Mulheres em disputa

Possível candidata à Presidência, Marina Silva critica voto religioso


A senadora Marina Silva (PV-AC), possível candidata de sua legenda à Presidência ano que vem, parece disposta a colocar sua fé em segundo plano numa eventual corrida sucessória. “Eu sou evangélica e faço questão de professar a minha crença, mas acho que cada um deve votar de acordo com suas convicções políticas”, declarou a parlamentar em agosto, quando teve seu nome lançado ao Planalto. Marina tem sido apontada como ameaça à candidatura da ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, ligada ao PT e apoiada pelo governo, já que seria a primeira vez em que duas mulheres disputariam com chances o cargo de presidente da República.

A senadora preferiu não especular como seria uma disputa eleitoral de mulher para mulher em 2010: “O Brasil tem se preparado para isso”, opina. “A vantagem de ter uma candidatura feminina é que a mulher tem capacidade de dividir a autoria das coisas”. A última vez que um evangélico disputou a Presidência foi em 2002, quando o presbiteriano Anthony Garotinho concorreu pelo PSB e chegou em terceiro lugar, com quase 17 milhões de votos.

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