cidade de São Paulo nos últimos anos. Entre 2001 e 2002, caíram 9%.

Os números do último trimestre do ano passado mostram uma redução ainda maior, de 16%, em relação ao mesmo período do anterior.

Os números absolutos, no entanto, mostram um cenário pior do que o de muitas guerras. Mais de 6 mil pessoas perderam a vida na capital paulista em 2002, uma proporção de 58 mortes por 100 mil habitantes.

De acordo com cálculos da Organização Mundial da Saúde (OMS), mais de 1% dos 520 mil homicídios que ocorreram no mundo em 2000 foram cometidos na cidade.

Esses números não incluem mortos em guerras ou outros conflitos nem suicídios. Apenas os óbitos resultantes de violência interpessoal.

A participação da cidade na população mundial, estimada pela ONU em 6,1 bilhões de pessoas, é de apenas 0,17%.

Quarta mais violenta

A média de 58 homicídios por 100 mil habitantes coloca São Paulo como a quarta capital mais violenta do país – depois de Recife, Cuiabá e Porto Velho.

Homicídios nas capitais (Mortes por 100 mil habitantes, em 2000)
1 - Recife: 67,4
2 - Cuiabá: 65,6
3 - Porto Velho: 60,7
4 - São Paulo: 58,5
5 - Vitória: 54,4
6 - Rio de Janeiro: 49,5
7 - Boa Vista: 46,4
8 - Macapá: 43,4
9 - Maceió: 37,9
10 - Campo Grande: 37,2
11 - Rio Branco: 35,2
12 - Aracaju: 33,6
13 - Brasília: 33,5
14 - Manaus: 32,4
15 - João Pessoa: 31,9
16 - Porto Alegre: 30
17 - Belo Horizonte: 28,2
18 - Fortaleza: 24,3
19 - Goiânia: 22,2
20 - Belém: 21,9
21 - Palmas: 21,8
22 - Curitiba: 21,1
23 - Teresina: 20,3
24 - São Luís: 14,9
25 - Salvador: 11,8
26 - Florianópolis: 11,1
27 - Natal: 6,7
Média nacional: 39,7
Fonte: Ministério da Saúde

Mas os números situam a cidade como uma das mais violentas do mundo, com índice de homicídios inferior apenas a lugares como Medellín e Cali, na Colômbia, Cidade da Guatemala e San Salvador.

Os índices de homicídio em São Paulo variam muito nos diversos bairros da cidade – e invariavelmente são muito superiores na periferia do que nas áreas centrais, mais policiadas e habitadas por membros da camada mais rica da cidade.

Os índices de homicídio variam de dez por 100 mil habitantes na região de Pinheiros, de classe média e a poucos quilômetros do centro, a 103 por 100 mil (uma morte a cada mil habitantes por ano) em Parelheiros, no extremo sul da cidade, já na divisa com a Serra do Mar.

E entre essa população, os homens jovens são as maiores vítimas. Os homicídios são a principal causa de mortes entre os homens de 10 a 49 anos, à frente de doenças do coração e acidentes de trânsito. Na população total, os assassinatos são a terceira causa de mortes na cidade.

Um relatório mundial sobre violência e saúde, publicado no ano passado pela OMS, estima em 1,6 milhão o número de mortes violentas no mundo em 2000, uma proporção de 28,8 por grupo de 100 mil.

Os homicídios representam um terço desse total – 8,8 por 100 mil. A média paulistana é mais de seis vezes superior.

No Brasil como um todo, o índice de homicídios é de 26 por 100 mil habitantes. Nas capitais, é de 40 por 100 mil.

Situação invertida

O relatório da OMS também mostra que, no mundo, os suicídios respondem por metade das mortes violentas, enquanto os homicídios por um terço e as mortes relacionadas a guerras representam 18% do total.

Já nas Américas, a situação se inverte. O índice de suicídios passa para oito por 100 mil, enquanto os homicídios sobem para cerca de 19 por 100 mil. Todos os números, porém, muito inferiores aos verificados em São Paulo.

Favela na periferia de São Paulo
Programas sociais reduziram violência na periferia, diz estudo

"São Paulo é uma cidade terrível, do ponto de vista da convivência humana", diz o sociólogo Fernando Afonso Salla, pesquisador do Núcleo de Estudos da Violência da Universidade de São Paulo (USP).

Salla nota que o aumento da violência levou à perda dos espaços públicos de convivência e à procura cada vez maior, principalmente nos últimos 20 anos, de estratégias individuais de segurança.

"Cresceram muito nos últimos anos a blindagem de carros, grades nas casas. Tudo isso torna a convivência na cidade muito complicada", afirma.

Para uma diminuição efetiva da violência, o sociólogo aponta a necessidade de investimento pesado em programas sociais, para integrar à sociedade as camadas mais pobres, dos bairros periféricos, ao mesmo tempo em que defende uma reforma no sistema policial e penitenciário, para acabar com as fugas nas prisões, e judiciário.

"É a dobradinha de sempre, investimento na diminuição da exclusão social e econômica de um lado e no aumento da eficiência da polícia do outro", afirma.

Programas

Um estudo da prefeitura afirma que a violência caiu mais nos bairros da periferia onde foram implementados programas de inclusão social e complementação de renda.

São Paulo: homicídios por bairros (Mortes por 100 mil habitantes em 2002) - Os mais violentos
1 - Guaianazes: 115,5
2 - Parelheiros: 106,7
3 - Brás: 106,6
4 - Grajaú: 88,3
5 - Jardim Angela: 88,1
Fonte: Secretaria Municipal da Saúde

De acordo com o estudo, a taxa de homicídios diminuiu nos 50 distritos administrativos onde os programas foram implementados. Na média, a redução foi de 10,7%, mas a queda foi maior (de 14,4%) nas regiões onde os programas sociais foram colocados em prática há mais tempo.

Nos distritos que ainda não foram atendidos pelos programas sociais, o índice de homicídios também caiu, mas a queda foi menor (de 7,7%).

