Grupo cristão brasileiro propõe Nova Reforma Protestante

Com o projeto “Eu quero uma igreja”, um grupo de cristãos brasileiros identificados como “os cristocêntricos” propõe a união de cristãos em nome de Cristo para a criação de uma igrejaverdadeira, ou uma “Nova Reforma Protestante”.

Tomando como base Romanos 14 e 1° Coríntios 13, o grupo conclama a “uma antiga, nova e verdadeira forma de ser igreja”.

“Após ver tanta sujeira, levantamos uma bandeira, um clamor, uma súplica, como Jesus em João 17 rogando ao Pai. Na função de sabão dos lavandeiros e fogo dos ourives que purifica a prata e o outro (Mal.3)”, diz o projeto.

Segundo site do "Eu quero uma igreja", o objetivo do movimento é apresentar debates e cultuar ao vivo com pessoas de todas as partes do mundo e denominações, para unirem em Cristo “na verdadeira unidade com um só pensamento”.

Um programa de perguntas e respostas é oferecido, bem como entrevistas, testemunhos e a exposição de pensamentos sobre a doutrina, dogmas, costumes e liturgias.

O projeto visa oferecer também ajuda àqueles que estão “escandalizados” com a igreja a continuerem louvando a Deus, mesmo que virtualmente. Com o intuito de combater os erros eclesiásticos ele propõe também a ação de uma “Corregedoria Eclesiástica”.

“Ovacionar sim, elogiar sim, os acertos dos líderes e igrejas; mas, combater categoricamente os erros e a podridão do sistema religioso, nem que nos custe a vida terrena”, diz o projeto no site.

O grupo não se preocupa com o preço a pagar para que as mensagens pregadas não sejam “massagens” que massageiem o ego das pessoas.

“Que nos corte a cabeça em bandejas, mas que façamos a vontade de Deus sempre!” afirma o projeto.

Os pontos de pregação a serem enfatizados são: a limpeza dos corações; o combate à “sujeira do sistema religioso” e a condução de pessoas a olharem a somente um único Salvador.

O grupo convida católicos, evangélicos, carismáticos, padres, monges, pastores, ateus, judeus, muçulmanos, agnósticos, protestantes, pentecostais, tradicionais, neopentecostais, espíritas, maçons, rosacruses, unicistas, ‘igrejados’, ‘desigrejados’, entre outros, para participarem dos debates a fim de constatar que “só o Evangelho de Cristo salva”.

Os debates são promovidos todos os dias às 21 horas ao vivo, pelo YouTube, Google Hangout, Google mais, TV Eu quero uma igreja, Skype, e por meio deste site.
PorAndrea Madambashi | Repórter do The Christian Post

Comentários

Me chamo Paulo Eduardo e faço parte desse projeto, eu quero uma igreja , cansados desse sistema religioso ao qual só serve para alimentar a cobiça financeira de lideres que se negão a pregar o verdadeiro evangelho de cristo .Venha participe não se renda a eles seja vc também um ressoar da voz que clama no deserto euqueroumaigreja.com todos os dias as 21hs.pauloeduardo.ft@hotmail.com
Me chamo Paulo Eduardo e faço parte desse projeto, eu quero uma igreja , cansados desse sistema religioso ao qual só serve para alimentar a cobiça financeira de lideres que se negão a pregar o verdadeiro evangelho de cristo .Venha participe não se renda a eles seja vc também um ressoar da voz que clama no deserto euqueroumaigreja.com todos os dias as 21hs.pauloeduardo.ft@hotmail.com
Carol disse…
Mtoo bom o blog de vcs! Adoreii >.<
http://blogdaacaroll.blogspot.com.br/
Djair disse…
"Reformar o cristianismo nada muda, apenas se adia o comprometimento
radical que o Evangelho demanda. A própria Reforma Protestante foi um
remendo de pano novo em veste velha. E a tragédia embutida nisso é que
o cristianismo, uma tentativa vitoriosa do diabo de diminuir a loucura
da pregação e o escândalo da Cruz, manteve-se. O mundo não teve ainda a
chance de conhecer o Evangelho conforme as dinâmicas livres e
libertadoras do Caminho, segundo as narrativas dos evangelhos, nas
quais o único convite que existe é para seguir a Jesus.
O que os cristãos precisam saber é que Jesus não teve interesse em algo
que se assemelhasse à civilização cristã ou mesmo com a ' Igreja' como a conhecemos de 332 de nossa era até hoje.
O cristianismo já é uma perversão, transformando o Evangelho puro e
simples numa religião com dogmas, doutrinas, usos, costumes, tradições
imutáveis, moral própria e muita barganha com os homens.
Pratica-se assim uma obra de estelionato contra o Evangelho de Cristo.
É difícil imaginar que Jesus tenha qualquer coisa a ver com o que nós
chamamos de 'Igreja', seja aquela que se abriga no Vaticano, ou sejam
aquelas que têm tantas sedes quantos pastores, bispos e apóstolos
megalomaníacos.
O ensino de Jesus,
inversamente, é caracterizado por desinstalação, mobilidade, liberdade
de aplicação sem legalismo, confiança do Semeador no poder da
semente-palavra, ênfase na igualdade de todos, denúncia dos poderes
religiosos e pertinência à vida. Na prática, isso significava a cura da
mente, do corpo e do espírito. Significava o anúncio da destruição do
Templo como lugar de Deus. Significava a beatificação de samaritanos e
a demonização de religiosos sem coração.
A coragem revolucionária que o Evangelho demanda de cada geração é aquela
que se lança ao vento e caminha pela fé, e que se dispõe a se deixar
reinventar conforme o espírito do Evangelho, posto que ele não propõe
uma religião, mas o Caminho. Isso significa que cada nova geração tem
que ter a coragem de vestir o Pano Novo do Evangelho no seu tempo e
beber o Vinho Novo do Reino em odres novos. Na hora em que milhões que
assim crerem passarem a viver livres conforme o Evangelho, então, sem
pai, sem mãe e sem fundador, a revolução se estabelecerá, sem sede, sem
geografia, sem dono, sem tutor e sem reguladores da fé.
Não creio em reformas. Creio, sim, numa Revolução do Evangelho que só
incluirá os cristãos se eles tiverem a coragem de desistir do
cristianismo e abraçar o risco de apenas andar conforme a revelação da
Graça de Deus em Cristo, conforme a Palavra do Evangelho. Tal fé é
incompreensível pelas mentes viciadas no cristianismo e é
desinstaladora demais para aqueles que vivem do negócio clerical
cristão"

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