PHILIP PULLELLA da Reuters , em Roma O papa João Paulo 2º se flagelava regularmente para imitar o sofrimento de Cristo e teria assinado um documento secreto comprometendo-se a renunciar ao pontificado, em lugar de ocupá-lo de modo vitalício, se ficasse incuravelmente doente. As revelações estão contidas em um livro recém-lançado. O livro, intitulado "Why a Saint?" ("Por que um santo?", em inglês), foi escrito por monsenhor Slawomir Oder, o funcionário do Vaticano encarregado do processo que pode levar à canonização de João Paulo, e inclui alguns documentos inéditos. João Paulo 2º morreu em 2005 e esteve doente, passando por sofrimento físico, durante vários momentos de seu pontificado. Ele foi baleado e quase morto em 1981, foi submetido a várias cirurgias, incluindo uma devida a um câncer, e sofreu da doença de Parkinson por mais de uma década. Lançado na terça-feira, o livro revela que, mesmo quando não estava doente, João Paulo se flagelava, algo que ...
Conhecidos por seus costumes religiosos rígidos, os fiéis das religiões pentecostais sempre tiveram horror a tudo que estivesse ligado a sensualidade. Isto incluía as vestimentas dos fiéis, que deveriam cobrir a maior parte do corpo possível, em especial, tratando-se do corpo feminino. Porém, com o surgimento das novas religiões neopentecostais, fundado por pregadores oriundos do catolicismo popular, as normas religiosas foram flexibilizadas. Hoje, os crentes já podem ir à praia e usar roupas mais curtas. Mas, quem pensa que o liberalismo evangélico termina por aí está muito enganado. Um grupo de evangélicos da nova geração decidiram despir-se de todos os véus religiosos, literalmente. São os evangélicos naturistas. O Arte Profana teve acesso ao depoimento de alguns evangélicos que foram veiculados pelo conservador “Informativo Batista”. Procure ler sem preconceitos. Pureza não está ligada às roupas “Há muitos evangélicos naturistas no Brasil . A pureza da alma não está ligada às roup...
Do Gospel+ Com o clima efervescente no país, as eleições presidenciais se aproximam e o Ministério Público Eleitoral (MPE) reforçou a ilegalidade dos atos de propaganda eleitoral durante a campanha em templos religiosos, prática amplamente comum nas igrejas evangélicas. A procuradora Regional Eleitoral Cristina Nascimento de Melo fez uma recomendação para que as igrejas e candidatos evitem problemas com a Justiça Eleitoral por propaganda irregular nos templos. De acordo com informações do portal O Documento , a procuradora eleitoral decidiu fazer o alerta a pastores e outros líderes religiosos de forma antecipada, e assim, prevenir o descumprimento da lei e o uso de comunidades de fé como feudo político.
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