São Paulo: homicídios por bairros (Mortes por 100 mil habitantes em 2002) - Os menos violentos
1 - Anhanguera: 10,2
2 - Santana: 11,6
3 - Socorro: 18,4
4 - Barra Funda: 24,4
5 - Rio Pequeno: 30,1
Fonte: Secretaria Municipal da Saúde

O estudo também mostra que a violência diminuiu em sete dos dez distritos que em 2000 eram classificados como os mais violentos. Três deles deixaram a lista.

Nos bairros periféricos de Cidades Tiradentes e Brasilândia, ambos com índice de homicídios superior a 100 por 100 mil no ano 2000, as mortes caíram quase 30% entre 2001 e 2002.

No Jardim Angela, que chegou a ser classificado como o bairro mais violento de São Paulo, no extremo sul da cidade, o índice de homicídios caiu de 110 por 100 mil para 89 por 100 mil.

Fonte: BBC Brasil.com

24.11.09

Procuradoria pede que a Igreja da Cientologia seja banida da França














Sem status de religião no país, seita é julgada por suspeita de fraude.
Organização nega fraudes e diz que acusação viola liberdade de religião.
A procuradoria francesa pediu nesta segunda-feira (15) que a Justiça dissolva o ramo francês da Igreja da Cientologia, que está sendo julgada por acusações de fraude.
Registrada como religião nos EUA -onde tem adeptos como os atores Tom Cruise e John Travolta-, a Cientologia não tem esse status na França.
A igreja nega as acusações de fraude e diz que as acusações violam a liberdade de religião.
O julgamento da Cientologia começou em 25 de maio. Além das Asociação Espiritual de Cientologia, nome com o qual a seita está registrada na França, e sua livraria, comparecem à justiça sete membros, incluindo o diretor Alain Rosenberg.
As acusações são de fraude em grupo organizado e exercício ilegal de farmácia. Esta última se refere à distribuição aos membros de vitaminas e tratamentos que são monopólio farmacêutico.
Este é o segundo processo contra a organização na França. Em um primeiro processo em 2003, a seita foi absolvida das acusações de fraude e foi condenada apenas pelo uso de fichas de informática de antigos membros.

G1/NC

23.11.09

Mesmo com protestos de evengélicos, pastores da Igreja Gay se casaram

Por Renato Cavallera

Mesmo com protestos de evengélicos, pastores da Igreja Gay se casaram

Convidados que não conseguem conter as lágrimas, bolo, padrinhos, traje de gala e a marcha nupcial. Parecia um casamento como qualquer outro, mas não era. Foi celebrado na noite de ontem, numa casa de festas do Alto da Boa Vista, o primeiro casamento entre pastores evangélicos homossexuais do país. Marcos Gladstone, de 33 anos, e Fábio Inácio, de 30, reuniram as famílias e os amigos para oficializar a relação do casal. A data foi escolhida com cuidado: no Dia da Consciência Negra – os pastores homossexuais resolveram dar mais um passo na tentativa de abolir o preconceito.

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- O sonho de todo mundo é se casar um dia. Os maiores conflitos que vivi em minha vida foram exatamente por me perceber homossexual e ver que não poderia me casar ou mesmo ter a minha família – disse o pastor Marcos.

Os dois pastores são os fundadores da Igreja Cristã Contemporânea. A denominação evangélica é mais liberal que as igrejas tradicionais e recebe fiéis da comunidade LGBT – sigla para lésbicas, gays, bissexuais e transgêneros. Como a união entre pessoas do mesmo sexo ainda não é reconhecida legalmente no Brasil, os noivos assinaram um contrato de união homoafetiva durante a cerimônia.

Evangélico gay

Para o pastor Fábio, a cerimônia foi representativa, mas não só do ponto de vista pessoal:
- Este dia (do casamento) é importante na vida de muitas pessoas. A nossa iniciativa é para mostrar que é possível ser gay, ser cristão e ser evangélico.

Uma data especial e histórica

Ao som de canções evangélicas, cerca de 300 convidados do casamento acompanharam a celebração inédita no país. A união foi celebrada pelo pastor Justino Luiz, da Comunidade Cristã Nova Esperança. A igreja de São Paulo, assim como a fundada por Marcos e Fábio, está entre as denominações evangélicas inclusivas. Negro e homossexual, o pastor Justino estava contente em poder celebrar a união homoafetiva de Fábio e Marcos no Dia da Consciência Negra:
- É importante para a visibilidade da comunidade LGBT. Queremos ter os mesmos direitos que todas as pessoas têm, inclusive nas cerimônias.

Marco para a igreja

Um dos padrinhos da união entre os pastores, Alexandre Castillho, de 39 anos, também membro da Igreja Contemporânea, definiu a data como sendo especial para todos os fiéis da sua comunidade evangélica:
- E um marco para nós todos como igreja. Acho que vai abrir um leque de opções. Temos que acabar com o preconceito cada vez mais.

Fonte: Extra/ Gospel+
Via: Notícias Cristãs


22.11.09

DEUS E DINHEIRO

Mateus 
6:19-24

Deus e dinheiro formam um contraste. Muita gente pensa que não é verdade. Acreditam ser possível amar a Deus e ao dinheiro ao mesmo tempo. Mas, segundo a Bíblia, o Dinheiro, com “D” maiúsculo, é um deus materialista, que compete com o culto ao verdadeiro Deus, o Deus Eterno.

Podemos crescer no serviço a Deus enquanto servimos ao Dinheiro? Para Jesus a resposta é não! — “Vocês não podem servir a Deus e ao Dinheiro.” O amor ao dinheiro escraviza as pessoas pelas cruéis demandas do materialismo. Gente que ama o dinheiro nunca tem dinheiro suficiente. É como tentar matar a sede com água salgada. O dinheiro pode ser atraente, parecer refrescante e nos seduzir, parecendo poder satisfazer nossas necessidades. Mas o dinheiro não pode jamais trazer plena satisfação às nossas necessidades de saúde espiritual, relacionamentos, comunidade e muito mais. Somente Deus pode prover tudo aquilo de que necessitamos, pois foi ele quem nos fez.

