Enviado por FOLHA GOSPEL Guarda-civil e a mulher afirmam que nunca vão entender o que levou seu filho caçula a balear professora e se suicidar "Não me sinto culpado", afirmou ontem o guarda-civil municipal M.N., de 42 anos, em entrevista ao Fantástico, da Rede Globo. Três dias após seu filho D., de 10 anos, pegar sua arma, atirar contra a professora Rosileide Queirós de Oliveira, de 38 anos, dentro de sala de aula na Escola Municipal Professora Alcina Dantas Feijão, em São Caetano, no ABC, e se matar, M. afirmou que a família jamais vai entender a tragédia. Ao lado da mulher, E.M., de 38 anos, o pai do menino contou jamais ter deixado antes o revólver que usava para fazer bicos nos horários de folga em cima do armário ou em algum lugar de fácil acesso. "Eu levei ele (D.) na escola carregando a mochila dele. Não percebi nada de diferente", relatou o guarda. Ao sentir falta de sua arma em casa, M. foi à ...