Cristão norte-coreano fala sobre a Copa e as restrições em seu país

BRASIL (*) - Editor de um jornal evangélico, ele fugiu da guerra da Coreia com 20 anos.

Nesta terça-feira (15), o Brasil enfrentou a Coreia do Norte, um país de pouca tradição no futebol, mas que tem representantes em São Paulo. E nessa capital de tantos imigrantes, um norte-coreano já decidiu de que lado vai ficar na hora dos jogos. “Do Brasil”, disse Choon Ha Imele, com forte sotaque (assista ao vídeo).

As lembranças do passado são de guerra e pobreza. Editor de um jornal evangélico da comunidade coreana em São Paulo, ele não pode voltar à cidade natal: um vilarejo na comunista Coreia do Norte, de onde fugiu por causa da perseguição religiosa. Disse que, com o regime comunista, todas as igrejas foram fechadas e o cristianismo foi proibido. Na época, o editor tinha 20 anos.

Deixar a Coreia do Norte não é fácil. As pessoas podem sair para trabalhar ou estudar, mas desde que o governo conceda uma autorização especial. Saiba mais sobre as restrições no país.




* Este país não se enquadra entre os 50 mais intolerantes ao cristianismo.

Fonte: G1
Portas Abertas

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