Isso significa que o dinheiro é um mal em si mesmo? Não. O que importa é como usamos o dinheiro. Nosso dinheiro tem de ser colocado a serviço de Jesus Cristo. Basta considerarmos como devemos usá-lo para demonstrar o amor do Deus provedor e contribuir para a concretização das causas do seu Reino.

Ore

Pai, ajuda-nos a resistir ao materialismo dos nossos dias, para podermos receber e retribuir o teu amor. Ajuda-nos a demonstrar teu amor pelo emprego que fazemos dos bens que nos dás. Em Cristo. 
Amém.

Pense

Que investimento estamos fazendo que tenha reflexos na eternidade?

www.cadadia.com.br

Brasil termina participação em projeto de Bíblia escrita à mão

BRASIL (*) - A participação brasileira no projeto “Povos do Mundo Escrevem a Bíblia”, que está mobilizando milhares de cristãos em 21 países, se encerra no dia 24/11, durante uma cerimônia no Museu de Arte Moderna de São Paulo (MAM). A Sociedade Bíblica do Brasil (SBB), em parceria com o Vale da Bíblia e a Embaixada de Israel, está coordenando o projeto no país. A idéia é escrever à mão toda a Bíblia em diversos idiomas para que o trabalho fique exposto no Museu da Bíblia, em Israel, para a posteridade.

A Bíblia manuscrita em português coordenada pela SBB contou com a participação de brasileiros de 20 estados. “Mesmo num país com tanta diversidade cultural, como o Brasil, percebemos que a emoção dos copistas é universal. Com este gesto, de transcrever apenas um versículo das Sagradas Escrituras, perpetua-se entre nós o sentimento de herdeiros da Palavra de Deus”, afirma Erní Seibert, secretário de Comunicação e Ação Social da SBB, segundo nota emitida pela entidade evangélica.

Às igrejas que aderiram ao projeto, a SBB enviou de um Kit contendo um Manual de Instruções sobre como proceder a cópia dos versículos; exemplar de uma Bíblia com letra grande; folhas especiais de papel pré-impressas com o nome do livro a ser copiado; cadastros de copistas; certificados de Honra a serem conferidos aos Copistas; e caneta especial e corretivo (branco).

O projeto Povos do Mundo Escrevem a Bíblia é um desdobramento do concurso Crianças do Mundo Pintam a Bíblia, realizado em 1999 e que envolveu quase 800 mil crianças de 91 países, em cinco continentes. Os vencedores ganharam uma viagem a Jerusalém. A experiência deu origem a uma exposição itinerante e trouxe uma série de resultados positivos que motivaram os organizadores a iniciar este novo projeto em 2008, declarado o Ano da Bíblia Manuscrita, em todas as nações. Coincidentemente, a SBB desenvolveu, em 2008, uma ação com as mesmas características: o projeto da Bíblia Manuscrita, lançado para comemorar os 60 anos da entidade e que teve a proposta de produzir 29 exemplares completos das Sagradas Escrituras, mobilizando milhares de brasileiros ao longo do ano.

Cada pessoa que copia um versículo recebe um certificado de participação e seu nome aparecerá entre os cerca de 30 mil copistas de seu país no site da entidade.

Para o evento no MAM, que terá início às 10h, foram convidados o governador do estado, José Serra, o prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab, o embaixador de Israel, Giora Becher, e o fundador do Vale da Bíblia, Amos Rolnik, entre outras autoridades.




* Este país não se enquadra entre os 50 mais intolerantes ao cristianismo.

Fonte: Agência Soma
Portas Abertas

Igreja Universal já possui a maior rede social cristã do país

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A Igreja Universal lançou na internet há pouco tempo sua própria rede social (www.comunidadeuniversal.com.br). Com altos índices de popularidade entre evangélicos de todas as denominações, a ferramenta tornou-se a maior no segmento cristão de língua portuguesa na internet. Segundo dados cedidos pelo núcleo de internet da Igreja, já são aproximadamente 50 mil membros inscritos que geram quase 6 milhões de visualizações mensais.

O crescimento mensal registra uma média de 30%. A rede social permite ao membro criar seu próprio blog além de fomentar a participação em tempo real dos convidados em chats e fóruns. Também consegue integrar os fiéis e divulgar eventos, entretendo o público com uma rádio on-line e jogos interativos.

E mais: conta com a participação de bispos e pastores de várias denominações que promovem debates e orientações com internautas para o crescimento espiritual dos mesmos. Diferentemente de algumas comunidades que praticamente não moderam o seu conteúdo deixando livre seu espaço para pessoas inconvenientes e sem escrúpulos, a Comunidade Universal é uma boa opção para interagir em um ambiente espiritual e de respeito.

O núcleo de internet da Igreja Universal tem investido em vídeos “virais” para propagar a rede social em sites como o You Tube e Google Vídeos.

Igreja Universal – Ministério Público pedirá bloqueio de bens e contas no Brasil e nos Estados Unidos

Por Renato Cavallera


Igreja Universal – Ministério Público pedirá bloqueio de bens e contas no Brasil e nos Estados Unidos

O Ministério Público Estadual (MPE) vai pedir à Justiça o bloqueio dos bens e de contas bancárias de empresas e dos acusados de integrar suposto esquema montado pela IgrejaDeus para aplicar o dinheiro obtido com doações de fiéis no enriquecimento pessoal de seus dirigentes. Universal do Reino de

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A medida deve ser tomada no Brasil e nos Estados Unidos. Na avaliação dos promotores, o sucesso do pedido dependerá do resultado das quebras de sigilo solicitadas na semana passada ao Departamento de Justiça norte-americano. Estão na mira do MPE o bispo Edir Macedo, líder e fundador da Universal, além de nove dirigentes e empresas ligadas à igreja.

A promotoria de Nova York abriu nesta semana investigação sobre o caso. No pedido encaminhado à Justiça norte-americana, os promotores pedem uma devassa em 15 contas atribuídas a integrantes da Universal em Nova York, Jacksonville e Miami.

O MPE considera que, para dar continuidade às investigações na esfera cível, é necessário conseguir o congelamento de bens e quebra de sigilo de 1º de janeiro de 1992 até os dias atuais.

Segundo os promotores, as empresas movimentaram recursos que acabaram utilizados, por exemplo, na compra da TV Record do Rio, adquirida por US$ 20 milhões. O dinheiro, diz o MPE, passou por duas contas bancárias abertas em agências do Banco Holandês Unido (ABN AMRO Bank), em Miami e Nova York.

Os promotores afirmam ainda que, em 1992, a Investholding remeteu ao Brasil US$ 6 milhões.

Fonte: Estadão / Gospel+


Porque Precisamos da igreja?

Gelson Magalhães

Efésios - 5 - 25 : 27

Por várias razões:
1. Porque ela nos proporciona o povo de Deus para viver:

Precisamos uns dos outros. Ninguem pode ser um verdadeiro cristão isolado. "Ovelha que vive sozinha vira petisco de lobo". Como diz a Palavra: "Não abandonemos, o costume de assistir as nossas reuniões. Ao contrário, animemo-nos uns aos outros" (Hb.10.25).

2. Porque ela nos proporciona os princípios para viver.

Na igreja somos nutridos e alimentados pela Palavra de Deus, através dos estudos, mensagens e pregações, o Senhor nos guia. "Lâmpada para os meus pés é a tua Palavra e Luz para o meu caminho" (Sl 109:105).

3.Porque ela nos dá os propósitos para viver.

Na igreja descobrimos que a nossa existência não é fruto do acaso, mas que há um significado e objetivo para nossas vidas. "Vocês foram escolhidos para anunciar os atos poderosos de Deus, que os chamou da escuridão para a sua maravilhosa luz" (1 Pe 2.9). Somos embaixadores de Deus neste mundo!

4. Porque ela nos dá o poder de Deus para viver:

Na comunhão da igreja, experimentamos o poder de Deus que transforma o ser humano. Muitos querem mudar de vida e não conseguem, só a mensagem do evangelho anunciada pela igreja pode fazer isso. "Pois não me envergonho do evangelho, pois é o poder de Deus para a salvação do todo o que crê"(Rm 1.16)
O Jornalista e escritor americano Philip Yancey foi criado e educado na igreja, mas após a faculdade saiu da igreja e depois de um tempo afastado voltou para a comunidade de fé e escreveu em um dos seus livros "Saí da igreja porque encontrei muito pouco da graça de Deus lá mas retornei porque não encontrei a Graça divina em nenhum outro lugar".
Jesus ama a igreja e morreu por ela.
Enquanto viver quero servir à Noiva de Jesus e você?

www.sermao.com.br

20.11.09

"NÃO CHORES..."

Lucas 7.11-17

Naim é não mais que uma vila perto de Cafarnaum, na Galiléia, região norte de Israel. Hoje é uma vila habitada por palestinos. O episódio narrado por Lucas mostra que não há uma só pessoa que não tenha experimentado o sofrimento. Todos já experimentamos um episódio de dor, de transe, de sofrimento. Alguns podem ter sofrido mais, quem sabe, por sua própria sensibilidade; talvez, por causa da sua consciência ou da sua reação à violência. Mas, de qualquer modo, a dor continua a ser um enorme mistério, um grande mistério, um terrível mistério para todos nós. A dor é algo tão importante que, para a dor física, há uma ciência que dela cuida, para que a pessoa não sinta qualquer desconforto. Ninguém pensaria em fazer uma cirurgia se não tiver um anestesista ao lado.

Porém, e em relação à dor moral? E aos tormentos da dor espiritual? E quanto à infelicidade da dor psicológica e emocional, existe algum tipo de anestesia? Quem sofre se sente vítima de uma emboscada incompreensível, de uma terrível agressão. Participamos há poucos dias de uma cerimônia fúnebre. O filho de um casal (casal que participou, aliás, de um Encontro de Casais com Cristo patrocinado por nossa igreja) foi passar com toda a família as festas de São João no interior. Como a casa estivesse muito cheia com os parentes, foi ele com o futuro cunhado para uma casa vazia dentro da mesma propriedade. Lá encontraram uma espingarda de chumbo. O futuro cunhado resolveu mexer na espingarda, e com isso, acionou o gatilho, a arma detonou, e o rapaz que morreu na hora. No sepultamento, estavam presentes amigos da Polícia Civil (era policial), da Polícia Militar, colegas da Faculdade de Direito onde estudava, muitas autoridades, para um momento de morte sem explicação.

Quem passa por essa dor experimenta uma agressão, um verdadeiro assalto emocional como tantos de nós temos passado por isso, e nos sentido sós, miseravelmente sós, quantas vezes...

A tragédia, portanto, é um fato; o sofrimento encontra-se no nosso meio, faz parte de nosso contexto, está à nossa porta, quando não dentro de nossa própria casa. E a Bíblia o descreve como no Salmo 6 que diz assim: "Estou cansado de gemer. Todas as noites choro na minha cama e encho de lágrimas a minha almofada" (v. 7). Ou, ainda, no Salmo 12: "Salva-nos, Senhor, pois são cada vez menos os homens bons e há poucos que sejam sinceros. Mentem uns aos outros; falam com hipocrisia e falsas intenções" (vv. 1,2). E no Salmo 18: "A morte cercou-me com os seus laços e as vagas destruidoras encheram-me de medo; o poder da morte envolveu-me com os seus laços e preparou-me armadilhas fatais" (vv. 5,6).

Isso quer significar que a dor está na experiência dos servos de Deus, está nas páginas dos Evangelhos, mas não é própria do evangelho de Jesus Cristo, Que veio para que pudéssemos ter vida e vida em abundância. Não é o que diz a Palavra de Deus? Esse é o propósito do evangelho, que não é a consagração da dor e nem somos anestesiados como alguém nos acusou (porque na hora do sepultamento de um irmão nosso, estávamos cantando e alguém fora do velório disse, e eu ouvi, "esse povo aí é anestesiado: não sabe chorar").

Na verdade, nós sabemos chorar, mas sabemos, também, o que é o consolo, porque a Bíblia diz: "bem-aventurados os que choram, porque eles serão consolados" (Mt 5.4). Sabemos transformar a dor em culto, sabemos transformar a saudade em ação de graças. Por isso, Jesus veio para nos dar consolo, conforto, abundância de vida, qualidade de vida.

É verdade: falamos nas dores do Calvário, na paixão de Cristo, falamos no sangue derramado de Jesus Cristo, falamos na paixão de Jó, mas falamos também no Cristo que assumiu a dor por nós e nos ensinou que, ao lado do sofrimento sem sentido, da dor inútil, da dor cansada pela culpa, seja individual ou coletiva, pela injustiça, existe um tipo que faz crescer, que faz humanizar, que nos torna adultos em Cristo.

UMA DOR RESOLVIDA

Temos no texto básico a história de uma dor resolvida. Vamos a ela mais uma vez: o texto de Lucas 7 nos joga sem qualquer aviso, no meio de uma batalha. Estamos no meio de uma guerra que grassa desde o começo dos tempos: a guerra da morte contra a vida, porque Deus nos criou para a vida e não para a morte. E essa batalha vem acontecendo desde os primeiros dias porque está dito que "(tu) és pó, e ao pó voltarás" (Gn 3.19b). Nós não nos conformamos com a morte porque não fomos criados para ela. E, sim, para a vida, essa vida que Cristo trouxe de volta pelo evangelho.

É Jesus, então, o Senhor da Vida, de um lado, e um rapaz, vítima da morte do outro lado. Porém, não são combatentes solitários. Temos um exército, e do outro lado, outro exército. Temos Jesus Cristo, e diz a Escritura que "com ele iam muitos dos seus discípulos e uma grande multidão" formando o seu exército. E, do outro lado, "uma grande multidão da cidade" indo atrás daquele esquife. Uma multidão está entrando na cidade. Uma multidão está entrando na vila de Naim; outra está saindo com o corpo do jovem.

Isso ocorreu porque os cemitérios ficavam fora da cidade. O que nós temos hoje é porque a cidade engoliu os cemitérios, mas imaginem como era a cidade do Salvador há duzentos, há trezentos anos. A cidade era só a área do Pelourinho, a região do Terreiro de Jesus, das Portas Além do Carmo, do Santo Antônio . O cemitério era tão longe que ficava na periferia. Um lugar que mais adiante foi chamado de... bairro da Federação. Hoje plenamente dentro da cidade, a menos de uma légua do centro da cidade do Salvador. O chamado "Campo Santo" (nome pelo qual é conhecido o muito antigo cemitério) era considerado tão distante... Havia outro que era destinado aos hansenianos, ficava numa região mais baixa onde estava estabelecida uma colônia de hansenianos, a Quinta dos Lázaros, uma granja, uma roça cuidada pelos enfermos pela hanseníase de então. É o atual Cemitério das Quintas.

Então, como nas cidades antigas, em Israel os cemitérios estavam fora da cidade, porque senão, as cidades e vilas ficariam poluídas, impuras.

Lá vai uma multidão, e vem a outra. O exército da vida tinha Jesus Cristo à frente; o exército da morte tinha uma mãe chorando e o corpo de um jovem num esquife aberto como ainda hoje acontece entre os palestinos. E esta grande multidão é formada não só pelo povo que O acompanhava sempre, mas, igualmente, pelas pessoas que se iam agregando, uma multidão crescente.

Quando entram na cidade, Jesus vê o corpo do moço no esquife: o esquife aberto, a mãe chorando, e não havia marido ao lado para consolá-la. Ela não tinha esposo, e agora não tem filho, pois o único que tinha, seu único arrimo estava no caixão. Ela está só, completamente só no mundo, sem protetor, sem arrimo, só tristeza, lágrimas e abandono. Sua situação, sem dúvida, era compartilhada, compreendida, porque havia amigos que a acompanhavam.

O interessante é que ninguém pediu a Jesus que fizesse o que Ele fez. Jesus age por iniciativa própria. E Lucas, o único que narra esta história, salienta a compaixão, a piedade e o poder de Jesus Cristo, que disse à senhora: "Não chores...", e toca no esquife. Havia uma lei no Código Mosaico que quem tocasse num caixão de defuntos ficaria impuro e não poderia ir ao tabernáculo, ao templo ou à sinagoga, só depois de uma semana quando ficasse purificado. Mas Jesus não se importou em ficar poluído porque onde a necessidade humana era imperativa, Jesus não ia se preocupar com detalhes rituais, de liturgia. E fala ao moço que se levanta, acontecendo o milagre. Cumpre-se, com esse fato, um sinal messiânico, porque para Jesus era mais importante um "Não chores!" que dez "não toques em um morto".

POR QUE SE CHORA?

Não sei porque você chora. Mas o sofrimento pode vir de muitas maneiras, de muitas formas e de muitas fontes. Talvez o sofrimento de alguém seja por causa da ingratidão. Alguém foi ingrato com você. Diz a Bíblia, e tantas vezes diz: "Em tudo sede agradecidos" (1Ts 5.18a; Ef 5.20). Não podemos ser ingratos; mas, alguém pode ter feito mal para conosco, e sua ingratidão nos causa tremendo sofrimento.

Talvez o seu sofrimento seja a separação. Lembro de uma senhora que conheci em certo país da Ásia. Estávamos participando de um treinamento de liderança numa determinada instituição, e éramos os dois únicos participantes aguardando o retorno para casa. Os indianos, os coreanos, os tailandeses, palestinos, mexicanos, filipinos, colombianos, paquistaneses, e cinco brasileiros. Todos tinham ido embora, inclusive três dos brasileiros.

O outro colega brasileiro e eu passamos pelo corredor e olhamos pela janela do gabinete da administradora da escola, uma senhora chinesa, que estava chorando. Batemos à porta, ela pediu que entrássemos, e contou que o marido, que era representante comercial, tinha como função viajar pelos países vizinhos: Malásia, Tailândia, Filipinas. Era, porém, muito mulherengo, e a havia deixado. "Eu sempre o perdoei", disse; "mas agora me deixou por uma tailandesa. Estou querendo me matar". Pensamos: "não é por aí, não". E Deus nos deu capacidade de ministrar àquela chinesa. Ministramos com a Escritura Sagrada, com a oração, e finalmente ela se acalmou.

Tranqüila, e muito agradecida, resolveu que no dia seguinte nos brindaria com um almoço. E convidou uma amiga que havia sido criada numa missão presbiteriana. Estávamos as duas senhoras e os dois pastores. Foi servido um frango cozido no vapor sem qualquer tempero. Havia potinhos com diferentes molhos (mostarda, agridoce, curry, soja, e outros mais) nos quais a pessoa coloca seu pedaço de frango e o tempera a gosto. Colocou na minha frente uma enorme terrina de arroz. Eu me servi do arroz, e quando o colega foi se servir, ela exclamou: "Não! Pare! Essa tigela é do Pr. Walter! A sua é esta". E colocou outra do mesmo tamanho. Olhamos um para o outro, e eu disse, "Irmã, essa terrina é a de minha família para a semana inteira..." Ela, horrorizada, exclamou: "O quêêêêêêê... esse é o arroz que um homem come numa só refeição!..." Pronto! Duvidou da minha masculinidade". É; era só do que eu precisava... Traída, o homem foi-lhe desleal, infiel, e ela tinha essa dor da qual vinha sofrendo há tanto tempo, e, por conta disso, queria se matar.

Por que você chora? A doença. Às vezes é a enfermidade crônica, e Deus ensina a viver com ela. Ensina e dá forças. Lembra do que Ele disse ao apóstolo Paulo? "Três vezes orei ao Senhor para que o afastasse de mim [o espinho na carne, uma enfermidade]. Mas ele me disse: A minha graça te basta..." (2Co 12.8,9). "Basta a minha força!", diz o Senhor.

Quem sabe você ainda não conseguiu superar o problema da morte de uma pessoa muito querida. É difícil, muito difícil, sem dúvida. No entanto, há uma disciplina naquilo que é chamado de "escuridão da noite", como um comentarista da Palavra de Deus chamou. Diz que quando chega a escuridão da noite, aprendemos a ser disciplinados. Nos momentos críticos da vida, aprendemos uma disciplina da parte de Deus. E essa escuridão da noite é qualquer período prolongado e doloroso, quando a saúde se vai, os amigos se esquecem de nós, e até parece que Deus está ausente. Jó na sua paixão, aquele terrível drama de sentimentos pelo qual passou, ele chegou ao ponto de dizer: "Por que não morri ao nascer? Por que não expirei ao sair do ventre?... Por que se concede luz ao aflito, e vida aos amargurados de alma, aos que anelam pela morte, mas ela não vem, cavam em procura dela mais do que de tesouros ocultos?" (3.11, 20,21). Era como Jó expressava a sua dor. Há até quem venha ao nosso ouvido, e insinue que Deus de nós Se esqueceu, ou, então, que Ele nem existe.

No entanto, a hora difícil, a tragédia, nos pode trazer confiança e estabilidade. Como fala Isaías, no capítulo 50, "Quando andar em trevas, e não tiver luz nenhuma, confie no nome do Senhor, e firme-se sobre o seu Deus" (v. 10). É, em outros termos, a serenidade trazida por Jesus Cristo: "Não chores..."

Chora-se, então, quando há desolação, desespero, perda, abandono; quando se perde quem se ama, benefícios ou objetos de estimação; quando se perde por morte ou pela distância. É difícil não ter uma sensação de perda quando na ausência de quem se ama, quando se perde o emprego, os sonhos e os objetivos. Jó, por exemplo, perdeu tudo. E o que tinha ele? Posses materiais, saúde, prestígio, grande e linda família. Tudo isso ele perdeu como diz o capítulo 1 do livro que tem seu nome.

E a desolação é uma muito escura de nossa vida. O Salmo 39.2 fala "Quando fiquei em silêncio, como mudo, sem dizer uma palavra, nem mesmo acerca do bem, a minha dor se agravou". Em desolação estava o poeta. O Salmo 102 foi composto quando havia muita dor na vida do poeta. Mas a Palavra de Deus nos garante uma coisa extraordinária: a vitória no meio da desolação, como está em Isaías 61.1-3.

O desespero é uma hora muito escura. Quer dizer, realmente, "desesperança", falta de esperança, e há na vida cristã momentos quando temos desencorajamento, dificuldades, perigos intensos e cruciantes, desespero cruciante e intenso quando parece que a vida e a morte estão a 50%. É numa hora como essa, que vamos encontrar a Palavra Santa dizendo de modo tão claro: "Cantai ao Senhor, vós que sois seus santos; louvai o seu santo nome. Pois a sua ira dura só um momento, mas no seu favor está a vida; o choro pode durar uma noite, mas a alegria vem pela manhã" (Sl 30.4,5). Abraão estava no monte Moriá; José, numa prisão no Egito; Moisés, no deserto; Davi, perseguido; a paixão de Jó, e tantos, e tantos outros que não se deixaram derrotar porque ouviram "Não chores..."

Porém a morte não é o nosso mais profundo problema. É o medo de morrer. Esse é o nosso problema, porque quando a morte é encarada com freqüência, ela perde o seu poder devastador. E por esse motivo um teólogo dos nossos dias tem insistido que a morte deve ser um ato a ser desempenhado, e não uma experiência a ser suportada. Isso quer dizer que quando Jesus exclamou, "Pai, nas tuas mãos entrego o meu espírito" (Lc 23.46), não foi derrota nem clamor de derrota, mas afirmação da vida, visto que o problema em relação a isso é nos limitarmos sem necessidade.

E o modo de alguém se limitar é pensar na morte apenas em termos biológicos, em termos daqui e de agora. Quando nela pensamos em termos espirituais, tudo fica diferente: é pensar em ressurreição e não em trevas. Um pregador chamado William Manson declarou "O único Deus que o Novo Testamento reconhece é o Deus da ressurreição!!!" Glória a Deus!

Por isso, "Não chores...", diz a Palavra Santa. E aí, temos o toque do Criador, porque ninguém escapa da dor, do sofrimento. Mas quando a dor chegar, ela pode tornar uma pessoa mais refinada ou pode escurecer a mente e o espírito.

Jesus não pensa da morte o que nós pensamos. No Seu pensamento, o que chamamos de morte não afeta a continuidade da vida individual. Jesus Cristo veio curar os corações cheios de dor, consolar os aflitos.

Sim, são muitas as lágrimas no mundo, mas o discípulo de Jesus Cristo diz um corajoso "Não!" ao sofrimento e abre seu coração diante de Deus Que o consolará.

A verdade é que temos um Consolador, e a Bíblia garante que "O Espírito do Senhor está sobre mim que me ungiu... para consolar todos os tristes" (Is 61.1,2). 2Coríntios 7.6 diz que "Deus consola os abatidos". Cristo derrama óleo nas nossas feridas, unge com Sua paz a consciência magoada. Por isso, meu amado, você precisa crer que Jesus Cristo poderá fazer você entrar num mundo de provas como nunca conheceu na vida, mas quando os traços do caráter de Jesus se formarem na sua vida.



Walter Santos Baptista, Pastor da Igreja Batista Sião em Salvador, BA (O autor é Terapeuta de Família e de Casal)
E-Mail: wsbaptista@terra.com.br
Fonte: UOL

19.11.09

Quadrinhos Homossexuais: Turma da Mônica tem seu primeiro personagem gay

A diversidade sexual chegou aos quadrinhos da Turma da Mônica. A 6ª edição da revista "Tina", já nas bancas, mostra ao público o primeiro personagem gay criado pela equipe de Maurício de Souza. Na história, Caio é o melhor amigo de Tina e deixa outros personagens surpresos quando se diz comprometido, apontando um outro rapaz. Tina, criada nos anos 60 e que hoje estuda jornalismo, aproveita e faz um dircurso contra o preconceito. Caio, aos poucos, vai ganhar mais espaço nas histórias.


Fonte: Extra

Após ouvir oração, polícia prende fiel por suspeita de assassinato

Um homem britânico foi condenado após ter confessado o assassinato da mãe de sua namorada grávida durante uma prece captada por um grampo montado pela polícia em seu carro. George Maben, de 45 anos, estrangulou Maureen Cosgrove, de 65 anos, em sua casa no sul de Londres em março deste ano. Ele foi preso após a polícia ter instalado um grampo em seu carro e ouvi-lo dizer: “Deus, me perdoe pelo que eu fiz”. Segundo a acusação, Maben teria matado Cosgrove após uma discussão. Ele teria morado por alguns meses com a filha da vítima, Lucy Rees, de 34 anos, na casa de Cosgrove, mas na época do crime não estaria mais vivendo no local.

Suspeitas

Maben foi filmado por câmeras de circuito interno tomando um ônibus, no dia do crime, da casa de sua mãe para a casa de Cosgrove, colocando luvas durante o trajeto. No mesmo dia, ele encontrou a namorada e os dois foram à casa de Cosgrove, onde encontraram o corpo. Fibras das roupas da mãe da namorada foram encontradas nas roupas que Maben havia usado. As suspeitas contra Maben levaram a polícia a instalar um grampo em seu carro, e no dia 9 de abril o dispositivo gravou-o dizendo: “Por favor, Deus, me ajude… para que eu e a Lucy sejamos retirados das investigações policiais e que tudo fique bem”.

“Eu simplesmente não podia mais aguentar. Todo dia, ela estava me destruindo. Por favor, Deus, você me perdoa? Por favor, Deus, me desculpe”, disse ele ainda. As declarações foram consideradas uma confissão do crime pela Justiça. Ele foi condenado por assassinato e deverá receber a sentença.

Fonte: UOL

16.11.09

CRER E AGIR


Tiago 
2:14-17, 26

“Porque tenho o desejo de fazer o que é bom, mas não consigo realizá-lo.” Esta parece a confissão de um crente fraco na fé, mas é de Paulo, o apóstolo. E ele continua: “Pois o que faço não é o bem que desejo, mas o mal que não quero fazer, esse eu continuo fazendo.” (Romanos 7:18-19) Podemos repetir as palavras de Paulo, pois muitas vezes acontece o mesmo conosco.

Uma pessoa sábia disse que deveríamos imaginar nossas atitudes como se fossem notícias de primeira página de jornal. Como seriam as manchetes? Todos nós sabemos de escândalos provocados por cristãos de destacada vida pública e que não agem de acordo com a fé que professam. Mas as tensões entre nosso andar e nosso falar desonram nosso Senhor da mesma forma. Nesses momentos, a relação entre nossa fé e nossas obras mostra grave contradição.

Tiago fala francamente sobre o contraste entre nosso crer e nosso agir. A realidade do nosso relacionamento com Deus deve ser vista por si só em nossos atos de obediência. Concordar com uma verdade bíblica, só com acenos de cabeça, não transforma nossa maneira de ser e de tratar nosso vizinho da casa ao lado.

A verdadeira fé transforma a contradição entre fé e obras em uma combinação dinâmica de fé e ação.

Ore

Senhor Jesus, transforma meu coração de modo que minha confiança em ti revele com vigor tua graça e poder. Permite que eu te sirva, servindo às pessoas que vivem ao 
meu redor. Por Cristo. Amém.

Pense

Nosso relacionamento com Deus é testado pela coerência entre a fé que professamos e nosso modo de agir.

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15.11.09

Tempo de quietude - por Ricardo Agreste


Na vida do rei Davi, os desertos se tornaram o convite de Deus para um tempo de contemplação e reflexão.


Eu estava de saída para uma viagem a Santiago do Chile, a fim de participar de uma conferência com pastores e líderes locais. Ainda no aeroporto, aguardando o vôo, conversava com Deus sobre o meu momento de vida. Dentre muitas coisas, pedia ao Senhor sabedoria e orientação diante do cenário que me envolvia. Semanalmente, novas oportunidades surgiam diante de mim; novas demandas emergiam em minha agenda e novas conversas aqueciam meu coração para projetos aparentemente fascinantes.
Estava preocupado diante de tudo aquilo que acontecia. Sei que uma das razões que fazem com que homens e mulheres de Deus acabem por se perder, mesmo que bem intencionados em suas motivações iniciais, é a falta de uma clara percepção acerca do mover de Deus em suas vidas. Muitos passam a entender que toda oportunidade que surge é uma porta aberta pelo Senhor, ou que toda demanda que emerge é um desafio lançado pelo Espírito Santo. Há também aqueles para quem qualquer conversa que lhes aqueça o coração é uma visão de Deus que precisa ser assumida.
Para os que enxergam a vida nesta perspectiva, o mover de Deus acaba se confundindo com o empreendedorismo de nossos tempos ou com o anseio insaciável de nossas almas por sermos tidos como pessoas relevantes diante do mundo. Para gente assim, o mover de Deus sempre as convida para um tempo de ir, correr e vencer. Não existe a possibilidade de o Senhor chamá-las a um tempo de ficar, aquietar-se e renovar-se. Por isso mesmo, querendo conquistar o mundo, acabam, infelizmente, perdendo a própria alma. Em meio às muitas oportunidades, demandas e desafios, confundem a ação do Senhor com as expectativas do meio ou com os anseios de seus próprios corações.
Na vida do rei Davi, os desertos se tornaram o convite de Deus para um tempo de contemplação e reflexão. Ele era um homem movido por desafios e com constante ímpeto para a ação – por isso, parece que somente em meio às adversidades ele encontrava tempo para redimensionar seu próprio coração. Assim, quando lemos as orações de Davi no livro de Salmos, percebemos um homem sondando sua própria alma e procurando perceber a ação de Deus em sua vida. Em situações de adversidades, dores e aflições, Davi se convencia de que seu Deus não o convidava constantemente a ir, correr e vencer; mas, em algumas ocasiões, o impelia a ficar onde estava, aquietar o coração e renovar sua alma.
Maria, irmã da superativa e dinâmica Marta, viveu uma situação diferente. Em sua vida, o tempo de ficar, aquietar-se e renovar-se não é fruto de uma situação criada por Deus, mas de opções que precisava fazer. Cercada por gente constantemente voltada para a ação, que enxergava cada oportunidade como porta aberta pelo Senhor, cada demanda como um desafio do Espírito e cada conversa como visão de Deus, torna-se normalmente mais difícil encontrar espaço para aquela reflexão espiritual. Mas Maria rompe com seu ambiente, resiste às expectativas que as pessoas à sua volta tinham acerca de si e resolve sentar-se aos pés de Jesus para ouvi-lo. Jesus, por sua vez, encoraja a opção feita por Maria, demonstrando que na caminhada cristã há, sim, tempo de simplesmente ficar, aquietar-se e renovar-se.
Mas o maior exemplo de que Deus nos convida a esses momentos encontra-se na própria vida de Jesus. Em seu curto ministério terreno, Cristo tinha um enorme desafio diante de si. As demandas eram inúmeras; as necessidades, infindas, e as frentes de trabalho, imensas. No entanto, vemos nos Evangelhos episódios em que o Filho de Deus sobe montes ou procura lugares desertos a fim de simplesmente ficar, aquietar-se e renovar-se na presença do Pai. Apesar da pressão das multidões, ele afastava-se em submissão ao mover de Deus para um tempo de silêncio e descanso. No entanto, este não era um tempo de contraponto à sua missão – mas sim, um espaço integrante e essencial na mesma.
Durante uma manhã livre naquela viagem a Santiago, um querido e antigo amigo me levou para subir as cordilheiras até um lugar chamado Vale Nevado. Fomos e voltamos conversando sobre muitas coisas. Há muito tempo não tinhamos oportunidade de nos falar. No entanto, em meio às muitas palavras e diante de paisagens fantásticas, deparei-me com uma cena que me chamou a atenção. Do local, podiamos contemplar um enorme e fantástico monte coberto de neve. Seu aspecto era imponente e fascinante. Era impossível passar por ali sem admirá-lo. Mas ainda no mesmo foco de visão, bem mais próximo de nós, na margem da estrada, inúmeras árvores com seus galhos completamente secos contrastavam a imponência e fascínio da montanha branca.
Minha atenção ficou dividida entre as duas cenas contrastantes. Foi então que meu amigo, olhando para aquelas árvores, disse: “Interessante, não? Elas parecem mortas. Quem olha pensa que não resistiram ao inverno. No entanto, estão assim porque, percebendo o rigor da estação fria, concentram suas forças e energias no caule. As folhas caíram e os galhos secaram, mas toda a sua vitalidade encontra-se concentrada no caule. Para elas, agora não é o tempo de florescer, mas de resguardar-se para, no tempo certo, voltar a produzir folhas, flores e frutos. Este é o ciclo da vida.”
Ouvindo aquelas palavras e tendo os meus olhos fixos naquelas árvores, ouvi a resposta de Deus para a oração que havia feito antes de partir do Brasil. Nem sempre é hora de ir, correr e vencer. Existem tempos em que o Senhor nos convida a ficar em sua presença, e ali aquietar nossa mente e renovar nossa alma. Em meio a tantas coisas e situações que nos envolvem, precisamos ter a sensibilidade para perceber que o Senhor, por vezes, não deseja que façamos tudo ou aceitemos todos os desafios. Existe também o tempo em que seu mover nos convida a concentrarmos nossas forças e energias no que é essencial e imprescindível: a nossa relação com ele.
Às vezes, como acontecia na vida de Davi, Deus precisa criar desertos em nossa história para nos convencer desta verdade. Noutras situações, assim como o fez Maria, podemos exercitar nosso poder de decisão contra o meio que nos impele a constante atividade, optando por simplesmente quedar-nos aos pés de Cristo. Mas também podemos olhar para Jesus e perceber o convite para vivermos em maturidade, integrando este tempo como parte essencial e imprescindível da missão de Deus para as nossas vidas.